Roldanas e outras máquinas

Olá a todos!

Um post dedicado ao Caderno Verde!

Belos dias para todos. Mil abraços,

Isabel

x

Caderno Verde

Roldanas e outras máquinas

Lá nas nossas mini-férias em Tróia, ao ver o Sid Ciência na Tv, ao final da tarde, num episódio onde falavam de “máquinas simples” (plano inclinado, alavancas, roldanas) o pequeno passou logo para a associação a máquinas “mais complexas” e relacionou o princípio da roldana ao que se passa no elevador, aquele que ele via à frente, o panorâmico (onde ele adora andar e vamos de propósito subir e descer) e do qual estava a ver o contrapeso, mesmo ali à sua frente.

E lá fez o seu desenho explicativo de roldana/elevador (no final pega no papel e faz-nos uma “apresentação” explicando todos os detalhes):

(à direira o símbolo da eletricidade _ o relâmpago_ para anotar o papel da eletricidade no funcionamento da máquina)

Aqui há tempos já tínhamos andado na net a ver “Como funcionam os elevadores“, pois haviam alguns detalhes que eu não lhe sabia explicar. Ele explica tudo, às vezes não sei se exatamente como as coisas são, mas que na sua cabeça as máquinas têm um determinado e exato funcionamento têm, e ele explica-nos direitinho. E depois faz desenhos e maquetes e constrói com peças da Lego os seus protótipos.

A propósito de eletricidade, aqui há uns dois meses atrás, depois de ter ido pela terceira vez ao Museu da Eletricidade em Lisboa, juntou-nos (aos que estávamos cá em casa) _ antes tinha estado a combinar umas coisas com o seu amigo Bato_ e levou-nos até ao nosso quarto, onde ele ia dar uma “palestra” sobre como é produzida e como se produzia um pouco mais antigamente, a eletricidade. Bem, tinha feito um belo esquema na parede do quarto, que é vertical, está claro e ele precisava de ter um esquema na vertical para o qual ia apontando enquanto nos explicava a “linha de produção”. Tinha feito anteriormente um pequeno ensaio com o Bato e então, ao seu sinal, o Bato tinha que intervir em determinadas partes, passando-lhe a palavra.

(Não coloco a foto do esquema desenhado na parede, porque não dá para ver bem, na foto, pois a parede é de um rosa-salmão e ele desenhou o esquema a rosa-fluorescente…)

Mais que o conteúdo da explicação de como se produz eletricidade (que ele sabia direitinho à exceção de um pequeno “erro” que se devia ao facto de ele achar que “cinzas” era o carvão em pó, bem miudinho, e não o resultado do carvão queimado, em cinzas), o que para mim tem valor é o ato em si, a performance, a iniciativa, o ter magicado tudo sozinho, o ter arranjado um partner para a palestra, o ter ido desenhar o esquema “na vertical” para melhor nos ser mostrado a todos em conjunto (na parede do quarto, é verdade, ainda não coloquei ao longo de uma parede uma daquelas faixas-ardósia como uma das minhas irmãs tem no seu quarto-escritório…) e ter desempenhado lindamente o seu papel de palestrante.

1 Response so far »

  1. 1

    […] (toda a superfície pintada com esta tinta) como um verdadeiro quadro para escrevermos com giz), neste outro post de Junho deste […]


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