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As Primeiras Pesquisas

Bom dia a todos!

Sim, as primeiras pesquisas…

Há uns anos atrás, começaram por ser umas quantas buscas na internet sobre outros tipos de pedagogia.

Mesmo tendo já leccionado, a minha formação na área da engenharia, nunca me levou a estudar sobre pedagogia, nem sequer a mais comummente falada, a de Piaget, muito embora gostasse muito de filosofia e alguns filósofos escrevessem sobre essa área, a da educação.

Como entretanto sempre me mostrei interessada em novos métodos educativos, o Robiyn nos seus workshops disse-me para eu pesquisar, por exemplo, sobre o método Waldorf.

Lembro-me que das primeiras vezes que coloquei “waldorf” no google só me apareciam cadeias de hóteis. Bom, falei de novo ao Robiyn sobre o resultado das minhas pesquisas e ele disse-me “procure por Rodolf Steiner (fundador da pedagogia Waldorf) e por Teosofia”. E pronto, lá começaram as minhas pesquisas. (Aqui há uns dias voltei a colocar “waldorf” no Google e já aparecem muitos itens ligados mesmo à pedagogia e só depois os hotéis… quer dizer que nos últimos três/quatro anos já algo  se tem desenvolvido em Portugal neste campo).

Quero no entanto dizer que gostei de algumas coisas da pedagogia Waldorf, mas quanto mais me apareciam textos e escolas que praticavam essa pedagogia, mais sentia que existiam alguns aspectos que não correspondiam ao que sentíamos que queríamos para a “escolaridade” do nosso filho.

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Aspectos da pedagogia e/ou da forma como ela é praticada, porque há sempre grandes diferenças entre o que é originalmente praticado pela pessoa que desenvolve uma pedagogia, filosofia, método ou o que for e o entendimento posterior dessa prática e teoria pelos outros, desvirtuando muitas vezes os princípios. Não estou a falar das actualizações que se têm de fazer porque os tempos são outros, mas mesmo do desvirtuar dos fundamentos que regem determinados desenvolvimentos.

Daí que, da pedagogia Waldorf passei para outras pesquisas.

A par, fui encontrando várias escolas em Portugal que praticam a pedagogia Waldorf (através de artigos em revistas e da informação fornecida por amigos também interessados nessa área). A maioria cinge-se a infantário e Jardim de Infância, mas das que ouvi falar, algumas já começaram com os primeiros anos da primária, a Associação Pé de Romã, em Sintra e a Escola Verdes Anos em Monsanto. (Se alguém tiver informação mais detalhada e quiser comentar, sinta-se à vontade).

Ora então, como ia pensando que, se não encontrássemos a “escola ideal” nós mesmos nos encarregaríamos de ir transmitindo coisas ao nosso filho (já tinha uma vaga ideia de que em Portugal havia uma lei  que permitia o ensino doméstico e decidi não me assustar perante as possíveis dificuldades que isso nos acarretaria), comecei a pesquisar sobre o aprender a ler pelo Método Global. Daí cheguei ao Décroly e ao Freinet.

Falarei do método global num próximo post.

Até à próxima semana (19, Quarto Minguante) e uns belos dias para todos.

 

Caderno Verde

Exposição ao Ar Livre…

…sobre comboios!

A CP (Comboios de Portugal), por altura do seu aniversário, organizou uma exposição, em Alcântara. Comboios “estacionados” nas linhas em Alcântara.

Uma colega e amiga da Catarina que sabe da adoração do Alexandre por esse meio de transporte e soube da exposição antecipadamente através do seu pai que trabalha na CP, contou-nos logo que e quando ia  começar a exposição.

Lá fomos (foi o ano passado, ainda antes de ele fazer os 4 anos). 

Começámos pelo Comboio a Vapor, que ele ficou todo contente de ver “ao vivo”, porque só tinha visto nos livros e na televisão e quando fazemos desenhos com o comboio “a deitar fumo”.

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Depois entrámos no que estava estacionado a seguir, que era um comboio também antigo (o interior era em madeira, incluindo os assentos).

E a seguir vieram todos os modelos actuais, o comboio da linha de Sintra, o da linha de Cascais, o urbano do Porto, o “comboio Azul” (como ele chama ao que atravessa o Tejo), o regional, o intercidades e felicidade das felicidades(!), o Alfa! “É muito rápido!” Sim, ele sabe que o TGV é mais rápido, mas ainda não existe cá…

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Quando estávamos dentro de uma locomotiva, no lugar do maquinista, para o Alexandre tocar o apito (como outros meninos também estavam a experimentar) ele olha pela janela da frente e vê o comboio que estava lá fora estacionado de frente para este e diz rapidamente “O Comboio de Sintra!” Eu nem estava a acreditar que ele o reconhecera no meio de todos, mas sim, assim como reconheceu o “Comboio Azul” e o “Alfa”. 

Isto porque, como adora andar de comboio, vamos muitas vezes com ele “andar de comboio só para andar” e outras vezes previligiamos esse meio de transporte em relação ao carro quando queremos ir a algum lugar, por ser mais económico, rápido, melhor para o ambiente e, já que ele gosta tanto, divertido!

Foi uma tarde diferente muito interessante com tantos comboios ali juntos!





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