Archive for Teatro/Representações

O nosso Natal e a continuação do passeio a Braga

Olá a todos!

Aqui fica um cheirinho do nosso Natal em Família.

Este ano, como sempre de há uns anos para cá, o Alexandre e as suas manas voltaram a improvisar um teatrinho com a entrega das prendas. O Pai Natal este ano foi a mana Celina!!!! A mana Catarina, a mãe Natal e o Alexandre o cientista que ajudou o Pai Natal a ir distribuir prendas num foguete especial, pois este ano as renas estavam doentes!

🙂

Fartámo-nos de rir com os pequenos! Pois embora tivessem um mini-guião de base, acordado entre eles uns 20 minutos antes, eram muito cómicos a improvisar… a historiazinha meteu Geografia, pois a viagem de foguete deu a volta ao mundo, só que no fim avariou-se e caíu nos Açores. Descobriram uma solução para vir até Cascais, serraram o foguete ao meio o que deu um semi-cilindro para fazer de um belo barco (davam às pernas como remos) e em Cascais descobriram a motorizada da Celina (uma menina que “não estava ali no momento”, quem lá estava era o Pai Natal) e vieram nela os três até Mem Martins…para contar a história antes de distribuir os nossos presentes.

As avós riram-se muito (a avó Rosário teve alta uns dias antes do hospital onde esteve três meses internada e foi sujeita a uma operação complicada, ao coração) e foi um momento bem-disposto.

Um dos primos também esteve na assistência.

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(Os três na motorizada)

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E agora umas fotos do momento de construção de uma “square” do Lego City (prenda nossa e da avó), nos dias seguintes

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(com direito a elétrico e helicóptero e tudo)

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E a nossa árvore!

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Feliz Ano Novo!

 

Caderno Verde

Explorar Linhas de Longo Curso  e Suburbanos, Arquitetura do Local e afins- Passeio a Braga, Guimarães e Porto

Dia 1 – Bom Jesus de Braga

Este apontamento do caderno verde continua o do post passado.

Chegámos cedinho, pois… e como só podíamos entrar na residencial a seguir ao almoço, fomos lá guardar as malas e ala começar a visitar alguma coisa logo pela manhã!

Apanhámos um autocarro até ao Bom Jesus.

A ideia era também conhecer as redes de transportes públicos (comboios, autocarros, elétricos se os houvesse e metropolitano _ o do Porto, quando lá fomos num dia a seguir…)

E claro, o ascensor que no transportou até ao Bom Jesus!

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Lá vem ele a descer (o ascensor)… não fotografei a entrada que dizia ainda “Sahida”, com “h”… O Alexandre achou muita piada e ficou interessado por palavras que antigamente se escreviam de forma diferente, como “pharmácia” e outras.

🙂

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Esta aguinha vinha lá de cima (ainda andámos um bocado à procura da nascente mas não chegámos lá…)

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O musgo nas árvores, o Alexandre também gostou, pareciam atapetadas:

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Andamos sempre a apreciar os mecanismos destes ascensores antigos, o Alexandre faz sempre perguntas ao condutor.

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A moda dos cadeados também anda por cá (há dois anos colocámos aqui as fotos deles na Ponte de Brooklyn)

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Voltámos, descendo de novo pelo elevador e depois o pai ainda foi subir as escadinhas todas.

E então fomos almoçar e depois fazer o check-in na residencial para à tarde darmos um passeio pelo centro de Braga.

 

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E um belo 2015 para todos!

Vivam! Feliz 2015!

Que tenham começado bem o ano e, mais importante (digo eu) que venham belos momentos ao longo de todo ele…

🙂

Deixo-vos com umas fotos:

– De um pequeno passeio (almoço num chinês ao Martim Moniz e passeio pela Costa da Caparica a aproveitar um dia bonito)

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– Das “atuações” dos meus pequenos no Natal. No dia 24, a mana Catarina foi a Sr.ª Cozinheira, com peruca, uma barriguinha e tudo e o Alex o duende Tomás. Nunca se “desmancharam” durante toda a tarde e noite e sempre me chamaram de Dª Isabel (em vez de mãe). A mana Celina era uma rena. Fizeram uma pequena peça à noite, inventada por eles e cantaram, ainda. Fartei-me de rir com eles, o dia todo…

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No dia 25 o “teatro” teve mais um personagem, o Pai Natal (o Bato). A mana Catarina era agora a Mãe Natal, a mana Celina a rena Rodolfo e o Alexandre o duende Davenport,  duende das Ciências…

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DSC01234Voltaram a cantar!

😀

 

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DSC01238E uma festa de bolas de sabão!

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DSC01241Beijinhos a todos e um belo 2015!

Isabel

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Feliz Natal!!!

Vivam, bom dia! A todos um Feliz Natal!!!

Nós cá estamos vivendo a a quadra em família e aproveitando-a (como aproveitamos sempre o nosso dia-a-dia) para a nossa vivência “unschooling”.

E como houve várias “tarefas” agradáveis que têm decorrido no âmbito do Natal, aproveito para deixar aqui algumas fotos e o respetivo relato, no Caderno Verde.

Muitos beijinhos para todos e uma bela quadra natalícia!

Isabel

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Caderno Verde

Feliz Natal!!!

Em Novembro (pois! gostam de o fazer nas calmas e com muita antecedência…) a mana Catarina e o Alexandre, estudaram o orçamento que lhes dei para este ano (tínhamos que renovar a nossa árvore anterior que durou 13 anos) e foram comprar a nova árvore, que eu queria mais pequena que a anterior, mas não tive sorte nenhuma (esta já trazia neve!!!), ainda é uns centímetros maior e quase não conseguiam colocar a estrela no topo.

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Este ano há umas bolas novas, transparentes que refletem todas as luzes e cores tais bolas de sabão, que o Alexandre adorou (também adora bolas de sabão e ainda hoje há grandes momentos de brincadeira a fazer e a apanhar bolas de sabão)

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Os enfeites de feltro feitos por ele e a irmã num outro ano, este ano foram todos enfeitar uma outra árvore mais pequena, que eles agora chamam de “árvore do Super-Mário”, porque a estrela parece a estrela do Super-Mário.

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A mana Catarina e o Bato, ambos actores, costumam ter nesta época vários trabalhos de entretenimento dos pequeninos. Aqui o Bato, a fazer de Pai-Natal no shopping da Beloura. (E também fomos ver a peça de teatro “A Loja dos Sonhos”, no Museu Nacional do Teatro, onde entra a mana Catarina e que já vamos ver mais abaixo…)

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O Calendário do Advento é sempre especial (o Alexandre nunca teve daqueles de chocolatinhos, pois não os pode comer (alergia à caseína), de modo que todos os anos vamos inventando outros calendários. O deste ano, é a mesma árvorezinha em caixinhas do ano passado, onde vou colocando ou uma moedinha ou pistas para uma caça ao tesouro e, de 1 a 24 lá andamos todos os dias a procurar pequenos tesouros.

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Este tesourinho é um globo terrestre que se apoia num pequeno círculo e, movido a uma pilha AA, está sempre a rodar. Ele adorou (o meu pequeno urbanista/geógrafo).

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Este outro tesourito é uma ventoinha de mão para aplacar o calor que lhe dá.

 

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Este outro, um “quebra-cabeças” (difícil, este!).

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E uma “bola de Natal pessoal”, só dele.

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E um conjunto de tubos-palhinha, tais canalizações de edifícios que ele e o nosso vizinho G. se entretiveram a montar e a experimentar (dia de experiências com líquidos_ água, leite de soja simples, leite de soja com frutos, sumo de maçã, sumo de morango…_, que é outra coisa que gosta muito de fazer).

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Em cima, a primeira sessão, na cozinha, em baixo, a segunda sessão, na sala.

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Até o Bato, numa outra sessão, experimentou!

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Num outro dia foram (Alexandre, nosso vizinho G., mana Catarina e Bato) ao cinema, ver o filme Big Hero 6 – Novos Heróis. Adoraram. E comeram muitas pipocas (salgadinhas, as do Alexandre, que ele não gosta nada de doces. Ah! Vou contar-vos uma, a propósito: no outro dia disse eu ao meu filhote: “Anda cá meu doce!” Ao que ele respondeu prontamente: “Meu doce não, meu salgadinho! Que eu não gosto nada de doces!” E então agora, ficou “o meu salgadinho” _ em vez de “meu docinho”_ e até no outro dia, ao chegarmos a casa após um passeio, ele se saíu com esta: “Lar, Salgado Lar!”).

E ontem, dia 21, fomos então ao teatro (teatro infantil, no Museu Nacional do Teatro, que nós também já visitámos há uns tempos atrás, que fica no Lumiar, em Lisboa. É uma peça da autoria da Cativar, para quem a Catarina trabalha com alguma frequência desde há uns bons anitos atrás, esta chama-se “A Loja dos Sonhos“. Ainda vai estar em palco mais dois dias (no próximo fim-de-semana, 27 e 28). Nós rimo-nos que nos fartámos. Connosco foi, mais uma vez, o nosso vizinho G. (da idade do Alexandre), que também se fartou de rir. A peça é para crianças pequenas, mas eles os dois, com 11 anos, gostaram mesmo muito (é muito cómica) e até nós, adultos, nos fartámos de rir.

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Ainda démos uma voltinha pelos jardins do Museu, antes da peça começar…

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E estas fotos são só após o final, em que as actrizes ficam um pouco a falar com as crianças, pois não pude tirar fotos à peça, claro. A mana Catarina é a Esmeralda (e ainda faz mais duas personagens, uma delas, o Rabanete) e a sua colega Sofia, a Avó Lita (e a D.ª Dominique e o Sr. Nicolau…).

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DSC01178O Alexandre, no final, foi também dar um abraço às duas actrizes e dizer-lhes que tinha gostado muito e que elas eram muito, muito boas a representar!

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Actividades na 2ª quinzena de Julho, I

Caderno Verde

Actividades na 2ª quinzena de Julho, I

Passada a semana de aniversário e a festa continuam algumas atividades ultimamente bem habituais.

Novo mapa de Lisboa (cada vez mais aperfeiçoado). Temos as linhas de comboio a preto, o aeroporto, o Parque de Monsanto a verde, a azul as zonas da cidade onde existem os prédios mais altos de Lisboa, e as pontes a vermelho (linha mais fina).

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E aqui, Tróia, com o seu cais de atracagem de ferrys à esquerda e catamarans à direita.

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E aqui Lisboa e os seus concelhos (isto é, concelhos do distrito de Lisboa)

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Desde que vimos e re,re,re,re,revimos o documentário da construção dos diques da Holanda que o Alexandre se interessa pelos Países Baixos e disse que gostava de um dia visitá-los (sem ser através do Google Earth), bem como a sua capital, Amsterdão. E eis que andava eu em arrumações e encontrei no meio de uns papéis este mapa que me deram não há muito tempo, de Amsterdão, com algumas fotos da cidade. Pronto, mais um que ele começou a explorar e vem explorando ao longo dos dias.

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Entretanto o nosso vizinho G., da idade do Alexandre, tem continuado a aparecer mais vezes para brincarem, conversarem (conversam mesmo muito sobre os temas que gostam em comum) e realizarem espectáculos de ilusionismo.

Brincando com as pistas de comboio:

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Observando as instruções para logo construirmos um igloo:

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(e arranjaram esta solução para taparem a sua entrada ou o nosso gato Kiko entrava descaradamente e punha-se a arranhar o plástico podendo rompê-lo)

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O Alexandre gosta de se enfiar dentro do tubo e fazer de tubo-andante (sem se ver nada dele, só mesmo o tubo).

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Num outro dia ainda, o Alexandre e a mana Catarina começaram a desenvolver um novo projeto, a construção de um jogo com um “tabuleiro” gigante, este mapa de Portugal, executado por forma a dobrar-se e a desdobrar-se como os mapas das estradas habituais, que andam no nosso carro. O Alexandre desenhou o mapa e os dois começaram depois a pintá-lo com guaches e aguarelas.

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(a azul o Oceano Atlântico, o mar Mediterrâneo e os rios, a rosa Espanha e a preto as capitais de distrito, Lisboa e Porto as maiores.)

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(o chão ficou pintadinho, mas como é de mosaicos brancos e as tintas são de água, rapidamente tiramos as manchas)

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(e para termos a noção do tamanho, foram utilizadas 12 folhas A3 habilmente unidas entre si com fita-cola, que permite a dobragem em harmónio como a dos mapas habituais)

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Num próximo capítulo teremos a conclusão da execução deste tabuleiro de jogo que ficou para outro dia (deu trabalho!).

O Alexandre, o G. e eu temos jogado o jogo que as manas e o Bato ofereceram ao Alexandre pelo seu aniversário, o Catan (o tal de descobridores e construtores de caminhos e aldeias, a troco de algumas matérias primas, tais como madeira, lã de ovelhas, feno, tijolos e pedras).

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E aqui umas pouquitas fotos do 2º espectáculo de ilusionismo programado e apresentado pelo Alexandre e pelo G. (eu e o pai fomos os espectadores). O G. entrava pelo tubo e magicamente desaparecia.

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Depois o Alexandre dizia “acende” e a luz do candeeiro acendia e apagava-se “sozinha” e o mesmo acontecia com a música de um iPod ligado a uma coluna (de repente começava a música a tocar e logo depois deixava de se ouvir).

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No final, o G. voltou a aparecer dentro do tubo sem vermos como…

😉

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Antes do dia da conclusão do mapa-tabuleiro-de-jogo o Alexandre ainda continuou, sozinho, avançando com uns retoques envolvendo as capitais de distrito num rosa mais forte do que o que representa Espanha, desta vez pintando com caneta de feltro por serem superfícies bem menores (o que servirá depois a alguns propósitos do jogo que ele andava a inventar).

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Também foi com o Bato e mais três amigos pequenos ao cinema ver o “Turbo” e depois foram até a casa desses amigos jogar à bola num campo lá perto e brincar e jantar em casa deles. E voltaram de comboio!!! (O que faz sempre as delícias do Alexandre)

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Unschooling, Além Teorias.

O que mais me encanta relativamente ao unschooling é que o unschooling não é uma teoria.

Logo desde o início que tive contacto com o tema o que me fez perceber que o que estava a ler nos livros de John Holt fazia muito sentido foi o facto de conseguir identificar, a cada aspecto de como as crianças aprendem que ia lendo, que era assim mesmo que se tinha passado em determinadas situações com os meus filhos, sobretudo com este meu mais novo que nunca tinha frequentado qualquer infantário/jardim infantil .

Uma das coisas muito engraçadas porque eu tinha observado antes de ter lido sobre esse aspecto num dos livros de John Holt foi a questão de eles não gostarem que lhes debitemos informação para além da que especificamente solicitam (contei na altura essa pequena história aqui no blog (na parte do Caderno Verde), nós íamos de carro no IC19 que na altura estava em obras e ele perguntou-me como é que se chamavam os camiões do cimento e eu para além de lhe responder diretamente desatei a falar-lhe do betão e de vigas e de pilares até ele me mandar parar que não queria saber nada disso e só me tinha perguntado o nome do camião, só queria saber exatamente isso e mais nada; dali a uns dias li sobre situações do género num dos livros de John Holt, “Learning All The Time”_ tal como o contei depois neste outro post . Depois, uma outra família contou sobre como constatou o mesmo).
E agora que ando a ler o Big Book Of Unschooling da Sandra Dodd, tem-me acontecido o mesmo, isto é, a cada parte do livro verifico que o que ela diz que acontece com a aprendizagem natural é mesmo “universal”, digamos, pois muuuuiiiitos dos aspectos se têm verificado também com o meu filho (que hoje tem 9 anos); um dos que li agora há pouco e achei engraçadíssimo: a dada altura a Sandra dá exemplos de vários jogos interessantes que podemos propor jogarmos com eles (os nossos filhos) e frisa que caso eles não queiram seguir as regras do jogo para não insistirmos que as sigam e deixar solto a ver o que acontece e isso faz muito eco com o que aconteceu com o meu pequeno;  a dada altura ele próprio me pediu para lhe dizer como é que se jogava xadrez,  e eu fui-lhe transmitindo as regras frente ao nosso tabuleiro, só que ele desistiu de jogar com as regras e inventou outras e depois até inventou novos bonecos (com os seus de Lego) para substituir as peças do tabuleiro) e entretivémo-nos horas dessa maneira; mais tarde continuou a jogar a sua variação do xadrez com as suas irmãs e cunhado e até lhe chamou outro nome “jogo de sadrêsss”; até que passados uns tempos começou a jogar com as regras tal e qual e joga bem, já nos ganha a quase todos! Mas de vez em quando, para variar, ainda quer jogar o sadrêsss em vez de xadrez. 😉

Onde quero chegar: àquilo por onde comecei_ se deixarmos que a aprendizagem naturalmente aconteça ela acontece da mesma maneira para todas as crianças, é universal e vê-se na prática, não é uma teoria (muito embora existam muitas variações de criança para criança, não na parte de como funciona, mas na parte do quando e dos aspetos da aprendizagem que vão focando ora uns ora outros, por terem gostos e interesse diversos).

Beijinhos e belos dias para todos,

Isabel

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Caderno verde

Onde Está o Xanti?

Uma brincadeira que ele empreende frequentes vezes quando está cá um dos primos, ou a vizinha ou mesmo para que um de nós entre na dança (também se esconde sob os lençóis da nossa cama e também gosta de aparecer sob um lençol ou toalha a fazer de fantasma).

😉

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Jogo de pistas-Teatro para encontrar uns miminhos

Caderno Verde

Jogo de pistas-Teatro para encontrar uns miminhos

No apontamento do Caderno Verde do último post contei da montagem desta ponte-invenção-de-Leonardo-da-Vinci.

Para o Alexandre encontrar o seu kit de montagem (era o objetivo final), em vez da tradicional “caça ao tesouro”, a Catarina elaborou uma peça de teatro muito bem engendrada e engraçada, em que ela era o Sr. Construtor Alex e pedia ajuda ao menino Xandinho para resolver enigmas e realizar algumas atividades intermédias, que os levassem a chegar ao kit final (que ele ainda não sabia o que era). Não coloquei aqui a foto dela com o meu capacete das obras na cabeça (o meu verdadeiro, profissional, que o Alexandre também tem um de brincadeira), mas era assim que o seu personagem ia deambulando pela casa no decorrer da peça interativa.

Resolvi colocar aqui as fotos quase do fim para o início, pois estas primeiras são as da ponte (de madeira, na realidade, que aqui o protótipo é de plástico) já completamente montada,

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as instruções de montagem por eles seguidas,

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e aqui então os materiais que serviram ao decorrer da peça de teatro e das pistas que levariam às atividades propostas na peça até chegarem ao resultado final: letras-íman que iam formando palavras-chave,

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montagem de troços de pistas de automóvel que também formavam palvras-chave,

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a “construção” (em desenho) de um edifício de palavras…

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Dois ou três dias depois, tendo achado piada à atividade de construir uma pista de carros formando uma palavra-chave, desenvolveram e derivaram a brincadeira para uma outra (que já não tinha a ver com o encontrar qualquer objeto escondido 😉 ) em que as pistas formavam ruas “de uma cidade” e nas próprias pistas estavam indicados os nomes dessas ruas (uma letra em cada peça de encaixe, “tipo puzzle”);

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ele havia a “R. do Aeroporto”, a “R.da Estação”, a “R. do Comboio”, a “R. do Barco” e muitas outras.

😀

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Um belo dia com a mana Catarina

Caderno Verde

Um belo dia com a mana Catarina:

Brincar aos Cabeleireiros, brincar aos Cozinheiros, Brincar às Escolas II e o Canal do Alexandre II

Estar com a  mana Catarina é para aproveitar o que o Alexandre mais gosta de a ver fazer: encarnar diferentes personagens às quais “empresta” diferentes vozes.

Toda esta brincadeira aconteceu num belo dia de Novembro de 2012.

Começaram com o Srrrr Cabeleirrrreiro, que era francês. O Alexandre já precisava de um corte ao cabelo e de há uns anos para cá que só gosta que seja a irmã (que se ajeita!) a cortar-lho, então a Catarina juntou o útil à brincadeira e começaram com estas duas personagens, o grande profissional francês e o menino Alexandre que precisava de cortar o cabelo. A mana arranja uns adereços para fazer de cabeleireiro, um sotaque afrancesado e passam o tempo a fazer teatro, cortando o cabelo.

Depois o Senhorrrr Cabeleirrrreiro sai de cena e entra a Senhouuura Cozinheira, que é do Norte! Com a Senhoura Muito Boa Cozinheira que faz pratos deliciosos e que explica ao Alexandre como fazê-los, fazem o almoço e mais uns snacks para o lanche. A Senhoura Cozinheira “fala achim” e conta ao Alexandre como “crescem as coisas tão berdinhas na horta por detrás da casa onde bibe”. É um pouco mais gordinha que a mana Catarina (adereços!!!) e muito rosadinha. Coloca as mãos na cintura quando está entusiasmada e limpa-as muitas vezes ao seu avental (esta personagem aparece várias vezes cá por casa, não foi esta a primeira vez, quando o Alexandre era bem mais pequeno chegaram a filmar uma aula de culinária inteira dada pela Senhoura Cozinheira e o seu ajudante Alexandre).

Ora que não tenho fotos de nenhuma das divertidas cenas anteriores, pois quando cheguei a casa já estava em cena a Senhora Professora a dar aulas ao menino Xandinho (e o menino Xandinho fazia perguntas “à menino Zezinho”).

😉

No meio de coisas “à seria”, pois eles tinham por lá, na escola montada, todos estes materiais, a Senhora Professora tinha textos escritos na nossa parede-ardósia e o menino Xandinho já tinha escrito uma data de coisas no seu Caderno Verde. A cena passava-se dentro do Titanic (era uma escola especial, uma escola dentro de um barco) num belo dia de Novembro de 2016 (no futuro, portanto).

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Este outro Caderno Verde não on-line ainda tinha tido pouco uso. Comprei-o uma vez por achar que, por ser quadriculado, ia ser mais interessante para desenvolvermos padrões como os que o Alexandre gostava de fazer na altura. Ele encheu uma folha de quadrados e começou a desenhar ali alguns círculos e num outro dia fizémos combinações de triângulos e depois o caderno ficou “em pousio”.

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Quando começámos com as pesquisas sobre os maiores países, as maiores cidades, as maiores pontes, as maiores estações ferroviárias (…) comecei por anotar lá algumas das pesquisas mais difíceis, como a dos maiores centros comerciais do mundo, para não perder os termos da pesquisa, pois apareciam sempre coisas diferentes.

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E o caderno voltou ao pousio, até este belo dia em que teve muito uso.

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(há sempre lugar para a inovação!)

🙂

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Depois, nos dias seguintes, ele voltou a utilizar o caderno para anotar instruções (de uma forma muito esquemática que só eles entendem) para aceder a um jogo de computador, conforme o pai lhas ia dando.

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A aula da Senhora Professora versou muito sobre o corpo humano, transportes marítimos, alguns desenhos e até houve T.P.C. (eu diria que melhor seriam T.P.B., já que continuavam no barco) os quais ele fez logo no fim sozinho, pois numeração romana para ele é canja_ a Senhora Professora passou uns muito fáceis.

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Esta “aula”, para mim, foi bem comprida, mas como não se tratava propriamente de uma aula e sim de uma bricadeira-teatro da escola a bordo do Titanic que durou a tarde toda, percebo que, enquanto o interesse se não esgota isto pode durar eternidades!

😉

A seguir resolveram aproveitar todas as personagens para as apresentar no Canal do Alexandre (e foi aí que eu depois pude ouvir a pronúncia do Senhorrrrr Cabeleirrrrreiro), realizando, produzindo e apresentando mais um programa para o Canal. De notar que o apresentador estava nesse dia com um novo visual após o fabuloso corte de cabelo.

Antes:

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Depois:

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😀

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