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Arquitetura e Urbanismo III – Documentários

Caderno Verde

Arquitetura e Urbanismo III – Documentários

Voltámos a rever duas das séries que temos gravadas: Desmontando a Cidade (que passou no Discovery Channel) e Arranha-Céus (que passou no canal Odisseia) e gravámos e vimos pela primeira vez a série Como Funcionam as Cidades que tem andado a passar também no Discovery.

Cada episódio dura cerca de 45-50 minutos e cada série tem vários episódios.

A série Desmontando a Cidade tem oito episódios: Sidney, Toronto, Londres, Dubai, Los Angeles, Roma Antiga, e outros dois que não temos gravados nem vimos. Há ainda uma 2ª temporada que ainda não “apanhámos no Discovery”.

Na internet, só conseguimos descobrir os episódios que passaram em Espanha (que não foram passados/numerados pela ordem que passaram no Discovery, cá, e que temos gravados), mas dá para terem uma ideia. Vejam, por exemplo, este episódio sobre Sidney. E este sobre Londres. E este sobre o Dubai.

Da série Arranha-Céus temos oito episódios gravados (faltam-nos dois). O Alexandre gosta especialmente do episódio sobre o Cira Centre de Filadélfia (já o vimos ao vivo, na nossa viagem a Nova York (!), de onde apanhámos o comboio até Filadélfia), do episódio sobre o One World Trade Center (que também já vimos ao vivo!), a Torre Mayor da Cidade do México e a One Canada Square de Londres. Eu ainda não vi todos os episódios que temos. Ele já, mais do que uma vez.

Não consegui encontrar nenhum dos episódios da série na internet, para poderem ter uma ideia, mas são muito bons, desde características da sua construção mencionando os autores do projeto, dificuldades e coisas assim.

A série Como Funcionam as Cidades tem então sido nova para nós. Já vimos e gravámos cinco episódios: um sobre a Eletricidade, outro sobre como se abastecem as cidades de Comida, outro sobre a construção de Arranha-Céus como solução para a falta de espaço para construção nas cidades, outro sobre Sistemas de Transportes e o quinto sobre o Abastecimento de Água.

 

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De Janeiro a Julho de 2014 – parte III – New York

Caderno Verde
De Janeiro a Julho de 2014 – New York!

E a 20 de Maio, viagem para Nova York, via Madrid! Voltámos a 30 de Maio.
Não pararia se fosse contar aqui todos os pormenores e/ou mostrar todas as fotos que tirámos que foram mais de duas mil.
O que mais me impressionou foi, em vários momentos, perceber como o Alexandre se orientava tão bem e conhecia tão bem Nova York como se já lá estivesse estado várias vezes. Eu sei que ele “passa a vida” no Google Earth a escrutinar tudo, mas não imaginava como, ao ver-se fisicamente no local, isso o ajudaria a orientar-se tão bem e a conhecer praticamente tudo e onde se localizavam zonas da cidade, edifícios, etc., etc.

Logo em primeira instância, depois de uma longa viagem (ah! Foi a primeira vez que o Alexandre andou de avião,

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logo uma viagem de longo curso, com paragem em Madrid _ adorámos o aeroporto de Madrid, grande e bonito)

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(tivémos que andar e andar até outro terminal e apanhar um “comboiozinho” para chegar ainda a outro terminal, o das partidas para Nova York! O Alexandre adorou esta parte, como é óbvio…) IMG_0144 IMG_0147 IMG_0172

(aqui era ele a dizer que já está quase da minha altura    🙂                ) IMG_0175 IMG_0176

que nem correra assim tão bem, porque o Alexandre enjoou e esteve mal fisicamente grande parte da viagem, ao chegarmos exaustos perto da zona onde íamos ficar (cruzamento da 3ª Avenue com a 65ª Street)

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_ quando saímos do aeroporto

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apanhámos o Air Train

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e depois o metro_, foi ele quem reconheceu o prédio: “É este! É aqui que vamos ficar!” (isto depois de, mais ao longe, já nos andar a indicar o caminho para chegar ao prédio). Ele já o conhecia do Google Earth. Um prédio de 50 andares (ficámos no 28º, uma alegria para ele).

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(arredores da 65ª East Street):
 
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(um bus escolar, lá ao fundo…) IMG_0268
(montanhas de taxis amarelinhos…)  IMG_0344
(uma limousine estacionada lá à frente do “nosso” edifício)
 
E a vista lá do 28º andar:
 
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Uma das primeiras coisas que visitámos foi o One World Trade Center e o Memorial que fica no local das antigas Torres Gémeas. Foi aí também que a sua orientação me impressionou, pois havia uma placa que apontava “Memorial” para uma determinada rua (estávamos nós junto ao imponente edifício de 541 m de altura (tanto que nessa primeira vez em que lá estivémos _ depois fomos outras _ estava um pouco de nevoeiro e nem se conseguia vislumbrar o topo do edifício) e o Alexandre dizia que o Memorial era em frente e depois à esquerda, ao contrário da placa, que devia estar desalinhada ou algo assim, pois acabámos por segui-lo e ele tinha razão, démos logo com o local das antigas torres gémeas. E ele tentava desenhar com os pés, no chão, a localização dos vários edifícios para que nós percebêssemos como era a sua relação no espaço.

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(fomos de metro, eles gostavam muito de andar de metro e eu não, aquilo era uma confusão de linhas e também não devia nada à limpeza, o nosso de Lisboa é muito mais “arrumadinho”…)

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(uma menina a tocar violino no metro… com amplificador, ouvia-se bem alto, mas ela tocava muito bem)

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(ei-la, a one world trade center!) IMG_0550 IMG_0556 IMG_0559 IMG_0561 IMG_0562 IMG_0564 IMG_0566 IMG_0571 IMG_0572 IMG_0574 IMG_0588 IMG_0590 IMG_0592 IMG_0595(edifícios à volta…) IMG_0598

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(o Memorial):

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(os quadrados assinalam o local onde cada uma das torres se erigia _ agora é uma fonte. Os nomes escritos à volta são de todos quantos ali faleceram). IMG_0611

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Bom, fomos também até à Câmara Municipal

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e démos mais um passeiozinho pela Down Town, e fomos atravessar a ponte de Brooklyn, para lá de metro, para cá a pé (também conhecemos um pouco de Brooklyn (o Alexandre sabe, já de longa data, quais são todas as zonas que pertencem a Nova York, Manhattan, Brooklyn, Queens, Bronx, Staten Island).

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(cheia de cadeadozinhos com nomes das pessoas que visitam Nova York e passam a ponte a pé) IMG_2259 IMG_2263 IMG_2265 IMG_2266 IMG_2271

Comprámos passes que davam para o metro e para os autocarros e fizémos vários “reconhecimentos” à zona, pelas avenidas e ruas (tirámos muitas fotos aos edifícios, porque o Alexandre adora a arquitetura dos arranha-céus e também achávamos piada às barraquinhas ambulantes que vendiam umas quantas “iguarias” _ a maior parte nós não comíamos, que somos vegetarianos, mas também havia muitas barraquinhas a vender fruta pelas ruas todas)

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(a loja da Apple…) IMG_0353 IMG_0360

(um teleférico que vai de Manhattan a Roosevelt Island, uma linguazinha de terra que fica entre Manhattan e Queens) IMG_0372

(também achámos piada à sinalização, explicavam tudo, para além dos sinais habituais, vejam este sentido proibido):

DSC00662(e as ruas são todas sinalizadas assim_ os smáforos também são diferentes, um peaozinho para passar e uma mão para fazer os peões parar):

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(o Chrysler building que é muito giro à noite…) IMG_0428 IMG_0431

(a grand central station) IMG_0433 IMG_0445 IMG_0457 IMG_0652 IMG_0664 IMG_1867 IMG_1869 IMG_1873 IMG_1874 IMG_1885 IMG_1889 IMG_1890 IMG_1891 IMG_1903 IMG_1904 IMG_1947 IMG_2178IMG_2330IMG_2331IMG_2334IMG_2336IMG_2308

Num outro dia fomos visitar a Catedral de St Patrick, que estava em obras de recuperação

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(os órgãos da catedral (são dois) que, juntos, têm cerca de 10 000 mil tubos) DSC00378

e fomos ao Rockfeller Center.

DSC00552DSC00390DSC00391DSC00392DSC00393(e os estúdios da NBC lá ao lado)DSC00398DSC00397

(a lojinha dos estúdios da NBC)

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(La Maison Du Chocolat…)

 

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(desta vez andámos de autocarro)

Entrámos na loja da Lego (uau! Só legos e tanto Lego!).

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Fomos ainda ao Intrepid Sea, Air & Space Museum Complex, onde visitámos um antigo porta-aviões (com muitos aviões da altura das guerras mundiais),

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um submarino

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e, pasmámos, a Space Shuttle, ela própria!!!

DSC00494DSC00499DSC00501DSC00504DSC00508DSC00513(o módulo de aterragem lunar)

Passeámos na 5ª Avenue, vimos a grande loja de brinquedos a Fao Schwarz,

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IMG_1880(o piano de pés da Fao…)

a loja da Apple (já há uma foto acima), lojas de moda avant-garde,

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a Tiffany,

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o Central Park, que se avistava do “nosso” apartamento.

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Mais abaixo também tinha eu entrado na loja de chocolates da Lindt (só eu, o Alexandre não gosta de chocolates nem dos que não têm leite, que são os que já provou, pela alergia aos laticíneos_ por isso também não alinhava nas minhas idas e do pai aos pequenos almoços e à Magnólia Bakerie, que ficava nos armazéns Bloomingdale, perto de onde “morámos”, para provar uns bolos enormes, “tamanho americano”)

DSC00556(a Lindt, cheia de chocolates)

 

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DSC00353DSC00356(chocolate quente, nos tais pequenos almoços _ vinha assim em tigelas, tal como o café…)

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(os Bloomingdale’s só me fazem lembrar do filme “Splash, a sereia”, com o Tom Hanks…)

DSC00262(outro “local gastronómico” típico, os Diner):

DSC00611(por incrível que me parecesse, vi muito poucos MacDonalds, mas por outro lado, havia Starbucks e Dunkin’Donuts a cada esquina…)

 

e na loja dos M&M’s que a mana Catarina tinha dito ser imperativo lá ir comprar-lhe M&M’s com recheio de manteiga de amendoim.

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(vários andares só com M&M’s de todos os recheios e cores…)

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Também andámos pela Times Square que tem muito movimento…

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Subimos ao Empire State Building! E tirámos lindas fotos lá de cima.

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(muita gente para subir…)

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(subimos num elevador até ao octagésimo andar e noutro a seguir até ao octagésimo sexto…)

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(exposição de fotos das várias fases de construção do edifício que o Alexandre apreciou com muito cuidado)

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(de lá do 86º piso, lá ao fundinho a one world trade center…)

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(as réplicas, de todos os materiais e feitios…)

O Alexandre quiz andar nos comboios americanos de modo que num dos dias fomos até Filadélfia de comboio.

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Apanhámo-lo na Pennsylvânia Station (estação que voltámos depois a visitar, porque ele gostou muito dela. Ao contrário, ficara desiludido com a Grande Central Station, tão famosa, mas onde hoje em dia só circula o metro, não há circulação de comboios).

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A estação de Filadélfia também é muito bonita e imponente.

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Esse foi outro dos dias em que me surpreendi, pois ao chegarmos à estação de Filadélfia o Alexandre mostrou-nos, perto, um imponente edifício com uma forma interessante e que, sendo todo espelhado por fora reflectia o céu e parecia um “edifício transparente” que ele nos disse ser da autoria do arquitecto César Pelli, também autor das Torres Petronas na Malásia. Fiquei deveras impressionada, pois nunca sei o quanto ele sabe sobre edifícios e construções (nem imaginava que ele saberia o nome deste arquitecto argentino)_ aqui mais imagens deste philadelphia’s cira centre.

DSC00653(reparem bem, é aquela forma “que torna um pedaço de céu ligeiramente mais escurinho”, atrás da estação… é impressionante o efeito, não é?)

Também conhecia o centro de Filadélfia, onde estão os edifícios altos, “como a palma das suas mãos”. E quando eu me mostrei surpreendida ele disse-me: “E se formos a San Francisco, mostro-te tudo em San Francisco, e se formos a Las Vegas também e a Londres também, e a Sidney e a Hong Kong e a Tóquio…” Pronto, o.k., acredito, acredito.

DSC00644DSC00656DSC00658DSC00660DSC00661DSC00664(este é o edifício mais alto de Filadélfia, também todo espelhado _ e era este que ele queria mesmo conhecer “ao vivo”, porque já o conhecia do Google Earth)

DSC00673(e este o mais sui-generis…parece feito em osso ou em marfim!)

DSC00678(a câmara… city hall!)

Achei muito engraçados os revisores dos comboios americanos, pois falam tal qual o Tom Hanks no filme “The Polar Express”, só lhes faltou dizer “All a bord!” e picam os bilhetes com uma velocidade e a formar desenhos, tal qual como o Tom Hanks no filme formava palavras com os furinhos… bem engraçado. E também achei piada aos camiões que têm uma “cara” diferente dos de cá, parecem-se, na forma, com o Mac do filme “Carros”, são giros!

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Num outro dia fomos visitar a Estátua da Liberdade e a Ellis Island (que me impressionou um pouco por ser um local onde os emigrantes ficavam “de quarentena” até terem autorização para entrar em Manhattan). O Alexandre adorou atravessar de ferry e ver a vista sobre Manhattan que se tem do rio, de facto é uma linda vista e onde se consegue obter uma skyline dos edifícios fabulosa (o Alexandre também costuma pesquisar quais as mais bonitas “Skyline” das cidades do mundo e a de Manhattan está de entre uma das mais belas _ vejam, por exemplo, este Top 15).

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(um esquilinho no jardim perto de onde chegámos no ferry)

Houve locais que visitámos sem ele, quando ele já estava muito cansado, ora eu, ora o pai, ficávamos com ele enquanto o outro ia visitar mais qualquer coisa. Eu fui sozinha à New York Public Library e ao Guggenheim, por exemplo (que adorei!)

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e o pai foi dar um passeio de autocarro até à parte Norte de Manhattan e noutro dia a Wall Street e à China Town.

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(Chinatown…) IMG_2312 IMG_2313

E bom, foram dias muito bons e muito preenchidos e de muita aprendizagem. Interagimos também com vários habitantes locais, o que é também muito interessante. E lá voltámos a 30 de Maio (para cá a viagem foi melhor para o Alexandre pois saímos de Nova York de noite e ele fez quase toda a viagem a dormir, já não enjoou tanto).

DSC00791DSC00792(fotos tiradas do Air Train para o aeroporto, à volta)

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Depois foi contar tudo às manas e ao Bato, foram relatórios impressionantes e que nunca mais acabavam.

 

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De Janeiro a Julho de 2014 – parte II

Caderno Verde

Castelo, ginástica, culinária, preparação da viagem, desenhos, praia, projeto sobre o crescimento populacional…

Fomos algumas vezes andar de comboio até à estação do Oriente em Lisboa ou até Setúbal. E em Abril fomos também até Castelo Branco (terra da avó, eu e o Alexandre fomos e voltámos de comboio, enquanto o pai, a avó e o primo foram de carro _ é que o Alexandre enjoa imenso a andar de carro e assim juntamos o agradável da viagem pelas suas vistas maravilhosas e temos viajado assim), passar as férias da Páscoa com o primo e visitámos o castelo de lá, que ainda não tínhamos visitado.

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(a avó babadinha com os seus netos…) DSC00031 DSC00033

(mapas, pois claro!) DSC00034 DSC00035 DSC00039

(já a caminho da terra da avó…) DSC00040

Este ano, o Alexandre tem brincado mais com esse seu primo (cerca de 4 anos mais velho que ele) e com o nosso vizinho, que é da sua idade (com esse tem brincado quase todos os dias e ele também tem ido connosco a alguns passeios e até jantar fora connosco, etc.).

E continua a gostar de uma boa “Caça ao tesouro”… Esta, ele e o nosso vizinho, prepararam-na para mim!       🙂

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A mana Catarina veio continuar a pintar o seu quadro (aqui há tempos coloquei aqui umas fotos do início da pintura…), é sempre “uma aula” observar alguém a pintar, como mistura as cores, etc., até porque ela pede-me sempre ajuda para alguns pormenores técnicos.

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Perto da nossa casa fizeram um parque novo com aparelhos de ginástica e ele tem ido algumas vezes fazer ginástica lá, ora comigo, ora com as irmãs e também com o tal nosso vizinho.

Continua a gostar de cozinhar e então continua a intervir em algumas refeições, ora comigo, ora com a irmã mais velha. E põe sempre a irmã a encarnar a personagem de “chenhoura cozinheira lá do Norte” e é uma animação pegada.

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(embrenhado na preparação dos filetes de tofú… a que ele chama, desde pequeno “tofú com casca”!) DSC00160 DSC00161

Entretanto eu fizera anos em Fevereiro, no dia dos namorados e eles (os meus três filhos) fizeram, em conjunto, um bolo para mim, os papéis de embrulho das prendas que me ofereceram (desenharam, pintaram) e uns cartõezinhos em forma de coração; também descobriram, no meio das nossas batatas, uma batata em forma de coração que nos fartámos de fotografar.

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Foi também em Fevereiro que começámos a preparar a nossa viagem a Nova York. Comprámos em Fevereiro os bilhetes para Maio, para nos ficarem mais baratos (a quase metade do preço), tratámos do seguro de viagem, dos passaportes e do cartão de cidadão do Alexandre que ainda o não tinha. Fizémos contas aos gastos (temos sorte, porque a estadia foi grátis, pois um amigo emprestou-nos o seu apartamento de lá, para lá ficarmos). Lemos os guias da cidade de Nova York que já tínhamos, démos um caderninho ao Alexandre para ele apontar tudo o que queria visitar em Nova York, o que queria levar para lá, o que queria trazer, as recordações que as irmãs e o companheiro da irmã mais velha queriam que ele lhes trouxesse. E o Alexandre fez as suas pesquisas no Google Earth, como sempre (“visita” sempre todo o Mundo, assim, por fotografia aérea e em 3D _ inclusivé, o nosso Google apresenta as fotos tiradas em vários anos consecutivos, de modo que ele vai observando a evolução da construção de determinados edifícios ou zonas das cidades ao longo de alguns anos. Fez isso, por exemplo, com o One World Trade Center (e muitos outros), mas este, acompanhou essa pesquisa com muitos documentários que foi vendo de toda a construção, bem como do Memorial do 11 de Setembro (ground zero)).

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O Alexandre continua a desenhar edifícios das mais variadas formas, em papel (e pintados a canetas de feltro ou a lápis de cor), no computador (em programas como o Lego Digital Design, construções no MineCraft e outros).

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Em Maio, começaram os dias mais quentes e fomos à praia

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e foi também o aniversário do pai, a 14 (outro bolo!).

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(tarte de frutas, porque o pai adora fruta e foi dia de um jogo importante de um campeonato_ o pai gosta de futebol_, daí as velinhas em formato de bola de futebol) DSC00157

Pouco antes do dia da viagem, fomos ao banco comprar dólares americanos e o Alexandre esteve a “relacionar-se” com as verdinhas e a ver como eram e como poderia dar os trocos em dólares e cêntimos.

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Também já conhecia de cor e salteado o mapa da cidade e o mapa das muitas linhas de metro da cidade (céus (!), para mim aquilo é uma confusão).

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E também praticou várias frases em Inglês.

Ainda antes da viagem, um dia cheguei a casa e ele estava de volta dos mapas do Mundo e da Europa que temos e também na internet a fazer contas ao acréscimo e/ou diminuição da população dos vários países. Um pequeno projecto/trabalho. Isto porque tinha dado no noticiário (e tínhamos comentado em conjunto, uns dias antes) sobre a população de Portugal ter vindo a diminuir e a projecção era que, em 2020 (ou 2030? Já não me recordo bem…), na melhor das hipóteses, teremos passado dos nossos 10 milhões de habitantes para 8 milhões (e na pior das hipóteses para 6 milhões). O facto preocupou-o, mas então lembrou-se que tinha reparado no outro dia, nestas suas contas à população mundial que já tinha feito de outras vezes, que nalguns países a população aumentara, no lugar de diminuir. Então o tal trabalho aturado que se propusera fazer foi, pais a país, com referência aos dados que tinha no nosso mapa do mundo que se referem ao ano de 2012, calcular o aumento ou a diminuição no ano de 2013 (de acordo com os dados que pesquisara na internet para 2013); assim concluíu que, apesar de em vários países a população ter diminuído, no geral, a população mundial aumentou para o que contribuíram países como a China, por exemplo.

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(continua…)

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Os Documentários do Momento

Caderno Verde

Os Documentários do Momento

O Alexandre desde pequenininho que vê documentários com o mesmo interesse (e às vezes mais) com que vê desenhos animados.

Em pequenininho fascinavam-o os das construções de túneis, pontes e torres. Depois foi variando de temas, alguns ainda ligados às construções e outros aos fenómenos terrestres e celestes, ao funcionamento do corpo humano, aos meios de transporte, às viagens e às grandes cidades de todo o Mundo, coisas sobretudo ligadas às ciências e tecnologia e, ainda, à História.

Vou recordar aqui um episódio que contei num post que já publiquei há anos, “Episódio na Bertrand“, que ilustra bem o interesse dele nestas áreas e que acabei de referenciar acima.

Sim, ele estava de volta de um livro de autocad e dizia que ele o ia ensinar a construir túneis, a menina da livraria estava vidrada na sua conversa que derivou para “um dia vou construir uma linha (ferroviária) tão grande, por todo este país…”

Então, os documentários do momento, que temos andado a ver e a rever e a rever, ao longo destes últimos dois meses:

O Poder da Terra, do canal Odisseia, Episódio 3_Gelo (59 min), que explica a força e erosão pelo gelo, como tem ora aumentado, ora diminuído, estudos, expedições…

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DSC09207Desmontando a Cidade, do Discovery, Episódio 5_Londres (de 1h e 2min) _ contam que Londres é a cidade com mais infraestruturas subterrâneas que qualquer outra cidade do Mundo e com a mais vasta rede de túneis…

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DSC09213O Poder da Terra, agora o Episódio 4_Oceanos (58 min). Foi muito engraçado sabermos que o estreito de Gilbraltar e a existência do Mar Mediterrâneo, ao longo dos vários milénios, têm aparecido e desaparecido.

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DSC09259O Mundo Sobre Carris, do Odisseia, Episódio 4_Portugal, ferrovia do destino (60 min)_ “Emmanuelle é uma jovem exploradora com uma única paixão: viajar à volta do mundo de comboio. A maioria das suas viagens reside em conhecer centenas de pessoas diferentes, que habitam partes remotas do planeta.” E eis que neste episódio, em Portugal, percorre o país de Norte a Sul, no Alfa e no Intercidades, parando no Norte, numa zona costeira e de pesca e visitando um pescador, em Fátima, em Lisboa, visitando um grupo de jovens que voluntariamente dedicam as suas artes ajudando pessoas, e no Algarve, visitando um músico que recolhe músicas e cantares (e lenga-lengas) tradicionais e lhes confere arranjos interessantes.

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DSC09293Desmontando a Cidade, agora o episódio 3_Sidney (57 min), que ressalta o enorme e bem largo porto de Sidney, quase o único do mundo a comportar a atracagem de grandes navios como o Queen Mary e muito da geologia da terra.

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DSC09335(a ópera de Sidney)

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E também temos visto e revisto o episódio 2_S.Francisco (57 min) do Desmontando a Cidade (fala muito sobre os sismos e as obras de engenharia calculadas e construídas para lhes sobreviver),

e o episódio 6_Roma antiga (47 min) do mesmo programa.

Ainda o Poder da Terra, episódio 5_Terra Rara (58 min),

Como Fazem isso?, do Discovery, um episódio sobre a produção dos Legos e um outro sobre sabermos como a cidade de Las Vegas recebe os dois biliões de litros de água diários que precisa e ainda como se constrói um écran de televisão do tamanho de 3 campos de ténis.

Vimos também um episódio do programa Maquinaria da Terra:Terra sobre o interior da terra, magma, vulcões, placas tectónicas e sismos, novamente e como tudo isso funciona. Também fala sobre os dinossauros.

Já gravados, e a aguardar que os desbravemos estão os programas: Os Pirinéus Selvagens, O Império Solar_o aspecto enevoado do planeta Vénus, Se não existisse a Lua, Ciência Curiosa: Frio, Os Profetas da ficção científica_Guerra das Estrelas, O Segredo das Coisas_como são feitas as Locomotivas, Máquinas Gigantes_construção de um paquete de luxo e de uma ilha artificial na Alemanha, Titãs Mecânicos_ cinco mega-fábricas, incluindo o edifício de produção de veículos da Nasa e a maior fábrica de processamento de comida da Europa, A História do Mundo_a Era Industrial e Maravilhas da Ásia_ Japão: aposta na sua capacidade de se tornar uma das maiores potencias mundiais no sector aeroespacial.

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Diversidade de materiais e o “Catan Português”

Viva, bom dia!

Hoje umas fotos dos muitos materiais que pululam pela casa. Certo que aprendemos com tudo o que vemos, percebemos, manuseamos à nossa volta. Com as muitas matérias e recursos naturais, quando passeamos no meio da Natureza comos vários posts aqui no blog o documentam, mas também com mais matérias e recursos fabricados, lá fora, nas aldeias e cidades e dentro de casa, com tudo o que nos serve aos afazeres diários. E também outros materiais rotulados de educativos como livros e mapas e materiais para desenhar e pintar, que nós usamos como recursos para mais informação e como meios de expressão.

Já disse aqui várias vezes que a nossa sala comum é uma sala multi-usos, onde se: come, dança, dorme, vê televisão, ouve música, trabalha, joga, está uns com os outros, fala, ri, conversa, passa horas ao computador, abraça, beija, lê, faz ginástica, yôga, tai chi, monta tendas e igloos, fazem bolas de sabão, pinta, desenha, observa (tudo, inclusive mapas e estrelas), constrói, realiza experiências científicas e não só, representa, canta, fotografa, filma e sei lá que mais. E não só a nossa sala, também a cozinha, os quartos, as casas-de-banho, o corredor e a varanda são palco de quase todas as atividades atrás mencionadas.

Por todos os cantos há disto:

Mesas com livros e mapas,

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desenhos (este de um mapa de Portugal indicativo dos seus distritos e respetivas capitais de distrito, as maiores e mais escuras significa serem as com maior densidade populacional),

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material para desenhar e para filmar,

DSC08870filmes, jogos, fita-cola, peças de construção da Lego, recipiente com líquido para fazer bolas de sabão,

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kits de ciência, mais filmes e mais jogos,

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canetas de feltro,

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e mais canetas e lápis e tintas acrílicas,

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puzzles,

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documentários e ciência,

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caixas de creme vazias que servem para guardar muitas coisas, uma delas agora ficou destinada à colecção de pins dos comboios da CP (estava a escolher qual a mais adequada),

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guias turísticos e sudoku,

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barro e tintas, mais jogos,

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raquetes e bolas, o último puzzle que lhe ofereceram (ao Alexandre) no seu aniversário (vê-se melhor na foto abaixo),

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um tubo-túnel (e a proliferação de formas geométricas em todo o lado),

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incríveis quantidades de peças de Lego que até formam padrões divertidos,

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muitas caixas que as contêm,

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e que nos inspiram à fotografia dos elementos repetidos que formam padrões (as gelatinas vegetais que o Alexandre pediu à mana Catarina para fazerem,

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e os “conjuntos” de vários tipos de fruta).

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Tudo isto e muito mais nos estimulam todos os sentidos. E quando adormecemos ou nos sentamos pacificamente e em silêncio “desligando” os cinco sentidos, entramos noutros reinos que nos trazem mais percepções ainda.

Beijinhos e bela diversidade divertida para todos!

Isabel

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Caderno Verde

O “Catan Português” – Actividades da 2ª quinzena de Julho, III

Neste outro post mostrei-vos o começo da execução deste novo tabuleiro de jogo idealizado pelo Alexandre (com inspiração no jogo que as manas e o Bato lhe ofereceram no seu aniversário, o Catan) e confeccionado pelos dois (Alexandre e Catarina_ também ajudei  a acabar de pintar com a aguarela verde):

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Como expliquei no outro post que indiquei acima, este tabuleiro dobra-se tal qual um dos mapas que andam no nosso carro, “em harmónio”, embora seja de grandes dimensões (é constituído por 12 folhas A3, minuciosamente “fita-coladas” entre si):

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E aqui a preparação para começarem a jogar, dispondo as peças intervenientes no jogo (a maioria, peças aproveitadas de outros jogos):

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Antes disso o Alexandre ditou-me as regras do jogo (eram muitas, escrevi um grande lençol)

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e cortou e escreveu em outros elementos do jogo identificadores de cada jogador:

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Finalmente, jogar o “Catan Português”! Já não participei no jogo, pois após escrever tanta regra tive que ir preparar o lanche. Jogaram ele, o pai, a mana Catarina e uma das manas do Bato que tinha passado a noite cá em casa (e já tínhamos estado a fazer exercícios de tai-chi, com ela, também nesta nossa “sala multi-usos”; ela nunca tinha experimentado antes e gostou muito e disse “Nunca pensei que ia transpirar a fazer tai-chi, parece tão lentinho…”).

😉

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Um jogo demorado, mas muito interessante!

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Aventura no Pavilhão do Conhecimento e outra, inesperada

Caderno Verde

Aventura no Pavilhão do Conhecimento e outra, inesperada (ida, sem querer, à Estação de Santa Apolónia)

_ Actividades na 2ª quinzena de Julho, II

No dia 25 de Julho foi dia de aniversário do Pavilhão do Conhecimento. Fez 14 anos.  E a Celina e o Alexandre aproveitaram para passar lá a tarde, já que no dia do seu aniversário a entrada no Pavilhão é grátis.

Foi para aí a 4ª ou 5ª vez , na sua década de vida, que o Alexandre foi ao Pavilhão do Conhecimento. Gosta sempre muito, de ano para ano há sempre algo novo no Pavilhão. De todas as vezes tem ido com a mana Celina (que também gosta muito de lá ir) e foi uma vez com o Bato. Este ano, para além das diversas experiências e demonstrações estava patente uma exposição sobre os Dinossauros.

A viagem para lá foi de comboio, claro está.

E aqui a reportagem fotográfica da sua autoria, pois como não estive presente, não sei relatar pormenores (eles também filmaram uns mini-vídeos, que não consegui carregar para o blog):

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(a viagem até ao Pavilhão do Conhecimento)

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(fizeram um mini-vídeo dele a tocar)

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DSCF8171(e também um dos dinossauros a abanar a cabeça, a exposição era bem “animada”)

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(muitos fenómenos físicos)

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(esta ilusão de óptica é gira… um bocadinho macabra, talvez!)

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(a escutar o som)

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Entretanto, na altura de voltarem, estavam no Oriente, enganaram -se e apanharam o comboio no sentido contrário, para a estação de Santa Apolónia. O Alexandre vibrou com o engano, pois embora já estivesse lá estado em mais pequeno, é mais usual virmos até à Estação do Oriente e já há uns meses que andava a dizer que queria ir ver a Estação de Santa Apolónia. Foi a tal aventura inesperada (e que aventura, só falava nela quando voltou para casa e mostrava os dois pins com as locomotivas da CP que tinha comprado _ de uma colecção de muitos que ainda quer vir a ter_ lá numa loja de apoio da CP!). Depois mostro-vos os pins num próximo post.

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Um belo dia em cheio!

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No rescaldo do passeio a Viana…

Caderno Verde

No rescaldo do passeio a Viana…

Mais Xadrez, Conduzir Comboios, Construir a Estação do Oriente, Mapa da Península Ibérica e mais História das Civilizações através do livro divertido com o Phineas e o Ferb.

Depois de chegarmos do passeio e do Alexandre ter feito o relato pormenorizado de tudo o que tinha “arrumado no seu cérebro” (como me dizia à volta, ver na parte final do último post), durante os seguintes dias “prolongámos” algumas atividades (ou melhor, surgiram mais atividades inspiradas nesses 4 dias) e realizámos outra que estava prevista e não tinha sido feita (a leitura do livro “Phineas e Ferb, A Velha História de Sempre”), a seu pedido.

Como já vos tinha dito e mostrado, começámos a utilizar outras peças de xadrez (o Alexandre tinha gostado muito do tabuleiro da nossa amiga com as peças chinesas):

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DSC08294(estas peças e o respetivo tabuleiro são em vidro)

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Pediu ao pai para lhe fazer um upgrade no seu simulador de condução de comboios…

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… e lá esteve mais umas horas a conduzi-los:

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