Jogos “de Mão e de Tabuleiro”

Caderno Verde

Jogos “de Mão e de Tabuleiro”

Aqui por estas bandas os jogos de computador e consolas, embora existentes e também jogados (sem os restringirmos) não destronaram os Jogos “de Mão e de Tabuleiro”, que também são importantes no desenvolvimento de várias capacidades e têm tido o seu lugar. No início (lá pelos 6/7 anos é que o Alexandre lhes começou a prestar mais atenção) estes jogos de mão e de tabuleiro, “estavam mais activos” nos meses de Verão, mas agora não têm tido uma época do ano mais apropriada e tem havido jogos durante todo o ano.

Começou por este Sudoku, foi dos primeiros que comprámos, pois ele já jogava com a irmã mais velha em livrinhos.

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Em vez de palavras cruzadas, que ainda não eram apropriadas para a sua idade e entendimento, passou às “Sopas de Letras” que jogou uma vez num livrinho e depois fiz umas especialmente para ele, no computador e imprimi.

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Entretanto alguém lhe ofereceu este “baralho de cartas”, foi o primeiro, um jogo para “agrupar famílias” que fez lembrar às irmãs o “jogo do Peixinho” e ficaram a pensar em oferecer-lhe um baralho de cartas dos comuns (com os naipes de copas, ouros, espadas e paus)…

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… e assim que tiveram oportunidade, compraram-lhe um, numas férias em que foram à Madeira, com a família do pai, pois o Alexandre já começava a gostar de mapas e estas traziam no verso o mapa da Madeira:

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Assim, aprendeu a jogar ao Peixinho, mas logo derivou para um novo jogo, com regras inventadas por si, o “Jogo do Coelhinho”, parecido com o anterior, mas onde se agrupam  “famílias” dois a dois (tipo “oitos vermelhos”, “dois pretos”, “dois vermelhos”, “quatros pretos”…), resultando num jogo muito mais dinâmico que o do Peixinho.

O seu primeiro “Jogo do Monopólio” foi este “Monopoly Junior”, também oferecido pelas suas manas. Ele já tinha começado a querer jogar o comum “Monopoly” que a irmã mais velha tem, mas na altura ainda era difícil para ele; então elas sabiam da existência deste e ofereceram-lhe e ele gostou logo (o carrinho com o boneco “fala” a dizer quantas casas se tem de andar e o que elas ditam fazer).

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Depois voltou a jogar o habitual “Monopoly”, cada vez com maior domínio e destreza.

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Sempre tivémos um tabuleiro de damas e xadrez que o fascinavam. Primeiro aprendeu a jogar às damas e como o pai também tem esses dois jogos no iPad, ia alternando entre jogar Damas no nosso tabuleiro e no iPad:

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E um belo dia alguém se lembrou do velhinho “Jogo da Glória” e como os nossos antigos já estavam estragados e não serviam para jogar, encontrei eu, num hipermercado, o “antigo Jogo da Glória” reeditado, baratinho e comprei cá para casa. O Alexandre jogou-o algumas vezes, mas não se tornou grande adepto.

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Estes “Jogos de Tabuleiro” começaram a dar-lhe ideias para “construir” os seus próprios jogos, adaptando puzzles, tabuleiros de outros jogos, desenhos em folhas grandes ou o próprio chão como tabuleiro para cada invenção. E depois estipulando as regras e jogando connosco, como este dos “Impérios Planetários” sobre o puzzle do Sistema Solar, que foi construindo e engendrando aos poucos, jogando primeiro tendo as regras de cabeça e mais tarde (algumas fotos abaixo) passando a registar as regras e instruções de jogo que já eram mais que muitas.

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Um belo dia pediu-me para lhe dizer como se jogava xadrez, conforme já contei aqui, prestou muita atenção, jogámos, mas pouco depois adptou outros bonecos, os seus em peças da Lego, para fazer de bispos e cavalos e peões, etc., e depois ainda, inventou novas regras e instaurou o que veio a ser o “Jogo de Sadrêsss”, que volta e meia ainda jogamos cá em casa. Mais tarde, surpreendeu-nos a jogar “xadrez de verdade” cada vez melhor (ele também o joga sozinho e no iPad).

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Um jogo muito complexo inventado por ele e cujo tabuleiro é o nosso chão da sala cujos mosaicos formam quadrados (é um jogo de naves espaciais)…

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E a seguir ao Monopoly e ao Monopoly Junior veio o Monopoly City (oferecido pelo tio no seu aniversário), onde as construções nos terrenos adquiridos podem chegar a ser grandes edifícios…

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Mais uma variação de jogar às Damas…

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E o interesse pelas Sopas de Letras ainda aparece, sobretudo em viagens de comboio (esta foi em Setembro passado)

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O tabuleiro do Monoploy City também serve para um City qualquer coisa, inventado

😉

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E então o que já disse atrás, o jogo dos “Impérios Planetários”, cada vez mais complexo e cujas instruções tiveram que ser anotadas.

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Já este ano, iniciou-se no “Pictionary Junior”, que o pai do Bato lhe ofereceu. No início não gostou muito, achou que a ampulheta “media o minuto muito rapidamente” e não tinha tempo de fazer os seus desenhos de forma a indicar tudo quanto queria para que nós adivinhássemos do que se tratava. Eu gosto muito de jogar este jogo e estava toda entudiasmada, de modo que depois da sua 1ª desistência, preferimos que, nas primeiras vezes, até ele perceber bem a mecânica do jogo, prescindir da contagem do tempo; depois nas próximas, o jogo começou a correr-lhe melhor e voltámos a usar a ampulheta…

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Entretanto, também já este ano, em Fevereiro, a Catarina ganhou de presente o jogo “Cluedo” e o Alexandre gosta muito de o jogar.

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Mais Monopoly City… desta vez a jogar comigo que até então ainda o não tinha jogado (não sou fã do Monopoly, mas acabei por gostar deste).

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Este um jogo que inventou com a irmã, com um desenho do mapa-mundo como tabuleiro

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E eis que chega a “Batalha Naval”, introduzida por mim, que a aprendi com o meu pai, um pouco maiorzinha que o Alexandre, mas na altura não havia estes dispositivos, jogava-a mesmo com papel quadriculado e caneta.

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(estávamos a jogar os dois…)

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Mais xadrez…

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(também estávamos a jogar os dois…)

😉

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E aqui, uns meses depois, quando voltámos ao Pictionary. Desta vez ficámos todos muito entusiasmados com as maneiras que o Alexandre arranjou para desenhar em menos tempo com pormenores que nos levavam logo a identificar o objeto, acção, etc., pedido no jogo. Este jogo aguça a comunicação por imagem, para mim é mesmo muito interessante. E ele também gosta, embora não o tenha percebido logo da primeira vez, e eu sabia que ele gostava, porque foi assim dessa maneira que ele começou a gostar de desenhar, para comunicar algo ou registar e transmitir instruções, planos e projetos, de modo que isso está de alguma forma relacionado com os objetivos deste jogo.

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(como ele representou “Miar” muito rapidamente, adorei…)

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(pista de automóveis, adivinhámos logo)DSC07699

(olhar)

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(torradeira)

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(bolacha, também adivinhámos com alguma rapidez)DSC07702

(cachecol, esta achei o máximo)DSC07703

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(este era o Shreck)DSC07705

e aqui o “olhar” da mana (ou do Bato, já não me lembro) a contrapôr-se ao seu

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(e a torradeira do Bato que ninguém estava a adivinhar o que era)DSC07708

(a bolacha da mana ou do Bato)DSC07709

(o cachecol da mana)DSC07710

(a pista de automóveis da mana ou do Bato)DSC07711

Mais xadrez… comigo e no iPadDSC07722

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Mais Monopoly City, de novo comigo.DSC07724

Xadrez num tabuleiro bem diferente, o da nossa amiga de Viana do Castelo! Jogou comigo e também com o pai.

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Que deu origem a irmos desencantar um outro tabuleiro e peças diferentes, em vidro, que o pai tinha guardado quando lho deram por ser mais frágil.

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(e observámos este, também sugeneris, construído em peças Lego, na Exposição de Legos que houve este ano em Abril, no Campo Pequeno)

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Outro “tabuleiro” para a Batalha Naval que o pai foi buscar a casa da avó, entretanto (era dele, pai, quando era pequeno)

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E de novo o Mapa Mundo a fazer de tabuleiro de mais um jogo inventado pelo Alexandre, tal como já contei aqui (este jogou também comigo)

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No outro dia ao chegar a casa, vim substituir o pai que jogava com o Alexandre este jogo (também inventado por ele), um jogo onde se iam construindo cidades e infraestruturas, uma mistura entre “Monopoly City” e “Jogo do Petróleo” (que ele também já jogou, embora eu não tenha fotos, é um jogo que o pai tem desde pequeno e também foi repescar a casa da avó). E o “tabuleiro” é uma base de brincar com carros e pontes de um kit de pistas em madeira.

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Para terminar por hoje e a propósito da invenção de novos jogos inspirados noutros, deixo-vos aqui o link para um post mais antigo aqui do blog, “As crianças gostam de inventar os seus próprios jogos“.

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