Passeio de 4 dias a Viana – Dias 3 e 4, exercício físico, Natureza, pão caseiro, mais perguntas, centro de Viana, conversa, a viagem de volta e a reportagem

Caderno Verde

Passeio de 4 dias a Viana – Dias 3 e 4, exercício físico, Natureza, pão caseiro, mais perguntas, centro de Viana, conversa, a viagem de volta e a reportagem

Continuando (e concluindo), o que comecei a reportar neste primeiro post, segundo, terceiro e quarto, os dias 3 e 4 também foram recheados de belas experiências.

Jogarmos à bola (eu também! Menos quando estava a fotografar…),

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DSC08002explorarmos os arredores e darmos um passeio até ao rio,

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“explorarmos” mais um livro da nossa amiga com receitas de pão caseiro e a História do Pão!!!

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E jogar mais xadrez e ir ao centro da aldeia fazer compras e conversarmos e…

:D

… e a fazermos perguntas à nossa amiga que nos tinham ocorrido enquanto não estávamos com ela, tais como:

“Porque é que Viana do Castelo se chama “do Castelo” se na cidade não há nenhum castelo? Ou há e nós não o vimos?”

A J. explicou-nos que não há propriamente um castelo e sim um forte, ao qual as pessoas chamavam de castelo. E que antigamente se chamava simplesmente “Viana” nome atribuído pelo rei que nos seus passeios e caçadas até à zona passava pela povoação que lhe fazia lembrar Viena de Aústria da qual tanto gostava e então resolveu batizá-la de “Viena” que deu, mais tarde, em “Viana”. Existe outra versão que diz que terá sido a “Vila de Figueiredo” a origem de um núcleo de povoações, na qual estava incluída a paróquia medieval de “Santa Maria de Vínea”, também chamada de “Vinha”, futura vila de Viana e que terá dado origem ao seu topónimo. E só com a rainha Dª Maria , na altura concedendo o título de cidade à povoação é que foi rebatizada como “Viana do Castelo”. Também existe uma lenda que atribui outra procedência ao nome (mas é só uma lenda, dizia-nos a J.).

Depois no dia seguinte, dia de voltar para casa! Mas antes démos mais uma voltinha por Viana de Castelo, pois ainda não tínhamos andado por algumas ruas do centro da cidade…

DSC08015Era dia de algumas ruas estarem enfeitadas com flores de papel (volta e meia acontece, disse-nos a N.)

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DSC08017Ficam bem engraçadas e coloridas as ruas assim…

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DSC08020Estávamos a chegar à praça principal.

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DSC08027O Alexandre disse algo engraçado sobre esta fonte estar seca (deu-lhe um nome, mas já não nos lembramos qual              ;)           )

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DSC08033E depois de apreciarmos toda esta arquitetura, a irmã N. da J., deixou-nos depois novamente na estação de Viana do Castelo. Enquanto esperávamos pelo nosso Interregional (ver o primeiro post deste passeio) o Alexandre entreteve-se a conversar com uma senhora da região, já com alguma idade e muito simpática. Contou-lhe tudo! De onde viémos, quando viémos, quantos dias tínhamos passado em Viana, qual a aldeia onde vivem as nossas amigas, o que tínhamos comido (e daí passou a contar como adora comer azeitonas), os comboios que apanhámos e os pormenores da viagem para cá, algo sobre a cidade do Porto, onde já foi também algumas vezes, as irmãs que tem, tuuuuudo sobre o seu cunhado e maior amigo Bato, enfim! A senhora estava estarrecida com o seu parlapier. Também lhe explicou onde ela devia adquirir os bilhetes (como se a senhora não soubesse) e que em Lisboa podíamos comprar os bilhetes numas máquinas. Ah! Claro! E falou-lhe da estação do Oriente, mas que também tinha gostado muito da de Viana do Castelo. E já não me lembro de mais, porque o rapaz não se cansou de falar com a senhora e de lhe dizer que ela era muito simpática, até apanharmos o comboio.

Já por várias vezes (daquelas em que passamos mais tempo em casa, porque o tempo convida ao recolhimento e não apetece a ninguém sair) que algumas pessoas pensam (e algumas dessas o dizem), que assim o Alexandre (não saindo todos os dias para ir até à escola, nem contactando todos os dias com várias crianças), fica tímido (nota-se!!!), introvertido (também não creio que o seja!) ou, pelo menos, muito caseiro (nem esta, pois quando lhe interessa é o primeiro a preparar tudo para sairmos e aproveita as viagens com o entusiasmo que se vê). É um sistema diferente, este do unschooling, é um sistema assistemático e personalizado. Quem costuma seguir este blog já se inteirou de muitas saídas, visitas, passeios, para além de todas as outras atividades entre paredes. E como já contei algumas vezes houve vizinhos que saíram connosco e ficaram deliciados com um simples passeio de comboio e/ou de ferry cuja experiência nunca tinham tido até à altura, apesar de “saírem” todos os dias de casa até à escola. E quanto a essa do introvertido, voltamos aqui um dia a falar sobre essa balança em que tendemos a valorizar o prato dos extrovertidos, se calhar sem fundamento.

Bem, a viagem de Interregional Viana do Castelo-Porto e desta vez, na volta, no Intercidades Porto-Lisboa, decorreu maravilhosa. Tínhamos levado este livro para ler na viagem,

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mas não deu, desta vez  (vamos ver a seguir, num próximo post, que depois em casa o Alexandre quiz lê-lo só então…) e quando estávamos a chegar eu perguntei qualquer coisa ao Alexandre e ele deu-me esta resposta “Mãe, agora não posso, não me interrompas que estou aqui a arrumar o meu cérebro para poder contar todos os pormenores da viagem ao Bato amanhã quando ele estiver comigo!”

Pois que teve sorte o rapaz, que estavam lá os três em nossa casa à nossa espera (as duas manas e o Bato) e assim que chegámos ele relatou-lhes toda a viagem e tudo o que fizémos em Viana do Castelo, todos os pormenores que já vinham arrumadinhos no seu cérebro (a irmã do meio até filmou! Ficámos com o vídeo junto com aquelas gravações do Canal do Alexandre).

:D

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Passeio de 4 dias a Viana – Dia 2, Xadrez, História de Portugal, Conversas, Tecnologia, Jantar fora, Perguntas e Hoobipistas

Passeio de 4 dias a Viana – dia 2, Xadrez, História de Portugal, Conversas, Tecnologia, Jantar fora, Perguntas e Hoobipistas

Dia 2, Sábado (podem ler sobre os três apontamentos do dia 1: o primeiro, o segundo e o terceiro).

Estávamos um pouco cansadinhos e resolvemos ficar por casa a explorar a casa e Neiva.

A nossa amiga tinha um jogo de xadrez muito giro com peças chinesas que ela trouxe de uma viagem sua que fez as delícias do Alexandre. Vou colocar daqui uns dias dois posts sobre os jogos de mão e tabuleiro que incluirão o xadrez e falaremos melhor sobre isto. Para já vou frisar a parte das peças diferentes. É que nós costumamos usar este nosso tabuleiro antiguinho, que o Alexandre sempre viu lá em casa,

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DSC07694(aliás, como podem ver aqui, nos primeiros contactos com o jogo, ele alterou logo as peças, adaptando os seus bonecos de peças Lego a peões, bispos, cavalos, etc.):

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e ultimamente também jogamos xadrez no iPad,

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mas depois do Alexandre se ter impressionado com este da nossa amiga,

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ter jogado uns jogos com o pai, outros comigo

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e até sozinho, dando-lhe outras funções (construíu um reino, com as peças),

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ao chegarmos a casa, o pai foi buscar um outro tabuleiro que lhe tinham oferecido de presente um dia e estava guardado por ser de vidro e passámos a jogar com as novas e frágeis peças:

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Também andámos a preciar os canteiros orientais da nossa amiga

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e a desfrutar do seu relvado. DSC07966

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DSC07968Ali perto também podíamos dar passeios embrenhando-nos num pinhal e chegando até ao rio e às suas pequenas cascatas. O Alexandre só foi no dia seguinte, pois neste estava mesmo cansadinho das pernocas, do dia anterior. Mas eu e o pai fomos à vez dar um passeio até ao rio e ler um bocadinho.

Mas também estivémos a ler com ele, em casa, pois a nossa amiga tinha em cima da mesa da sala este livro da História de Portugal em banda desenhada que eu já tinha estado para comprar quando andei a pesquisar sobre o assunto, mas como havia comprado aqueles 4 sobre os quais tenho partilhado por aqui, não comprei este. Então estivémos a rever, agora em banda desenhada, todos os temas que o Alexandre mais tem gostado na História de Portugal,

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o início, a Ibéria, DSC07972

(ele adora saber estas configurações mais antigas do mapa mundo) DSC07973

DSC07974as viagens, descobrimentos e conquistas, DSC07975

quando restaurámos a nossa independência, DSC07976

DSC07977de novo a passarola do Bartolomeu de Gusmão,

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DSC07979e o mapa cor-de-rosa!

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Também a instauração da república,

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a “nova” bandeira, DSC07982

DSC07983e no final do livro há um quadro com a evolução da bandeira portuguesa

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e um outro com a sequência dos nossos reis e dos presidentes da república. DSC07987

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(ele não sabe todos de cor, como é óbvio, mas sabe alguns, gosta de consultar e sobretudo gosta de fazer ligações entre uns apectos e outros).

Entretanto a nossa amiga chegou cedo do trabalho neste dia e estivémos a lanchar (com doce de ameixa caseiro!) e a conversar. A J. contou-nos do projeto (que desde há dez anos ele insistia em implementar e ainda bem que persistiu, pois agora começou a ter êxito!) de um amigo que nós também conhecemos e que nos interessou muito a todos. Como, uns dias depois de termos voltado tive a oportunidade de o explicar um pouco num comentário feito a um post de um blog de uma família em ensino doméstico a propósito de algo parecido, vou para aqui transcrever essas passagens:

A Paula, do Aprender em Família, publicou um post intitulado “Miguel Ângelo pintando a Capela Sistina” no qual deixei este comentário, após visitar o site por ela indicado, pois também já tínhamos visitado assim museus, através de uns links que me tinham enviado por e-mail:

“Também já visitámos museus assim virtualmente, é giro e há dois fins de semana atrás tivémos conhecimento que um conhecido nosso, arquitecto, está a desenvolver um projeto (aliás, já o lançou e tem tido pedidos de todas as partes do Mundo) com este tipo de tecnologia virtual para aplicar não só em museus, como em jardins zoológicos, e ainda a partir de um projeto (imagina que queres construir a tua própria casa e a partir do projeto andas a navegar nela e a visualizar como ficará exatamente…), na formação de pilotos de aviões, de cirurgiões a visualizar uma operação… não é bem assim num computador mas através do que chamam de “câmaras de imersão” e vês tudo em 3D. É fenomenal!”

No fim destas conversas pós-lanche, resolvemos ir jantar fora a Viana do Castelo (a um restaurante chinês, porque não havia um indiano e nós somos todos vegetarianos _ a nossa amiga também_ comer um arroz xau-xau vegetariano e tofú na caçarola e sopa de milho, que estavam uma delícia.

Durante a refeição, o Alexandre fez uma pergunta: “O que é uma Pergunta Retórica?” Ora que eu e o pai não tínhamos a certeza e dissémos-lhe que íamos confirmar em casa, mas a nossa amiga sabia e respondeu-lhe, dando-lhe um exemplo: “Gostas de sopa de milho, não gostas?” (é uma pergunta em que praticamente tu perguntas e dás a resposta ao mesmo tempo, ou em que a resposta está contida na pergunta). Ela achou piada a ele fazer este tipo de perguntas e ao facto de ele ter percebido logo. Ora que, não sabendo de onde vinha esta pergunta e não conhecendo a conexão imediata que ele fez assim que obteve a resposta da nossa amiga, poderia pensar-se que ele, ou não perceberia bem uma resposta só assim simples e direta ou que daqui a uns tempos já não se lembraria. Mas o facto é que no dia a seguir eu perguntei-lhe se ele tinha percebido e ele respondeu que sim e deu-me logo outro exemplo de outra pergunta retórica. Eu pensei, “Bem, percebeu mesmo”. E, não satisfeita, pus-me a indagar a razão de tal curiosidade, isto é, porque é que ele tinha feito a pergunta; respondeu-me ele: “É que no “Leroy & Stitch”, o Gantu pergunta ao Dr. Hamsterviel, “Tu nunca percebeste o significado de Aloha, pois não?” e o Dr. Hamsterviel responde “Bem… acho que significa…”, mas o Gantu volta a falar, interrompendo-o,”Ah, era uma pergunta retórica!” e eu queria confirmar o que era uma pergunta retórica”. Pronto. Assim, simplesmente.

Outra coisa que me surpreendeu: o Alexandre praticamente não conhecia esta nossa amiga, a última visita que ela nos tinha feito, tinha ele 3 anitos. E deu-se logo muito bem com ela. E no final do jantar, tínhamos todos acabado de sair do restaurante, quando nos lembrámos que o Alexandre tinha pedido para levarmos uma sopa de milho para casa e não a tínhamos pedido; então o pai voltou atrás e como eu fiquei na dúvida se ele iria pedir a sopa certa segui-o e enquanto estava lá dentro é que me lembrei “ups! Se calhar o Alexandre não ficou confortável em ficar sozinho lá fora com a J. (pois isto já aconteceu com outras pessoas que ele não conhece bem), deixa-me cá despachar a ir lá para fora”, mas o Pedo ainda me pediu umas moedas e acabei por voltar a sair já com ele e com a sopa e ficámos agradavelmente surpreendidos ao chegar cá fora e verificar que estavam os dois (Alexandre e J.) muito entretidos a jogar o jogo das Hoobipistas, que o Alexandre lhe tinha logo proposto para jogarem e ensinado à J., pois ela não o conhecia.

Jogo das Hoobipistas: foi um que ele aprendeu já há alguns anitos a jogar com o programa dos “Hoobs” que dá no canal Jim Jam e que jogamos regularmente quando viajamos de carro, por exemplo. Basicamente, um dos jogadores pensa (escolhe) numa palavra e vai dando pistas aos outros (e a seu pedido) até eles acertarem na palavra que ele pensou. Começa com a frase “Já pensei”, seguindo-se o pedido dos restantes “Olé, olá, uma Hoobipista já!”.

;)

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Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, Visita ao Barco-Hospital Gil Eanes

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Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, Visita ao Barco-Hospital Gil Eanes

Este é o 3º apontamento deste Passeio a Viana. Podem ler aqui sobre o primeiro e aqui sobre o segundo.

Como contei no segundo apontamento, após descermos do Monte de Santa Luzia, empreendemos a descida da Avenida que vai da Estação até ao Rio e deparámo-nos com o Ponto de Turismo. Tínhamos já na ideia ir visitar o Barco-Hospital que sabíamos atracado, como museu, mas não sabíamos os horários para visita e assim, fomos ao Ponto de Turismo perguntar (e saber os preços) e trouxémos ainda uns mapas da cidade.

Depois lá fomos até “ao Gil Eanes” (também trouxémos do Ponto de Turismo um folheto sobre o “Gil Eanes”, o Barco-Hospital, que explica: “O Navio Hospital Gil Eanes foi construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955 tendo como missão, apoiar a frota bacalhoeira portuguesa nos mares da Terra Nova e Gronelândia. Embora a sua principal função fosse prestar assistência hospitalar a todos os pescadores e tripulantes, o Gil Eanes foi também navio capitania, navio correio, navio rebocador e quebra-gelos, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.” E ainda continua com um pouco de toda a história do navio  até ter findado a sua actividade em 1984 e recuperado pela comunidade vianense em 1998. Fazem parte ainda do folheto as características do navio (dimensões, capacidade, etc.) e plantas legendadas detalhando a sua compartimentação).

Os acessos estavam em obras!

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A escadinha que tínhamos que subir para chegar ao navio…

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Ainda é alto e grandinho!

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As portas (temos que alçar as pernocas)!

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Chegados lá acima o senhor que toma conta do barco-museu explicou-nos como empreender a visita sozinhos, sem ajuda. O percurso está assinalado com setas para darmos a volta completa e visitarmos todos os compartimentos e as várias zonas do convés e o percurso, nalgumas zonas está delimitado com umas cordas para conseguirmos dar a volta toda ao navio sem confusão (mas faz-nos dar mais voltas, só que assim não perdemos pitada). Explicou-nos também que podíamos ler todas as placas acima das portas dos compartimentos que indicavam o tipo de compartimento, bem como as etiquetas de vários objetos identificados.

Então lá começámos o percurso, observando todos os pormenores!

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Plano de segurança:

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Ora que foi onde passámos mais tempo, a ver os mapas, a manusear os instrumentos, a ler as etiquetas de todos os objetos, a ver os sinais/símbolos… O Alexandre gostaria de experimentar todos a funcionar, para ver como funcionavam os antigos e como funcionam os aparelhómetros que os vieram substituir ou os de versão “mais avançada”.

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(estivémos a observar os registos metereológicos que recebiam via algo tipo fax, já na altura)

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De novo saídos desta ala… fomos até ao topo do navio.

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A vista lá do topo do navio sobre a cidade…

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… e sobre o convés!

;)

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Maquete de um outro barco!

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A barbearia do navio…

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O sistema que bloqueava as portas do porão caso o navio começasse a meter água (isto fez-nos lembrar o Titanic)

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A cozinha!

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E aqui a padaria:

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Esta é maior que a que vemos na fábrica de bolos de uns amigos nossos…

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Mais uma maquete, esta a do próprio Gil Eanes que andávamos a visitar!

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(o Alexandre aprecia mesmo maquetes…)

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Aqui a explicação sobre a foto que está na parede e que vamos ver a seguir: foto de quando crianças da Gronelândia vieram fazer uma visita ao barco-hospital por lá atracado e quando em funções. É giro…

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A casa das náquinas fazia um bocadinho de impressão, subir aquelas escadas rapidamente e sob pressão devia ser obra…

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DSC07920Mais uma foto dos barcos na Gronelândia…

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Aqui os desenhos da maquinaria e sistemas (também interessam ao Alexandre estas plantas e cortes e medidas)

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Ora que chegamos à parte que diferencia este navio-hospital de muitos outros navios  (e que fez o pai sair impressionado, sobretudo ao imaginar-se numa sala de operações daquelas…)

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(a máquina onde se tiravam radiografias)

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(o laboratório de análises e esterelização)

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De novo no convés…

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Uma capela.

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A âncora…

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No final da visita, muito cansadinhos, a descansar na relva para depois voltarmos a subir a Avenida até à Estação e esperarmos lá que a nossa amiga nos viesse buscar e levar até à sua casa, numa aldeia perto (Neiva).

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Enquanto esperávamos pela nossa amiga o Alexandre esteve a localizar no mapa (num dos que trouxémos do Posto de Turismo) os locais que tínhamos visitado e outros por onde passámos.

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Só chegámos a casa dela lá para as 9h da noite, todos cansados mas por motivos diferentes (a nossa anfitriã tinha tido um dia de trabalho, muito intenso _ ela é guia turística_ com um grupo de alunos (e alguns professores) de uma escola francesa que nem por isso estavam muito interessados na “visita de estudo” e estivémos também um pouco a conversar sobre as diferenças entre uma visita que preenche os nossos interesses e outra “programada de forma dita didática”.

:)

Obrigada J., por tudo.

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Simpósio em Portugal sobre o Unschooling com Sandra Dodd e Joyce Fetteroll

Está quase a acontecer!

A Sandra Dodd e a Joyce Fetteroll, mães americanas unschoolers com filhos unschoolers já crescidos e perfeitamente integrados, socialmente falando (trabalho, amigos, Mundo!), facilitarão um Simpósio sobre Unschooling, em Lisboa, que terá lugar já nos próximos dias 1 e 2 de Junho (Sandra Dodd, autora do livro “The Big Book Of Unschooling”).

Todas as informações no blog criado para o efeito pela Marta Pires, “Simpósio “Sandra Dodd e amigos em Lisboa”".

Nós vamos (o pai e eu, se bem que desfasadamente) ao Simpósio, por ser uma oportunidade única para trocarmos impressões, esclarecer certos temas e podermos também contribuir partilhando as nossas vivências em unschooling.

A não perder, para quem verdadeiramente interessado no tema.

Vemo-nos por lá. Beijinhos a todos,

Isabel

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Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, Monte de Sta Luzia (o funicular, a vista, o monumento)

Caderno Verde

Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, Monte de Sta Luzia (o funicular, a vista, o monumento)

Este apontamento é o segundo de uma sequência de uns quantos. Ver aqui o primeiro.

No post anterior, o primeiro desta sequência, esqueci-me de contar um pormenor engraçado da parte da viagem, que o meu filho me lembrou ontem à noite: “Mãe, foi tão engraçado quando te enganaste a pedir os bilhetes!!!!”

Pois enganei-me, eu, involuntariamente, às vezes troco palavras parecidas associadas ao mesmo tipo de coisas e, sem me apreceber de nadinha, no Porto, quando fui comprar os bilhetes para irmos no Interregional até Viana do Castelo, pedi “dois de adulto e um de criança para Castelo Branco”. O senhor da bilheteira fez um sorriso malandro e disse: “Aqui não pode apanhar nenhum comboio para esse destino.” “Não posso?_ retorqui incrédula_ então nós vimos na internet os horários e tudo!”. O Pedro, que não percebeu se tinha ouvido bem, disse-me para eu pedir outra vez e eu voltei a dizer que queria dois bilhetes de adulto e um de criança para o Interregional das 12h e 45 min para Castelo Branco. E só quando eles se riram é que eu percebi a troca e disse : “Ah, pois! Não é para Castelo Branco, é para Viana do Castelo!” (diga-se que eu em miúda trocava frequentemente Guimarães com Santarém por terminarem ambas as cidades com o som “rem, rem” e Vila Nova de Gaia com Vila Franca de Xira por serem as duas “Vila” e uma ser colada ao Porto  e outra a Lisboa. Nunca tinha trocado estas duas, mas bem, é que estava convencidíssima que estava a dizer “Viana do Castelo”…

;)

Ora então depois da chegada e “da visita” ao centro comercial, voltámos à estação e contornámo-la para subir uma ponte aérea para peões até ao outro lado para apanhar o funicular (que o Alexandre prefere chamar de “ascensor”, como chama ao que nos leva ao Sítio da Nazaré) e subir ao Monte de Santa Luzia (uma colega que trabalha comigo e que é de Viana do Castelo já me tinha explicado, no mapa, como contornar a estação e ir até ao funicular e eu já tinha mostrado o percurso no mapa ao Pedro e ao Alexandre).

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(o Interregional visto de cima…)

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“É até àquele piquinho que nós vamos!”

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Aqui está ele (elevador/ascensor/funicular)!

:)

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Aproxima-se um outro com o qual nos vamos cruzar!!! A linha de repente divide-se em duas e volta a juntar-se…

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Lá vai ele, a descer, e nós a subir…

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Tchau!!!!

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Este é um dos antigos, a porta era daquelas “de harmónio”…

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A vista de dentro do elevador, já quase a chegarmos ao cimo:

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E aqui está a igreja/monumento no cume do monte de Santa Luzia:

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E a vista! O Alexandre, assim que se debruçou no muro para a ver disse “Uauuuu!!!! Que vista!!! Esta é a melhor vista que eu já vi! A cidade, o rio, o cais e o mar! Tudo numa só vista!”

Quando reportámos esta sua exclamação à nossa amiga, ela disse-nos que há tempos um estrangeiro disse na televisão que a vista sobre Viana do Castelo desde o Monte de Santa Luzia era uma das mais bonitas do Mundo…

(Nota: para quem não sabe, o rio é o Rio Lima)

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Maravilhosa, realmente…

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A Basílica de Santa Luzia

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Não chegámos a tirar fotos ao interior, pois decorria uma missa na altura em que estivémos por lá.

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Os jardins e a pousada de Viana, ao fundo. Ver aqui mais fotos

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Não tirámos fotos ao interior da Basílica (embora o visitássemos), pela razão que já indiquei, mas subimos num outro levador dentro do monumento para visitar o topo da basílica e tirar fotos à vista ainda mais do alto.

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De dentro do elevador ao chegar ao cimo.

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Os sinos!!! (O Alexandre tem muito interesse por sinos)

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Lá em baixo , junto ao pelourinho, quase não se vendo (parece uma formiga…) está o senhor que tira fotos a preto e branco numa máquina fotográfica das muito antigas, daquelas que ele coloca a cabeça debaixo de um pano preto…

;)

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A vista só para o lado do mar…

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E pronto, entre as 16h 30 min e as 17h _ que a última descida era às 17h_ voltámos a descer à cidade e, de novo em frente da estação, empreendemos a descida da avenida até ao rio… no próximo capítulo!

;)

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Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, A Viagem e a Chegada

Vivam, bom dia!

Por aqui tem havido muita atividade. Tanta, que não tenho conseguido atualizar o blog a seu devido tempo.

Desde Fevereiro para cá que tenho muitos posts em atraso, que penso ainda vir a registar. Volta e meia dou um pulo para algo mais recente e depois, quando tenho um pouco mais de disponibilidade para vir escrever volto atrás e vou recompondo o puzzle destas atividades diárias em unschooling.

Daí que hoje vou dar um pulo para o fim-de-semana passado, mais propriamente os 4 dias de Sexta a Segunda (de 19 a 22 de Abril), quando empreendemos uma viagem de comboio a Viana do Castelo, que o Alexandre já vinha a programar há meses.

Foi assim…

;)

(beijinhos para todos,

Isabel)

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Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, A Viagem e a Chegada

Desde há algum tempo que o Alexandre tinha pedido para irmos a Viana do Castelo de comboio, pois “conhecia” a estação de Viana do Google Maps e ainda a não “conhecera ao vivo”.

Nós temos uma amiga de lá (aliás duas, são irmãs…) e começámos logo a pensar nas possíveis combinações. Combina daqui, combina dali, disponibilidades conjugadas e a viagem ficou marcada para 19 de Abril.

Ainda como preparativo, estivémos a escolher o horário da partida (e da volta), o que deu algum trabalho, pois para chegarmos a Viana temos que apanhar dois comboios: Lisboa-Porto e Porto-Viana do Castelo e como de Porto a Viana a viagem tem de ser em Interregional ou em Regional, queríamos escolher o Interregional ou os 50 km que separam o Porto de Viana demorariam mais a percorrer que a viagem de Lisboa ao Porto de cerca de 300 Km… e para esses interregionais só haviam dois horários dentro dos razoáveis (mais alguns, mas eram ou cedíssimo ou tardíssimo que não davam para conjugar com a viagem de Lisboa até ao Porto); assim, o Alexandre percebeu logo que tínhamos de começar “de trás para a frente”, isto é, fazer depender o horário da partida de Lisboa e chegada ao Porto do horário da partida do comboio de Porto a Viana. E como queríamos chegar cedo, para visitarmos Viana do Castelo logo nesse primeiro dia enquanto esperaríamos que a nossa amiga nos fosse buscar, pois só chegaria do trabalho lá pelas oito e tal da noite, guiámo-nos pelo Interregional que saía do Porto perto da uma.

Feita a opção, os cálculos: esse Interregional saía do Porto às 12h e 45 min; então, consultando os horários do Alfa e do Intercidades, na coluna “Porto-Campanhã” fomos verificar quais os que chegavam antes das 12h e 45 min; havia um Intercidades e um Alfa que chegavam mesmo “em cima”, o que não dava qualquer margem para atrasos nem mesmo para comprar os segundos bilhetes lá… (às 12h 39 min e 12h 44 min, respetivamente); antes disso, havia um Intercidades que chegava ao Porto às 10h 39 min e um Alfa Pendular que chegava às 10h 52 min. Como o Alexandre queria muito ir de Alfa, pois já há bastante tempo que não viajava num (é mais caro e por isso quase sempre optamos pelo Intercidades, num estudo de relação velocidade/conforto/preço, embora já tenhamos feito viagens de Alfa precisamente só para o Alexandre experimentar e desfrutar), foi fácil chegar à conclusão de que partiríamos às 8h e 09 min da manhã! (para decidir os horários da volta, repetimos o raciocínio)

:)

O que implicava sairmos de casa às 7h, o Alexandre levantar-se às 6h e meia e eu às 5h e 45 min (o pai já estava levantado desde as 4h…)

;)

É sempre giro ver como é que ele se levanta tão cedo, não estando habituado, cheio de energia e todo entusiasmado com a viagem que tem pela frente (se fosse para ir de carro já a motivação não era a mesma). Estava felicíssimo, parece sempre que nunca andou de comboio e é a sua primeira viagem…

… e comos chegámos com uma folgazinha de tempo quiz, como sempre, esperar o Alfa não na sala de espera, mas lá em cima, na plataforma, mesmo com uma grande ventania

:D

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(os meus brincalhões)

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Ele tirou muitas fotos, tira a todos os pormenores…

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e até à mãe e à mãe e ao pai a darem um beijinho (ainda não passei da máquina as fotos tiradas por ele_ e as tiradas pelo pai, o mais rápido para mim é colocar aqui as que tiro eu, com o telemóvel)

;)

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No início da viagem, em que a paisagem já é bem nossa conhecida, jogámos um joguinho de batalha naval (no meu tempo era só com papel e caneta! Ainda me lembro quando o meu pai me ensinou a jogar esse e outros jogos, o “Stop”, por exemplo…)

;)

Depois quiz sempre ir a apreciar a paisagem e não dormiu nadinha. Continuava a fotografar e descortinou que o Alfa tem um indicador da velocodade a que vamos, de modo que ia monitorizando a quantos km/h íamos nos vários troços…

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Chegámos a atingir os 227 Km/h!

Também fez um comentário engraçado ao ouvir uma menina mais pequena a interagir com a mãe, e disse-me: “Olha, esta menina é como eu, quando era pequeno, estava sempre a perguntar-te o que ela está a perguntar à mãe: quantos são 2+2?… E 4+4?… E 8+8?… E 16+16?… E 32+32?… e 64+64?.. E 128+128?… E 256+256? E… ? (eu bem me lembro, era o prato do dia e ficávamos ali que tempos, quando eu já não conseguia responder de cabeça tinha que me socorrer de papel e lápis e ele adorava quando os números cresciam e cresciam…)

DSC07751Já no Porto, não quiz sair das plataformas enquanto esperámos mais de uma hora pelo nosso Interregional (o pai foi sozinho a uma pastelaria comprar as bolas de Berlim suas (do pai) preferidas, pois passar no Porto e não comer uma bola grandinha, baratinha (60 cêntimos) e com massa de brioche, que não é como as que há em Lisboa, não é passar no Porto, para o pai…

:D

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Eis que chega o Interregional para Viana do Castelo e… “É a Diesel!” _ exclama o Alexandre _ “Não andei ainda num comboio a Diesel!”. “Como é que sabes que é a Diesel?” _ pergunto. “Bem, não tem pantógrafo e sai fumo ali por cima e não é a vapor, porque já não temos comboios a vapor a circular” (depois soubémos que ainda circula um, a vapor,  na zona do Douro, a nossa amiga de Viana, que é guia turística, informou-nos. Mais informação, aqui).

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E a chegada a Viana! O Alexandre sabia que havia um Centro Comercial na Estação (viu no mapa!), tal como existe o Centro Comercial Vasco da Gama acoplado à Estação do Oriente, em Lisboa e esse era um dos pormenores que o levou a querer visitar a estação de Viana. Aqui vemos uma parte do dito centro comercial que passa sobre as linhas de comboio:

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Como chegámos às 14h 06 min, lá fomos ao Centro Comercial, para o ver por dentro, pois tem uma decoração alusiva aos comboios e para comermos uma sopinha, antes de irmos andar no funicular para visitar o Monte de Santa Luzia.

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Este carril faz parte da decoração do tecto das casas de banho do centro comercial…

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E por todo o centro há várias fotos antigas de Viana do Castelo.

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E também há este comboio em miniatura a circular pelo tecto de uma certa zona, ampla, do centro comercial (andámos a segui-lo!)

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Sopinha na barriga, voltámos para a frente da estação para tirarmos, desta perspetiva, fotos à avenida que desce da estação ao rio e que iríamos descer depois de voltarmos do funicular e à estátua dos dançarinos característicos da região.

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Voltaremos para o próximo capítulo!

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Jogo de pistas-Teatro para encontrar uns miminhos

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Jogo de pistas-Teatro para encontrar uns miminhos

No apontamento do Caderno Verde do último post contei da montagem desta ponte-invenção-de-Leonardo-da-Vinci.

Para o Alexandre encontrar o seu kit de montagem (era o objetivo final), em vez da tradicional “caça ao tesouro”, a Catarina elaborou uma peça de teatro muito bem engendrada e engraçada, em que ela era o Sr. Construtor Alex e pedia ajuda ao menino Xandinho para resolver enigmas e realizar algumas atividades intermédias, que os levassem a chegar ao kit final (que ele ainda não sabia o que era). Não coloquei aqui a foto dela com o meu capacete das obras na cabeça (o meu verdadeiro, profissional, que o Alexandre também tem um de brincadeira), mas era assim que o seu personagem ia deambulando pela casa no decorrer da peça interativa.

Resolvi colocar aqui as fotos quase do fim para o início, pois estas primeiras são as da ponte (de madeira, na realidade, que aqui o protótipo é de plástico) já completamente montada,

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as instruções de montagem por eles seguidas,

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e aqui então os materiais que serviram ao decorrer da peça de teatro e das pistas que levariam às atividades propostas na peça até chegarem ao resultado final: letras-íman que iam formando palavras-chave,

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montagem de troços de pistas de automóvel que também formavam palvras-chave,

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a “construção” (em desenho) de um edifício de palavras…

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Dois ou três dias depois, tendo achado piada à atividade de construir uma pista de carros formando uma palavra-chave, desenvolveram e derivaram a brincadeira para uma outra (que já não tinha a ver com o encontrar qualquer objeto escondido ;) ) em que as pistas formavam ruas “de uma cidade” e nas próprias pistas estavam indicados os nomes dessas ruas (uma letra em cada peça de encaixe, “tipo puzzle”);

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ele havia a “R. do Aeroporto”, a “R.da Estação”, a “R. do Comboio”, a “R. do Barco” e muitas outras.

:D

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