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Arquitetura e Urbanismo VI – Redes, metropolitano e sua História

Caderno Verde

Arquitetura e Urbanismo VI – Redes, metropolitano e sua História

Antes das fotos quero falar-vos de uma primeira descoberta na net. O Alexandre descobriu um mapa da rede metropolitana de Lisboa que se vai completando conforme os anos decorrem.

Ele sempre se interessou muito pela história, pela cronoçogia, pelo desenvolvimento, não só social, como o técnico, incluindo as redes de transportes. Gosta de saber em que ano se construíu determinado edifício ou ponte ou,neste caso, a data de inauguração do metropolitano de Lisboa. E soube-a através deste mapa, com o belo bónus de ir apreciando a expansão da rede ao longo dos anos. Cliquem, para ver, é bem interessante.

Descoberto o ano de inauguração, 1959, foi pesquisando e fazendo mais descobertas. Um belo dia chego a casa e pareceu-me estar ele a ver um antigo filme português, a preto e branco. “O que estás a ver, meu filho?” _ perguntei logo. “SSSSHHHHIIIIUUUU!!!!” _ foi a resposta, apontando para o écran do computador (a pedir-me para não o interromper, ora está). Fiquei curiosa e, quando acabou, lá me explicou que era um filme explicativo do metro no ano da sua inauguração. O narrador era o Joaquim Agostinho e atores participavam naquela demonstração publicitária de 1959.

Ora vejam, é muito giro!

Gostaram? Eu achei fascinante, diga-se, pois não sabia que existia tal filme promocional da época (é anterior ao meu nascimento) e surpresa também com a facilidade do meu pequeno para descobrir estas coisas que tanto lhe interessam. Depois mostrou o filme às irmãs, ao pai, ao Bernardo e aos nossos vizinhos. E a todos quantos entraram cá em casa nesses próximos dias.

Então começou por construir a sua rede metropolitana sobre uma cidade num dos seus jogos, o “City XL 2012” (tem muitos deste género, onde constrói cidades, pontes, zonas verdes, redes de transportes, coloca os transportes a circular, etc., etc., já tenho mencionado outros programas do género aqui no blog):

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Quando vemos uma mão a  apontar, é a sua enquanto me explica o que desenhou e porquê e como progrediu o trabalho. Enquanto eu vou tirando fotos, pois…

Depois pediu ao pai para lhe imprimir o mapa da expansão do metropolitano de Lisboa e, sobre ele, quiz desenhar à mão os vários troços que foram sendo acrescentados ao itinerário inicial. Depois marcava cada etapa com a data e a seguir riscava-a e acrescentava o troço seguinte com a nova data e por aí fora. Não sei se consegui representar bem a sequência nas fotos, pois pulei algumas, mas aqui fica um cheirinho:

 

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E daí pôs-se a extrapolar. Na internet encontramos propostas para a expansão futura da linha do metro. Ele conhece e estudou essas propostas, mas também tem as suas e são essas que desenhou para o futuro (2020, 2024, 2030… e por aí fora, numa rede cada vez mais complexa):

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Na sequência deste estudo da rede do metropolitano de Lisboa quiz ir explorar, de uma forma sistematizada, as várias linhas de metro que já conhece tão bem. Começámos, num dia, por ir “dar uma volta”, explorando melhor a linha amarela (pois nunca tínhamos ido até uma das suas extremidades, Odivelas, e para apreciar o troço entre Senhor Roubado e Odivelas, que é à superfície e apreciar bem a estação de Campo Grande, também à superfície.

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Saímos até à superfície, na estação de Odivelas, para um pequeno lanche e para tirar fotos do troço de metro à superfície que se via dali…

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Depois voltámos e fomos apanhando ligações para ir explorar a linha vermelha até ao aeroprto e voltámos a sair no aeroporto pois gostamos muito de andar por lá e aproveitámos para lanchar outra vez!

😉

 

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(a estação de metro do aeroporto tem umas imagens giras….)

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(isto já a apreciar os voos)20150308_172759

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Num outro dia, num passeiozinho ao fim-de-semana, voltámos a explorar mais linhas.

Depois o Alexandre pôs-se a estudar na net mais linhas de metro de outras cidades. O ano passado tivémos já a oportunidade de andar no metro de Nova York, mas ele nunca se cansa de andar a estudar os mapas e andou também a estudar a rede de Madrid, pois andávamos a preparar uma viagem a Madrid para as nossas “férias de longo curso”, como ele lhe chama, deste ano.

 

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Nova ida à estação de Santa Apolónia e “ao Oriente”

Caderno Verde

Nova ida à Estação de Santa Apolónia e “ao Oriente”

😀

contei aqui como o Alexandre vibrou com a troca de comboios que os fez ir parar (a ele e à mana Celina) à Estação de Santa Apolónia, sem querer. E da nova colecção dos pins da CP. Neste dia (no início de Agosto, dia 3 ou dia 4), fomos de novo à estação de Santa Apolónia (Sintra-Rossio de comboio e Rossio-Santa Apolónia de metropolitano), para comprar mais dois pins para a colecção e andar um pouco pela estação a sentir o ambiente.

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Os novos dois pins (um é o da automotora do comboio-hotel) …

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Depois apanhámos ali mesmo um comboio até à Estação do Oriente, para ir dar por lá um passeio, ver os edifícios… e andar de teleférico!

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(antes de entrarmos num teleférico estávamos para aqui a observar a água do rio que estava um bocado lamacenta e o Alexandre dizia que, de acordo com o que explicam num dos dvd’s sobre ciência, os “Porquê?”, esta parecia uma água de grau de pureza 3, tão lamacenta que estava_ sabe sobre todos os graus de pureza da água.)

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(e também estivémos a observar as nossas sombras na água do rio Tejo)

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O “comboio de estrada” (como ele lhe chama desde pequenino, já andámos nele, noutras alturas):

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A torre-edifício mais alta de Portugal (ver aqui, também):

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E a viagem de teleférico:

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Cá fora mais um passeio no parque antes de empreendermos a viagem de volta, de novo de comboio, agora Oriente-Sintra (trocando em Monte-Abraão).

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E a observação da onda que se forma vindo destes vulcões de água.

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Diversidade de materiais e o “Catan Português”

Viva, bom dia!

Hoje umas fotos dos muitos materiais que pululam pela casa. Certo que aprendemos com tudo o que vemos, percebemos, manuseamos à nossa volta. Com as muitas matérias e recursos naturais, quando passeamos no meio da Natureza comos vários posts aqui no blog o documentam, mas também com mais matérias e recursos fabricados, lá fora, nas aldeias e cidades e dentro de casa, com tudo o que nos serve aos afazeres diários. E também outros materiais rotulados de educativos como livros e mapas e materiais para desenhar e pintar, que nós usamos como recursos para mais informação e como meios de expressão.

Já disse aqui várias vezes que a nossa sala comum é uma sala multi-usos, onde se: come, dança, dorme, vê televisão, ouve música, trabalha, joga, está uns com os outros, fala, ri, conversa, passa horas ao computador, abraça, beija, lê, faz ginástica, yôga, tai chi, monta tendas e igloos, fazem bolas de sabão, pinta, desenha, observa (tudo, inclusive mapas e estrelas), constrói, realiza experiências científicas e não só, representa, canta, fotografa, filma e sei lá que mais. E não só a nossa sala, também a cozinha, os quartos, as casas-de-banho, o corredor e a varanda são palco de quase todas as atividades atrás mencionadas.

Por todos os cantos há disto:

Mesas com livros e mapas,

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desenhos (este de um mapa de Portugal indicativo dos seus distritos e respetivas capitais de distrito, as maiores e mais escuras significa serem as com maior densidade populacional),

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material para desenhar e para filmar,

DSC08870filmes, jogos, fita-cola, peças de construção da Lego, recipiente com líquido para fazer bolas de sabão,

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kits de ciência, mais filmes e mais jogos,

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canetas de feltro,

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e mais canetas e lápis e tintas acrílicas,

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puzzles,

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documentários e ciência,

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caixas de creme vazias que servem para guardar muitas coisas, uma delas agora ficou destinada à colecção de pins dos comboios da CP (estava a escolher qual a mais adequada),

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guias turísticos e sudoku,

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barro e tintas, mais jogos,

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raquetes e bolas, o último puzzle que lhe ofereceram (ao Alexandre) no seu aniversário (vê-se melhor na foto abaixo),

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um tubo-túnel (e a proliferação de formas geométricas em todo o lado),

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incríveis quantidades de peças de Lego que até formam padrões divertidos,

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muitas caixas que as contêm,

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e que nos inspiram à fotografia dos elementos repetidos que formam padrões (as gelatinas vegetais que o Alexandre pediu à mana Catarina para fazerem,

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e os “conjuntos” de vários tipos de fruta).

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Tudo isto e muito mais nos estimulam todos os sentidos. E quando adormecemos ou nos sentamos pacificamente e em silêncio “desligando” os cinco sentidos, entramos noutros reinos que nos trazem mais percepções ainda.

Beijinhos e bela diversidade divertida para todos!

Isabel

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O “Catan Português” – Actividades da 2ª quinzena de Julho, III

Neste outro post mostrei-vos o começo da execução deste novo tabuleiro de jogo idealizado pelo Alexandre (com inspiração no jogo que as manas e o Bato lhe ofereceram no seu aniversário, o Catan) e confeccionado pelos dois (Alexandre e Catarina_ também ajudei  a acabar de pintar com a aguarela verde):

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Como expliquei no outro post que indiquei acima, este tabuleiro dobra-se tal qual um dos mapas que andam no nosso carro, “em harmónio”, embora seja de grandes dimensões (é constituído por 12 folhas A3, minuciosamente “fita-coladas” entre si):

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E aqui a preparação para começarem a jogar, dispondo as peças intervenientes no jogo (a maioria, peças aproveitadas de outros jogos):

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Antes disso o Alexandre ditou-me as regras do jogo (eram muitas, escrevi um grande lençol)

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e cortou e escreveu em outros elementos do jogo identificadores de cada jogador:

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Finalmente, jogar o “Catan Português”! Já não participei no jogo, pois após escrever tanta regra tive que ir preparar o lanche. Jogaram ele, o pai, a mana Catarina e uma das manas do Bato que tinha passado a noite cá em casa (e já tínhamos estado a fazer exercícios de tai-chi, com ela, também nesta nossa “sala multi-usos”; ela nunca tinha experimentado antes e gostou muito e disse “Nunca pensei que ia transpirar a fazer tai-chi, parece tão lentinho…”).

😉

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Um jogo demorado, mas muito interessante!

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O Bolo e A Festa, a 14 de Julho…

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O Bolo e A Festa, a 14 de Julho

De há uns anos para cá é a mana Catarina a responsável pelo fabrico e decoração do bolo. E engendra maneiras de concretizar os pedidos “exigentes” (porque dão muito trabalho) do irmão. Antes de fazer o primeiro para o mano começou “a treinar” com os bolos de aniversário do seu companheiro, Bernardo e logo depois teve uma grande empreitada, construir, comestivelmente, o Castelo do Super Mario. Seguiu-se o Bolo-Cidade e este ano, o Estádio onde joga o Zakumi e os seus colegas de equipa (o Alexandre não é nada fã de futebol, mas inexplicavelmente gosta de ver os desenhos animados do Zakumi e então pediu-lhe uma representação desses desenhos…)

😉

E aqui está o resultado (claro que a Catarina acaba por ter ajuda na decoração ou o bolo não fica pronto a tempo; desta vez ajudaram a mana Celina _ na confecção do estádio e dos bonecos_, o Bato, o G. e o próprio Alexandre na demorada tarefa de fazerem bolinhas que representam as pessoas nas bancadas):

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O resto da festa… este ano foi menos concorrida que em anos anteriores, pois os primos não puderam ficar até ao dia da festa, por irem de férias e alguns amigos habituais também. Por um lado, a casa agradeceu, ficou em melhor estado  no final!

😉

E o Alexandre, que durante uma parte da festa estava pouco animado, pois esteve muitos dias sem ver o seu amigo Bernardo e neste primeiro dia em que o voltou a ver preferia tê-lo com maior disponibilidade para brincar consigo às suas brincadeiras preferidas, acabou por se divertir, pois lá para o final do dia, cerca das 9h, depois das manas e Bernardo lhe oferecerem o seu presente (um jogo de construção de caminhos e aldeias, com terrenos que produzem/dão determinadas matérias (lã, feno, tijolos, pedras, madeira) chamado Catan), jogaram todos em círculo (ele, as manas, o Bernardo e dois dos nossos vizinhos), divertindo-se à grande (enquanto a M., de 6 anitos, os observava e via alguns filmes muito interessada e eu calmamente conversava com a P.

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Uns dias depois, já voltámos a jogá-lo, desta vez eu, o Alexandre e um dos nosso vizinhos, G. Passam-se algumas horas divertidas, porque fazer de descobridores e construtores, demora o seu tempo até atingir os objetivos do jogo! E este tabuleiro é giro, diferente dos outros que temos, é hexagonal!

😉

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Também lhe ofereceram este belo carro movido a água salgada (obrigada família F. !) da “Science 4 You”, no dia seguinte ao da festa já o Alexandre andava de volta das instruções…

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DSC08772… e este jogo do Monopólio na sua versão “Portátil” (obrigada, G.!), que também experimentámos (eu e ele) jogar no dia seguinte.

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O Alexandre de volta das instruções da construção do carro movido a água salgada:

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Depois já o mostrou ao G. e ao Bato.

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Coisas que temos andado a fazer… III

Caderno Verde

Coisas que temos andado a fazer nestes últimos três meses (III)… para além das que tenho contado por aqui:

– O Alexandre e a Catarina elaboraram juntos um jogo, com base no Mapa Mundo.

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(desenharam o mapa mundo que seria o “tabuleiro” do jogo,

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depois inventaram e registaram as regras e a seguir jogaram)

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– No Simcity, desta vez  foram “criadas” ilhas e vulcões

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– Durante muitos dias, uma cidade em peças Lego foi ganhando forma…

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… não cheguei a tirar a foto ao farol que estava muito giro nem ao cais nem à estação e às linhas de comboio, pois entretanto a amiguinha M. desfez a cidade inesperadamente.

– A mana Catarina tem vindo experimentar pintar a óleo; ela gosta muito de pintar (já aqui vos mostrei alguns desenhos que pintou a aguarela) e desta vez quiz aprender a técnica de pintar a óleo e veio pedir umas dicas à mãe. Enquanto nós fazíamos outras coisas ela ficava ao pé de nós e eu ia-lhe dando umas dicas sobre a técnica e como conseguir certos resultados. O Alexandre foi apreciando todos os passos. Ela ensaiou uma composição, olhando para várias fotos diferentes, conjugando-as. Ainda não está pronto, pintou a menina, faltam as flores e o fundo (quando estiver pronto volto a tirar mais fotos).

Fotos do primeiro dia:

(a desenhar “à vista”)

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DSC07715Fotos do segundo dia (menina pronta):

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– Novamente os CDs de ciência “Porquê?”. Desta vez foram vistos os cinco seguidinhos. O nº1 versa sobre os temas: Pólo Norte e Pólo Sul (partes 1 e 2), Meio Ambiente (chuva ácida e os problemas que pode causar), Sistema Digestivo, Ovnis e Extraterrestres, Praias de Lama. O nº 2: Transportes (história de vários e como funcionam), Fósseis, Clima (factores ambientais que influenciam o estado do tempo), Corpo Humano, Estrelas e Constelações. O nº3: Plantas (e a sua importância na nossa saúde), Espaço (sistema solar), Computadores (o primeiro computador, como funcionam e até onde nos poderão levar no futuro), Água (como usar, de onde vem, para onde vai, os seus graus de pureza, etc.), Mar (como foram criados os oceanos e como é a vida no fundo do mar). O 4º: Foguetões e Sondas Espaciais, Física (força da gravidade, inércia e outros aspectos da física), Robôs (como são criados e funcionam), Planeta Terra (história geológica e vida no planeta), Plantas e Animais Venenosos. O 5º: Doenças (propagação das bactérias, dos vírus e outros patogénicos que podem provocar doenças), Insectos , Animais (em continentes longíquos como a África e a Ásia), Descobertas e Invenções (as maiores de sempre), Dinossauros.

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– Outro jogo inventado pelo Alexandre, este com naves espaciais:

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DSC07732Códigos

😉

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– Mais uma versão do mapa de Lisboa (a azul as linhas de comboio)

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– Esta outra versão do mapa de Lisboa já vos mostrei aqui, na parte do Caderno Verde (foi o que ele desenhou para me oferecer no Dia da Mãe)

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– E mais um jogo tendo como base de tabuleiro o Mapa Mundo: cada um de nós ia pintando um país (como se fossemos formando o nosso império) e só podíamos anexar países contíguos ou ligados pelas rotas estabelecidas pelo Alexandre (a minha caneta era rosa e a dele laranja, daí que não se percebe bem na foto qual o império de cada um…) e à medida que íamos pintando íamos dizendo o nome de cada país.

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Exposição de Construções em Lego no Campo Pequeno

Caderno Verde

Exposição de Construções em Lego no Campo Pequeno

Há alguns poucos anos (há quatro atrás) já tínhamos visitado uma exposição deste género em Tomar. Publiquei sobre o assunto na altura, no blog Pés na Relva (um blog coletivo onde publicavam várias famílias em Ensino Doméstico). O Alexandre tinha adorado, então assim que soubémos desta pensámos em repetir a dose.

Fomos um grupo de nove: dois adultos, três jovens adultos e quatro crianças (dois de 9, uma de 11 e um de 13)

😉

O caminho entre o local onde estacionámos e o Campo Pequeno, local da exposição:

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DSC08045Os manos (falta uma, que ainda estava a estacionar…):

DSC08046O Woody em peças de Lego:

DSC08047Comboios!

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DSC08050Lego-friends:

DSC08051Vilas e cidades:

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DSC08053O nosso grupo (menos eu e um dos pequenos de nove não se vê…)

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DSC08060Este o pai gostou… (milhentas peças!)

😉

DSC08062Grande cidade…

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DSC08068Até passava o metro, numa parte em baixo (estava giro):

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DSC08074Só barcos…

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DSC08080A Estação “Braço de Prata”!

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DSC08084Dispensa apresentações…

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DSC08087Engraçado como os edifícios ficam tão parecidos… em vários estavam as fotos dos “verdadeiros” à frente para confirmar:

DSC08088O próprio:

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DSC08090Um teleférico!

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DSC08094Mais bonecos conhecidos:

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DSC08099Um jogo de Xadrez! Este é novamente diferente dos que temos usado!

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DSC08103E no final, uma sala só para peças do Star Wars, com iluminação XPTO

🙂

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DSC08112Depois démos uma curta volta pelo centro comercial do Campo Pequeno (que eu nunca tinha lá ido). O pai e o Xanti (diminuitivo que ele adotou em pequenino) gordinhos ao espelho:

😀

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Foi um dia divertido. No entanto, o Alexandre ficou um bocadinho frustrado, pois o Bato tinha-lhe dito que havia uma Estação do Oriente em Lego e afinal não havia e era mesmo essa que ele queria observar, a ver se reproduzia depois em casa.

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No rescaldo do passeio a Viana…

Caderno Verde

No rescaldo do passeio a Viana…

Mais Xadrez, Conduzir Comboios, Construir a Estação do Oriente, Mapa da Península Ibérica e mais História das Civilizações através do livro divertido com o Phineas e o Ferb.

Depois de chegarmos do passeio e do Alexandre ter feito o relato pormenorizado de tudo o que tinha “arrumado no seu cérebro” (como me dizia à volta, ver na parte final do último post), durante os seguintes dias “prolongámos” algumas atividades (ou melhor, surgiram mais atividades inspiradas nesses 4 dias) e realizámos outra que estava prevista e não tinha sido feita (a leitura do livro “Phineas e Ferb, A Velha História de Sempre”), a seu pedido.

Como já vos tinha dito e mostrado, começámos a utilizar outras peças de xadrez (o Alexandre tinha gostado muito do tabuleiro da nossa amiga com as peças chinesas):

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DSC08294(estas peças e o respetivo tabuleiro são em vidro)

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Pediu ao pai para lhe fazer um upgrade no seu simulador de condução de comboios…

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… e lá esteve mais umas horas a conduzi-los:

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Construíu a Estação do Oriente no MineCraft:

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E como falámos de novo na Ibéria, quando estivémos a ler a “História de Portugal Em Banda Desenhada” da nossa amiga, desenhou mais uma Mapa da Península Ibérica, indicando várias cidades e rotas de ligação:

DSC08121E lemos então o livro que tínhamos levado para ler no comboio e que acabámos por não ler na viagem:

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A história desenvolve-se a partir de uma ida ao Museu onde a família do Phineas e do Ferb ia visitar uma exposição sobre Artefactos Gregos

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e eu comecei logo por não saber (ou não me lembrar) o que era uma “quadriga”, mas o Alexandre sabia e explicou-me que era uma espécie de carroça puxada por cavalos utilizada nas corridas na altura dos gregos e dos romanos

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(achámos muita piada, porque o Phineas e o Ferb que são uns grandes engenhocas inventaram umas quadrigas modernas puxadas por cavalos de madeira com motores de corta-relvas para fazerem uma corrida à moda das dos gregos)

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Também utilizavam uma maqueta (maquetes são um dos fortes do Alexandre),

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fatos de gladiadores e a história é bastante engraçada, pois há sempre a interação com a sua irmã Candace que não aprova as suas invenções e dá sempre em grande trapalhada (escusado será dizer que os grandes engenhocas-inventores se safam sempre e são muito bem sucedidos, mas também há o aspecto da amizade e de tentarem sempre ser bonzinhos para a irmã (embora ela lhes faça das suas) e de inocentemente a incluírem nas suas aventuras).

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Paralelamente há também o aspecto da resolução de um caso secreto, pois o seu animal de estimação (um ornitorrinco) transforma-se sempre em agente secreto e também faz das suas.

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Também falavam sobre a Medusa, da mitologia grega, uma criatura tão feia que transformava em pedra todos os que olhavam para ela e fartámo-nos de rir porque aconteceu um episódio parecido que envolvia a Candace.

Para além de rirmos muito com as várias trapalhadas no decorrer da história.

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Este livro traz duas histórias, a segunda tinha a ver com a época em que o Homem vivia em cavernas e os nossos protagonistas Phineas e Ferb tinham acabado de assistir na televisão a um documentário sobre o Homem de Neandertal. O Alexandre não se lembrava deste, mas do dia em que brincou “às escolas” com a sua amiga M., lembrava-se do Australopithecus, do Homo Sapiens e do Homo Sapiens Sapiens. Fiquei mesmo surpreendida como é que ele se lembrava só de ter ouvido sobre o assunto apenas essa vez, bem como me falou de como antigamente os Homens eram nómadas e depois passaram a sedentários.DSC08216

DSC08217Mais uns momentos divertidos!

😉

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