Os Prazeres do Trabalho

Bom dia a todos!

Ainda há dias falei no conceito do “unjobing” que a Paula do Aprender Sem Escola me passou e hoje estou a falar dos prazeres do trabalho! Bem, a meu ver encaixa-se, pelo seguinte:

Segundo percebi do conceito, a questão não é trabalhar, e sim como se trabalha, porque se trabalha, a motivação intrínseca de cada momento “de trabalho”, e estabelecem um pouco a diferença entre um trabalho e  um emprego… (de novo os links (aqui e aqui) que já pus num post anterior).

Bem, enquanto isto tudo não fica absolutamente claro para mim e vou aos poucos introduzindo algumas mudanças na minha vida (eu, individualmente e nós, cada um individualmente e juntos como família), vou-me deliciando com alguns prazeres que encontro no meu actual emprego-trabalho (umas vezes para mim é emprego ainda, outras trabalho).

Um dos prazeres: o trabalho em equipa (são equipas dentro de equipas, mas no que toca à minha equipa mais chegada, damo-nos lindamente, trabalhamos muito bem juntos e divertimo-nos e trabalhamos com prazer juntos, principalmente nas alturas em que temos que fazer o chamado “serviço externo”, que consiste em irmos juntos “à rua” tratar de vários pormenores do nosso trabalho.

Outro dos prazeres: o facto de termos que fazer várias coisas “externamente”, isto é, na rua e, dadas as características do nosso trabalho, nem sempre é no meio da cidade, mas muitas vezes em paisagens como esta:

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DSC01760A nossa equipa de serviço externo (a tal “mais chegada”, porque fazemos parte de outras) é composta por uma arquitecta paisagista, um engenheiro elctrotécnico e uma engenheira civil e a nossa amiga “paisagista”, conduz-nos por meio de ribeiras (onde encontramos amoras e alegremente apanhamos algumas e fazemos o nosso lanche “selvagem” a meio da manhã          🙂           ) e como todos temos apetência para andar no meio da Natureza, parece-me que atraímos muitas vezes situações como esta em que tivémos que caminhar por carreiros (porque não havia acesso automóvel que estivéssemos a descortinar), subir aos maciços de pedras da foto anterior e a nossa arquitecta paisagista chamar-nos a atenção para este “fenómeno” engraçado: “Olhem, isto é um carvalho, cresceu aqui no meio das pedras, não dava para crescer de outra maneira aqui neste sítio… estão a ver? É mesmo um carvalho”:

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DSC01757Na “óptica do copo meio vazio”, podemos ver uma árvore que não cresceu como uma árvore usual, sem que o tronco se pudesse desenvolver da forma usual, condicionada pelas rochas; na “óptica do copo meio cheio”, podemos ver e sentir como é a natureza de cada um, que mesmo nas condições “mais adversas” acaba sempre por despontar, crescer e dar-se a tudo o que a envolve e de que faz parte!

Bem e também encontrámos este medronheiro (desta vez não foram amoras                🙂                   ), que me fez lembrar a minha infância (o meu avô às vezes trazia sacas de medronhos para casa apanhados por ele nos locais por onde passava _ era “caixeiro viajante”, uma profissão já em desuso, parece-me; e “era”, porque já está oficialmente reformado, mas continua  a trabalhar, no mesmo ramo, a fazer viagens para cá e para lá (agora com menos frequência, claro), pois sempre gostou do que faz)…

DSC01762Muitos beijinhos a todos e até para a semana, dia 20, Lua Nova! Belo trabalho e belas férias para uns e outros!

Caderno Verde

Os passeios também são à volta dos “temas de interesse”

Mais um passeio à Costa da Caparica, com o intuito de ir à praia… só que não se pode passar sem o “comboio da praia”:

DSC01791Ir e voltar, apenas pelo passeio. Na praia só ficámos uns minutos, porque estava muito vento. Então resolvemos ir até ao Parque de Santo António (já falei dele aqui):

DSC01795Bem grandinho (faz-se exercício!                         😉                              ), com várias zonas de brinquedos:

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DSC01798“Comboios” e “tractores”                             🙂

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DSC01803Para minha surpresa (digo isto porque não me tinha apercebido disso das outras vezes que viémos), o Alexandre disse gostar muito deste “dispositivo” (umas chapas em rampa que baixam e levantam conforme passas por elas):

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DSC01808E também já gosta mais de subir pelas cordas do que gostava há uns tempinhos atrás…

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DSC01815A música(!!!) (toca-se com uma pedrinha                      🙂                         )

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