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Leitura pelo Método Global

Boa tarde!

Um bocadinho de Métodos…

Pois lá enveredei pela pesquisa do aprender a ler pelo Método Global.

Já tinha ouvido o Robiyn falar que temos uma memória fotográfica mesmo para textos, ou seja, a nossa mente consegue apreender um texto só de olhar uns momentos para ele, a nossa mente é capaz de realizar prodígios inimagináveis, nós só estamos habituados a utilizar uma percentagem ínfima da capacidade do nosso cérebro. Em alguns textos sobre isto, li que só utilizamos habitualmente um décimo da capacidade do nosso cérebro, mas nos workshops do Robiyn ele diz-nos (e acabamos por comprovar isso mesmo) que a percentagem que habitualmente usamos é muitíssimo inferior.

Aprofundar tudo isto  só mesmo nos seus workshops, para mim, o Robiyn é o especialista em nos mostrar como começarmos, no próprio instante, a utilizarmos um pouco mais dessa capacidade não habitualmente utilizada.

Falei disto agora porque o Método Global aplicado à leitura assenta precisamente em algo do género, ou seja, as crianças não começam a aprender palavras e sílabas e como elas se juntam, mas têm contacto com um frase completa ou mesmo um texto completo, como se, ao olharem para textos completos que lhes digam algo, note-se, e ao ouvir alguém lê-los, e depois algumas frases em separado, fossem memorizando a forma escrita que nos transmite aquilo que correntemente ouvimos e falamos, até de repente associarem tudo e “desatarem a ler” qualquer coisa. E passam do global para o particular, do texto para a frase e para a palavra e só sepois conhecem as letras.

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Dizem que, na generalidade, com este método, as crianças demoram mais tempo a começar a ler, mas depois de repente começam a ler tudo. Não tenho experiência nessa área, embora a Catarina, quando começou com a escola primária estava numa escola oficial que era tipo uma escola piloto onde experimentavam a leitura pelo método global, onde só andou no 1º e no 2º ano, pois depois, por mudarmos de residência, mudou de escola. E como eu não estava na altura sensibilizada para estes assuntos, não me cheguei a aperceber do resultado deste método com ela, lembro-me que aprendeu a ler facilmente, que quando dei por mim ela já sabia ler, mas não me lembro de detalhes.

Hoje em dia, até pela internet, via e-mail, recebemos textos com uma série de palavras sem as vogais ou com caracteres estranhos no meio para nos apercebermos que o “nosso cérebro lê” mesmo assim o texto na íntegra. Quem não recebeu ainda um e-mail desses?

Continuando as minhas pesquisas descobri que, juntamente com outras características, a leitura pelo método global é utilizada pela “escola Moderna”. E também Décroly (médico e pedagogo belga) e Freinet (professor e pedagogo francês) o utilizaram. 

Para a semana, falarei mais um pouco do movimento da escola moderna e destes dois pedagogos, pois há detalhes interessantes nas suas abordagens.

Então até dia 27, Lua Nova! Um abraço a todos.

 

Caderno Verde

Nem só de comboios e pontes vive o homem

Pois!

Apesar das preferências irem para os transportes e as construções de grande porte, e através desses temas aprender muitas coisas, o pequeno também gosta de outras actividades, como por exemplo, COZINHAR.

Já o temos na página sobre este projecto a mexer o famoso bolo de chocolate vegan. E aqui, podemos vê-lo lá no campo, este ano, em Setembro, a ajudar a avó a fazer pão.

O que vale é que temos uma avó, que embora também viva na cidade, nasceu no campo e ainda tem lá a sua casinha, com uma cozinha e um forno numa “outra casinha”, como diz o Alexandre, cá fora.

Ora apreciem…

Já cozidinho...

Já cozidinho...

... e quentinhos!

... e quentinhos!

Nesse dia, também aproveitámos o aquecer do forno a lenha para fazermos batatinhas com cebolas e pimentos assados e seitan. Os vegetarianos comem coisas gostosas…

Ora espreitem!

As batatinhas (antes de irem para o forno)...

As batatinhas (antes de irem para o forno)...

O seitan...

O seitan...


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