Posts tagged Gravidez

Nascimento _ Proposta da Rute

Bom dia, bom dia! Bom nascer do dia!          🙂

A Rute, do “Publicar para Partilhar”, convida-nos, neste seu post, a participar de uma “blogagem colectiva” sobre as fases da vida, começando hoje, com o Nascimento.

Diz que podemos simplesmente republicar algum post que já tenhamos publicado sobre o tema, desde que se enquadre…

Aqui fica o link directo para a participação da Rute de hoje, “Nascimento – Entender a Deficiência”, uma vez que nesse seu post aparecem listadas todas as participações nesta 1ª fase.

Aqui neste meu  blog, que começou a contar o percurso que fizémos até chegarmos à decisão de optarmos pelo Ensino Doméstico em relação ao “prolongamento da educação” do nosso filho mais novo, num dos primeiros posts, “Os Primeiros Momentos”, abordo sim o seu nascimento, contando um pouco da gravidez e do parto um tanto sugeneris ainda na altura (gravidez “vegetariana”, mãe e bebé vegetarianos, parto natural feito dentro de água). Parece-me que esses Primeiros Momentos se podem ajustar ao proposto pela Rute.

Ainda assim, antes de transcrever, republicando, o post inteirinho, gostaria de acrescentar algumas reflexões sobre o tema:

O Nascimento é uma fase muito importante da Vida, é o início de cada uma em cada momento e lugar. Parece esquecermo-nos dele, mas nos recônditos da memória é um momento continuamente presente ao longo da vida.

Há quem afirme que nos afecta para todo o sempre, sejam as memórias agradáveis, sejam as menos agradáveis. Hoje em dia existem “técnicas” para nos “fazer reviver” o momento do nosso nascimento. Como a desenvolvida no “Rebirthing“, por exemplo. Tenho amigas que já o experimentaram e dizem ter sido uma experiência intensa e muito construtiva.

Eu, pessoalmente, não experimentei essa técnica, pois antes de ter tido conhecimento da sua existência tinha já “revivido” o momento do meu nascimento com a ajuda de um simples exercício, num dos workshops do Robiyn (com este site e este outro, mais antigo). E com a ajuda do mesmo exercício “transformei-o” num momento mágico acontecido na água com a presença de golfinhos (os meus “gofinhos padrinhos”) _ Este exercício foi feito num belo dia de praia, dentro da água do mar, nos Açores e repetido numa praia do Algarve.

Até hoje, não senti necessário completar a experiência com outra técnica. Aliás, o próprio curso “Renaski^gi _ A arte de viver em Harmonia” é um contínuo renascimento. Renaski^gi é uma palavra em esperanto (língua criada para ser uma língua universal pela simplicidade das suas regras gramaticais) e significa “Fazer-se renascer a si próprio”.

Foi o meu “belo nascimento”.

Há pouco tempo, é que a minha mãe me contou que eu tinha sido, dos seus filhos, a mais difícil de nascer, sofreu horas intermináveis (eu fui a primeira dos seus 4 filhos) e eu respondi-lhe que ainda bem que ela não me tinha contado nada disso antes, talvez tenha contribuído para eu nunca ter tido medo do momento do parto_ para mim sempre foi algo belo e natural, um momento de celebração, de boas-vindas ao novo ser que a nós se junta. Só me lembrava de ela contar que a minha avó materna estava presente e a apoiara. Sabia de algumas outras características do meu nascimento (e vi outras, no tal exercício), que transformei como contei há pouco. Mas nunca essas me tinham feito temer esse momento maravilhoso que é o nascimento de cada filho. O que se veio a concretizar com toda essa facilidade com que eles, os meus filhos, nasceram, o que fazia a minha mãe dizer “Como diz a tua avó, tens “parir de gata“”.

Pois, da minha vida, fazem intrinsecamente parte os nascimentos dos meus três filhos. O da minha primeira filha, tinha eu 21 anos, aconteceu em Coimbra, de parto “normal”, rápido para primeiro filho (meia hora de contracções). O da minha segunda filha, tinha eu 25 quase a fazer 26 anos, aconteceu também em Coimbra, de parto também “normal”, mais rápido ainda: a pequena “adiantou-se”, o parto estava previsto para o dia 9 de Janeiro e no dia 31 de Dezembro, noite de Lua Cheia, preparava-me eu para fazer uma viagem de 40 Km para irmos passar o fim-de-ano com a família do pai, resolvi ir até à maternidade verificar se estava tudo bem e poderia fazer a viagem. Já não saí de lá, passado pouco tempo a rapariga nasceu, uma dor, assim que me ligaram à máquina de CTG e aí veio! Foi um dos picos de felicidade da minha vida (por ter sido tão rápido e indolor, creio…, para além da alegria do nascimento de um filho! E com a ênfase de estarmos a entrar num novo ano…). O do meu terceiro filho, aos 38 anos, o tal que já contei neste blog, também rápido (ruptura do saco das águas às 5h da manhã, início das contracções leves mas já de 5 em 5 minutos às 5h e um quarto, rapidez de movimentos para chegar à maternidade a tempo (acordar as irmãs que queriam assistir ao parto, ver se estava tudo no saco para levar para a maternidade, vestirmo-nos todos os quatro e ir até lá, ali ao lado) e nasceu, na água, como o previsto, às 6h e um quarto da manhã).

E agora, sim, a republicação do post,

Os Primeiros Momentos

Olá, bom dia!

Disse da última vez, que ao ter o Alexandre resolvemos aplicar os nossos já outros conhecimentos, intuições, forma de viver, em todos os aspectos que resultam do acompanhamento do seu desenvolvimento, a começar pelo parto. Parece tudo muito calculado, mas não é assim. Mesmo sentindo antes que iríamos fazer algumas coisas de outra forma, naturalmente é que nos fomos apercebendo de certos aspectos e tomando decisões. Nem sequer foi a começar pelo parto, pois por exemplo, poderia dizer, a começar pela gravidez…

Quando fiquei grávida já era vegetariana, por exemplo (ver página sobre NÓS), o que não se passou das duas outras vezes em que estive grávida. Tive que ler e pesquisar sobre o vegetarianismo na gravidez e gostei muito de ler (e apliquei) uns textos em espanhol que uma das minhas cunhadas encontrou na internet e me enviou e cujos conselhos para uma gravidez vegetariana saudável adorei seguir e me fizeram sentir sempre bem, leve, relaxada, feliz!

Podem lê-los aqui e aqui e este e este ainda.

Também foi em workshops do Robiyn que ouvi falar pela primeira vez das vantagens do parto na água, para a mãe e, principalmente, para a criança. E noutras “modalidades” do parto natural, como por exemplo, a posição “de cócoras” que facilita muito mais o nascimento que a tradicional posição deitada.

Depois fui pesquisando sobre o parto natural (algumas pessoas denominam por parto humanizado) e estando atenta a esse assunto, descobrindo até que pessoas que já conhecia há tempo tinham tido os filhos propositadamente em casa, com ajuda profissional e sob os preceitos preconizados pelo parto humanizado (luz suave, ambiente relaxante incluindo o som de uma música calma, presença de pessoas queridas à mãe e ligadas ao recém-nascido, como por exemplo o pai e irmãos se isso for confortável para a mãe, só se cortar o cordão umbilical depois de ele deixar de pulsar, deixar de praticar a raspagem dos pelos púbicos e a episotomia (corte do períneo) e mais alguns preceitos que podem consultar no site da Humpar, www.humpar.org nas Recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Entretanto, com o chegar da hora do nascimento do Alexandre, decidimo-nos a ir até à Maternidade Acuario, em Beniarbeig (entre Valência e Benidorm)-Espanha, pois o Robiyn e a sua esposa, quando do nascimento do seu primeiro filho tinham, através de amigos, descoberto a existência dessa maternidade (em Portugal, na altura nem se falava em partos na água e não havia nenhuma maternidade ou clínica que os praticasse) e vieram de lá deliciados com o atendimento, instalações e muitos outros pormenores. Também já outros casais nossos amigos, entusiasmados com a experiência contada pelo Robiyn e pela sua esposa, tinham depois experimentado a mesma maternidade com igual satisfação.

Pronto, para lá fomos e o Alexandre nasceu na água, no dia 12 de Julho de 2003, ao som de uma música com sons de baleias e golfinhos que nós tínhamos levado em CD (entrei na clínica às 5h 40min da manhã e ele nasceu às 6h 15min da mesma manhã…, quase nem dava tempo para por a música nem para encher a banheira), as irmãs e o pai assistiram, entusiasmadíssimos, ao nascimento (a Celina, a mais nova, tirou as fotos de minuto a minuto…) e foi um momento muito feliz e especial!

Podem consultar o site em www.acuario.org e ver a foto da banheira redonda onde nasceram o Alexandre e muitos mais bebés!!!

O resto do tempo lá foi maravilhoso, sempre com o Pedro junto a mim e ao filho, voltámos tinha ele cinco dias…

Escrevi um “livro” onde conto com pormenores essa maravilhosa experiência, mas não está publicado. Tenciono dar-lhe o formato de livro electrónico (e-book) e talvez colocá-lo mais tarde aqui no blogue, de acesso grátis, embora com direitos registados. Logo veremos, quando poderei concretizar isso.

E sim, até para a semana, dia 6, Quarto Crescente, para mais uns momentos de partilha… uma bela semana para todos!

Caderno Verde

Todos Iguais, Todos diferentes

Quando nasceu a Celina, a minha segunda filha, quase 5 anos depois da Catarina, apercebi-me rapidamente como as crianças são diferentes umas das outras. Até lá sempre tinha ouvido falar no “São todos diferentes”, mas como em muitas outras coisas, só percebemos bem o que querem dizer quando as experienciamos.

Perante gostos e características diferentes em cada um, temos, como pais, de agir de formas diferentes. E começamos a apreciar o que cada um tem de característico, os seus “talentos” naturais, e a apoiá-los e a ajudá-los a desenvolvê-los.

O Alexandre tem características muito próprias, diferentes das das irmãs, algumas, e diferentes das de alguns outros meninos. Mas algumas serão parecidas. Daí a razão deste Caderno Verde (e em última análise, deste blogue!). Não tem pretensões de distinção, de diferenciação, de estarmos para aqui a gabar-nos de como é o nosso filho, logicamente.

Mas sim o desejo de partilhar experiências e vivências e, tal como acontece connosco quando sabemos das experiências de outras pessoas, algumas fazendo eco em nós, sabemos que algumas destas coisas serão parecidas a muitas que outras pessoas vivenciarão, poderão “fazer eco” em alguém, poderão ajudar alguém, poderão ajudar a divulgar formas de viver a vida mais consonantes com cada um.

Numa das minhas pesquisas sobre o ensino doméstico encontrei um blogue escrito por famílias que já praticam  o ensino doméstico em Portugal, o Pés Na Relva, e um outro de uma família, também portuguesa, que pensa optar pelo ensino doméstico quando chegar a altura do seu filho ir para a escola, o Jóia de Família, que adorei ler e me fizeram ficar muito contente por saber que em Portugal já  há mais pessoas a partilhar as suas experiências neste campo e para as quais o ensino doméstico faz sentido.

Para a “semana” este Caderno Verde continuará como começou, com a partilha de actividades e passeios que fomos fazendo com o Alexandre.

Um grande abraço a todos.

Aproveito para republicar um outro post, este mais pequeno                          🙂                               , deste bog, que tem também a ver com o nascimento deste terceiro filho (com a viagem!).

6ª Foto…

A Rute do Publicar para Partilhar fez-me uma proposta: a de publicar a minha 6ª foto do meu 6º aquivo das imagens do meu computador.

Ora aqui está ela: (é minha!!! :), raras vezes vêem fotos minhas 😀 ).

É uma foto do Verão de 2003, íamos a caminho de Beniarbeig, 7 dias antes de o Alexandre nascer. Como vêem ia a conduzir, porque fizémos o caminho todo de uma vez só e para o Pedro não ter de conduzir sozinho os mil e picos Kilómetros…:) . Não me custou nada, claro, eu fiz sempre tudo o que estava habituada a fazer, durante todo o tempo da gravidez.

Já tinha querido publicar esta neste blogue, quando coloquei o post “Os Primeiros Momentos“, mas não havia maneira de conseguir, na altura, que a foto saísse bem, aparecia-me sempre deitada 🙂 Bem, hoje deu, apareceu direitinha (perlimpinpins da Rute 🙂  )!!!

dsc020691

E agora, a minha proposta:

1 – Como fez a Pequete do Pequete Art Journal: passem pelo blog da Rute, vale bem a pena!!!!!

2 – E como a Paula do Aprender Sem Escola: Quem quer aderir a esta brincadeira, que tem como primeira finalidade darmos a conhecer a quem nos lê outros blogues que gostamos? Sintam-se à vontade para partilhar as vossas “Sextas Fotos”!!!

3- Meninheira!!! Eu sei que pões muitas fotos no teu blogue, mas estou muito curiosa para ver a tua 6ª foto do teu 6º arquivo!!! 😀 Ah, ah, ah!!!!

4 – Quero mostrar-vos ainda este interessante blogue, que a Rute partilhou comigo: Na Minha Mesinha de Cabeceira, e para o qual ela também escreve. Para quem gosta muito de ler, como eu, é uma bela visita! Desfrutem!!!

5- E, finalmente, but not the least, Carla dos Momentos Mágicos, foi através de ti que conheci o blog da Rute, na partilha do selo Blogs com Magia! Queres mostrar-nos a tua 6ª foto do teu 6ª arquivo??? É que as vossas maravilhosas fotos dos vossos maravilhosos passeios ao ar livre são dignas de se ver!!! 🙂

E muitos beijinhos para todos e obrigada por mais esta diversão!

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Os Primeiros Momentos…

Olá, bom dia!

Disse da última vez, que ao ter o Alexandre resolvemos aplicar os nossos já outros conhecimentos, intuições, forma de viver, em todos os aspectos que resultam do acompanhamento do seu desenvolvimento, a começar pelo parto. Parece tudo muito calculado, mas não é assim. Mesmo sentindo antes que iríamos fazer algumas coisas de outra forma, naturalmente é que nos fomos apercebendo de certos aspectos e tomando decisões. Nem sequer foi a começar pelo parto, pois por exemplo, poderia dizer, a começar pela gravidez…    

Quando fiquei grávida já era vegetariana, por exemplo (ver página sobre NÓS), o que não se passou das duas outras vezes em que estive grávida. Tive que ler e pesquisar sobre o vegetarianismo na gravidez e gostei muito de ler (e apliquei) uns textos em espanhol que uma das minhas cunhadas encontrou na internet e me enviou e cujos conselhos para uma gravidez vegetariana saudável adorei seguir e me fizeram sentir sempre bem, leve, relaxada, feliz!

Podem lê-los aqui e aqui e este e este ainda.

Também foi em workshops do Robiyn que ouvi falar pela primeira vez das vantagens do parto na água, para a mãe e, principalmente, para a criança. E noutras “modalidades” do parto natural, como por exemplo, a posição “de cócoras” que facilita muito mais o nascimento que a tradicional posição deitada.

Depois fui pesquisando sobre o parto natural (algumas pessoas denominam por parto humanizado) e estando atenta a esse assunto, descobrindo até que pessoas que já conhecia há tempo tinham tido os filhos propositadamente em casa, com ajuda profissional e sob os preceitos preconizados pelo parto humanizado (luz suave, ambiente relaxante incluindo o som de uma música calma, presença de pessoas queridas à mãe e ligadas ao recém-nascido, como por exemplo o pai e irmãos se isso for confortável para a mãe, só se cortar o cordão umbilical depois de ele deixar de pulsar, deixar de praticar a raspagem dos pelos púbicos e a episotomia (corte do períneo) e mais alguns preceitos que podem consultar no site da Humpar, www.humpar.org nas Recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Entretanto, com o chegar da hora do nascimento do Alexandre, decidimo-nos a ir até à Maternidade Acuario, em Beniarbeig (entre Valência e Benidorm)-Espanha, pois o Robiyn e a sua esposa, quando do nascimento do seu primeiro filho tinham, através de amigos, descoberto a existência dessa maternidade (em Portugal, na altura nem se falava em partos na água e não havia nenhuma maternidade ou clínica que os praticasse) e vieram de lá deliciados com o atendimento, instalações e muitos outros pormenores. Também já outros casais nossos amigos, entusiasmados com a experiência contada pelo Robiyn e pela sua esposa, tinham depois experimentado a mesma maternidade com igual satisfação.

Pronto, para lá fomos e o Alexandre nasceu na água, no dia 12 de Julho de 2003, ao som de uma música com sons de baleias e golfinhos que nós tínhamos levado em CD (entrei na clínica às 5h 40min da manhã e ele nasceu às 6h 15min da mesma manhã…, quase nem dava tempo para por a música nem para encher a banheira), as irmãs e o pai assistiram, entusiasmadíssimos ao nascimento (a Celina, a mais nova, tirou as fotos de minuto a minuto…) e foi um momento muito feliz e especial!

Podem consultar o site em www.acuario.org e ver a foto da banheira redonda onde nasceram o Alexandre e muitos mais bebés!!!

O resto do tempo lá foi maravilhoso, sempre com o Pedro junto a mim e ao filho, voltámos tinha ele cinco dias…

Escrevi um “livro” onde conto com pormenores essa maravilhosa experiência, mas não está publicado. Tenciono dar-lhe o formato de livro electrónico (e-book) e talvez colocá-lo mais tarde aqui no blogue, de acesso grátis, embora com direitos registados. Logo veremos, quando poderei concretizar isso.

E sim, até para a semana, dia 6, Quarto Crescente, para mais uns momentos de partilha… uma bela semana para todos!

 

Caderno Verde

Todos Iguais, Todos diferentes

Quando nasceu a Celina, a minha segunda filha, quase 5 anos depois da Catarina, apercebi-me rapidamente como as crianças são diferentes umas das outras. Até lá sempre tinha ouvido falar no “São todos diferentes”, mas como em muitas outras coisas, só percebemos bem o que querem dizer quando as experienciamos.

Perante gostos e características diferentes em cada um, temos, como pais, de agir de formas diferentes. E começamos a apreciar o que cada um tem de característico, os seus “talentos” naturais, e a apoiá-los e a ajudá-los a desenvolvê-los.

O Alexandre tem características muito próprias, diferentes das das irmãs, algumas, e diferentes das de alguns outros meninos. Mas algumas serão parecidas. Daí a razão deste Caderno Verde (e em última análise, deste blogue!). Não tem pretensões de distinção, de diferenciação, de estarmos para aqui a gabar-nos de como é o nosso filho, logicamente.

Mas sim o desejo de partilhar experiências e vivências e, tal como acontece connosco quando sabemos das experiências de outras pessoas, algumas fazendo eco em nós, sabemos que algumas destas coisas serão parecidas a muitas que outras pessoas vivenciarão, poderão “fazer eco” em alguém, poderão ajudar alguém, poderão ajudar a divulgar formas de viver a vida mais consonantes com cada um.

Numa das minhas pesquisas sobre o ensino doméstico encontrei um blogue escrito por famílias que já praticam  o ensino doméstico em Portugal, o Pés Na Relva, e um outro de uma família, também portuguesa, que pensa optar pelo ensino doméstico quando chegar a altura do seu filho ir para a escola, o Jóia de Família, que adorei ler e me fizeram ficar muito contente por saber que em Portugal já  há mais pessoas a partilhar as suas experiências neste campo e para as quais o ensino doméstico faz sentido.

Para a “semana” este Caderno Verde continuará como começou, com a partilha de actividades e passeios que fomos fazendo com o Alexandre.

Um grande abraço a todos.

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