Bom dia a todos!!!
Hoje é dia de participação na 4ª fase_ Juventude, da Blogagem Colectiva Fases da Vida, proposta pela Rute do Publicar para Partilhar.
Aqui fica o link directo para a participação da Rute de hoje, “Juventude – Entender a Guerra dos Sexos”, uma vez que nesse seu post aparecem listadas todas as participações nesta 4ª fase.
Pois que tive dúvidas quanto à abrangência desta fase e perguntei à Rute, na altura da sua proposta, como podem ler nos comentários do post da proposta que já linkei acima. Vou seguir o seu conselho, Juventude: dos 18 aos 30!!
Os temas que hoje quero abordar, interpenetrando com os temas que usualmente fazem parte deste blog, são de novo temas transversais a várias fases da minha vida, e por isso lembrei-me de dividi-los pelas duas fases, a de hoje e a que abordaremos no próximo mês.
Assim, hoje vamos ter: Busca_ parte I e Relacionamentos_parte I.
Vou tentar um post mais esquemático para não ficar tão ou mais longo que os anteriores e ainda assim vou ver se consigo entrelaçar isto tudo!
Juventude, dos 18 aos 30:
Aos 18, entrei para a Universidade;
Aos 19, conheci, na universidade, o pai das minhas duas filhas mais velhas (era meu colega); também foi aos 19 que tive a minha primeira relação sexual;
Aos 20, terminei o outro curso médio, de artes visuais, que me dava habilitação para dar aulas e comecei a trabalhar leccionando em duas escolas, uma oficial (do Estado) e outra particular. Também casei aos 20 anos (quando imaginava que só o faria lá para os 30!!!);
Aos 21 nasceu a minha primeira filha. Continuei a trabalhar em dois sítios, a estudar e agora ainda a cuidar dela (a minha juventude foi muito preenchida com trabalho, estudo e com dedicação de mãe);

(Eu, a minha mais velha em pequenina e a minha irmã imediatamente a seguir a mim_ temos treze meses de diferença_. Nós somos 6 irmãos.)
Aos 24 deixei de dar aulas para me dedicar com mais tempo ao curso universitário;
Aos 26 nasceu a minha 2ª filha que se antecipou às contas do terminus da gravidez (nasceu de 38 semanas, com a Lua Cheia!) e por isso deixei uma “cadeira” (disciplina do curso) para depois;
Aos 27 terminei o 2ºcurso e voltei a trabalhar, agora noutra área, a de engenharia civil. Também mudei de cidade, deixei de viver em Coimbra e passei a viver nos arredores de Lisboa;
Aos 28, quase 29, eu e o pai das minhas filhas entrámos “em separação” que se consumou em divórcio, quase aos 30.
A Busca_ Parte I
Há quem lhe possa chamar busca espiritual, eu chamar-lhe-ei busca interna, ainda que muitas vezes pensemos em buscar algo, externamente.
Vem de trás, já da adolescência. “Buscava” nos livros algo que me confirmasse aquilo que interiormente intuía, que a “realidade” não podia ser apenas isto que se nos apresentava, nascer, ir para a escola, trabalhar, subsistir, envelhecer, morrer. De onde vimos (?), para onde vamos (?), são aquelas perguntas que fazemos em criança e em adolescentes e cujas respostas que se esforçam por nos dar não nos satifazem. Deus era uma entidade muito abstracta e distante que parecia que efectivamente não queria saber de todos, o Deus dos castigos não se coadunava com um Deus amoroso e os pecados eram para mim muito subjectivos. Tudo isso parecia-me mais “coisas dos homens” que de um Deus de Amor omnipresente e omnisapiente.
Comecei pelos livros de filosofia, logo aos 16 anos e pela ciência e pelas enciclopédias e pelos livros sobre outros povos e outras culturas e “devorava” todos os livros que a minha mãe “quase coleccionava”, pelo que cheguei aos livros que ela tinha sobre outras civilizações, incluindo as “civilizações desaparecidas” (Atlântida e afins).
Um “à parte”: aqui há tempos iniciei um novo blog, “Diz-me o que lês…” para partilhar convosco esta minha “aventura através dos livros”. Embora já tenha alguns posts, o percurso do blog tem estado parado por aqui, pelos 16-18 anos, pois entretanto tem-me sido difícil alimentar três blogs e tive que estabelecer prioridades (neste momento é importante registar o que vamos fazendo em Ensino Doméstico, quando tiver um tempinho para ir desenvolvendo o blog dos livros, fá-lo-ei).
Sim, li também nessa altura (dos 16 aos 18 anos) o livro “Vida Depois da Vida“, onde um médico partilha os testemunhos dos seus pacientes que passaram por uma “morte clínica”. E os que se seguiram foram os livros de Lobsang Rampa onde “ouvi” pela primeira vez falar de corpo etérico e aura, de telepatia, psicometria, clarividência (“terceiro olho”, “terceira visão”), viagens astrais… e me pus a praticar seguindo as lições do seu livro “Você e a Eternidade”, a edição portuguesa que a minha mãe tinha acabado de “mandar vir” do Círculo de Leitores (clube do qual era sócia, daí estarmos rodeados de livros lá em casa). Seguiram-se outros como “O Poder do Subconsciente” de Joseph Murphy (também a edição do Círculo de Leitores
).
Pois com os 20 anos veio o interregno, isto é, casar, trabalhar em dois sítios, continuar a estudar, ter uma filha e cuidar de tudo, as leituras ficaram de lado. A “busca” também um pouco, pois surgiram oportunidades “físicas” para pôr em prática o que sabia (ou não, pois na altura o “que sabia” era muito pouco e não me valeu de muito nos anos que se seguiram. Cheguei rapidamente à conclusão que o que sabemos “em teoria” ou intelectualmente ou através da mente não nos serve de grande coisa na altura que é preciso aplicá-lo (e muitas vezes não corresponde ao que é preciso aplicar) e, muito mais tarde, percebi também, que não é o mesmo que “sabê-lo com o coração”!
Entretanto fui descobrindo muitas coisas pela interacção com a s minhas filhas. O que descobrimos observando e acompanhando as crianças é algo bem precioso.
Entretanto, lá para os 28 e tal voltei à “busca através dos livros”. Na zona onde morava abrira uma livraria muito simpática com uma área cheia de sofazinhos onde nos podíamos sentar a desfolhar e mesmo a ler um e outro livro (não, ainda não existiam Fnac’s) o que se tornou num dos meus passatempos preferidos: ir buscar a minha filha mais velha à escola, levá-la e à mais pequena ao parque infantil e depois irmos à nova livraria, elas a ver livros infantis e eu a dar uma olhadela pelos que me interessavam. E assim comprei o “Breve História do Tempo” do físico quântico Stephen Hawking, o “Ilusões”, de Richard Bach, o “Um”, de Richard Bach (só depois destes dois dele é que li o “Fernão Capelo Gaivota” e o “Ponte para a Eternidade”) e um livro muito interessante sobre astrologia (“A Onda de Úrano _ curso de astrologia, volume I”), da Flávia de Monsaraz, que me fez perceber “ah! Bom! Afinal a Astrologia não é aquela coisa banal das previsões astrológicas das revistas” e que me fez marcar uma consulta para a Flávia que demorou uns dois anos a concretizar-se, mas que valeu muito a pena (falei da Flávia aqui, uma vez, neste blog). Será assunto para o próximo capítulo, pois já aconteceu depois dos 30
Relacionamentos _ Parte I
Sempre fui uma pessoa de trato fácil, às vezes um pouco “diplomática”, até, julgava-me uma pessoa muito tolerante (na próxima Fase explico melhor isto), daí que sempre me relacionei muito bem com muitas pessoas: colegas de escola, amigos (não tinha inimigos, que eu soubesse), familiares (incluindo os irmãos), vizinhos, colegas de trabalho… e como disse na fase anterior, a da Adolescência, era querida por todos e até “popular”, de certa forma.
Mas o que quero falar aqui é mesmo dos relacionamentos “conjugais”, digamos. Foi onde surgiram as minhas primeiras dificuldades nesta área dos relacionamentos. Esperava por uma identificação “de corpo e alma” que não aconteceu. Primeiro achei que se iria desenvolver com o tempo, mas o tempo passou e em vez de melhorar foi piorando. Claro, na altura, sabia que a responsabilidade era dos dois e que não soubera “fazer a minha parte” (porque fazer a minha parte não era exactamente e de certa forma seguir uma via de submissão não assumida, mas sim agir de forma mais natural e honesta para comigo própria) e acabei por colocar a responsabilidade numa “má escolha de parceiro”, da minha parte.
Não foi. Fica também para as cenas do próximo capítulo, pois exactamente com o meu divórcio, aos 30, termina esta fase da Juventude.
O que têm estas coisas a ver umas com as outras:
Juventude e “Busca” e Juventude e Relacionamentos Conjugais: como viram, ambos os temas aconteceram na minha juventude.
“Busca” e Relacionamentos Conjugais: parece que não tem nada a ver, mas comigo, em parte, foi o aparente “falhanço” nos relacionamentos conjugais (como veremos na próxima fase) que me fez retomar “a busca”, por um lado, e por outro, sempre andou a par _ cenas do próximo capítulo.
“Busca”, Relacionamentos Conjugais e “A Escola É Bela”:
1 – A Escola É Bela nasceu por sugestão do meu “actual relacionamento conjugal” (pai do meu filho mais novo) para registarmos e partilharmos os momentos vividos em Ensino Doméstico com o nosso filho, fruto do nosso relacionamento conjugal, sendo que nos conhecemos e a nossa aproximação se deu quando participávamos os dois em workshops que tinham a ver com a “busca interna” de ambos (os workshops do Robiyn, no próximo capítulo).
2 – A Escola É Bela enfatiza o aprendermos sem escola e que, onde melhor se aprende é, sim, fora da escola, com a Vida. Esta minha “busca interna” (que derivou em “parar de buscar” (no próximo capítulo)) não aconteceu nos bancos da escola nem por ela foi facilitada, bem como e também a escola não nos prepara de nenhuma forma para os relacionamentos conjugais (nem sequer na área da educação sexual, se quisermos começar por aí). Podemos mesmo afirmar, “sem medos”, que a escola, nos aparta da família, em todos os sentidos: a criança da família, a família da criança, o jovem, como futuro constituidor da sua própria família, da sua arte de constituir família e, sendo a família o grupo social de base desta sociedade, e a escola uma instituição social, isto não faz muito sentido.
E por aqui fico hoje, até à próxima Fase da Vida, com uns posts “usuais” pelo meio, deverá ser…
Um grande abraço e belos dias para todos!
Isabel



Roselia Bezerra disse,
Junho 15, 2011 @ 1:39 am
Olá, querida
Como iniciou a Rute… o dia promete!!!
Sua juventude foi marcada como a minha… coisas boas e não tão boas… é a vida de todos nós!!!
O casamento continua sendo para mim um mistério a medida em que vejo pessoas lado a lado e tão distantes… Tenho compaixão pela dor que devem sentir…
Feliz de quem pode manter seu casamento não por formalidade apenas!!!
Gostei da sua abordagem em relação a relacionamentos conturbados… é bem típico da juventude que está aprendendo a crescer em profundidade ainda…
“O verde só vinga com o Orvalho de Hermon, nas Montanhas do Sião”.
Que o seu dia a dia seja amortecido pela força da juventude que habita em vc!!!
Bjs juvenis e de paz
Gina disse,
Junho 15, 2011 @ 3:15 am
Isabel,
Gostei quando seu enfoque foi se dirigindo para a ânsia de se encontrar, de descobrir o porquê de não estarmos simplesmente “levando a vida”, sem um propósito, sem algo maior. Esse foco a gente não deve perder, não é mesmo? Afinal, as fases vão se sucedendo naturalmente.
Na juventude, vivemos uma grande intensidade de emoções, encontros e desencontros.
É bacana buscar o autoconhecimento e tentar superar os desafios que fomos amealhando durante a vida.
Aguardo os próximos capítulos…
Bjs.
pensandoemfamilia disse,
Junho 15, 2011 @ 5:16 pm
Olá
Vim ler seu post e achei interesante tê-lo direcionado no sentido da busca. Viver as e tapas é um constante nos conhecer, pois se evoluimos nos transformamos .
bjs
isabeldematos disse,
Junho 15, 2011 @ 6:09 pm
Olá, Rosélia, Gina e pensandoemfamília! Obrigada pelos vossos comentários!
Eu ia fazer um post só sobre a busca e outro só sobre os relacionamentos, noutra fase, mas a Rute trocou-me as voltas quando disse que a 4ª fase era a Juventude (eu pensava que a seguir à adolescência viria a “fase adulta”) e aí tive que juntar os dois temas e dividi-los (multiplicá-los!) por duas fases… ainda bem, afinal pareceu-me mais fácil explicar assim…
Muitos beijinhos a todas!
Isabel
martaboldt disse,
Junho 15, 2011 @ 6:35 pm
Olá Isabel !
Já estava com saudades de te ler!
E agora fiquei curiosa e anciosa com o resultado da tua busca… bem vou esperar pelas cenas dos proximos capitulos!!
Bjinho grande !
Marta
isabeldematos disse,
Junho 15, 2011 @ 6:50 pm
Marta! Obrigada!
Ups! A minha intenção não foi criar suspense nem expectativas, foi mesmo porque a sequência das fases assim o pediu… Oxalá não te desiluda o que vier no “próximo capítulo”
Tenho andado a publicar menos posts, isto quando o tempo aquece parece que as tarefas se multiplicam! Tenho uma carta que a DREL escreveu para a escola onde o Alexandre está inscrito em Ed sobre a avaliação em Ensino Doméstico que vou entretanto publicar. Tenho lido os vossos posts com as vossas actividades maravilhosas, adoro lê-los! Desculpa não comentar, não dá para comentar tido o que quero se não não saía da frente do computador!
Muitos beijinhos
Isabel
Maria luiza saes de rezende disse,
Junho 15, 2011 @ 7:49 pm
Lindo escrito e de uma vontade férrea. Gostei imenso do detalhamento. As nossas buscas não se dão nos bancos escolares e sim na vivência de quem não” passa pela vida”, mas a vive intensamente com espírito voraz.
Socorro Melo disse,
Junho 15, 2011 @ 8:11 pm
Olá!
Também participo da blogagem coletiva, e estou aqui pela primeira vez. Gostei do seu texto, das suas colocações. Uma história de vida intensa. Também busquei(e busco) a iluminação interior. Li muitos livros, de diferentes autores, na tentativa de encontrar respostas para tantas perguntas, e de amenizar as dúvidas, que são tantas… apesar da fé. A busca pela iluminação é instigante.
Um grande abraço
Socorro Melo
Rute disse,
Junho 15, 2011 @ 8:15 pm
E aqui estou eu! De manhã ainda li o teu artigo mas já não tive tempo de comentar pois rumei direto e apressada para uma empresa-cliente onde estive o dia todo a trabalhar.
Felizes, os que, como tu, iniciaram as reflexões filosoficas bem cedo!
No entanto, que pena teres interrompido…
E logo após, o regresso à busca é um ótimo final para esta fase
Adorei as tuas fotos de mais jovem… Tão gira e magrinha
Embora sejas, ainda hoje, sem dúvida alguma, uma mulher lindissima!
Só esses olhos azuis….
Estou a gostar muito de através destas participações ficar a conhecer-te melhor. Parece que não, mas nós somos a história e a história fomos nós no caminho da evolução.
Mil beijinhos,
Rute
Lina disse,
Junho 15, 2011 @ 10:48 pm
Olá, Isabel vim através da colectiva e gostei mesmo muito de ler a tua participação, identifiquei-me contigo em muitos pontos. Eu também vivo em eterna busca e alguns livros que citaste fazem parte de fases da minha vida, inclusive o Fernão Capelo Gaivota foi o livro inspirador da minha adolescência e início da juventude, como descrevi nas minhas participações da BCFV. Também li os outros livros do Richard Bach, Lobsang Rampa e tantos outros…continuo sempre em busca, acho que faz parte da nossa natureza…e também sou Eng.ª Civil, trabalho agora na área do urbanismo…Engraçado, não é?Estou a adorar participar desta colectiva, tenho lido coisas espectaculares de variados pontos de vista, sairemos muito enriquecidas desta viagem. Vou voltar mais vezes por aqui e vou espreitar os teus outros blogs.
Beijinhos
Bel Rech disse,
Junho 16, 2011 @ 12:29 am
Puxa…que história e que aprendizado..Em poucos minutos aprendi muito…
Paz e bem
Denise disse,
Junho 16, 2011 @ 2:34 am
Fiquei muito curiosa com a continuação da sua história, porque algumas coisas são parecidas com o q vivi, só q em outra fase. Tb parti para uma busca espiritual, tb dei aulas, tb me separei do pai de minha filha, só tinha 32 anos quando isso aconteceu. Gostaria muito de saber o q vc descobriu em sua busca interior. Esperarei ansiosa pela próxima fase. Muita paz!
virginia disse,
Junho 16, 2011 @ 11:01 am
Isabel, como é bom conhecer alguém como você com tanto para compartilhar e de uma forma tão lúdica. Parabéns pelo post. Beijos.
Irene Moreira disse,
Junho 16, 2011 @ 7:41 pm
Olá Isabel
Muito me deixa feliz estar aqui não só pelo que aqui postastes que nos mostrou uma lição de vida , mas pelo nome que é o mesmo de minha
Irene Moreira disse,
Junho 16, 2011 @ 7:44 pm
Desculpe, mas apertei uma tecla e o primeiro comentário seguiu mal comecei a escrever.
Tens o mesmo nome de minha irmã a que muito estimo.
Sempre bom compartilharmos novas experiências mesmo que em épocas diferentes.
Tenho um blog na wordpress e na blogspot com o mesmo nome de mamyrene, mas participo da blogagem coletiva pelo da blogspot.
Beijos
isabeldematos disse,
Junho 17, 2011 @ 9:15 am
Meninas, tão bom receber os vossos comentários! Eu tenho lido quase todas as participações através dos links que a Rute coloca no post dela, mas não tenho podido comentar e gostei tanto também das vossas histórias! E agora vou de férias uma semana, vou ficar sem acesso à net (vou à terra da minha sogra…), de modo que não vai dar mesmo para vos deixar o meu feed-back.
Beijinhos para todas e muito obrigada!
zilda disse,
Junho 19, 2011 @ 9:24 pm
Parabéns Isabel por suas buscas e encontros,principalmente com os livros!!!Vim pela coletiva que tb participo em meu blog:Rumos Libertadores!!!Vou seguir o seu para continuarmos interagindo.Bjksss
zilda disse,
Junho 19, 2011 @ 9:27 pm
Vim pela coletiva que tb participo em meu blog:Rumos Libertadores!!!Vou seguir o seu para continuarmos interagindo.Bjksss Parabéns pela postagem.
Roselia Bezerra disse,
Junho 22, 2011 @ 11:44 pm
Caríssimos amigos
(no plural pois é extensivo aos seus leitores)
É com grande alegria interior que estou comemorando os 500 seguidores em meu Blog:
http://espiritual-idade.blogspot.com/
200 seguidores em meu Blog:
http://espiritual-poesia.blogspot.com
200 seguidores em meu Blog:
http://espiritual-mimo.blogspot.com
A Vitoria é nossa!!!
Pegue os seus mimos por lá… Vc os merece…
Excelente feriado com as bênçãos do Alto…
Com gratidão, carinho fraterno e amizade
SE DEUS É POR NÓS… QUEM SERÁ CONTRA NÓS???
Orvalho do Céu
Colectiva Fases da Vida_ a Maturidade « A Escola É Bela disse,
Julho 15, 2011 @ 12:08 am
[...] este post só poderá ser entendido após a leitura do meu post da fase anterior, a Juventude, desta blogagem colectiva, também para perceber qual a relação entre os temas hoje abordados e [...]
Colectiva Fases da Vida_ 7ª fase_ Morte « A Escola É Bela disse,
Setembro 15, 2011 @ 9:34 am
[...] atrás, quando comecei, como vos contei na fase Maturidade e também já vos falara um pouco na fase Juventude a propósito dos comentários da Rute a esse post meu, a transformar os sentimentos que tinha em [...]
Ressonâncias Informativas… – Fases da Vida « A Escola É Bela disse,
Outubro 19, 2011 @ 11:13 pm
[...] era parar de buscar _expliquei o porquê nas minhas participações nas 4ª e 5ª fases da BCFV, Juventude e Maturidade, respectivamente), me tenho deparado com textos e afirmações de pesquisadores das [...]