Archive for Ferrys/Barcos

Uma das vantagens do Unschooling e Mais aniversários

Caderno Verde

Uma das vantagens do Unschooling e Mais aniversários

Estávamos os dois, eu e o Alexandre, a ver um vídeo na internet sobre a Expo 98. Isto porque já tínhamos visto um sobre a construção da linha de comboios sob a ponte 25 de abril e a sua inauguração e andávamos à procura de um sobre a construção da estação do Oriente e como esta está ligada à Expo 98, encontrámos então esse vídeo, de 45 minutos, sobre vários passos anteriores à inauguração da exposição. O Alexandre ficou logo interessado em saber todos os pormenores que pudesse saber sobre a Expo, na altura ele ainda não era nascido e adoraria estar lá para ver… Em algumas alturas do vídeo vão assinalando “faltam 500 e tal dias para a Expo’98”, “faltam 365 dias…” (um ano, pois…), até que apareceu “faltam 182 dias…” e o pequeno diz: “São quase mais cem dias que um ano em Mercúrio!”

_Um ano em Mercúrio???” _ pergunto de volta, que isto às vezes o meu raciocínio não o acompanha…

_”Sim, mãe, um ano do planeta Mercúrio são 88 dias dos nossos.”

_”Ah, bom! Percebi… são mesmo 88?”

Pois que eu já estudei isso, claro e talvez até me tenha deparado com o número num destes anos em que acompanho o Alexandre em ensino doméstico, pois ele gosta muito de saber coisas sobre o Universo, a diferença é que nós retemos as coisas que verdadeiramente nos interessam e o resto ficamos com uma vaga ideia. Ele interessa-se mesmo e volta e meia debita estes números e outros conhecimentos que eu fico a pensar “Como é que ele ainda se lembra disto?”.

Esta é, para mim, uma das grandes vantagens do unschooling: realmente “aprender”, porque temos interesse e curiosidade e fazemos as nossas ligações de ideias e acontecimentos e a maior parte das coisas, assim, nunca mais esquecem…

Se estiverem interessados no tal video da Expo 98 que estivémos a ver, foi este aqui.

 

E agora vamos a mais dois aniversários que nos fizeram passar dois dias muito divertidos.

O aniversário do pai, a 14 de maio:

Embora num dia de semana, fomos, ao fim do dia, fazer um passeio divertido como comemoração: irmos todos juntos de comboio até ao restaurante, comermos, cantarmos os parabéns e voltarmos de novo de comboio, numa grande animação (nós os três, as manas, o Bato e dois dos nossos vizinhos). Foram um fim de tarde e noite bem animados!

 

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(a volta, em cima à espera do comboio e em baixo, a selfie dentro do comboio)…

🙂

 

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O outro foi o aniversário de uma nossa amiguinha, também em unschooling, em sua casa. Lá nos reunimos com a sua família e outros amiguinhos que conhecemos na altura e foi uma diversão pegada. As imagens em baixo são do jogo “Suspend” e do “Catan”.

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(o Alexandre a explicar as regras do Catan a uma nova amiguinha)

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Também foi um dia de aniversário muito bem passado! Obrigada a todos!

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Arquitetura e Urbanismo V – Redes, suburbanos, metro e barco – passeio ao Barreiro

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Arquitetura e Urbanismo V – Redes, suburbanos, metro e barco – passeio ao Barreiro

Continuando a exploração das redes de transportes, logo depois da nossa “avaliação da linha da Azambuja” em fevereiro, a 1 de março  fomos, de transportes públicos, até ao Barreiro.

O Alexandre preparou o itenerário com a devida antecedência (normalmente anota numa folha de papel, após consultar na internet os mapas das redes e itenerários possíveis, o itenerário que pretende explorar nessa próxima viagem e depois consulta-nos (se queremos “alinhar” nesse passeio).

Ainda não tinha começado a primavera, mas por todo o lado já despontavam as flores e já havia “cheiro a primavera”…

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A caminho da estação de Algueirão-Mem Martins

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Os seus pins de coleção (da CP…)

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A estação do Rossio (há tempos que eu não parava por lá… )

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O Alexandre fotografou a a estrutura da cobertura da estação do Rossio (sempre o fascinaram as estruturas)

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O itenerário tinha começado então pela linha de Sintra, de Algueirão-Mem Martins ao Rossio, depois iríamos a pé até ao Terreiro do Paço para apanhar o barco até ao Barreiro.

Enquanto a pé, fomos apreciando a baixa de Lisboa por onde também já não passeávamos a pé há alguns anitos e aqui está mais uma estrutura, esta antiga e em arco, o Arco da Rua Augusta:

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O cais para apanhar o barco para o Barreiro

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Eu não me lembro se há uns anos atrás já tínhamos apanhado este para o Barreiro, creio que só os que atravessam até Cacilhas, mas talvez… Fiquei surpresa com a rapidez (num quarto de hora estamos lá do outro lado) e com o tamanho e conforto do barco (bem espaçoso, neste dia tinha poucos passageiros, fim-de-semana…)

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(aqui está um cheirinho do interior do barco)

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Vistas…

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Chegada ao Barreiro…

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Fomos pesquisar a estação logo ao pé, dos suburbanos que nos levam a Praias do Sado, a Setúbal… Não fomos fazer esse percurso, mas o Alexandre magicou logo voltar com a mana Celina para depois percorrer esta linha numa próxima oportunidade.

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20150301_172645Aqui ainda estava a “fazer contas de cabeça” de como viria cá então, numa próxima vez, com a irmã.

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À volta, já ao entardecer…

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E depois lá voltámos, não a pé até ao Rossio, mas apanhando o metro no Terreiro do Paço até 7 Rios e depois de volta à linha de Sintra (ainda trocámos de comboio numa estação entre Benfica e Cacém, já não me lembro qual que o Alexandre gosta de ir variando as estações em que podemos trocar para não irmos parar a Mira-Sintra-Meleças e chegarmos bem ao nosso destino: Casa!)

🙂

 

Depois, no dia seguinte, andei a fotografar a sua performance com o programa Lego-Design, onde “constrói” todas estas estações e comboios e pormenores de ligação, de construção e de design e me vai explicando como o faz e todos os pormenores que acha importantes:

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(é ele que “desenha” estes comboios, no programa).

 

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Arquitetura e Urbanismo III – Documentários

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Arquitetura e Urbanismo III – Documentários

Voltámos a rever duas das séries que temos gravadas: Desmontando a Cidade (que passou no Discovery Channel) e Arranha-Céus (que passou no canal Odisseia) e gravámos e vimos pela primeira vez a série Como Funcionam as Cidades que tem andado a passar também no Discovery.

Cada episódio dura cerca de 45-50 minutos e cada série tem vários episódios.

A série Desmontando a Cidade tem oito episódios: Sidney, Toronto, Londres, Dubai, Los Angeles, Roma Antiga, e outros dois que não temos gravados nem vimos. Há ainda uma 2ª temporada que ainda não “apanhámos no Discovery”.

Na internet, só conseguimos descobrir os episódios que passaram em Espanha (que não foram passados/numerados pela ordem que passaram no Discovery, cá, e que temos gravados), mas dá para terem uma ideia. Vejam, por exemplo, este episódio sobre Sidney. E este sobre Londres. E este sobre o Dubai.

Da série Arranha-Céus temos oito episódios gravados (faltam-nos dois). O Alexandre gosta especialmente do episódio sobre o Cira Centre de Filadélfia (já o vimos ao vivo, na nossa viagem a Nova York (!), de onde apanhámos o comboio até Filadélfia), do episódio sobre o One World Trade Center (que também já vimos ao vivo!), a Torre Mayor da Cidade do México e a One Canada Square de Londres. Eu ainda não vi todos os episódios que temos. Ele já, mais do que uma vez.

Não consegui encontrar nenhum dos episódios da série na internet, para poderem ter uma ideia, mas são muito bons, desde características da sua construção mencionando os autores do projeto, dificuldades e coisas assim.

A série Como Funcionam as Cidades tem então sido nova para nós. Já vimos e gravámos cinco episódios: um sobre a Eletricidade, outro sobre como se abastecem as cidades de Comida, outro sobre a construção de Arranha-Céus como solução para a falta de espaço para construção nas cidades, outro sobre Sistemas de Transportes e o quinto sobre o Abastecimento de Água.

 

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Tempos Pós Aniversário

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Tempos Pós Aniversário

Após o aniversário do Alexandre em Julho, destacamos estas atividades:

1 – Jogar muito Ticket To Ride. Já conhecemos as cidades de cor e salteado (de todos os tabuleiros que temos, da Ásia, Europa, Estados Unidos…).

A nós, junta-se muitas vezes o nosso vizinho G. (não só para jogar Ticket To Ride como também Catan, Mémoire, Risk e até jogos de cartas e jogos da Wii U).

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DSC008862 – Observar e registar alguns “fenómenos naturais”.

Peixes a nadar em “fila indiana” (a propósito, o Alexandre quiz saber porque se deu o nome de fila indiana à fila um a um e fomos ver à net e descobrimos duas explicações plausíveis (que podem ler, por exemplo aqui)

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O que os habitantes locais costumam chamar de “barrão na serra”, uma espessa camada de nevoeiro sobre a serra em dia de Verão de sol brilhante e céu limpo.

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À medida que nos aproximamos da serra (de Sintra) vamos “entrando” no nevoeiro.

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O Alexandre interessa-se muito por meteorologia. Temos abordado o tema com bastante frequência.

Daí que gostou muito quando eu comprei uma “estação meteorológica” cá para casa (é mesmo assim que designam o pequeno aparelhómetro caseiro, com um dispositivo interior e outro exterior, que indica a temperatura interior, a exterior e a hora local). Não só ficou muito contente como andou todo entusiasmado a montar o dispositivo exterior na varanda, com a mana Celina, e a verificar as leituras obtidas, seguindo o livrinho de instruções.

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Alguns dos jogos que tem, tais como este simulador de condução de navios, utilizam conceitos meteorológicos, bem como outros de navegação e matemáticos, que ele de alguma forma já domina.

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As nossas plantas em flor (ele e eu gostamos de observar cada botão a abrir, um após outro e dia após dia até à floração plena!)

DSC009053 – Fotografar, fotografar.

Aqui eternizámos o pormenor das meias que trouxémos dos Estados Unidos para a mana Catarina (que gosta deste tipo de coisas “diferentes”) que fazem parecer que está a usar uns “ténis-bota”.

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4 – Aproveitar o parque com aparelhos de ginástica de manutenção que existe pertinho da nossa casa, para fazermos algum exercício físico.

Estivémos tão concentrados nos exercícios que nem nos lembrámos de tirar fotos connosco “em acção”. Tirámos à volta. Desta vez tínhamos ido eu, o Alexandre e a mana Celina.

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Eles apanharam folhas “já de Outono” que apanham sempre que podem e trazem para as “manualidades” e decorações que volta e meia gostam de fazer.

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5 – Passar uns quantos dias em Coimbra, terra natal da mãe e das manas, desta vez com o intuito de estarmos com todos os nossos familiares, o que foi um tanto difícil (porque são muitos! Avós, tios, primos…), mas démos o nosso melhor, visitámos quase todos!

Começámos por levar a avó materna (minha mãe) a comer um geladinho à Figueira da Foz e, como estava muito calor (foi no fim de Agosto), ainda aproveitámos para estar na praia, para além de dar um passeio (a pé) pela “marginal” da Figueira que é bem compridinha.

DSC00929Claro está que o Alexandre adorou este edifício novo, recentemente inaugurado, um novo Hotel na Figueira.

Já depois de voltarmos para casa, dei com ele no Google Earth a procurar o edifício que fizera as suas delícias e a encontrá-lo tão rapidamente que lhe perguntei como. E ele responedeu-me que tinha sido só “seguir” junto à praia (é uma grande extensão) pelo caminho que percorreramos desde a estação até junto do edifício (nós fomos de carro, mas o Alexandre e a mana Celina tinham ido de comboio de Lisboa à Figueira da Foz e nós fomos ter com eles junto à estação).

 

DSC00930Depois o pai e a avó foram de carro e nós os 4 fomos para Coimbra de comboio (regional) e conhecemos na viagem uma rapariga (da idade das manas) que transportava no comboio a sua bicicleta (tinha ido até á praia) e que conversou muito connosco. Fomos a viagem toda a conversar, ela achou muito interessante o que desenvolvemos em Ensino Doméstico e o Alexandre contou-lhe tudo o que gosta de fazer e se interessa, as suas pesquisas e os seus projetos e ela fez-lhe muitas perguntas e ele explicava-lhe tudo.

Já em Coimbra, a mana nas suas cantorias, em casa do primo (meu sobrinho), que tem guitarra, microfone, amplificador, bateria e muitas mais coisas (tais como uma cama-elástica, divertimento para os grandes “saltadores” acrobatas)

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DSC00947Fomos dar um passeio de barco no Rio Mondego. O barco chama-se “Basófias”, a relembrar os tempos em que o rio secava no Verão e a malta queria ir tomar banho e quase não tinha água que lhe passasse dos tornozelos e então chamávamos basófias ao rio. Desde que construíram o açude, que tal já não acontece (nem as cheias de Inverno). Também passámos no açude, pois o Alexandre gosta dessas obras hidraúlicas (já tinha gostado muito de observar a barragem quando fomos ao Gerês e vê vários documentários de construção de barragens).

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DSC00958Não foi a primeira vez que andámos no “Basófias” o Alexandre já se tinha estreado há uns três ou quatro anos atrás, com o pai e o Bato, na altura, eu deixei aqui no blog uma “reportagem” fotográfica.

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DSC00967Ali está ela, a torre da Universidade!

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DSC00979Também passeámos pelo Largo da Portagem e pela baixa de Coimbra e mostrei-lhes as pastelarias, cafés e algumas (poucas) lojas da minha juventude, ainda “sobreviventes”!

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DSC00992O Arco d’Almedina e a calçada do Quebra-Costas (que as quebra mesmo, de íngreme e escorregadia).

Eu e as manas (e tios e primos) ainda lá fomos à noite a um pequeno concerto de jazz _ as noites de jazz no Quebra-Costas.

DSC00993A zona perto do Jardim Botânico

DSC00994e dos arcos do Jardim. Que o Alexandre logo achou semelhante ao Aqueduto das Águas Livres de Lisboa. Ele sabe que antigamente por estes aquedutos se conduziam as águas que abasteciam as cidades e que tiveram um grande desenvolvimento com a civilização romana.

DSC00996Estivémos com grande parte da família (materna, da minha parte, portanto), mas o mais importante foi podermos estar este ano presentes no aniversário do bisavô (meu avô materno) que fez a bela idade de 89 anos (e que ainda conduz!). Ele ficou muito contente e emocionado. E eu também, pois fui praticamente “criada”, na minha infância, pelos meus avós e emociona-me sempre ver o meu avô (a minha avó já faleceu) e voltar à casa onde vivi a maior parte da minha infância e da qual tenho tantas recordações (e acho sempre piada àquela história das proporções, de me lembrar de tudo, através dos olhos de criança, como muito maior do que o percebo agora).

O bisavô mostrou uma data de fotos antigas (a preto e branco, ainda) às manas e elas adoraram ver-me e aos meus irmãos e pais e tios em pequenitos e tiraram muitas “fotos às fotos”. Gostaram especialmente de uma foto minha, com 13 anos, que o meu avô tinha pendurada na parede.

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Só um cheirinho das “fotos das fotos”:

A tal dos meus 13 anos:

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Os meus pais e avós no casamento dos meus pais:

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Eu e os meus irmãos (3, 4 e 5 anos), pequenitos em África, com um vizinho nosso:

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Foi muito divertida esta estadia em Coimbra!

 

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De Janeiro a Julho de 2014 – parte III – New York

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De Janeiro a Julho de 2014 – New York!

E a 20 de Maio, viagem para Nova York, via Madrid! Voltámos a 30 de Maio.
Não pararia se fosse contar aqui todos os pormenores e/ou mostrar todas as fotos que tirámos que foram mais de duas mil.
O que mais me impressionou foi, em vários momentos, perceber como o Alexandre se orientava tão bem e conhecia tão bem Nova York como se já lá estivesse estado várias vezes. Eu sei que ele “passa a vida” no Google Earth a escrutinar tudo, mas não imaginava como, ao ver-se fisicamente no local, isso o ajudaria a orientar-se tão bem e a conhecer praticamente tudo e onde se localizavam zonas da cidade, edifícios, etc., etc.

Logo em primeira instância, depois de uma longa viagem (ah! Foi a primeira vez que o Alexandre andou de avião,

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logo uma viagem de longo curso, com paragem em Madrid _ adorámos o aeroporto de Madrid, grande e bonito)

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(tivémos que andar e andar até outro terminal e apanhar um “comboiozinho” para chegar ainda a outro terminal, o das partidas para Nova York! O Alexandre adorou esta parte, como é óbvio…) IMG_0144 IMG_0147 IMG_0172

(aqui era ele a dizer que já está quase da minha altura    🙂                ) IMG_0175 IMG_0176

que nem correra assim tão bem, porque o Alexandre enjoou e esteve mal fisicamente grande parte da viagem, ao chegarmos exaustos perto da zona onde íamos ficar (cruzamento da 3ª Avenue com a 65ª Street)

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_ quando saímos do aeroporto

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apanhámos o Air Train

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e depois o metro_, foi ele quem reconheceu o prédio: “É este! É aqui que vamos ficar!” (isto depois de, mais ao longe, já nos andar a indicar o caminho para chegar ao prédio). Ele já o conhecia do Google Earth. Um prédio de 50 andares (ficámos no 28º, uma alegria para ele).

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(arredores da 65ª East Street):
 
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(um bus escolar, lá ao fundo…) IMG_0268
(montanhas de taxis amarelinhos…)  IMG_0344
(uma limousine estacionada lá à frente do “nosso” edifício)
 
E a vista lá do 28º andar:
 
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Uma das primeiras coisas que visitámos foi o One World Trade Center e o Memorial que fica no local das antigas Torres Gémeas. Foi aí também que a sua orientação me impressionou, pois havia uma placa que apontava “Memorial” para uma determinada rua (estávamos nós junto ao imponente edifício de 541 m de altura (tanto que nessa primeira vez em que lá estivémos _ depois fomos outras _ estava um pouco de nevoeiro e nem se conseguia vislumbrar o topo do edifício) e o Alexandre dizia que o Memorial era em frente e depois à esquerda, ao contrário da placa, que devia estar desalinhada ou algo assim, pois acabámos por segui-lo e ele tinha razão, démos logo com o local das antigas torres gémeas. E ele tentava desenhar com os pés, no chão, a localização dos vários edifícios para que nós percebêssemos como era a sua relação no espaço.

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(fomos de metro, eles gostavam muito de andar de metro e eu não, aquilo era uma confusão de linhas e também não devia nada à limpeza, o nosso de Lisboa é muito mais “arrumadinho”…)

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(uma menina a tocar violino no metro… com amplificador, ouvia-se bem alto, mas ela tocava muito bem)

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(ei-la, a one world trade center!) IMG_0550 IMG_0556 IMG_0559 IMG_0561 IMG_0562 IMG_0564 IMG_0566 IMG_0571 IMG_0572 IMG_0574 IMG_0588 IMG_0590 IMG_0592 IMG_0595(edifícios à volta…) IMG_0598

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(o Memorial):

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(os quadrados assinalam o local onde cada uma das torres se erigia _ agora é uma fonte. Os nomes escritos à volta são de todos quantos ali faleceram). IMG_0611

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Bom, fomos também até à Câmara Municipal

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e démos mais um passeiozinho pela Down Town, e fomos atravessar a ponte de Brooklyn, para lá de metro, para cá a pé (também conhecemos um pouco de Brooklyn (o Alexandre sabe, já de longa data, quais são todas as zonas que pertencem a Nova York, Manhattan, Brooklyn, Queens, Bronx, Staten Island).

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(cheia de cadeadozinhos com nomes das pessoas que visitam Nova York e passam a ponte a pé) IMG_2259 IMG_2263 IMG_2265 IMG_2266 IMG_2271

Comprámos passes que davam para o metro e para os autocarros e fizémos vários “reconhecimentos” à zona, pelas avenidas e ruas (tirámos muitas fotos aos edifícios, porque o Alexandre adora a arquitetura dos arranha-céus e também achávamos piada às barraquinhas ambulantes que vendiam umas quantas “iguarias” _ a maior parte nós não comíamos, que somos vegetarianos, mas também havia muitas barraquinhas a vender fruta pelas ruas todas)

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(a loja da Apple…) IMG_0353 IMG_0360

(um teleférico que vai de Manhattan a Roosevelt Island, uma linguazinha de terra que fica entre Manhattan e Queens) IMG_0372

(também achámos piada à sinalização, explicavam tudo, para além dos sinais habituais, vejam este sentido proibido):

DSC00662(e as ruas são todas sinalizadas assim_ os smáforos também são diferentes, um peaozinho para passar e uma mão para fazer os peões parar):

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(o Chrysler building que é muito giro à noite…) IMG_0428 IMG_0431

(a grand central station) IMG_0433 IMG_0445 IMG_0457 IMG_0652 IMG_0664 IMG_1867 IMG_1869 IMG_1873 IMG_1874 IMG_1885 IMG_1889 IMG_1890 IMG_1891 IMG_1903 IMG_1904 IMG_1947 IMG_2178IMG_2330IMG_2331IMG_2334IMG_2336IMG_2308

Num outro dia fomos visitar a Catedral de St Patrick, que estava em obras de recuperação

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(os órgãos da catedral (são dois) que, juntos, têm cerca de 10 000 mil tubos) DSC00378

e fomos ao Rockfeller Center.

DSC00552DSC00390DSC00391DSC00392DSC00393(e os estúdios da NBC lá ao lado)DSC00398DSC00397

(a lojinha dos estúdios da NBC)

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(La Maison Du Chocolat…)

 

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(desta vez andámos de autocarro)

Entrámos na loja da Lego (uau! Só legos e tanto Lego!).

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Fomos ainda ao Intrepid Sea, Air & Space Museum Complex, onde visitámos um antigo porta-aviões (com muitos aviões da altura das guerras mundiais),

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um submarino

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e, pasmámos, a Space Shuttle, ela própria!!!

DSC00494DSC00499DSC00501DSC00504DSC00508DSC00513(o módulo de aterragem lunar)

Passeámos na 5ª Avenue, vimos a grande loja de brinquedos a Fao Schwarz,

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IMG_1880(o piano de pés da Fao…)

a loja da Apple (já há uma foto acima), lojas de moda avant-garde,

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a Tiffany,

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o Central Park, que se avistava do “nosso” apartamento.

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Mais abaixo também tinha eu entrado na loja de chocolates da Lindt (só eu, o Alexandre não gosta de chocolates nem dos que não têm leite, que são os que já provou, pela alergia aos laticíneos_ por isso também não alinhava nas minhas idas e do pai aos pequenos almoços e à Magnólia Bakerie, que ficava nos armazéns Bloomingdale, perto de onde “morámos”, para provar uns bolos enormes, “tamanho americano”)

DSC00556(a Lindt, cheia de chocolates)

 

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DSC00353DSC00356(chocolate quente, nos tais pequenos almoços _ vinha assim em tigelas, tal como o café…)

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(os Bloomingdale’s só me fazem lembrar do filme “Splash, a sereia”, com o Tom Hanks…)

DSC00262(outro “local gastronómico” típico, os Diner):

DSC00611(por incrível que me parecesse, vi muito poucos MacDonalds, mas por outro lado, havia Starbucks e Dunkin’Donuts a cada esquina…)

 

e na loja dos M&M’s que a mana Catarina tinha dito ser imperativo lá ir comprar-lhe M&M’s com recheio de manteiga de amendoim.

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(vários andares só com M&M’s de todos os recheios e cores…)

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Também andámos pela Times Square que tem muito movimento…

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Subimos ao Empire State Building! E tirámos lindas fotos lá de cima.

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(muita gente para subir…)

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(subimos num elevador até ao octagésimo andar e noutro a seguir até ao octagésimo sexto…)

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(exposição de fotos das várias fases de construção do edifício que o Alexandre apreciou com muito cuidado)

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(de lá do 86º piso, lá ao fundinho a one world trade center…)

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(as réplicas, de todos os materiais e feitios…)

O Alexandre quiz andar nos comboios americanos de modo que num dos dias fomos até Filadélfia de comboio.

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Apanhámo-lo na Pennsylvânia Station (estação que voltámos depois a visitar, porque ele gostou muito dela. Ao contrário, ficara desiludido com a Grande Central Station, tão famosa, mas onde hoje em dia só circula o metro, não há circulação de comboios).

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A estação de Filadélfia também é muito bonita e imponente.

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Esse foi outro dos dias em que me surpreendi, pois ao chegarmos à estação de Filadélfia o Alexandre mostrou-nos, perto, um imponente edifício com uma forma interessante e que, sendo todo espelhado por fora reflectia o céu e parecia um “edifício transparente” que ele nos disse ser da autoria do arquitecto César Pelli, também autor das Torres Petronas na Malásia. Fiquei deveras impressionada, pois nunca sei o quanto ele sabe sobre edifícios e construções (nem imaginava que ele saberia o nome deste arquitecto argentino)_ aqui mais imagens deste philadelphia’s cira centre.

DSC00653(reparem bem, é aquela forma “que torna um pedaço de céu ligeiramente mais escurinho”, atrás da estação… é impressionante o efeito, não é?)

Também conhecia o centro de Filadélfia, onde estão os edifícios altos, “como a palma das suas mãos”. E quando eu me mostrei surpreendida ele disse-me: “E se formos a San Francisco, mostro-te tudo em San Francisco, e se formos a Las Vegas também e a Londres também, e a Sidney e a Hong Kong e a Tóquio…” Pronto, o.k., acredito, acredito.

DSC00644DSC00656DSC00658DSC00660DSC00661DSC00664(este é o edifício mais alto de Filadélfia, também todo espelhado _ e era este que ele queria mesmo conhecer “ao vivo”, porque já o conhecia do Google Earth)

DSC00673(e este o mais sui-generis…parece feito em osso ou em marfim!)

DSC00678(a câmara… city hall!)

Achei muito engraçados os revisores dos comboios americanos, pois falam tal qual o Tom Hanks no filme “The Polar Express”, só lhes faltou dizer “All a bord!” e picam os bilhetes com uma velocidade e a formar desenhos, tal qual como o Tom Hanks no filme formava palavras com os furinhos… bem engraçado. E também achei piada aos camiões que têm uma “cara” diferente dos de cá, parecem-se, na forma, com o Mac do filme “Carros”, são giros!

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Num outro dia fomos visitar a Estátua da Liberdade e a Ellis Island (que me impressionou um pouco por ser um local onde os emigrantes ficavam “de quarentena” até terem autorização para entrar em Manhattan). O Alexandre adorou atravessar de ferry e ver a vista sobre Manhattan que se tem do rio, de facto é uma linda vista e onde se consegue obter uma skyline dos edifícios fabulosa (o Alexandre também costuma pesquisar quais as mais bonitas “Skyline” das cidades do mundo e a de Manhattan está de entre uma das mais belas _ vejam, por exemplo, este Top 15).

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(um esquilinho no jardim perto de onde chegámos no ferry)

Houve locais que visitámos sem ele, quando ele já estava muito cansado, ora eu, ora o pai, ficávamos com ele enquanto o outro ia visitar mais qualquer coisa. Eu fui sozinha à New York Public Library e ao Guggenheim, por exemplo (que adorei!)

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e o pai foi dar um passeio de autocarro até à parte Norte de Manhattan e noutro dia a Wall Street e à China Town.

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(Chinatown…) IMG_2312 IMG_2313

E bom, foram dias muito bons e muito preenchidos e de muita aprendizagem. Interagimos também com vários habitantes locais, o que é também muito interessante. E lá voltámos a 30 de Maio (para cá a viagem foi melhor para o Alexandre pois saímos de Nova York de noite e ele fez quase toda a viagem a dormir, já não enjoou tanto).

DSC00791DSC00792(fotos tiradas do Air Train para o aeroporto, à volta)

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Depois foi contar tudo às manas e ao Bato, foram relatórios impressionantes e que nunca mais acabavam.

 

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Filmagens, Eletroestática, Modelismo, Navios e…

Vivam, bom dia!

Ultimamente não tenho registado por aqui as nossas atividades em unschooling que nunca páram nem tiram férias… No entanto, este blog às vezes “entra de férias”, confesso que por uma certa preguiça minha de retomar a escrita, depois de alguns intervalos por muito trabalho noutras áreas.

De modo que há muito, em atraso, para vos contar e, como sempre, vou ver se nos próximos tempos recupero.

Aqui ficam uns apontamentos (pois, atrasados, mas “sempre a tempo” ou, se quisermos, “nunca será tarde…”) no Caderno Verde (Nota: de vez em quando vou esclarecendo que o nome “Caderno Verde” se deve a, inicialmente e durante bastante tempo, verde ter sido a cor preferida do Alexandre; entretanto as suas preferências mudaram, mas o nome tem continuado).

Beijos para todos, neste “novo” 2014!

Isabel

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Caderno Verde

Filmagens, Eletroestática, Modelismo, Navios e…

Conforme aflorei no último post, “Pré-Natal”, tal como tem vindo sido prática todos os anos, “os manos” preparam algo que apresentam à restante família presente, uma espécie de espectáculo que filmam e que ora engloba teatro, música, poesia, etc., etc. Este ano, “como novidade”, a avó materna ofereceu a toda a família um dos seus poemas, que faz com frequência, alusivo à época e eles leram-no para todos, nesta noite em família. E como ligaram a câmara à televisão a filmagem aparecia em tempo real no écran, para a seguirmos em simultâneo.

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Alguns dos presentes oferecidos nesta época dão sempre azo a atividades várias, como este, que prometia levitarmos objectos através da electricidade estática (os kits da Science 4 you) trazem sempre folhetos explicativos e informativos dos vários conteúdos científicos que aborda, autênticas aulas a acompanhar o desenvolvimento das experiências):

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E este ano “estreámo-nos” no modelismo, também a través de um dos presentes de Natal. O Alexandre já tinha tido algum contacto com o modelismo através de uns aviões de um dos seus tios, já montados. Agora iniciou-se a montar ele este modelo do Titanic e o contacto inicial com esta actividade que requer muito perfeccionismo, dedicação e paciência, deu-se logo na ida à loja onde o comprámos.

Passando a publicidade (porque vale a pena desenvolver o tema), a loja chama-se “Hobbykit” e o seu proprietário que esclarece todas as dúvidas e é um grande aficcionado do modelismo para além de nos mostrar toda a loja e todos os comboios e de nos contar da cidade incrível que tem montada e a funcionar em sua casa (pasmem que até tem sistema de esgotos a funcionar e quando algo falha existem alarmes que põem os bombeiros ou polícias  ou os técnicos respectivos em acção), mostrou-nos um filme ao qual podemos aceder no youtube, sobre a maior “cidade” em modelismo do mundo que está patente em exposição permanente em Hamburgo. Aqui, a “Wunderland” (cliquem “no play” para ver o vídeo, vale mesmo a pena).

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DSC09846O nosso vizinho G., que tem a idade do Alexandre e que desde o “ano passado” tem vindo com mais frequência participar das nossas atividades e brincar (aparece praticamente todos os dias), também anda entusiasmado com a construção do modelo.

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Entretanto tudo isto deu azo a novos desenhos (um grande navio a atracar em mais de meia costa de Portugal… o rapaz é de tamanhos grandes!…

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… e uma grande pormenorização de um Titanic)

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Depois, durante uns tempos o seu quarto foi um estaleiro naval onde andou a construir barcos (um ferry para transportar carros e outro só de passageiros) e o cais de Tróia que depois deslocou cuidadosamente até à sala para uma grande brincadeira e encenação com o seu amigo Bato.

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Também por essa altura vimos dois documentários no Odisseia sobre a construção do maior navio de cargas do Mundo (construído num porto da Coreia do Sul), repetidas vezes, como sempre, até fixar bem todos os pormenores. Eu, pessoalmente, achei piada à quantidade (em kilómetros) astronómica de cabos de electricidade necessária para alimentar o navio (equivalente à utilizada para alimentar uma das maiores cidades dos EUA). O Alexandre interessou-se também por esse detalhe e muitos outros.

Desenvolvimentos mais recentes da construção do modelo do Titanic (volta e meia, quando surgem dúvidas na montagem, lá vamos à loja perguntar ao senhor, que é expert no assunto, sobre o que fazer, como proceder, que tintas utilizar…)

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Os Documentários do Momento

Caderno Verde

Os Documentários do Momento

O Alexandre desde pequenininho que vê documentários com o mesmo interesse (e às vezes mais) com que vê desenhos animados.

Em pequenininho fascinavam-o os das construções de túneis, pontes e torres. Depois foi variando de temas, alguns ainda ligados às construções e outros aos fenómenos terrestres e celestes, ao funcionamento do corpo humano, aos meios de transporte, às viagens e às grandes cidades de todo o Mundo, coisas sobretudo ligadas às ciências e tecnologia e, ainda, à História.

Vou recordar aqui um episódio que contei num post que já publiquei há anos, “Episódio na Bertrand“, que ilustra bem o interesse dele nestas áreas e que acabei de referenciar acima.

Sim, ele estava de volta de um livro de autocad e dizia que ele o ia ensinar a construir túneis, a menina da livraria estava vidrada na sua conversa que derivou para “um dia vou construir uma linha (ferroviária) tão grande, por todo este país…”

Então, os documentários do momento, que temos andado a ver e a rever e a rever, ao longo destes últimos dois meses:

O Poder da Terra, do canal Odisseia, Episódio 3_Gelo (59 min), que explica a força e erosão pelo gelo, como tem ora aumentado, ora diminuído, estudos, expedições…

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DSC09207Desmontando a Cidade, do Discovery, Episódio 5_Londres (de 1h e 2min) _ contam que Londres é a cidade com mais infraestruturas subterrâneas que qualquer outra cidade do Mundo e com a mais vasta rede de túneis…

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DSC09213O Poder da Terra, agora o Episódio 4_Oceanos (58 min). Foi muito engraçado sabermos que o estreito de Gilbraltar e a existência do Mar Mediterrâneo, ao longo dos vários milénios, têm aparecido e desaparecido.

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DSC09259O Mundo Sobre Carris, do Odisseia, Episódio 4_Portugal, ferrovia do destino (60 min)_ “Emmanuelle é uma jovem exploradora com uma única paixão: viajar à volta do mundo de comboio. A maioria das suas viagens reside em conhecer centenas de pessoas diferentes, que habitam partes remotas do planeta.” E eis que neste episódio, em Portugal, percorre o país de Norte a Sul, no Alfa e no Intercidades, parando no Norte, numa zona costeira e de pesca e visitando um pescador, em Fátima, em Lisboa, visitando um grupo de jovens que voluntariamente dedicam as suas artes ajudando pessoas, e no Algarve, visitando um músico que recolhe músicas e cantares (e lenga-lengas) tradicionais e lhes confere arranjos interessantes.

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DSC09293Desmontando a Cidade, agora o episódio 3_Sidney (57 min), que ressalta o enorme e bem largo porto de Sidney, quase o único do mundo a comportar a atracagem de grandes navios como o Queen Mary e muito da geologia da terra.

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DSC09335(a ópera de Sidney)

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E também temos visto e revisto o episódio 2_S.Francisco (57 min) do Desmontando a Cidade (fala muito sobre os sismos e as obras de engenharia calculadas e construídas para lhes sobreviver),

e o episódio 6_Roma antiga (47 min) do mesmo programa.

Ainda o Poder da Terra, episódio 5_Terra Rara (58 min),

Como Fazem isso?, do Discovery, um episódio sobre a produção dos Legos e um outro sobre sabermos como a cidade de Las Vegas recebe os dois biliões de litros de água diários que precisa e ainda como se constrói um écran de televisão do tamanho de 3 campos de ténis.

Vimos também um episódio do programa Maquinaria da Terra:Terra sobre o interior da terra, magma, vulcões, placas tectónicas e sismos, novamente e como tudo isso funciona. Também fala sobre os dinossauros.

Já gravados, e a aguardar que os desbravemos estão os programas: Os Pirinéus Selvagens, O Império Solar_o aspecto enevoado do planeta Vénus, Se não existisse a Lua, Ciência Curiosa: Frio, Os Profetas da ficção científica_Guerra das Estrelas, O Segredo das Coisas_como são feitas as Locomotivas, Máquinas Gigantes_construção de um paquete de luxo e de uma ilha artificial na Alemanha, Titãs Mecânicos_ cinco mega-fábricas, incluindo o edifício de produção de veículos da Nasa e a maior fábrica de processamento de comida da Europa, A História do Mundo_a Era Industrial e Maravilhas da Ásia_ Japão: aposta na sua capacidade de se tornar uma das maiores potencias mundiais no sector aeroespacial.

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