Representações, Abstracções, Símbolos… o Tempo II

Bom dia, boa tarde, boa noite!…

Pois, que isto de reflectir sobre o tempo e continuar pelo bom-dia… 🙂  

Olá!!!  (é mais “isento de tempo”  😉  ) _ estou a brincar, claro!

No post anterior, terminei com um excerto do “Breve História do Tempo” do Stephen Hawking.

Ainda li um outro livro sobre o trabalho dele, “Stephen Hawking, Em Busca da Teoria do Tudo”, de Kitty Ferguson, onde podemos ler sobre as suas “descobertas” quanto à existência do que ele chama de “Universos Bebés” (Universos Paralelos) e da sua predisposição em encontrar a “Teoria do Tudo”.

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Já bastante depois, inteirei-me da actualização das descobertas científicas neste campo, neste pequeno e igualmente delicioso livro “Como Construir Uma Máquina do Tempo” de Paul Davies.

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Ou aquele documentário feito por vários cientistas de vários ramos da ciência “What the Bleep Do We Know“, muito interessante, onde explicam muito bem vários “fenómenos” como, por exemplo, o da Bilocação.

E também no Youtube vão aparecendo conferências sobre as últimas novidades da Física e da Mecânica Quânticas (é muito interessante a “Teoria M”); a Paula do “Aprender Sem Escola”  já colocou alguns posts, com vídeos (com legendas em português!) no seu blogue, sobre o assunto.

Para além de tudo o que se lê, ouve, comprovado por cientistas (que daqui a pouco descobrirão mais além), para além de tudo o que se “percebe com a cabeça” e se tenta desformatar na nossa mente para que possamos viver mais de acordo connosco próprios e com a Natureza, para além de tudo isto, dizia, foi o que vivenciei e percebi “com o coração” ao longo de vários e vários workshops do Robiyn sobre Tudo (pois, “A Prática do Tudo”), sobre como todos estes aspectos já vislumbrados pela ciência se podem viver na prática e muitos outros que a ciência ainda virá a descobrir e a comprovar. Sentirmos, vivenciarmos, reflectirmos, sobre o “Tempo Subjectivo e o Tempo Objectivo”, e/ou a “não linearidade do tempo objectivo”, e/ou, na prática, a “não existência de Tempo”. Experimentarmos, vivenciarmos as “Viagens no Tempo”, a “Bilocação”, “Universos Paralelos”, nós “noutras vidas e noutros corpos”, a “Fusão com o Todo” e “voltarmos” despertos para a consciência da Existência deste Todo onde tudo se funde, da unicidade e ao mesmo tempo multiplicidade da Vida. Tudo o que vivemos passa a ter outra cor, outro brilho, outro sabor. Passamos a ser verdadeiros connosco próprios (e com os outros!), transparentes e, “ao mesmo tempo”, mais práticos, mais eficientes, mais actuantes no que faz sentido para nós, mais incisivos e directos nas nossas acções, mais presentes, mais amorosos, mais carinhosos, mais vivos (aos poucos redescobrindo a criança que somos, “Sem Escola”  🙂  )!

 Até à próxima semana (natural !  😉   ), dia 7 de Junho, Lua Cheia!

Um abraço para todos.

 

Caderno Verde

Horas

Neste post do Pés Na Relva, há dias a Lara referiu-se à “aprendizagem das horas” e mais do que uma família comentámos, “também temos lá por casa um livrinho parecido com esse! Boa ideia!”.

Pois temos… dois,  já do tempo da Catarina.

 No fim-de-semana anterior, “por acaso”, o Alexandre resolveu voltar a pegar num deles (adora deslocar os ponteiros a seu bel-prazer!) e desta vez “copiar” as horas que ia vendo ao longo do desfolhar do livro, perguntando “E assim, que horas são?”.

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Bem, neste livro, os pequenos levantam-se às 7h e deitam-se às 7h ( é um “pouquinho” diferente cá em casa   😉   ).

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Depois ia ver horas lá dentro no livro e marcava igual “cá fora”:

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E lá para o fim, resolveu ir ver as horas ao relógio de parede que está na cozinha para marcar no “seu relógio de capa de livro” as horas que eram “agora”, efectivamente.

Ainda não teve vontade de perceber como é que isto funciona, como é que medimos o tempo. A seu tempo!  🙂

De acordo com o apontamento do Caderno Verde que deixei no post anterior, percebi que, mesmo que ele se vá inteirando de como medimos o tempo, na prática, como somos um pouco desprendidos de horários e  regras, atendendo o máximo que nos é possível aos ciclos naturais e aos ritmos biológicos de cada um, mesmo nas actividades mais básicas como comer e dormir, a prática é que conta e, ajudados pela liberdade que confere o ensino doméstico, concerteza o Alexandre não terá as mesmas limitações de tempo que nós tivémos…

Uma coisa que achamos piada, é ele trocar as refeições todas; muitas vezes ao pequeno almoço adora comer o que normalmente se come ao almoço ou ao jantar, como sopa ou um pratinho ainda mais substancial; e, normalmente, come sempre que tem fome. Cá em casa, cozinhamos as refeições, mas como somos 5 (e às vezes, seis, sete, oito…), cada um com o seu ritmo biológico, elas ficam à disposição do apetite de cada um.

Então, ainda há dias, tinha acabado de preparar uma “caldeirada de tofú” “para o jantar” e ofereci-a ao Alexandre que comeu duas colheradas e disse “Mãe, já não quero mais, estou muito cheio. Quando se está cheio não se come, não é?” “Pois é filho, é verdade…” E lá ficou a caldeirada de tofú muito possivelmente para o seu pequeno almoço do dia seguinte! (Por acaso desta vez parece que foi para o almoço 😉  )

Já dizia a minha avó “Quem não come por ter comido, não é doença de perigo” (o rapaz tinha mesmo comido, iogurte de soja, morangos, leite de soja, cajús e mais umas quantas iguarias saudáveis durante toda a tarde… 😉  )

O mesmo acontece com as actividades que nos propomos fazer, para além de “seguirmos os seus interesses”, aparecem um pouco expontaneamente, devido a uma coordenação natural entre as actividades de todos, uma espécie de cozinhado utilizando os vários ingredientes próprios de cada um dos vários que convivemos em família, o que à partida pode ser difícil de fazer e o é, se interferirmos com a mente, e que se torna muito simples quando deixamos a agenda a ser gerida pelo coração.

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3 Respostas so far »

  1. 1

    Paula said,

    “Quem não come por ter comido, não é doença de perigo”

    Esse ditado é o máximo! Não conhecia…

  2. 2

    […] representações, abstracções, símbolos, do Todo que existe, a Natureza (posts I, II, III, IV e V), será mais fácil para nós, pais, sabermos deslocar-nos da vivência para a representação e […]

  3. 3

    […] De uma outra perspectiva, tinha já falado um pouco sobre os ritmos naturais neste blog, aqui e aqui. […]


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