… é-me familiar…

Vivam, boa tarde!

Mais um post dedicado ao Caderno Verde… belos momentos para todos.

Um abraço

Isabel

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Caderno Verde

… é-me familiar…

… é uma expressão que o Alexandre diz algumas vezes e da qual gosto particularmente. Uma das primeiras vezes que o ouvi dizê-la foi a propósito de um edifício cuja maquete estávamos a construir (“Este edifício é-me familiar…”) e que já contei aqui neste post .

Aqui há tempos, a propósito de uma receita de um prato indiano por ele muito apreciado que eu estava a experimentar (para não ter que volta e meia ir ao restaurante indiano aqui perto de casa para o pequeno comer as suas batatinhas preferidas_ “Aloo Gobi“, é o nome do petisco, vegetariano, por sinal), entra ele na cozinha, inspira fundo e diz: “Este cheirinho é-me familiar!… Correu bem, resultou num prato muito parecido com o que nos delicia “no indiano”.

Oh pa, não dá para reproduzir-vos aqui o cheirinho!!!

😀

E há dias atrás, estava a ver um filme de desenhos animados dobrado em português e diz, a propósito da voz de um dos personagens: “Esta voz é-me familiar. Ah! Já sei! É a voz do Franco dos irmãos Koala!” E continua: “É como a mana, no seu trabalho, que faz uma voz para um personagem e outra um bocadinho diferente para outro e eu consigo sempre perceber que é a voz da mana”!

A mana Catarina, adora dar a voz a personagens e fazer vozes diferentes. E como o Alexandre desde pequenito  acompanha os teatros infantis onde ela representa, percebe bem este “mecanismo” das vozes. Ele sempre adorou o personagem “MAC da versão dos “Pólos da Nossa Terra” que a “Cativar” fez para a empresa responsável pelo ambiente, em Cascais e pedia-lhe muitas vezes para fazer de MAC, em casa.

E gostava muito do “artista italiano” do conto “O Reino de Pernas Para o Ar” também da “Cativar“.

E agora, muito recentemente, gravámos o primeiro episódio do “Vidal e a História de Portugal” transmitido pela RTP 1, no qual a mana canta o genérico e faz a voz do Vidal e da Padeira de Aljubarrota (um belo exemplo de como a mesma pessoa pode fazer “vozes diferentes”. Fica aqui o vídeo da promo, pena não estar ainda no youtube o 1º episódio) e ele já viu o episódio que gravámos repetidas vezes.

A única “desvantagem”, para mim, é que quando lhe leio ou conto histórias ele já não gosta, só gosta das histórias contadas ou lidas pela mana Catarina porque ela “encarna” de forma diferente os vários personagens da história com uma arte tal à qual eu não chego nem aos calcanhares…

🙂

2 Respostas so far »

  1. 1

    ruteppp said,

    Pois é pena não conseguires reproduzir o cheirinho, nem permitires a degustação!
    Não é de estranhar que tudo lhe seja familiar, porque ele tem a sorte de fazer tudo em familia.
    Acho magnifica essa vossa egrégora familiar.
    Beijinhos amiga. Boas férias. Bom descanso.
    Rute

  2. 2

    Rute!!! Egrégora familiar!!!! Bem!!!….🙂 Obrigada, sim vamos descansar e divertir-nos e nadar e construir castelos e passear!!! Beijinhos, até breve, então!
    Isabel


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