Arquivo para Desenhar/Pintar

Filmagens, Eletroestática, Modelismo, Navios e…

Vivam, bom dia!

Ultimamente não tenho registado por aqui as nossas atividades em unschooling que nunca páram nem tiram férias… No entanto, este blog às vezes “entra de férias”, confesso que por uma certa preguiça minha de retomar a escrita, depois de alguns intervalos por muito trabalho noutras áreas.

De modo que há muito, em atraso, para vos contar e, como sempre, vou ver se nos próximos tempos recupero.

Aqui ficam uns apontamentos (pois, atrasados, mas “sempre a tempo” ou, se quisermos, “nunca será tarde…”) no Caderno Verde (Nota: de vez em quando vou esclarecendo que o nome “Caderno Verde” se deve a, inicialmente e durante bastante tempo, verde ter sido a cor preferida do Alexandre; entretanto as suas preferências mudaram, mas o nome tem continuado).

Beijos para todos, neste “novo” 2014!

Isabel

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Caderno Verde

Filmagens, Eletroestática, Modelismo, Navios e…

Conforme aflorei no último post, “Pré-Natal”, tal como tem vindo sido prática todos os anos, “os manos” preparam algo que apresentam à restante família presente, uma espécie de espectáculo que filmam e que ora engloba teatro, música, poesia, etc., etc. Este ano, “como novidade”, a avó materna ofereceu a toda a família um dos seus poemas, que faz com frequência, alusivo à época e eles leram-no para todos, nesta noite em família. E como ligaram a câmara à televisão a filmagem aparecia em tempo real no écran, para a seguirmos em simultâneo.

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Alguns dos presentes oferecidos nesta época dão sempre azo a atividades várias, como este, que prometia levitarmos objectos através da electricidade estática (os kits da Science 4 you) trazem sempre folhetos explicativos e informativos dos vários conteúdos científicos que aborda, autênticas aulas a acompanhar o desenvolvimento das experiências):

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E este ano “estreámo-nos” no modelismo, também a través de um dos presentes de Natal. O Alexandre já tinha tido algum contacto com o modelismo através de uns aviões de um dos seus tios, já montados. Agora iniciou-se a montar ele este modelo do Titanic e o contacto inicial com esta actividade que requer muito perfeccionismo, dedicação e paciência, deu-se logo na ida à loja onde o comprámos.

Passando a publicidade (porque vale a pena desenvolver o tema), a loja chama-se “Hobbykit” e o seu proprietário que esclarece todas as dúvidas e é um grande aficcionado do modelismo para além de nos mostrar toda a loja e todos os comboios e de nos contar da cidade incrível que tem montada e a funcionar em sua casa (pasmem que até tem sistema de esgotos a funcionar e quando algo falha existem alarmes que põem os bombeiros ou polícias  ou os técnicos respectivos em acção), mostrou-nos um filme ao qual podemos aceder no youtube, sobre a maior “cidade” em modelismo do mundo que está patente em exposição permanente em Hamburgo. Aqui, a “Wunderland” (cliquem “no play” para ver o vídeo, vale mesmo a pena).

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DSC09846O nosso vizinho G., que tem a idade do Alexandre e que desde o “ano passado” tem vindo com mais frequência participar das nossas atividades e brincar (aparece praticamente todos os dias), também anda entusiasmado com a construção do modelo.

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Entretanto tudo isto deu azo a novos desenhos (um grande navio a atracar em mais de meia costa de Portugal… o rapaz é de tamanhos grandes!…

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… e uma grande pormenorização de um Titanic)

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Depois, durante uns tempos o seu quarto foi um estaleiro naval onde andou a construir barcos (um ferry para transportar carros e outro só de passageiros) e o cais de Tróia que depois deslocou cuidadosamente até à sala para uma grande brincadeira e encenação com o seu amigo Bato.

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Também por essa altura vimos dois documentários no Odisseia sobre a construção do maior navio de cargas do Mundo (construído num porto da Coreia do Sul), repetidas vezes, como sempre, até fixar bem todos os pormenores. Eu, pessoalmente, achei piada à quantidade (em kilómetros) astronómica de cabos de electricidade necessária para alimentar o navio (equivalente à utilizada para alimentar uma das maiores cidades dos EUA). O Alexandre interessou-se também por esse detalhe e muitos outros.

Desenvolvimentos mais recentes da construção do modelo do Titanic (volta e meia, quando surgem dúvidas na montagem, lá vamos à loja perguntar ao senhor, que é expert no assunto, sobre o que fazer, como proceder, que tintas utilizar…)

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Actividades, saídas e materiais

Caderno Verde

Actividades, saídas e materiais

Uma salganhada, portanto. Mas é assim que as coisas acontecem e se entrelaçam…

:)

1 – Um recente projecto de uma fábrica e o Alexandre a explicar à mana Catarina e ao Bato todo o processo de produção, funcionamento, recursos e materiais, produto final, etc., etc.

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2 – Outro projecto, de edifícios, com linhas a definir níveis e tudo…

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DSC09384 3 – Numa ida ao Staples-Office Center para comprar material (dossiers, canetas), aproveitaram (o Alexandre e as suas manas) para observar as descargas dos camiões,

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analisar as infraestruturas envolventes (leram nas tampas das caixas de visita a que tipo de infraestrutura pertenciam, electricidade, águas residuais domésticas, águas pluviais…).

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4 – Dias depois dessa ida ao Staples, voltámos lá com o pai, pois o Alexandre tinha visto um Mapa de Portugal em relevo, que muito o entusiasmou. Na altura só o apreciou e só em casa confessou que gostaria muito de o ter em casa, para melhor explorar a orografia do nosso país. Lá fomos nós avaliar o recurso e acabámos por comprar o mapa lá para casa (connosco foi, na altura, o nosso vizinho G., da mesma idade do Alexandre, que também se interessa por Geografia).

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(cá em baixo o Pico, o mais alto!)

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5 – Montagem da grua metálica da Science 4 U, com a mana Celina…

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6 – Uma nova bola, de muita precisão e destreza, para que consigamos ultrapassar todos os níveis de dificuldade (do 1 ao 100), encaminhando uma bolinha metálica por todo este labiríntico desafio…

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7 – Uma viagem de comboio e metro até ao aeroporto (de Lisboa), com o pai. Não deu bem para ver os aviões, mas deu para explorar bastante do aeroporto, verificar quantos terminais de check in existem, destinos, partidas e chegadas e ver um mapa mundo gigante!!!

:D

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Seguir interesses implica também anteciparmo-nos

Vivam, bom dia!

Quando falamos em unschooling, aprendizagem natural, aprendizagem autónoma, seguindo os interesses da criança, etc., etc., às vezes há pessoas que pensam que significa que os pais nada fazem e deixam as crianças a aprender por conta própria. Já coloquei aqui no blog alguns posts a “retificar” essa ideia completamente falsa, pois para mim, não há maior envolvimento, atenção, disponibilidade por parte dos pais que o requerido pelo unschooling; muitas atividades surgem espontaneamente e muitas outras acontecem devido a uma antecipação: os pais a dada altura conhecem tão bem os seus filhos, gostos, o que os atrai de tantas experiências e atividades que praticam juntos que, quando vêem algo, estabelecem logo ligações a outras coisas, situações, etc., que estão mesmo a ver que vão complementar as atividades que decorrem. Às vezes não da forma que se pensa, já me aconteceu, mas o interessante é ficar “tudo em aberto” e deixar fluir.

É o que está por base de várias coisas que trago para o meu filho experimentar, como aconteceu com o cubo de Rubik, mais conhecido pelo “cubo mágico”. Já tinha andado um cá por casa, que era da nossa vizinha, quando o Alexandre era mais pequeno. Como o cubo de Rubik foi pensado pelo próprio para que os seus alunos (já crescidos) desenvolvessem a “visão/pensamento tridimensional” e como o meu pequeno sempre gostou de “trabalhar em três dimensões” e daí é que passou para as duas (desenhos, projectos, mapas, projecções) com maior facilidade, um destes dias realizei que será bom que haja um cubo mágico cá por casa (primeiro encontrei um mais pequenino e depois comprei o maior). O Alexandre achou-lhe piada e entretanto até andámos no youtube a ver os algoritmos mais avançados para a resolução do cubo, onde também explicam a organização das peças e assim chegar-se logo a visualizar quais as peças que pertencem a determinada posição.

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Outra coisa que me ocorreu foi ir ao site da CP (por todas as razões óbvias para quem acompanha o nosso percurso em unschooling) ver se havia algum mapa com os percursos dos vários tipos de Comboios de Portugal. Isto a propósito de uma conversa que o Alexandre tinha tido com o pai onde afirmava que determinada estação era uma “estação terminal” e onde “discutiram” os percursos percorridos pelos comboios Alfa e pelos Intercidades, bem como em quais estações paravam uns e outros. Nós costumamos ter essa noção quando consultamos os horários de alguns comboios e o Alexandre passa horas a percorrer as linhas de comboio no Google Earth,  mas isto assim visualizado, sistematizado e estendido a todos os de Portugal seria diferente.

Ora que no site da CP existe mesmo um mapa com os percursos tal como eu imaginava, imprimi um e quando o Alexandre o viu, adorou! Procedeu logo a uma consulta exaustiva, detectando as semelhanças e as diferenças entre Alfas, Intercidades, Interregionais e Regionais e Urbanos, observando a legenda_ a maioria dos percursos já ele conhecia, mas complementou a sua visão global com vários detalhes dos quais ainda não estava a par.

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Aqui, mostrei-lhe no computador onde tinha eu ido buscar tal mapa:

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O próprio…

E, claro, após uma hora e tal de aprofundamento do assunto, lá vem a inovação: sobre o mapa desenhou outros percursos que para ele são óbvios que venham a existir, para complementar esta rede ferroviária portuguesa.

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Em 2103 a CP terá mais estas linhas:

:D

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Isto fez-me lembrar um episódio que aconteceu há anos atrás e que contei quase logo no início deste blog, “Episódio na Bertrand“, em que o Alexandre, já no final da conversa, dizia à menina da livraria que um dia ia construir uma linha de comboio que iria percorrer todo este Portugal e vinha dali e por aqui e chegava até às traseiras daquele Centro Comercial onde nos encontrávamos na altura (isto com 4 anitos…).

;)

Esta actividade desencadeou o interesse por rever o filme “O Imparável” e foi o que seguidamente fizémos.

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Depois do filme, quiz voltar a ler o seu livro (que já tem desde os 4 ou 5 anos, embora seja um “livro para crescidos”) “100 Comboios de Sempre”. Já lemos algumas partes deste livro em várias ocasiões, mas nunca o tínhamos lido todo de seguida. Desta vez, começámos numa ponta e acabámos noutra (foi o treino que adquirimos ao ler os 4 livros da História de Portugal de uma ponta à outra), o que nos levou algumas tardes, pois o texto é denso e algo técnico, há que fazer umas pausas. Adorei sentir-lhe o interesse em toda a leitura e como aquela cabecinha vai decorando e associando pormenores (nomes, países, sequência no tempo).

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Num outro dia, mudámos de tema, quando o Alexandre pediu para alugar um filme que já tinha visto com a nossa vizinha há uns tempos, “As Fantásticas Aventuras de Tad“. Tem a ver com Arqueologia, Civilizações Antigas e artefactos misteriosos e o pai, no fim (nova antecipação), pensou em arranjar os filmes do Tintim, pois é capaz de haver também alguma adesão da parte do Alexandre, dados os temas.

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É muito engraçado para mim, ver como os temas se ligam e como Tudo vai decorrendo… e eu não estou presente mais de metade do tempo, não vejo as ligações que acontecem nas actividades que faz só com o pai ou com cada uma das irmãs e com o Bernardo (companheiro da irmã mais velha que também o acompanha desde que o Alexandre nasceu).

Um abraço e belos dias para todos!

Isabel

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Diversidade de materiais e o “Catan Português”

Viva, bom dia!

Hoje umas fotos dos muitos materiais que pululam pela casa. Certo que aprendemos com tudo o que vemos, percebemos, manuseamos à nossa volta. Com as muitas matérias e recursos naturais, quando passeamos no meio da Natureza comos vários posts aqui no blog o documentam, mas também com mais matérias e recursos fabricados, lá fora, nas aldeias e cidades e dentro de casa, com tudo o que nos serve aos afazeres diários. E também outros materiais rotulados de educativos como livros e mapas e materiais para desenhar e pintar, que nós usamos como recursos para mais informação e como meios de expressão.

Já disse aqui várias vezes que a nossa sala comum é uma sala multi-usos, onde se: come, dança, dorme, vê televisão, ouve música, trabalha, joga, está uns com os outros, fala, ri, conversa, passa horas ao computador, abraça, beija, lê, faz ginástica, yôga, tai chi, monta tendas e igloos, fazem bolas de sabão, pinta, desenha, observa (tudo, inclusive mapas e estrelas), constrói, realiza experiências científicas e não só, representa, canta, fotografa, filma e sei lá que mais. E não só a nossa sala, também a cozinha, os quartos, as casas-de-banho, o corredor e a varanda são palco de quase todas as atividades atrás mencionadas.

Por todos os cantos há disto:

Mesas com livros e mapas,

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desenhos (este de um mapa de Portugal indicativo dos seus distritos e respetivas capitais de distrito, as maiores e mais escuras significa serem as com maior densidade populacional),

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material para desenhar e para filmar,

DSC08870filmes, jogos, fita-cola, peças de construção da Lego, recipiente com líquido para fazer bolas de sabão,

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kits de ciência, mais filmes e mais jogos,

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canetas de feltro,

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e mais canetas e lápis e tintas acrílicas,

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puzzles,

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documentários e ciência,

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caixas de creme vazias que servem para guardar muitas coisas, uma delas agora ficou destinada à colecção de pins dos comboios da CP (estava a escolher qual a mais adequada),

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guias turísticos e sudoku,

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barro e tintas, mais jogos,

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raquetes e bolas, o último puzzle que lhe ofereceram (ao Alexandre) no seu aniversário (vê-se melhor na foto abaixo),

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um tubo-túnel (e a proliferação de formas geométricas em todo o lado),

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incríveis quantidades de peças de Lego que até formam padrões divertidos,

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muitas caixas que as contêm,

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e que nos inspiram à fotografia dos elementos repetidos que formam padrões (as gelatinas vegetais que o Alexandre pediu à mana Catarina para fazerem,

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e os “conjuntos” de vários tipos de fruta).

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Tudo isto e muito mais nos estimulam todos os sentidos. E quando adormecemos ou nos sentamos pacificamente e em silêncio “desligando” os cinco sentidos, entramos noutros reinos que nos trazem mais percepções ainda.

Beijinhos e bela diversidade divertida para todos!

Isabel

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Caderno Verde

O “Catan Português” – Actividades da 2ª quinzena de Julho, III

Neste outro post mostrei-vos o começo da execução deste novo tabuleiro de jogo idealizado pelo Alexandre (com inspiração no jogo que as manas e o Bato lhe ofereceram no seu aniversário, o Catan) e confeccionado pelos dois (Alexandre e Catarina_ também ajudei  a acabar de pintar com a aguarela verde):

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Como expliquei no outro post que indiquei acima, este tabuleiro dobra-se tal qual um dos mapas que andam no nosso carro, “em harmónio”, embora seja de grandes dimensões (é constituído por 12 folhas A3, minuciosamente “fita-coladas” entre si):

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E aqui a preparação para começarem a jogar, dispondo as peças intervenientes no jogo (a maioria, peças aproveitadas de outros jogos):

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Antes disso o Alexandre ditou-me as regras do jogo (eram muitas, escrevi um grande lençol)

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e cortou e escreveu em outros elementos do jogo identificadores de cada jogador:

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Finalmente, jogar o “Catan Português”! Já não participei no jogo, pois após escrever tanta regra tive que ir preparar o lanche. Jogaram ele, o pai, a mana Catarina e uma das manas do Bato que tinha passado a noite cá em casa (e já tínhamos estado a fazer exercícios de tai-chi, com ela, também nesta nossa “sala multi-usos”; ela nunca tinha experimentado antes e gostou muito e disse “Nunca pensei que ia transpirar a fazer tai-chi, parece tão lentinho…”).

;)

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Um jogo demorado, mas muito interessante!

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Actividades na 2ª quinzena de Julho, I

Caderno Verde

Actividades na 2ª quinzena de Julho, I

Passada a semana de aniversário e a festa continuam algumas atividades ultimamente bem habituais.

Novo mapa de Lisboa (cada vez mais aperfeiçoado). Temos as linhas de comboio a preto, o aeroporto, o Parque de Monsanto a verde, a azul as zonas da cidade onde existem os prédios mais altos de Lisboa, e as pontes a vermelho (linha mais fina).

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E aqui, Tróia, com o seu cais de atracagem de ferrys à esquerda e catamarans à direita.

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E aqui Lisboa e os seus concelhos (isto é, concelhos do distrito de Lisboa)

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Desde que vimos e re,re,re,re,revimos o documentário da construção dos diques da Holanda que o Alexandre se interessa pelos Países Baixos e disse que gostava de um dia visitá-los (sem ser através do Google Earth), bem como a sua capital, Amsterdão. E eis que andava eu em arrumações e encontrei no meio de uns papéis este mapa que me deram não há muito tempo, de Amsterdão, com algumas fotos da cidade. Pronto, mais um que ele começou a explorar e vem explorando ao longo dos dias.

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Entretanto o nosso vizinho G., da idade do Alexandre, tem continuado a aparecer mais vezes para brincarem, conversarem (conversam mesmo muito sobre os temas que gostam em comum) e realizarem espectáculos de ilusionismo.

Brincando com as pistas de comboio:

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Observando as instruções para logo construirmos um igloo:

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(e arranjaram esta solução para taparem a sua entrada ou o nosso gato Kiko entrava descaradamente e punha-se a arranhar o plástico podendo rompê-lo)

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O Alexandre gosta de se enfiar dentro do tubo e fazer de tubo-andante (sem se ver nada dele, só mesmo o tubo).

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Num outro dia ainda, o Alexandre e a mana Catarina começaram a desenvolver um novo projeto, a construção de um jogo com um “tabuleiro” gigante, este mapa de Portugal, executado por forma a dobrar-se e a desdobrar-se como os mapas das estradas habituais, que andam no nosso carro. O Alexandre desenhou o mapa e os dois começaram depois a pintá-lo com guaches e aguarelas.

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(a azul o Oceano Atlântico, o mar Mediterrâneo e os rios, a rosa Espanha e a preto as capitais de distrito, Lisboa e Porto as maiores.)

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(o chão ficou pintadinho, mas como é de mosaicos brancos e as tintas são de água, rapidamente tiramos as manchas)

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(e para termos a noção do tamanho, foram utilizadas 12 folhas A3 habilmente unidas entre si com fita-cola, que permite a dobragem em harmónio como a dos mapas habituais)

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Num próximo capítulo teremos a conclusão da execução deste tabuleiro de jogo que ficou para outro dia (deu trabalho!).

O Alexandre, o G. e eu temos jogado o jogo que as manas e o Bato ofereceram ao Alexandre pelo seu aniversário, o Catan (o tal de descobridores e construtores de caminhos e aldeias, a troco de algumas matérias primas, tais como madeira, lã de ovelhas, feno, tijolos e pedras).

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E aqui umas pouquitas fotos do 2º espectáculo de ilusionismo programado e apresentado pelo Alexandre e pelo G. (eu e o pai fomos os espectadores). O G. entrava pelo tubo e magicamente desaparecia.

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Depois o Alexandre dizia “acende” e a luz do candeeiro acendia e apagava-se “sozinha” e o mesmo acontecia com a música de um iPod ligado a uma coluna (de repente começava a música a tocar e logo depois deixava de se ouvir).

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No final, o G. voltou a aparecer dentro do tubo sem vermos como…

;)

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Antes do dia da conclusão do mapa-tabuleiro-de-jogo o Alexandre ainda continuou, sozinho, avançando com uns retoques envolvendo as capitais de distrito num rosa mais forte do que o que representa Espanha, desta vez pintando com caneta de feltro por serem superfícies bem menores (o que servirá depois a alguns propósitos do jogo que ele andava a inventar).

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Também foi com o Bato e mais três amigos pequenos ao cinema ver o “Turbo” e depois foram até a casa desses amigos jogar à bola num campo lá perto e brincar e jantar em casa deles. E voltaram de comboio!!! (O que faz sempre as delícias do Alexandre)

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Da semana anterior à estadia em Monte Gordo

Caderno Verde

Da semana anterior à estadia em Monte Gordo

Portanto, cerca de duas semanas antes do seu aniversário.

;)

Isto porque por vezes tenho que situar as atividades que vamos desenvolvendo. Esta foi uma semana simples igual a várias outras, onde se foram desenvolvendo mini-projetos já em curso ou fazendo variações de alguns outros.

Tais como:

- Acrescentar mais bairros à Mega Cidade no Minecraft (ver aqui), desta feita, o Bairro Americano.

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-Voltar a observar os mapas aéreos do mundo “à noite” para verificar as zonas dos vários continentes e mesmo dos muito países mais iluminadas e a seguir desenhar os mapas (desta vez de Portugal e da China) identificando as zonas mais “densamente” iluminadas.

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(o mapa da China foi contornado sobre a “nossa mesa de luz”, que são os vidros da janela da sala)

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(a seguir indicou a Espanha, envolvente)

;)

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- Avançar na implementação de mais países e conquistas no Jogo Civilization 4

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(na foto anterior eu tinha fotografado o mapa da China ao contrário, assim é que está com o Norte para cima…)

:)

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- Regar e observar as nossas plantas em flor,

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as nossas alfaces já a dar semente

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e os nossos coentros que têm aromatizado os nossos pratos, na altura, de um Verão ainda muito tímido.

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- E os mapas continuaram a desenvolver-se apresentando agora rotas marítimas.

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- Relaxámos ao som de uma musiquinha calma e olhando para paisagens exóticas e lindas (um canal específico na televisão só para este fim…)

:D

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- E agora o mapa da Turquia (porque um nosso vizinho esteve cá entretanto e já não sei porquê, falámos na Turquia_ já sei! Porque a Turquia tem uma parte europeia e outra asiática, tal como a Rússia)

(este ele desenhou “de cor”)

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- Brincar, jogar, conversar com o nosso vizinho G., que é da idade do Alexandre e, ultimamente, tem passado cá mais tempo (este vizinho também gosta de Geografia e História então, não só se entretêm com mapas e jogos, como passam tempo a conversar na varanda partilhando uma chaise longue ou a jogar o jogo das nuvens (quando as há) ou o dos prédios, como vão lá para fora jogar à bola (quando chega o pai ou está cá o Bato) ou fazem espectáculos de magia (e têm jeito os dois para o ilusionismo!) sendo nós os espectadores.

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(os botões foram abrindo…)

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-Mais um mapa com complexas indicações (desta vez o dos Estados Unidos)

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- E fizémos um Clafoutis de banana (com pepitas de chocolate e canela)

Antes de ir ao forno:

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Depois de sair do forno:

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- Desenho de um edifício muito alto ainda em construção e com um sistema de gruas até ao topo (as Torres Petronas da Malásia foram por ele também desenhadas ao lado como referência para termos um termo de comparação para a altura do edifício ainda em construção, portanto, no futuro, ficará mais alto ainda):

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12 de Julho de 2013: Uma Década

Parabéns, filhinho!

Quando o seu muito amigo Bernardo lhe telefonou no dia 12 (pois nesse dia ele não podia estar connosco) a dar-lhe os parabéns e lhe perguntou “Quantos anos fazes, mesmo?”, o Alexandre respondeu-lhe, alegremente: “UMA DÉCADA!”

Desde há anos que o aniversário do Alexandre tem sido uma festa maior que as dos casamentos das etnias ciganas, dizemos nós, pois seguramente duram mais de três dias. Começam a chegar os primos e os tios que ficam uns dias antes do dia 12, o dia 12 e, eventualmente mais os dias que medeiam até ao Domingo seguinte que é quando temos feito a festa de aniversário para os amigos. Então, para ele, o seu aniversário dura muitos dias. No dia 12 tenho metido sempre o dia de férias e fazemos um programa comemorativo do seu aniversário.

Bem, como uma década é uma década, aqui fica um pequeno resumo do que ficou por aqui registado e no blog Pés Na Relva quanto às festividades nos vários anos, desde a abertura dos blogs (até então, não tenho registos escritos).

Em 2009: Count Down Aniversário e Actividades e passeios com primos e amigos.

Em 2010: Mais Um Dia Belo e Festa.

Em 2011: Feliz Aniversário, filhote!, Novos Encontros e A Festa, como prometido!.

Em 2012: Socialização e Variações sobre um tema _ Cidades.

Este ano, embora também com comemorações de uma semana, o programa foi um tanto diferente, pois não passámos o dia do seu aniversário no distrito onde residimos (embora a festa depois, sim, tenha sido em nossa casa), como vamos ver agora, no Caderno Verde.

Beijinhos e belos aniversários para todos!

Isabel

x

Caderno Verde

Comemorações de uma Década de Vida

Este ano decidimos passar o aniversário do Alexandre “fora”, aproveitando uma semana de férias em Monte Gordo (Algarve).

Antes da viagem, o Alexandre e a mana Celina fizeram um sugeneris Tabuleiro de Xadrez com uma base em material de maquete e as peças em fimo representando edifícios vários (há, portanto, o edifício-rei, o edifício-rainha, os edifícios-bispos, os edifícios-torres, os edifícios-cavalos e os edifícios peões).

DSC08666Só acabaram o trabalho lá pelas duas da manhã já no dia que iríamos embora, pelo que as primeiras fotos que tirei ficaram bem escurinhas (já vos disse que o meu telemóvel não tem flash…)

DSC08667Em vez de preto e branco as cores deste Xadrez são o verde e o vermelho.

DSC08668Há por aqui uns edifícios que entortaram no forno, quais torres de Pisa.

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DSC08670Já em Monte Gordo, uma vista mais clara do tabuleiro (as peças foram dentro da caixa, para não se partirem no caminho).

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DSC08672Eu e o pai fomos de carro e a Celina e o Alexandre de comboio, juntando o útil ao agradável, pois para além do Alexandre adorar andar de comboio, enjoa no carro. Enviaram-me fotos por mms para o telemóvel durante a sua viagem: Intercidades Lisboa-Faro e Regional Faro-Monte Gordo (totalizando 4h e picos de viagem!)._ não consegui passá-las para aqui…

DSC08673Para além da praia (que estava ótima até às 9h da noite) e dos passeios noturnos (por volta da meia-noite, com muita gente na rua, comendo gelados e fazendo compras) há sempre atividades que se mantêm, estejamos em casa ou fora de casa, tais como esta: ver os seus documentários preferidos (neste primeiro dia foi o documentário da construção do aeroporto de Hong-Kong, gravado do programa “Mega.Construções” do “Discovery Channel”).

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DSC08681Ainda durante a viagem, a mana Celina e o Alexandre foram escrevendo no “Livro das Aventuras” a sua 14ª aventura conjunta destes últimos tempos (a própria viagem de Lisboa a Monte-Gordo).

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DSC08684O “Livro das Aventuras” (que já vai no 3º caderno):

DSC08685Outra das atividades que se mantém estejamos onde estivermos: o desenho de mapas. Desta feita, o de Nova Iorque (de notar que tivémos a notícia há uns dias atrás que temos apartamento garantido_ emprestado_ em Manhatan para o próximo ano, só temos portanto que arranjar dinheiro para as viagens, então o Alexandre já começou a programar a sua estadia de uma semana em Nova Iorque e quando passeávamos à noite em Monte Gordo, disse “Já me estou a imaginar nas ruas de Nova Iorque cheias de vida à noite!”. Vai também ser uma estreia para ele a viagem de avião).

;)

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DSC08691O afamado castelo que tem sempre uma ou outra variação (na decoração, sobretudo e nas infraestruturas envolventes)

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DSC08703O aspecto da praia às 9h da noite…

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DSC08711Os meus “romanos”

:D

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DSC08715Pai e filho a jogarem com as raquetes de praia, num outro dia.

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DSC08718Durante dois dias estivémos o Alexandre, a mana Celina, o pai e eu; depois na Segunda “acresecentou-se-nos” a mana Catarina que tinha ficado em Lisboa durante o fim-de-semana, em trabalho (fomos buscá-la a Albufeira de modo que fomos dar um passeio por lá, aproveitámos e passámos por Vila Moura para que a tia e o primo se juntassem a nós (o primo esteve lá a participar num torneio de ténis) e aproveitámos ainda para nos encontrarmos com mais três amigos que estavam por Albufeira e irmos jantar com eles).

Os primos

:)

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E os primos com os efeitos da mana Catarina:

:D

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Ainda fomos dar um passeio até Tavira (dois dias depois) para nos encontrarmos com mais amigos e jantarmos também juntos. Aí fomos muitos e vários de nós com crianças (totalizavam 7 crianças a contar com o Alexandre). Comemos, falámos, brincámos, jogámos…

Outra atividade das que já são habituais qualquer o local em que estejamos: Consulta de mapas! Para além dos do iPad, levámos para cima os mapas que temos no carro (um de Portugal e outro da Península Ibérica)…

O Alexandre vai conferindo cidades, os seus tamanhos, acessos, vias ferroviárias e coissas que tais.

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DSC08725Também já em Monte Gordo comprámos um baralho do UNO para jogarmos em família:

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DSC08729E uma outra aquisição, esta que oferecemos ao Alexandre no próprio dia 12, UM MAPA DAS ESTRADAS DA EUROPA! Ele adorou, ficou tempos à volta do mapa e nem queria que o retirássemos da mesa quando queríamos almoçar ou jantar…

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DSC08731Também explorámos o presente oferecido pela tia e pelo primo, um KIT SOBRE ENERGIA SOLAR para realizarmos “Experiências Solares”…

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DSC08736O próprio dia 12 foi, portanto, muito bem passado e “à sua maneira”, tendo começado logo no 1º minuto do dia, às 00h e 01 min, cantando os parabéns e soprando duas velas com o nº 10 sobre uma bela broa de mel (de cerca de 15 cm de diâmetro) rodeada por muitas gomas coloridas, das únicas que gosta e come (umas de ursinhos compradas no Celeiro e meio transparentes, que ele não gosta de umas outras parecidas mais baças), falando ao telefone com o seu maior amigo, o Bernardo (foi quando lhe respondeu que fazia UMA DÉCADA), mandando fotos ao Bernardo (via telemóvel) do bolo sugeneris que adorou, fazendo bolas de sabão na varanda,  jogando mais um joguinho de Uno e vendo um último documentário sobre a construção do túnel sob os Alpes uma última vez antes de ir para a caminha; e continuando, depois de acordar, com a exploração do mapa das estradas da Europa, do Kit sobre Energia Solar, um pouco de praia, mais um passeio pela vila e terminando com um jantar com a sua comida preferida (indiana), jogar à bola no átrio público, comer gelados (uns belos (e bons!) gelados italianos com sorvetes de fruta que não têm lacticínios na composição que o Alexandre podia comer à vontade…) e voltar para casa para ver um filme antes de voltar a dormir.

No dia seguinte voltávamos para Sintra e desta vez, veio com o pai de comboio e trouxe eu o carro e as manas (e o nosso gatinho Kiko que fora connosco).

Quando os levei ao apeadeiro de Monte Gordo para apanharem o regional para Faro, ainda deu para mais umas “pesquisas”: ver as salinas do outro lado da linha (as “Salinas De Castro Marim”),

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DSC08739ver uma vaquinha e um cavalo a pastar,

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DSC08741observar com detalhe todo o apeadeiro e a linha ferroviária,

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DSC08745e pormenores da linha, pois à pergunta “Porque é que há ali um buraco debaixo da linha?”, eu e o pai estivémos a explicar e a mostrar-lhe que se tratava de um atravessamento para as águas das chuvas escoarem do terreno onde estavam os animais a pastar para o outro lado da linha, até à zona dos campos com água…

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DSC08753Estivémos ainda a escutar os “seus futuros colegas de viagem” que falavam em francês, pois o Alexandre, embora ainda não tenha “estudado” francês já reconhece a língua e disse logo “Eles estão a falar francês.” Quando lhe perguntei, aqui há tempos, por causa de uma situação idêntica, como é que ele reconhecia que se tratava da língua francesa ele tinha-me respondido “Então (!) pelo som, pela pronúnicia, é igual à da M. quando ela fala francês”.

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O regional a aproximar-se:

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DSC08757E “Até logo, meus pequenos, boa viagem!”

;)

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No próximo Caderno Verde colocarei as fotos do bolo de aniversário da festa para os amigos deste ano e mais umas atividades resultantes dos novos presentes de aniversário que lhe ofereceram nesse dia.

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Jogos “de Mão e de Tabuleiro”

Caderno Verde

Jogos “de Mão e de Tabuleiro”

Aqui por estas bandas os jogos de computador e consolas, embora existentes e também jogados (sem os restringirmos) não destronaram os Jogos “de Mão e de Tabuleiro”, que também são importantes no desenvolvimento de várias capacidades e têm tido o seu lugar. No início (lá pelos 6/7 anos é que o Alexandre lhes começou a prestar mais atenção) estes jogos de mão e de tabuleiro, “estavam mais activos” nos meses de Verão, mas agora não têm tido uma época do ano mais apropriada e tem havido jogos durante todo o ano.

Começou por este Sudoku, foi dos primeiros que comprámos, pois ele já jogava com a irmã mais velha em livrinhos.

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Em vez de palavras cruzadas, que ainda não eram apropriadas para a sua idade e entendimento, passou às “Sopas de Letras” que jogou uma vez num livrinho e depois fiz umas especialmente para ele, no computador e imprimi.

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Entretanto alguém lhe ofereceu este “baralho de cartas”, foi o primeiro, um jogo para “agrupar famílias” que fez lembrar às irmãs o “jogo do Peixinho” e ficaram a pensar em oferecer-lhe um baralho de cartas dos comuns (com os naipes de copas, ouros, espadas e paus)…

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… e assim que tiveram oportunidade, compraram-lhe um, numas férias em que foram à Madeira, com a família do pai, pois o Alexandre já começava a gostar de mapas e estas traziam no verso o mapa da Madeira:

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Assim, aprendeu a jogar ao Peixinho, mas logo derivou para um novo jogo, com regras inventadas por si, o “Jogo do Coelhinho”, parecido com o anterior, mas onde se agrupam  “famílias” dois a dois (tipo “oitos vermelhos”, “dois pretos”, “dois vermelhos”, “quatros pretos”…), resultando num jogo muito mais dinâmico que o do Peixinho.

O seu primeiro “Jogo do Monopólio” foi este “Monopoly Junior”, também oferecido pelas suas manas. Ele já tinha começado a querer jogar o comum “Monopoly” que a irmã mais velha tem, mas na altura ainda era difícil para ele; então elas sabiam da existência deste e ofereceram-lhe e ele gostou logo (o carrinho com o boneco “fala” a dizer quantas casas se tem de andar e o que elas ditam fazer).

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Depois voltou a jogar o habitual “Monopoly”, cada vez com maior domínio e destreza.

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Sempre tivémos um tabuleiro de damas e xadrez que o fascinavam. Primeiro aprendeu a jogar às damas e como o pai também tem esses dois jogos no iPad, ia alternando entre jogar Damas no nosso tabuleiro e no iPad:

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E um belo dia alguém se lembrou do velhinho “Jogo da Glória” e como os nossos antigos já estavam estragados e não serviam para jogar, encontrei eu, num hipermercado, o “antigo Jogo da Glória” reeditado, baratinho e comprei cá para casa. O Alexandre jogou-o algumas vezes, mas não se tornou grande adepto.

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Estes “Jogos de Tabuleiro” começaram a dar-lhe ideias para “construir” os seus próprios jogos, adaptando puzzles, tabuleiros de outros jogos, desenhos em folhas grandes ou o próprio chão como tabuleiro para cada invenção. E depois estipulando as regras e jogando connosco, como este dos “Impérios Planetários” sobre o puzzle do Sistema Solar, que foi construindo e engendrando aos poucos, jogando primeiro tendo as regras de cabeça e mais tarde (algumas fotos abaixo) passando a registar as regras e instruções de jogo que já eram mais que muitas.

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Um belo dia pediu-me para lhe dizer como se jogava xadrez, conforme já contei aqui, prestou muita atenção, jogámos, mas pouco depois adptou outros bonecos, os seus em peças da Lego, para fazer de bispos e cavalos e peões, etc., e depois ainda, inventou novas regras e instaurou o que veio a ser o “Jogo de Sadrêsss”, que volta e meia ainda jogamos cá em casa. Mais tarde, surpreendeu-nos a jogar “xadrez de verdade” cada vez melhor (ele também o joga sozinho e no iPad).

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Um jogo muito complexo inventado por ele e cujo tabuleiro é o nosso chão da sala cujos mosaicos formam quadrados (é um jogo de naves espaciais)…

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E a seguir ao Monopoly e ao Monopoly Junior veio o Monopoly City (oferecido pelo tio no seu aniversário), onde as construções nos terrenos adquiridos podem chegar a ser grandes edifícios…

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Mais uma variação de jogar às Damas…

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E o interesse pelas Sopas de Letras ainda aparece, sobretudo em viagens de comboio (esta foi em Setembro passado)

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O tabuleiro do Monoploy City também serve para um City qualquer coisa, inventado

;)

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E então o que já disse atrás, o jogo dos “Impérios Planetários”, cada vez mais complexo e cujas instruções tiveram que ser anotadas.

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Já este ano, iniciou-se no “Pictionary Junior”, que o pai do Bato lhe ofereceu. No início não gostou muito, achou que a ampulheta “media o minuto muito rapidamente” e não tinha tempo de fazer os seus desenhos de forma a indicar tudo quanto queria para que nós adivinhássemos do que se tratava. Eu gosto muito de jogar este jogo e estava toda entudiasmada, de modo que depois da sua 1ª desistência, preferimos que, nas primeiras vezes, até ele perceber bem a mecânica do jogo, prescindir da contagem do tempo; depois nas próximas, o jogo começou a correr-lhe melhor e voltámos a usar a ampulheta…

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Entretanto, também já este ano, em Fevereiro, a Catarina ganhou de presente o jogo “Cluedo” e o Alexandre gosta muito de o jogar.

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Mais Monopoly City… desta vez a jogar comigo que até então ainda o não tinha jogado (não sou fã do Monopoly, mas acabei por gostar deste).

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Este um jogo que inventou com a irmã, com um desenho do mapa-mundo como tabuleiro

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E eis que chega a “Batalha Naval”, introduzida por mim, que a aprendi com o meu pai, um pouco maiorzinha que o Alexandre, mas na altura não havia estes dispositivos, jogava-a mesmo com papel quadriculado e caneta.

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(estávamos a jogar os dois…)

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Mais xadrez…

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(também estávamos a jogar os dois…)

;)

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E aqui, uns meses depois, quando voltámos ao Pictionary. Desta vez ficámos todos muito entusiasmados com as maneiras que o Alexandre arranjou para desenhar em menos tempo com pormenores que nos levavam logo a identificar o objeto, acção, etc., pedido no jogo. Este jogo aguça a comunicação por imagem, para mim é mesmo muito interessante. E ele também gosta, embora não o tenha percebido logo da primeira vez, e eu sabia que ele gostava, porque foi assim dessa maneira que ele começou a gostar de desenhar, para comunicar algo ou registar e transmitir instruções, planos e projetos, de modo que isso está de alguma forma relacionado com os objetivos deste jogo.

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(como ele representou “Miar” muito rapidamente, adorei…)

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(pista de automóveis, adivinhámos logo)DSC07699

(olhar)

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(torradeira)

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(bolacha, também adivinhámos com alguma rapidez)DSC07702

(cachecol, esta achei o máximo)DSC07703

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(este era o Shreck)DSC07705

e aqui o “olhar” da mana (ou do Bato, já não me lembro) a contrapôr-se ao seu

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(e a torradeira do Bato que ninguém estava a adivinhar o que era)DSC07708

(a bolacha da mana ou do Bato)DSC07709

(o cachecol da mana)DSC07710

(a pista de automóveis da mana ou do Bato)DSC07711

Mais xadrez… comigo e no iPadDSC07722

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Mais Monopoly City, de novo comigo.DSC07724

Xadrez num tabuleiro bem diferente, o da nossa amiga de Viana do Castelo! Jogou comigo e também com o pai.

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Que deu origem a irmos desencantar um outro tabuleiro e peças diferentes, em vidro, que o pai tinha guardado quando lho deram por ser mais frágil.

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(e observámos este, também sugeneris, construído em peças Lego, na Exposição de Legos que houve este ano em Abril, no Campo Pequeno)

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Outro “tabuleiro” para a Batalha Naval que o pai foi buscar a casa da avó, entretanto (era dele, pai, quando era pequeno)

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E de novo o Mapa Mundo a fazer de tabuleiro de mais um jogo inventado pelo Alexandre, tal como já contei aqui (este jogou também comigo)

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No outro dia ao chegar a casa, vim substituir o pai que jogava com o Alexandre este jogo (também inventado por ele), um jogo onde se iam construindo cidades e infraestruturas, uma mistura entre “Monopoly City” e “Jogo do Petróleo” (que ele também já jogou, embora eu não tenha fotos, é um jogo que o pai tem desde pequeno e também foi repescar a casa da avó). E o “tabuleiro” é uma base de brincar com carros e pontes de um kit de pistas em madeira.

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Para terminar por hoje e a propósito da invenção de novos jogos inspirados noutros, deixo-vos aqui o link para um post mais antigo aqui do blog, “As crianças gostam de inventar os seus próprios jogos“.

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O que tinha ficado por aqui registado e não partilhado ainda, do mês de Fevereiro

Caderno Verde

O que tinha ficado por aqui registado e não partilhado ainda, do mês de Fevereiro

Pois, saltei várias partes que já tinha registadas no blog e não cheguei a publicar.

Nós tínhamos sido convidados para uma estadia de um fim-de-semana na Baleeira, em Sagres e o Alexandre preferiu não ir, na altura, porque não podíamos ir de comboio. Eu e o pai fomos e ele passou o fim-de-semana com a sua mana Catarina e o seu “melhor amigo” Bato. O engraçado, para mim e para o pai, é que damos por nós a tirar várias fotos a navios (até a fábricas e coletores enormes o Pedro tirou, que não estão aqui, pois estas são as que eu tirei com o meu telemóvel), a construções, a ruínas, que sabemos que ele gosta para depois lhe mostrarmos.

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(a ilha do pessegueiro…)DSC07405

(as praias da costa vicentina vistas de cima)DSC07411

(as ruínas de um povoado islâmico sazonal de pescadores)DSC07422

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(foto tirada na ponta de Sagres, pois na altura o Alexandre já andava a interessar-se pelos descobrimentos e foi depois disto que eu encontrei os 4 livros que mostrei nas “incursões prolongadas pela História de Portugal”)DSC07448

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(esta inusitada fachada inclinada, de uma moradia…)

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Enquanto isto o Alexandre, cá, tinha ficado com material novo para os seus desenhos,

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que utilizou nos seus edifícios e mapasDSC07491

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e num livro, que preparou com a irmã, sobre Tóquio e o Japão, no futuro:DSC07498

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Também foi com a irmã e o Bato a um workshop em Lisboa, onde esteve com algumas crianças, brincou, desenhou, viu filmes com uma delas e quando chegámos quiz voltar a jogar connosco os jogos que lá jogara, à “Cabra-Cega” e ao “Stop” (também jogaram às escondidas e outros, mas esses ele não quiz repetir em casa, pois costuma jogá-los com mais frequência).

Pouquinhos dias depois estávamos na altura do Carnaval e um dos seus primos veio passar esses 5 dias das suas férias connosco. Foi quando começou a leitura do livro dos Descobrimentos, que eu já contei neste post. Também gravaram mais episódios para o Canal do Alexandre (mostrei aqui também o do Boletim Metereológico que ele pôs o primo a apresentar). “Construíram” no SimCity e e no Minecraft,DSC07510

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brincaram “às escolas” e mais umas quantas atividades durante as quais não estive presente (pois continuei a trabalhar numa parte do dia, este ano até na Terça de Entrudo…)

;)DSC07512

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DSC07515Pouco depois foi o meu aniversário que coincide com o Dia dos Namorados e os meus filhote fizeram cartões, enfeites e desenhos para mim a acompanhar a prenda…

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(este ano estes foram o papel de embrulho)DSC07555

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Simpósio Sandra Dodd em Lisboa e Coisas que temos andado a fazer… V

Vivam, bom dia!

Conforme anunciei neste outro post, a 1 e 2 de Junho aconteceu em Lisboa, o Simpósio sobre Unschooling com a presença da Sandra Dodd e da Joyce Fetteroll (ambas mães unschoolers, americanas, com filhos já adultos que não frequentaram a escola e têm bons desempenhos nas tarefas que mais gostam de fazer (trabalho), tendo crescido saudáveis e felizes) e vários pais interessadíssimos no tema.

Alguns pais levaram também as suas crianças, pois havia um espaço de brincadeira para elas.

O simpósio correu lindamente, graças também ao empenho da sua organizadora, a Marta Pires.

Os “subtemas” abordados foram os que constavam do programa: 1- Boas-vindas e apresentação das oradoras; 2- Sandra Dodd – “As origens das ideias sobre o movimento norte-americano da “Open Classromm”, e John Holt e a reforma da escola; Como funciona o unschooling”; 3- Joyce Fetteroll e Sandra Dodd – “Aprender e Ensinar”; 4 – Sandra Dodd – “Desescolarização (deschooling)”; 5 – Joyce Fetteroll – “Caixa de Ferramentas para o Unschooling (1ª parte) e (2ªa parte: perguntas e respostas); 6 – Joyce Fetteroll – “Porque não conseguem relaxar e deixar ir”; 7 – Sandra Dodd – “Escolhas e Parcerias na Família”; 8 – Sandra Dodd – “Benefícios Imprevistos do Unschooling”; 9 – Sandra Dodd e Marta Pires – “Perguntas Frequentes sobre o Unschooling; 10 – “Sessão de Perguntas e respostas; 11 – “Encerramento e despedidas”.

Esteve ainda presente uma jornalista da Notícias Magazine, revista do Jornal de Notícias que desenvolveu uma reportagem sobre o simpósio e o tema Unschooling que sairá oportunamente. Quando souber a data da sua publicação, voltarei a falar-vos aqui.

A Sandra Dodd e a Joyce, na semana seguinte, vieram cá a casa com a Marta (depois de terem ido visitar Sintra) e tiraram algumas fotos (à pintura da nave espacial feita pelo Alexandre, à pintura da árvore de parede do quarto da Celina…). O Alexandre quiz logo saber em que local dos Estados Unidos moram elas, abriu o Google Earth e lá estiveram os três a localizar as casas de ambas (uma em Albuquerque, outra em Boston), muito divertidos. Também cá estava a mana Celina que esteve a conversar com a Sandra sobre a sua filha Holly, pois são ambas da mesma idade e, pelo que disse a Sandra, algo parecidas na maneira de vestir (tanto o Alexandre como a Celina e a catarina não tinham estado no simpósio).

:)

Foram uns belos e proveitosos dias, belos dias para todos vós!

Beijinhos

Isabel

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Caderno Verde

Coisas que temos andado a fzer nestes últimos três meses (V)… para além das outras coisas que tenho contado por aqui.

- Parece que andamos na fase dos documentários. Este, sobre a Pirâmide Urbana (uma cidade em forma de pirâmide) projetada para Tóquio (inspirada obviamente na forma das antigas pirâmides), o Alexandre já tinha visto há uns meses atrás e voltou a querer vê-lo de novo, pois andam outra vez a passá-lo no Discovery Channel no programa “Mega-Construções”. Revimo-lo, portanto e desta vez gravámo-lo para um CD,

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assim como vimos e gravámos mais 4 documentários também do programa Mega-Construções” do Discovery Channel: um sobre a ponte (também ainda apenas em projeto) sobre o estreito de Bering que ligará a América (Alasca) à Ásia (Rússia); um outro sobre o túnel transatlântico (também em projeto) estudado para ligar a América do Norte à Europa (túnel submarino); um sobre a construção do túnel sob os  Alpes, na Suíça e um outro sob a construção do aeroporto de Hong-Kong. Vimo-los também umas duas vezes cada documentário (por agora…).

Também já vimos quatro vezes (embora ainda o não tenhamos gravado, mas vamos gravá-lo entretanto _ faltaram-nos os cds virgens) um outro documentário sobre os diques nos Países Baixos e uma outra obra de engenharia para que as terras baixas não sejam constantemente inundadas e dizimada a sua população (tal como aconteceu em 1953) e este fez com que o Alexandre andasse a estudar melhor o mapa da Holanda e as suas cidades de Amsterdão e Roterdão (e a ter vontade de ir visitá-las!). E também andou a analisar o mapa da Europa e mostrou-me uma forma que engendendrou de aumentar em 1 ou 2% a quantidade de água doce do planeta…

;)

- Mais desenhos em planta e mapas

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(outra versão do mapa de Lisboa com a sua ponte 25 de Abril e o seu aeroporto)

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(o mapa da Ilha dos Ratos, dos livros de “Gerónimo Stilton”)

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(aqui o mapa que vem nos livros)

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- Estiveram cá uns amigos a brincar (três irmãos), o Alexandre a jogar xadrez com o mais velho.

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