Variações sobre um tema – Cidades

Olá a todos!

Hoje um post dedicado aos apontamentos no Caderno Verde (caderno onde registamos atividades em Ensino Doméstico e ao qual chamámos verde por ser na altura a cor preferida do Alexandre).

Um belo abraço para todos.

Isabel

x

Caderno Verde

Variações sobre um tema – Cidades

Não sei bem quando ele começou com a orgânica das cidades, talvez aqui (ver parte do Caderno Verde):

Entretanto o interesse e a pesquisa sobre as cidades tem vindo crescentemente a desenrolar-se.

Já aqui pus fotos, no blog, do “puzzle das cidades” (puzzle de uma foto de Manhattan),

das cidades feitas em “blocos”, misturando pistas de madeira, legos, caixas, livros, caixas de cds e o que mais se proporciona para reproduzir as formas inerentes

e também falei num outro post do andarmos a ler na enciclopédia da activa multimédia sobre a Revolução Industrial e o Desenvolvimento das Cidades.

Mas há mais…

Na altura do interesse pelo filme dos smurfs, o fascínio focalizou-se na sua aldeia (não é tão bom como uma cidade, mas também é giro) e andou a desenhar a aldeia dos smurfs (também joga um jogo sobre a aldeia dos smurfs no Ipad do pai).

Também desenhou (e pintou), em planta, num suporte de grandes dimensões (6 folhas A4 pacientemente coladas entre si, por ele, com fita-cola), a “Cidade Perdida” (como me explicou depois), a Atlântida (“Sim, porque o pai disse-me que existe esta cidade perdida”).

(em planta, vista de cima)

Mas já antes de desenhar a planta da Atlântida, tinha desenhado umas cidades subterrâneas, aqui uma sob uma terra coberta de postes de eletricidade:

(a parte subterrânea é um desenho em planta)

Decorrente do interesse sobre a Rússia, por ser o maior país do Mundo surgiu-lhe, ao Alexandre, o interesse por saber qual a maior cidade do Mundo e logo verificámos que existia a questão “que tipo de maior cidade?”, a maior em área, ou a maior em população? Primeiro decidiu-se pela maior em área, mas pensando melhor, a de maior população será a que tem mais edifícios, portanto a escolha “definitiva” foi a mais populosa cidade, TÓQUIO!!!

Desde aí, tem sido uma paixão por Tóquio que já nos pediu para irmos visitar Tóquio. Dissémos-lhe que este ano não poderíamos, mas o pai descobriu logo nesse dia que no dia seguinte passariam no Canal Odisseia um documentário sobre Tóquio. Quando chegeuei a casa no dia seguinte estavam os três, o Alexandre, o pai e a irmã mais velha absortos a ver o documentário sobre Tóquio, a gravá-lo e depois voltou a vê-lo mais umas quantas vezes, numa dessas comigo e já o passámos para um dvd. Fascina-o o estacionamento onde os carros são estacionados por uma máquina.

E bem, seguiram-se desenhos de Tóquio em planta,

neste último dizia-me ele que estava a fazer uma “arquitetura sobre Tóquio”, projetando uma ponte que ia ligar toda a baía.

Outro dos recursos que começou a utilizar bastante foi o Google Maps, ao qual acede sozinho (onde prefere aceder é no Ipad do pai) e “sobrevoa” Tóquio, consegue aceder a vistas de rua nos locais onde existem tais filmagens e vem também sobrevoar Lisboa e as Berlengas e já estivémos a localizar a casa onde eu morei na Beira, em Moçambique. Tudo isto relacionado com o mapa do Mundo, de tal forma que ele tem já a forma dos continentes e de alguns países na cabeça e desenha o mapa do mundo de cor.

Aqui é a foto de um dos últimos quadros em tela que fez, a planta da cidade de Lisboa (do lado direito, a cinza, a ponte Vasco da Gama e em baixo, a vermelho, a ponte 25 de Abril, os pequenos quadradinhos são os edifícios em planta) _ são duas telas que têm que funcionar juntas:

E temos também o jogo “SimCity” para o computador, onde passa tempos a criar cidades onde nada falta, esdifícios, zonas verdes, vulcões, cais, redes de transportes, barcos a chegar e a sair dos cais dos portos, zona industrial com as fábricas em funcionamento e mesmo uma estação espacial (com a sapace  shuttle e tudo).

(toda esta cidade à beira mar plantada foi criação sua)

Bem, então este ano, um dos presentes de aniversário que recebeu (na semana passada), foi o jogo “Monopoly City”

e o seu bolo de aniversário (o tema dos bolos tem sido escolhido por ele) feito pela mana Catarina (esta ano com a ajuda do tio, do primo e da amiguinha M. a modelar a pasta de açúcar como de plasticina se tratasse…), foi esta cidade:

E na parede do seu quarto das brinacadeiras, novo, agora que a mana foi viver para uma outra casinha, pediu-lhe para pintar uma cidade, pintura que ainda não está feita, ficará para um próximo post (já começaram, desenharam primeiro a “silhueta da cidade” a lápis e agora vão pintando, a mana, ele e a nossa vizinha que também quer ajudar).

4 Respostas so far »

  1. 1

    […] vinha com saudades dos seus jogos de construção no computador. Depois do “SimCity”, sobre o  qual contei aqui, tem explorado um outro, onde pode construir as próprias casas (e se quiser toda uma cidade e […]

  2. 2

    […] (Podem ainda espreitar as várias variações já partilhadas sobre os seguintes temas: Cidades, Passeios, Uma semana na terra, Natal, Aviões, Naves Espaciais, Árvores, Comboios… Eu […]

  3. 3

    […] Em 2012: Socialização e Variações sobre um tema _ Cidades. […]

  4. 4

    […] depois teve uma grande empreitada, construir, comestivelmente, o Castelo do Super Mario. Seguiu-se o Bolo-Cidade e este ano, o Estádio onde joga o Zakumi e os seus colegas de equipa (o Alexandre não é nada fã […]


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