Um Dia no Pavilhão do Conhecimento

Olá  a todos!

Este post é exclusivamente dedicado ao Caderno Verde, que hoje vai reproduzir um trecho dos apontamentos do Alexandre e Celina (o Alexandre dita o resumo do dia, a Celina escreve) do seu “Livro das Aventuras”, registados num dia em que foram passar umas belas horas ao Pavilhão do Conhecimento.

Até para a semana, dia 30, Lua Cheia! Beijinhos para todos.

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Caderno Verde

Do Livro das Aventuras _ Um Dia no Pavilhão do Conhecimento

“… Estamos quase a chegar ao Oriente… chegámos! Temos que sair e ir procurar o Pavilhão do Conhecimento… já sabemos mais ou menos onde é, porque a mamã nos deu um papel com um “mapa do Oriente”. Já decorei: saímos do Centro Comercial, viramos à direita e é o 3º edifício. Ah, e quando estávamos a chegar ao Oriente vimos os meus teleféricos preferidos ao fundo!

. Chegámos ao Pavilhão. Uma senhora deu-nos um papel para respondermos a umas perguntas… um mini-jogo.

. A primeira coisa que fizémos foi espreitar por um buraquinho e vimos um triângulo de metal ao longe. Oh, mas não era, quando andámos até ele vimos que era uma forma estranha.

. Agora estou a fazer vibrar umas cordas que fazem um rolo girar com a sua vibração.

. Agora uma bola que se gira e vê-se um líquido lá dentro a girar muito rápido para simular o Planeta Júpiter.

. Agora estivémos a impulsionar bolinhas de ar num grande tubo.

. Estes foram os autocolantes que tivémos que colocar nos casacos para entrar na exposição.

. Agora vimos um espelho redondo e tentámos apanhar a nossa própria mão.

. Rodámos um volante para controlar um remoinho de água.

. Vimos uma bola com raios lá dentro e se puséssemos a mão na bola os raios vinham ter connosco.

. Um triângulo feito de uma matéria tipo gelatina e carregávamos de lado e ficava com umas cores malucas!

. Uma bobine de metal em que púnhamos a mão e parecia que nos íamos queimar e gelar ao mesmo tempo, mas na verdade eram só dois tipos de metais a temperaturas diferentes, um mais quente e outro mais frio, mas ambos a temperaturas “normais”.

. Uma bobine e uma antena que quando aproximávamos as mãos “fazia música”!

. Uma ilusão óptica que parecia que as pessoas ficavam de cabeça cortada.

. Uma coisa com dois buracos e nós atirávamos uma bola e ela ficava a girar “em órbita” muito tempo e só depois caía num dos buracos.

. Um chupa-chupa gigante que deixa os olhos todos confusos… wowow!

. Cantámos para um microfone e num monitor víamos as ondas do som… quanto mais grave maiores eram as ondas, quanto “mais fininho”, mais pequenas eram.

. Uma máquina que simula a partida de um foguetão, que estava avariada. OH!!!…

. Um rádio feito com um balde!!!

. Um barril de latão que numa das pontas tinha um buraco e na outra tinha um “pano de plástico”. Eu batia só um bocadinho no plástico e pelo buraco saía muito vento!

. Levantámos um balão de ar quente!

. Tentámos tirar uma corda de uns quadrados de metal. Oh! Mas era muito difícil! E desistimos…

. Cinco coisinhas a fingir que eram cinco tipos diferentes de gargantas. Pusémos o tubinho em todas e pressionámos a bomba de ar… assim ouvimos todas “as gargantas a falar”… até descobrimos a voz mais parecida com a do pai Pedro e a mais parecida com a da mãe Isabel…

. Vimos os nossos dedos e um cabelo da mana Celina ao microscópio!

. Puxámos uns fios para descarregar a carga de um barco para a terra.

. Uma bola de plástico que ficava suspensa no ar, porque tinha uma ventoinha que a mantinha no mesmo sítio.

. Montámos uma ponte de números!

. Lançámos umas coisas giratórias que subiam sozinhas.

. Deitámo-nos numa caminha de madeira e depois carregámos numa alavanca que fazia subir muitos pregos por debaixo de nós… e não sentíamos nada! Foi muito divertido!

. Motor trifásico feito por nós, pois tínhamos que ser nós a carregar nos três botões alternadamente, que mandavam impulsos eléctricos para cada uma das três bobines que faziam girar no centro um só cilindro.

. Atirámos duas rodas: uma por uma superfície curva, outra por uma recta… para ver qual a que chegava primeiro. 1º: – foi a da superfície curva; 2º: – inclinámos a recta e assim já foi a da recta que chegou primeiro.

. Tapete de Música: nós pisávamos e soavam várias notas musicais! (16!).

. Vimos a terra das construções!

(Entretanto tivémos que ir à casa-de-banho e voltámos logo de seguida…)

. Um carro com rodas QUADRADAS, mas que anda!!! Como??? Porque “a estrada” é aos “altinhos redondos”!!!

. A mana queria andar numa bicicleta equilibrada num cabo, mas eu não deixei, porque tinha medo que a mana caísse!… Bem, disseram-nos que não havia perigo, mas eu não acreditei e fiz uma grande birra!…

. Descemos para a exposição do piso de baixo. Havia lá uma bola que nós, num écran, escolhíamos se era o Sol, Mercúrio, Vénus, a Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano ou Neptuno! O Úrano e o Neptuno estão muito afastados do Sol, por isso são frios e “azuis”.

. Pusémos as duas mãos uma sobre água e outra sobre ar e sentimos que a água parecia mais fria, mas na verdade, o ar estava um bocadinho mais frio (pelo termómetro).

. Vimos ursos polares e focas e outros animais que vivem em sítios muito frios! E como é que eles conseguem? Porque ou têm muito pelo ou têm uma grande camada de gordura.

. Pus as mãos sobre uma placa de gelo! Brrrrr…

. Jogámos três vezes um jogo num écran, em que éramos um boneco que caía no mar alto e lançava um foguete a pedir ajuda e enquanto esperava pela ajuda tinha três opções: nadar rapidamente, nadar lentamente ou ficar paradinho. E só uma delas fazia com que o corpo do boneco perdesse menos calor, fazendo com que ele sobrevivesse até à chegada do helicóptero… e qual era? Ficar paradinho!

. Vimo-nos numa câmara de infra-vermelhos! Onde as partes quentes do nosso corpo é que aparecem, com uma cor laranja.

. Estivémos a ver a um microscópio vários tipos de pelo para identificarmos o mais quentinho.

. Vimos a avestruz e havia um instrumento no qual podíamos simular a sua respiração e percebemos que ela consegue viver em sítios muito quentes porque respira pela boca muito rápido de modo a refrescar-se melhor.

. Numa máquina, estivémos a medir o nosso fôlego, fazendo subir um pêndulo!

. Também estivémos a medir o oxigénio que libertamos ao expirar, que era menor quando fazíamos exercício, pois o nosso corpo precisa de mais oxigénio para oxigenar os músculos.

. Estivémos a bombear água para saciar a sede de um camelo. Mas bolas! Ele não se farta de beber água! Ele consegue beber muita, muita água, para depois se aguentar muito tempo no deserto, sem água…

. O esquilo do deserto esconde-se na sua toca profunda e escurinha.

. Vimos uma planta que se encolhe toda quando há muito calor para manter a humidade lá dentro e não morrer.

. Fomos agora para a parte da exposição da matemática! Como já estamos muito cansadinhos, vimos tudo muito rápido, porque também estavam lá muitos e muitos meninos que faziam muito barulho!

. Brincámos com um compasso que desenhava formas diferentes.

. Vimos muitas formas, rodas dentadas, etc.

. Brincámos com dados: eu estava sempre a ganhar e depois é que percebemos que o dado da mana Celina só tinha o nº 2!!!

. Tentámos encaixar umas formas num triângulo de espelhos que nos deixava muito confusos.

. Estivémos a ver três caleidoscópios…uau!!! Que lindo!!!

. Encaixámos muitas formas de madeira.

. Fizémos um puzzle de formas de plástico.

. Vimos uma forma no chão que, quando olhávamos para um espelho que a reflectia, parecia um cubo… mas não era!

. Um comboio com rodas de formas diferentes, mas todas com a mesma altura… e portanto não se sentia diferença nenhuma ao andar.

. Montámos uma pirâmide com uns triângulos de encaixe de plástico.

. Acabámos o nosso jogo (aquele que iniciámos logo à entrada, lembram-se?). Ao longo do percurso da exposição encontrávamos umas placas com perguntas e punhamos as respostas, simbolizadas por letras, no nosso papel, e no fim deu uma palavra que era: NANONATURAL, que pusémos numa tômbola à saída.

. Brincámos mais um bocadinho com as bolhas de água e pedimos a um menino para nos tirar uma foto aos dois!

. Vimos um senhor a montar uma rede de balões.

. E pronto, lá fomos nós embora… Eu estava a dizer à mana que havia um planeta de electricidade no espaço que quando uma nave se aproxima dele, estraga-se!

. Voltámos a apanhar o comboio de novo, agora para casa… acabei por adormecer, estávamos “mil-cansadinhos”! Foi uma grande aventura! Muito divertida! Aprendemos muito!!! “

Nota minha: eles vão anotando o que vão vendo e fazendo, nestas aventuras, para depois facilmente recordarem, por isso levam sempre no bolso o seu caderninho… e a caneta verdinha!

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2 Respostas so far »

  1. 1

    Paula said,

    Olha que boa ideia, o livro das aventuras! E que dia tão cheio!

  2. 2

    😀
    A Celina sempre foi muito dada a aventuras!… então puxa por esse lado do irmão 😉 (a ideia foi dela…)


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