Archive for Francês

Mais um pouco de História e de histórias…

Caderno Verde

Mais um pouco de História e de histórias…

Já cá faltava um pouco de Descobrimentos.

Não é uma questão de falta de imaginação (já falámos deste jogo e destes livros de História de Portugal (que são 4), mas quando os “recursos” são bons e atractivos, há sempre um apetite de voltar a eles.

Daí que mais leituras, mais rotas, mais mapas, com um sotaque francês!

🙂

E mais comida e mais cheirinhos para distinguir (as caixinhas têm mesmo o cheiro das especiarias lá dentro).

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E as histórias com História, pois se repararem bem, esta foi uma invenção da autoria do Alexandre sobre a “História da CP” desde 1800 e picos até ao ano 3000 (futurista, o rapaz).

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Entretanto desencantámos mais uns livros de História (que já eram do pai _ desencantámo-los em casa da avó), um sobre os Estados Unidos da América e outro sobre os Romanos, voltámos aos restantes (restantes para além dos dos Descobrimentos) de História de Portugal e aproveitámos um artigo de uma revista, sobre os Açores que o Alexandre gosta de saber quais são todas as ilhas do arquipélago (deste e de outros) e as suas características.

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De Janeiro a Julho de 2014 – parte I

Olá, vivam!

Como há alguns meses que não dou notícias nem conto das nossas actividades em unschooling, vou fazer aqui um resumo dos meses de final de Janeiro a Julho (de 2014), seguindo a lógica de que, a falarmos de “ano lectivo”, para nós, um ano desses vai de Julho a Julho do ano seguinte (contamo-lo desde o aniversário do Alexandre que é a 12 de Julho). Obviamente, não é possível contar aqui tudo o que fazemos, mas algumas das coisas que têm mais expressão e ilustram um pouco como o unschooling funciona, ou melhor, como funcionamos nós, em unschooling.

Em unschooling, nós não planeamos as nossas actividades, elas vão acontecendo, a não ser em casos em que seja mesmo necessário alguma programação, tais como a nossa viagem a Nova York. Surgindo a vontade, surgindo as condições para acontecer, há uma data de “tarefas” a desenvolver (analisar melhores preços, compra dos bilhetes, tratar dos passaportes, seguros de viagem, etc., etc.) que têm que ser feitas à priori. E depois todo o entusiasmo que a viagem gerou, proporcionou actividades decorrentes e vontade de pensar no que queremos fazer, que locais visitar, anotações e afins.

Beijinhos a todos e não vou prometer que é desta que volto à minha regularidade anterior aqui no blog, farei o meu melhor! 🙂

Caderno Verde

De Janeiro a Julho de 20114 – Aqueduto, construção, matemática, geografia e história

As últimas notícias aqui no blog foram sobre experiências de Física e construção de um modelo do Titanic, bem como ver documentários sobre construção.

Depois disso continuámos com algumas “visitas de estudo”, fomos, por  exemplo visitar o “Aqueduto das Águas Livres” em Lisboa (é visitável  por dentro, mas na internet não diziam que só abriam as portas na  Primavera (e nós fomos lá a meio de Janeiro). Acabámos por percorrer  toda a zona por fora, observar bem o aqueduto e tirar fotos e, já em casa, fomos pesquisar sobre a  história do aqueduto e da sua construção que, durante tanto tempo, forneceu a água a Lisboa.

DSC09864(à espera do comboio…)

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(estação de Campolide! _ o Alexandre gosta desta estação….)

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DSC09884(aqui está o que não estava na internet     😉         )

 

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(é ali dentro que passam as condutas…)

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(de novo a estação! Para o regresso a casa…)

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Reforçámos, com mais um conjunto de peças de madeira, o nosso jogo “Jenga”, para construir novas estruturas (o pequeno entretém-se muito a inventar novos modelos de “construção de edifícios”).

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O Alexandre continuou a fazer mais desenhos, alguns a partir de figuras geométricas.

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Também praticamos matemática todos os dias, já que ele adora fazer contas de cabeça, inclusivé de multiplicações e divisões. Por sua auto-recriação. Por exemplo, quer saber quantas horas há num ano e  multiplica 365 por 24, de cabeça. Aqui há tempos anotei como ele faz as divisões, assim mentalmente, por exemplo, se quer dividir 236 por 4, na sua cabeça, faz primeiro, 50-50-50-50 (50 a cada um são duzentos e ainda lhe sobram 36 para dividir por 4 e vai continuando por aproximações; se a operação não der resto zero, diz que sobram “x”. E raciocínio idêntico é o que utiliza quando faz também as multiplicações, nesta dos 365 vezes 24 fez primeiro 300 vezes 10 vezes 2 e depois 300 vezes 4 e depois os 60 (vezes 10 vezes 2 vezes 4) e depois os 5, de forma idêntica e ia somando todas as parcelas, sempre “de cabeça”. Só que faz isto muito rapidamente, que eu, para verificar se está certo e a fazer da maneira dele, demoro  o quádruplo do tempo.

Para números muito grandes, utiliza máquina de calcular, mas sabe precisamente que contas fazer para resolver um problema que tenha em mente.

Ele tem seguido uma série de desenhos animados que passa no Canal Panda que se chama “Ciber Heróis” e onde passam muitos conceitos matemáticos e formas de fazer cálculos com eles, tais como, por exemplo, fracções e percentagens. Apercebi-me que o Alexandre tem a perfeita noção do conceito de fracção e faz contas de cabeça com números fraccionários da mesma forma que o faz com os inteiros e os decimais, bem como em relação ao conceito de percentagem. Para mim é  basicamente importante que ele perceba o que é uma fracção e o que é uma percentagem quando faça cálculos utilizando tais conceitos.

O pai comprou dois jogos novos, de tabuleiro, o “Risk”, jogo de estratégia militar com mapas de vários países e o “Ticket To Ride” que tem sido um sucesso cá em casa (entretanto fomos acrescentando extensões, começámos com o jogo na Europa e agora já temos o que se joga sobre o mapa de Portugal, o dos Estados Unidos e o da Ásia), todos adoramos jogá-lo, consiste em ir completando caminhos entre as várias cidades da Europa, por exemplo, com carruagens de comboio.
Também tínhamos comprado um jogo “em francês”, La Route Des Épices que, antes destes, jogámos várias vezes, pois é baseado na rota das especiarias que os navios antigamente percorreram e tem mesmo umas caixinhas com especiarias de verdade, as quais temos que adivinhar quais são pelo cheiro.

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Estes jogos dão sempre origem a voltar a pesquisar sobre os impérios e a sua história e localização nos mapas.

Como por exemplo esta “evolução do império britânico” _ ver as datas à esquerda:

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(Continua…)

 

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E durante a semana que se seguiu…

Caderno Verde

E durante a semana que se seguiu…

Novo puzzle com o mapa de Portugal e os seus distritos e cidades (ah! Logo situou o distrito onde fica o rio Corgo, o do viaduto do post anterior):

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DSC09606O Calendário do Advento para este ano…

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DSC09608O novo jogo de estratégia, Memoir ’44:

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DSC09614O helicóptero telecomandado do nosso vizinho (foram os três, vizinho, Alexandre e pai) experimentá-lo lá fora…

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A árvore de Natal!!! Montada exclusivamente pelo Alexandre e mana Catarina. Este ano mudaram-lhe a localização na sala (ficou melhor que nos outros anos, a sala ficou mais espaçosa) e montaram um circuito com um comboio de Natal em Lego, por baixo!

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DSC09537Aí vem ele, o comboio!

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Época Natalícia a começar em Novembro só mesmo na cabecinha (e com as mãozinhas!) destes meus dois filhotes…

😀

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Actividades na 2ª Quinzena de Julho, IV- Maquete da Torre Eiffel

Caderno Verde

Actividades na 2º quinzena de Julho, IV – Maquete da Torre Eiffel e outras

Já cá faltavam as maquetes de edifícios e torres! Como já não se construía uma desde o Empire State Building, comprei esta da Torre Eiffel, também da “Science 4 U”:

Segue-se “o projeto”…

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… et voilà! La Tour!

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E estes são os dois primeiros pins da colecção que o Alexandre anda a fazer dos comboios da CP (os que comprou quando foi com a mana Celina “à aventura”):

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E aqui o Alexandre a contar a “História da zona Oriental de Lisboa” ao nosso vizinho G. (ele chegou à história através das imagens do Google, pois comparou as fotos dos anos anteriores à reconstrução da zona para a Expo 98 com as dos anos posteriores, juntando os pormenores que lhe fomos contando, porque ele perguntou a propósito, de como era antes da Expo e toda a renovação feita em 1998, incluindo a Nova Estação Ferroviária do Oriente):

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O G., o Alexandre e eu a jogarmos Catan:

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E mais uma sessão de ilusionismo promovida pelos dois (Alexandre e G.) e assistida por nós (o pai e eu) _ o G. desparecia e reaparecia por debaixo da manta sem deixar rasto e faziam desaparecer e aparecer objetos.

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12 de Julho de 2013: Uma Década

Parabéns, filhinho!

Quando o seu muito amigo Bernardo lhe telefonou no dia 12 (pois nesse dia ele não podia estar connosco) a dar-lhe os parabéns e lhe perguntou “Quantos anos fazes, mesmo?”, o Alexandre respondeu-lhe, alegremente: “UMA DÉCADA!”

Desde há anos que o aniversário do Alexandre tem sido uma festa maior que as dos casamentos das etnias ciganas, dizemos nós, pois seguramente duram mais de três dias. Começam a chegar os primos e os tios que ficam uns dias antes do dia 12, o dia 12 e, eventualmente mais os dias que medeiam até ao Domingo seguinte que é quando temos feito a festa de aniversário para os amigos. Então, para ele, o seu aniversário dura muitos dias. No dia 12 tenho metido sempre o dia de férias e fazemos um programa comemorativo do seu aniversário.

Bem, como uma década é uma década, aqui fica um pequeno resumo do que ficou por aqui registado e no blog Pés Na Relva quanto às festividades nos vários anos, desde a abertura dos blogs (até então, não tenho registos escritos).

Em 2009: Count Down Aniversário e Actividades e passeios com primos e amigos.

Em 2010: Mais Um Dia Belo e Festa.

Em 2011: Feliz Aniversário, filhote!, Novos Encontros e A Festa, como prometido!.

Em 2012: Socialização e Variações sobre um tema _ Cidades.

Este ano, embora também com comemorações de uma semana, o programa foi um tanto diferente, pois não passámos o dia do seu aniversário no distrito onde residimos (embora a festa depois, sim, tenha sido em nossa casa), como vamos ver agora, no Caderno Verde.

Beijinhos e belos aniversários para todos!

Isabel

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Comemorações de uma Década de Vida

Este ano decidimos passar o aniversário do Alexandre “fora”, aproveitando uma semana de férias em Monte Gordo (Algarve).

Antes da viagem, o Alexandre e a mana Celina fizeram um sugeneris Tabuleiro de Xadrez com uma base em material de maquete e as peças em fimo representando edifícios vários (há, portanto, o edifício-rei, o edifício-rainha, os edifícios-bispos, os edifícios-torres, os edifícios-cavalos e os edifícios peões).

DSC08666Só acabaram o trabalho lá pelas duas da manhã já no dia que iríamos embora, pelo que as primeiras fotos que tirei ficaram bem escurinhas (já vos disse que o meu telemóvel não tem flash…)

DSC08667Em vez de preto e branco as cores deste Xadrez são o verde e o vermelho.

DSC08668Há por aqui uns edifícios que entortaram no forno, quais torres de Pisa.

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DSC08670Já em Monte Gordo, uma vista mais clara do tabuleiro (as peças foram dentro da caixa, para não se partirem no caminho).

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DSC08672Eu e o pai fomos de carro e a Celina e o Alexandre de comboio, juntando o útil ao agradável, pois para além do Alexandre adorar andar de comboio, enjoa no carro. Enviaram-me fotos por mms para o telemóvel durante a sua viagem: Intercidades Lisboa-Faro e Regional Faro-Monte Gordo (totalizando 4h e picos de viagem!)._ não consegui passá-las para aqui…

DSC08673Para além da praia (que estava ótima até às 9h da noite) e dos passeios noturnos (por volta da meia-noite, com muita gente na rua, comendo gelados e fazendo compras) há sempre atividades que se mantêm, estejamos em casa ou fora de casa, tais como esta: ver os seus documentários preferidos (neste primeiro dia foi o documentário da construção do aeroporto de Hong-Kong, gravado do programa “Mega.Construções” do “Discovery Channel”).

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DSC08681Ainda durante a viagem, a mana Celina e o Alexandre foram escrevendo no “Livro das Aventuras” a sua 14ª aventura conjunta destes últimos tempos (a própria viagem de Lisboa a Monte-Gordo).

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DSC08684O “Livro das Aventuras” (que já vai no 3º caderno):

DSC08685Outra das atividades que se mantém estejamos onde estivermos: o desenho de mapas. Desta feita, o de Nova Iorque (de notar que tivémos a notícia há uns dias atrás que temos apartamento garantido_ emprestado_ em Manhatan para o próximo ano, só temos portanto que arranjar dinheiro para as viagens, então o Alexandre já começou a programar a sua estadia de uma semana em Nova Iorque e quando passeávamos à noite em Monte Gordo, disse “Já me estou a imaginar nas ruas de Nova Iorque cheias de vida à noite!”. Vai também ser uma estreia para ele a viagem de avião).

😉

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DSC08691O afamado castelo que tem sempre uma ou outra variação (na decoração, sobretudo e nas infraestruturas envolventes)

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DSC08703O aspecto da praia às 9h da noite…

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DSC08711Os meus “romanos”

😀

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DSC08715Pai e filho a jogarem com as raquetes de praia, num outro dia.

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DSC08718Durante dois dias estivémos o Alexandre, a mana Celina, o pai e eu; depois na Segunda “acresecentou-se-nos” a mana Catarina que tinha ficado em Lisboa durante o fim-de-semana, em trabalho (fomos buscá-la a Albufeira de modo que fomos dar um passeio por lá, aproveitámos e passámos por Vila Moura para que a tia e o primo se juntassem a nós (o primo esteve lá a participar num torneio de ténis) e aproveitámos ainda para nos encontrarmos com mais três amigos que estavam por Albufeira e irmos jantar com eles).

Os primos

🙂

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E os primos com os efeitos da mana Catarina:

😀

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Ainda fomos dar um passeio até Tavira (dois dias depois) para nos encontrarmos com mais amigos e jantarmos também juntos. Aí fomos muitos e vários de nós com crianças (totalizavam 7 crianças a contar com o Alexandre). Comemos, falámos, brincámos, jogámos…

Outra atividade das que já são habituais qualquer o local em que estejamos: Consulta de mapas! Para além dos do iPad, levámos para cima os mapas que temos no carro (um de Portugal e outro da Península Ibérica)…

O Alexandre vai conferindo cidades, os seus tamanhos, acessos, vias ferroviárias e coissas que tais.

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DSC08725Também já em Monte Gordo comprámos um baralho do UNO para jogarmos em família:

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DSC08729E uma outra aquisição, esta que oferecemos ao Alexandre no próprio dia 12, UM MAPA DAS ESTRADAS DA EUROPA! Ele adorou, ficou tempos à volta do mapa e nem queria que o retirássemos da mesa quando queríamos almoçar ou jantar…

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DSC08731Também explorámos o presente oferecido pela tia e pelo primo, um KIT SOBRE ENERGIA SOLAR para realizarmos “Experiências Solares”…

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DSC08736O próprio dia 12 foi, portanto, muito bem passado e “à sua maneira”, tendo começado logo no 1º minuto do dia, às 00h e 01 min, cantando os parabéns e soprando duas velas com o nº 10 sobre uma bela broa de mel (de cerca de 15 cm de diâmetro) rodeada por muitas gomas coloridas, das únicas que gosta e come (umas de ursinhos compradas no Celeiro e meio transparentes, que ele não gosta de umas outras parecidas mais baças), falando ao telefone com o seu maior amigo, o Bernardo (foi quando lhe respondeu que fazia UMA DÉCADA), mandando fotos ao Bernardo (via telemóvel) do bolo sugeneris que adorou, fazendo bolas de sabão na varanda,  jogando mais um joguinho de Uno e vendo um último documentário sobre a construção do túnel sob os Alpes uma última vez antes de ir para a caminha; e continuando, depois de acordar, com a exploração do mapa das estradas da Europa, do Kit sobre Energia Solar, um pouco de praia, mais um passeio pela vila e terminando com um jantar com a sua comida preferida (indiana), jogar à bola no átrio público, comer gelados (uns belos (e bons!) gelados italianos com sorvetes de fruta que não têm lacticínios na composição que o Alexandre podia comer à vontade…) e voltar para casa para ver um filme antes de voltar a dormir.

No dia seguinte voltávamos para Sintra e desta vez, veio com o pai de comboio e trouxe eu o carro e as manas (e o nosso gatinho Kiko que fora connosco).

Quando os levei ao apeadeiro de Monte Gordo para apanharem o regional para Faro, ainda deu para mais umas “pesquisas”: ver as salinas do outro lado da linha (as “Salinas De Castro Marim”),

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DSC08739ver uma vaquinha e um cavalo a pastar,

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DSC08741observar com detalhe todo o apeadeiro e a linha ferroviária,

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DSC08745e pormenores da linha, pois à pergunta “Porque é que há ali um buraco debaixo da linha?”, eu e o pai estivémos a explicar e a mostrar-lhe que se tratava de um atravessamento para as águas das chuvas escoarem do terreno onde estavam os animais a pastar para o outro lado da linha, até à zona dos campos com água…

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DSC08753Estivémos ainda a escutar os “seus futuros colegas de viagem” que falavam em francês, pois o Alexandre, embora ainda não tenha “estudado” francês já reconhece a língua e disse logo “Eles estão a falar francês.” Quando lhe perguntei, aqui há tempos, por causa de uma situação idêntica, como é que ele reconhecia que se tratava da língua francesa ele tinha-me respondido “Então (!) pelo som, pela pronúnicia, é igual à da M. quando ela fala francês”.

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O regional a aproximar-se:

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DSC08757E “Até logo, meus pequenos, boa viagem!”

😉

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No próximo Caderno Verde colocarei as fotos do bolo de aniversário da festa para os amigos deste ano e mais umas atividades resultantes dos novos presentes de aniversário que lhe ofereceram nesse dia.

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