Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, Visita ao Barco-Hospital Gil Eanes

Caderno Verde

Passeio de 4 dias a Viana – Dia 1, Visita ao Barco-Hospital Gil Eanes

Este é o 3º apontamento deste Passeio a Viana. Podem ler aqui sobre o primeiro e aqui sobre o segundo.

Como contei no segundo apontamento, após descermos do Monte de Santa Luzia, empreendemos a descida da Avenida que vai da Estação até ao Rio e deparámo-nos com o Ponto de Turismo. Tínhamos já na ideia ir visitar o Barco-Hospital que sabíamos atracado, como museu, mas não sabíamos os horários para visita e assim, fomos ao Ponto de Turismo perguntar (e saber os preços) e trouxémos ainda uns mapas da cidade.

Depois lá fomos até “ao Gil Eanes” (também trouxémos do Ponto de Turismo um folheto sobre o “Gil Eanes”, o Barco-Hospital, que explica: “O Navio Hospital Gil Eanes foi construído nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo em 1955 tendo como missão, apoiar a frota bacalhoeira portuguesa nos mares da Terra Nova e Gronelândia. Embora a sua principal função fosse prestar assistência hospitalar a todos os pescadores e tripulantes, o Gil Eanes foi também navio capitania, navio correio, navio rebocador e quebra-gelos, garantindo abastecimento de mantimentos, redes, isco e combustível aos navios da pesca do bacalhau.” E ainda continua com um pouco de toda a história do navio  até ter findado a sua actividade em 1984 e recuperado pela comunidade vianense em 1998. Fazem parte ainda do folheto as características do navio (dimensões, capacidade, etc.) e plantas legendadas detalhando a sua compartimentação).

Os acessos estavam em obras!

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A escadinha que tínhamos que subir para chegar ao navio…

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Ainda é alto e grandinho!

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As portas (temos que alçar as pernocas)!

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Chegados lá acima o senhor que toma conta do barco-museu explicou-nos como empreender a visita sozinhos, sem ajuda. O percurso está assinalado com setas para darmos a volta completa e visitarmos todos os compartimentos e as várias zonas do convés e o percurso, nalgumas zonas está delimitado com umas cordas para conseguirmos dar a volta toda ao navio sem confusão (mas faz-nos dar mais voltas, só que assim não perdemos pitada). Explicou-nos também que podíamos ler todas as placas acima das portas dos compartimentos que indicavam o tipo de compartimento, bem como as etiquetas de vários objetos identificados.

Então lá começámos o percurso, observando todos os pormenores!

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Plano de segurança:

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Ora que foi onde passámos mais tempo, a ver os mapas, a manusear os instrumentos, a ler as etiquetas de todos os objetos, a ver os sinais/símbolos… O Alexandre gostaria de experimentar todos a funcionar, para ver como funcionavam os antigos e como funcionam os aparelhómetros que os vieram substituir ou os de versão “mais avançada”.

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(estivémos a observar os registos metereológicos que recebiam via algo tipo fax, já na altura)

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De novo saídos desta ala… fomos até ao topo do navio.

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A vista lá do topo do navio sobre a cidade…

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… e sobre o convés!

😉

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Maquete de um outro barco!

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A barbearia do navio…

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O sistema que bloqueava as portas do porão caso o navio começasse a meter água (isto fez-nos lembrar o Titanic)

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A cozinha!

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E aqui a padaria:

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Esta é maior que a que vemos na fábrica de bolos de uns amigos nossos…

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Mais uma maquete, esta a do próprio Gil Eanes que andávamos a visitar!

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(o Alexandre aprecia mesmo maquetes…)

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Aqui a explicação sobre a foto que está na parede e que vamos ver a seguir: foto de quando crianças da Gronelândia vieram fazer uma visita ao barco-hospital por lá atracado e quando em funções. É giro…

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A casa das náquinas fazia um bocadinho de impressão, subir aquelas escadas rapidamente e sob pressão devia ser obra…

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DSC07920Mais uma foto dos barcos na Gronelândia…

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Aqui os desenhos da maquinaria e sistemas (também interessam ao Alexandre estas plantas e cortes e medidas)

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Ora que chegamos à parte que diferencia este navio-hospital de muitos outros navios  (e que fez o pai sair impressionado, sobretudo ao imaginar-se numa sala de operações daquelas…)

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(a máquina onde se tiravam radiografias)

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(o laboratório de análises e esterelização)

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De novo no convés…

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Uma capela.

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A âncora…

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No final da visita, muito cansadinhos, a descansar na relva para depois voltarmos a subir a Avenida até à Estação e esperarmos lá que a nossa amiga nos viesse buscar e levar até à sua casa, numa aldeia perto (Neiva).

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Enquanto esperávamos pela nossa amiga o Alexandre esteve a localizar no mapa (num dos que trouxémos do Posto de Turismo) os locais que tínhamos visitado e outros por onde passámos.

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Só chegámos a casa dela lá para as 9h da noite, todos cansados mas por motivos diferentes (a nossa anfitriã tinha tido um dia de trabalho, muito intenso _ ela é guia turística_ com um grupo de alunos (e alguns professores) de uma escola francesa que nem por isso estavam muito interessados na “visita de estudo” e estivémos também um pouco a conversar sobre as diferenças entre uma visita que preenche os nossos interesses e outra “programada de forma dita didática”.

🙂

Obrigada J., por tudo.

2 Respostas so far »

  1. 1

    […] Dia 2, Sábado (podem ler sobre os três apontamentos do dia 1: o primeiro, o segundo e o terceiro). […]

  2. 2

    […] (e concluindo), o que comecei a reportar neste primeiro post, segundo, terceiro e quarto, os dias 3 e 4 também foram recheados de belas […]


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