Cálculos de Cabeça

Bom dia!

Mais um post dedicado simplesmente ao Caderno Verde.

Beijinhos e belos cálculos de cabeça para todos!

🙂

Isabel

x

Caderno Verde

Cálculos de Cabeça

Os registos aqui neste caderno de apontamentos andam um pouco atrasados, como vem sendo habitual. O que importa, para mim, é que fiquem registados (os que vou registando com fotos e assim, pois há tantas situações que vão acontecendo neste processo de unschooling que é impossível registar e descrever todas).

Este episódio aconteceu lá para o mês de setembro ou outubro do ano anterior.

Podemos considerar que andássemos a fazer revisões, no entanto o que aconteceu é que não comprei ainda o CD da Escola Virtual para o 4º ano e então o Alexandre continua a explorar (e re-explorar), pois ele gosta de fazer algumas coisas repetidas vezes, os cd’s dos anos anteriores que ele denomina por Jogo das Aventuras 1, 2 e 3. (Nota: foi algo que inicialmente, logo no 1º ano do 1º ciclo pensámos que ele ia gostar _ e até comprámos primeiro o cd do 2º ano e ele começou logo pelo 2º_  e ele aderiu de imediato, como de um jogo se tratasse, pois realmente os cd’s e a forma como abordam os conteúdos são bastante apelativos).

Então, estava de volta do 3º

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e numa parte de contas de subtrair. Embora obviamente já tenha percebido como funcionam os “e vai um, vão dois, vão três…”, sempre que as parcelas das contas de somar e subtrair não excedem os 4 algarismos (até à ordem dos milhares, portanto) ele faz facilmente as contas de cabeça e prefere fazê-las de cabeça, porque lhe faz muito mais sentido.

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(esta foto é de um outro exercício, de “subtração por compensação”, que ele também faz de cabeça, é para verem o aspeto gráfico, para quem não conhece)

Assim, levanta-se, dá duas voltas pensativo e em modo “não incomodar” (“Espera que estou a fazer os cálculos”), volta a sentar-se ao computador e escreve o resultado (raramente erra).

Eu resolvi perguntar-lhe como é que ele tinha feito a conta de cabeça e chegado ao resultado correto. E responde-me ele:

(uma delas foi esta 428-284)

“Então, desmonto os números assim: aos 428 tiro logo 200 e dá 228 e ficam 84 (dos 284) por subtrair; depois aos 228 subtraio os 4 dos 84 e dá 224 ficando 80 por subtrair; ora 80 desmonta-se em 20+20+20+20; então subtraio 20 e dá 204 e só me faltam subtrair 60;  se eu a 200 tirar 60 dá 140 e mais os 4, dá 144!”

Isto parece mais complicado do que realmente é, pois ele faz estas “desmontagens” e “remontagens” rapidamente. Mas como a velocidade do som, ao explicar, é millhões de vezes inferior à do pensamento… e então assim a escrever ainda pior.

😉

E depois há umas ainda mais complexas e outras muito simples, pois como ele me explicou, a que ele estava também a fazer, 840-428 é só subtrair 400 e dá 440 e depois subtrair 28 e dá 412.

Também faz o mesmo processo de “desmontar numeros” com, por exemplo, 1237-988 ou 1452-1194 e para as adições é mais fácil ainda.

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