A outro ritmo…

Vivam, meninas e meninos!

É só para vos dizer que este blog passou de semanal e ao ritmo das luas a um outro ritmo, mais a ver com o meu ritmo biológico.

Não vai ser tão previsível cada nova publicação como o era até há pouco, embora não deva passar muito da tal semana, enfim, veremos…

Como alguns de vós têm ligação aqui através dos vossos blogs deve ser fácil perceberem quando surge um novo post. Aos demais interessados peço um pouco de paciência. Grata!

Beijinhos a todos, deixo-vos mais um apontamento no Caderno Verde. Até ao próximo post!

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Caderno Verde

Em planta

Depois de construir este troley, foi a vez do barco, agora sem seguir instruções pre-definidas.

Começou por ser um barco que de tão enorme até transportava troleys lá dentro (ele tem um fascínio pelos barcos que transportam carros lá dentro, como os ferry em que às vezes andamos).

Os “pneus” bem dispostos que vêem ao fundo são a versão já meio desmanchada (porque entretanto no entusiasmo da construção do barco démos-lhe um toque e lá se desmanchou!) deste bonito “desenho” que  ele me “oferecera” uns minutos antes, “Mãe, és tu””          🙂

De novo o barco…

… sai o troley do barco e a construção avança para um grande navio com guindaste e tudo!

Brinca, etc. e chega o pai a casa, mostra-lhe como é enorme… e houve um precalço, sem querer, a passar à pressa para atender uma chamada, o pai tropeça no barco e lá se desmorona uma parte. O Alexandre um bocadinho chateado diz “Pai, agora vais ter que reconstruí-lo, igualzinho!” e pega em papel e caneta e desenha rapidamente, em planta, o barco que construíra, “Toma, pai, são as instruções para fazeres um igual.”

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4 Respostas so far »

  1. 1

    Patrícia said,

    Afinal o miúdo vai é ser construtor!

    Gostei muito de te “ouvir” novamente… 🙂

    Beijinhos

  2. 2

    Ele no outro dia disse que gostava de poder ver o futuro… para saber se vai conduzir comboios ou não! 😉
    Achei um piadão… 🙂
    Beijinhos e obrigada!

  3. 3

    Patrícia said,

    Boa!!!

    Eu quando era da idade do Alexandre (+/-), costumava dizer que queria ser velha! 🙂

    A minha mãe logo toda horrorizada: “Velha?! Que horror… Alguém quer ser velha!?”

    Eu bem lhe explicava que era para saber as coisas que tinha vivido!

    🙂


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