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Passeio a Braga, Guimarães e Porto, dias 3 e 4

 

(continuação de cinco posts anteriores, , ,  e )

Caderno Verde

Explorar Linhas de Longo Curso  e Suburbanos, Arquitetura do Local e afins- Passeio a Braga, Guimarães e Porto

Dia 3 – Póvoa do Varzim e Dia 4 – Regresso a Lisboa

Pois então fomos experimentar a linha de metropolitano de “maior longo curso”, isto é, verificando os mapas da rede do metropolitano do Porto, a paragem mais longínqua é a da Póvoa do Varzim! E lá fomos, para testar o percurso, tempos, vistas, etc. e etc. e depois dar uma voltinha pela cidade.

É uma cidade costeira que o Alexandre achou ter parecenças com a Figueira da Foz, onde estivémos há dois anos num passeio do género (também tínhamos ido “testar” o regional Coimbra-Figueira da Foz).

Vejam as fotos:

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E pronto! Depois voltámos para Braga, novamente de comboio “suburbano”. Chegámos à noitinha que já não tínhamos autocarro para a residencial e experimentámos os táxis (passámos pelos túneis da cidade).

Dia seguinte: viagem de volta! O Alexandre conseguiu nas bilheteiras os horários com os percursos das linhas desta zona, para a sua “coleção”.

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Em frente à residencial, antes da ida para a estação:

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Gostámos muito desta estadia de 4 dias, com muitas viagens e aventuras. Não registei em nenhum destes cinco posts, digo-o agora, que uma das coisas interessantes (que o Alexandre se fartou de comentar depois com as irmãs e com os amigos) foi a amabilidade e a disponibilidade das várias pessoas com quem nos cruzávamos para nos informar e prestar bons serviços. Vejam só que, em Guimarães, estávamos numa paragem para apanhar um autocarro que pensávamos ser o correto para chegar ao nosso destino local; quando ele chegou tentámos confirmar se era o autocarro correto e o motorista informou-nos que não, teríamos que apanhar um outro umas paragens à frente, mas para não nos enganarmos, mandou-nos entrar e deixou-nos nessa paragem, sem nos cobrar bilhete algum; depois, como ele próprio se tinha equivocado, pediu, pelo telefone, a um outro motorista que saíra do turno e já se dirigia para casa na sua viatura, parar na paragem onde nos deixara a avisar que afinal ainda tínhamos que atravessar a rua para ir para a paragem devida. E ainda aconteceu outra situação do género, num outro percurso, onde o motorista nos deixou a meio do percurso, pois tínhamos que mudar de autocarro para continuar e avisou por telemóvel o colega do autocarro seguinte que nós tínhamos direito a percorrer mais uma zona.

🙂

 

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Passeio a Braga, Guimarães e Porto, dia 3, Braga

(continuação de quatro posts anteriores, , , e )

Caderno Verde

Explorar Linhas de Longo Curso  e Suburbanos, Arquitetura do Local e afins- Passeio a Braga, Guimarães e Porto

Dia 3 – Braga de novo: avenida central com jardim, teatro, fonte, centro histórico e suburbano até ao Porto (Estação de S. Bento)

Passeando um pouco pela avenida desde a residencial à estação e deleitando-nos com os amores-perfeitos!

O Alexandre gravou-me em vídeo, nesta avenida que desemboca na fonte luminosa.

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O teatro…20150330_101133

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O comboiinho…

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… e a fonte

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Uma árvore de metal! Arte urbana…

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E depois de mais visitas ao centro histórico, mais uma exploração da rede de Urbanos-Porto: Braga-Porto.

Na estação comprámos mais dois pins da CP para a coleção do Alexandre que, como aqui já mostrámos coleciona pins dos vários tipos de comboios que a CP mantém e, desta vez, encontrámos o pin com o logotipo da CP! O engraçado é que apanhámos o mesmo revisor com quem o Alexandre tanto conversou na ida a Guimarães e desta vez o revisor  informou-o de que, quem fazia (fazia mesmo à mão e pintava) a maior parte dos pins da CP era o maquinista deste comboio que nos estava a conduzir…

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Como já contei neste outro post o Alexandre conhece e estuda a “evolução” dos logotipos das empresas (CP, Metro e outras), e cria logotipos próprios para as empresas que cria nas suas histórias.

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Uma das coisas a visitar era a Estação de S. Bento (que o Alexandre não conhecia ainda, só a de Campanhã e Uau!, gostámos logo da estrutura e a seguir do edifício e dos seus belos adornos e pinturas.

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Mal sabíamos nós que aqui voltaríamos ainda este ano, com amigos que também são apaixonados por estações e comboios e percursos de comboio. E que, por sinal, também, praticam o Ensino Doméstico.

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De seguida ala apanhar o metro para fazer o seu “percurso de maior distância” (ver no próximo post).

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… Porto-Póvoa do Varzim!

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(os terminais na Póvoa)

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Passeio a Braga, Guimarães e Porto, dia 2, Guimarães

(continuação da parte do Caderno Verde deste post,  deste outro e do primeiro desta “série”)

Caderno Verde

Explorar Linhas de Longo Curso  e Suburbanos, Arquitetura do Local e afins- Passeio a Braga, Guimarães e Porto

Dia 2 – Guimarães: o centro e o teleférico

A pé pelo centro de Guimarães desde a estação, passando pela porção de muralha no meio do casario com o emblemático dizer “Aqui Nasceu Portugal” e após uma refeição ligeira num cafézinho do centro depressa decidimos que o primeiro local a visitar com toda a nossa energia seria a Montanha da Penha à qual acederíamos de teleférico.

“O Teleférico de Guimarães entrou em funcionamento a 11 de março de 1995, e está aberto todo o ano, ligando o Centro Histórico de Guimarães à Montanha da Penha, num trajeto de 1700 metros, vencendo um desnível de 400 metros em apenas 8 minutos.” _ tinhamos lido no prospeto turístico.

E como andar de teleférico sempre foi um continua a ser uma das preferências do Alexandre bem como observar as vistas lá de cima, lá fomos, pois então!

 

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“Aqui Nasceu Portugal”!

O mote para recordar mais uma vez a História por nós muito desenvolvida nas várias leituras dos livros de História de Portugal que possuímos.

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E sempre a pé, desde a estação até ao teleférico…

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Ei-lo!

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As fotos não fazem jus à grandiosidade do percurso (longo, alto e com vistas fabulosas)

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8 minutos sempre em ascensão!

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A chegar ao topo…20150329_155245

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O Mapa da Montanha da Penha, que não podia faltar. Magnífica, a montanha.

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Agora a descida…

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Chegando de novo ao centro histórico…

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Bom, a visita seguinte era obviamente o Castelo, mas como o teleférico e a Montanha da Penha ocuparam horas, quando lá chegámos estava a fechar… ficará para a próxima visita a Guimarães (desta vez fizémos base em Braga, da próxima talvez a “nossa base” seja o Porto, mas ficou já a pretensão de voltarmos).

E assim voltámos a percorrer a linha dos “Urbanos Porto”, desta vez fazendo um percurso maior, de propósito, para trocarmos noutra estação, a de Ermesinde (vejam os folhetos dos horários da CP Porto, porque é assim que fazemos, estudamos o percurso através dos folhetos, as possíveis estações para a troca de comboio, para percorrermos os trajetos o mais exaustivamente possível!)

🙂

 

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(fotografando e observando sempre as estruturas)

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Continuamos no próximo post.

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Feliz 2016 e a continuação do passeio a Braga, Guimarães e Porto

Vivam! Feliz 2016!

Nós passámos o ano em família e vimos alguns dos fogos de artifício que se vêem da nossa varanda.

O Alexandre que se interessa muito por Geografia, o que inclui os fusos horários, acompanhou durante o dia com algum entusiasmo as reportagens onde mostravam os vários países onde já entrava o ano de 2016 quando por cá ainda era meio dia e por aí fora… Austrália (e o fogo de artifício de Sidney), Japão e logo depois Macau e Hong Kong… e sabia os que entrariam em 2016 depois de nós como os Estados Unidos, especialmente Nova York, onde já estivémos e sabíamos ser mais cedo 5 horas.

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No dia 1, mesmo a chover (este é o chapéu “Singing in the Rain” da mana Catarina), houve quem fosse caminhar para a Praia Grande, entre aguaceiros, isto é, chegámos lá sem chuva (quando por aqui chovia “a potes” e só quando acabou a caminhada e entrámos de novo no carro voltou a chover). Isto para “começar o ano” com algo saudável e a apreciar a Natureza.

🙂

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(estava vento…)

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Ainda no dia 1 tivémos a visita de duas famílias amigas com quem partilhamos as alegrias do “ensino doméstico”, lanchámos e jantámos juntos, brincámos, jogámos e as 3 mães fartaram-se de conversar ao ponto de o Alexandre chegar ao pé de nós e perguntar-nos “Isto é uma Convenção de Mães?”

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Foi um dia 1 de Janeiro em pleno!

😀

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Explorar Linhas de Longo Curso  e Suburbanas, Arquitetura do Local e afins- Passeio a Braga, Guimarães e Porto

Dia 2 – passeio pelo centro de Braga, aproveitando a ida a pé até à estação para apanharmos um comboio suburbano que nos levaria a Guimarães

Visitámos Igrejas, Sé e Monumentos. Um pouco por acaso, porque quando comprámos com antecedência os bilhetes para a viagem não reparámos que a nossa estadia iria coincidir com a “semana santa”, uma vez que fomos no fim-de-semana (que prolongámos por mais dois dias) anterior ao da Páscoa (final de Março de 2015). Mas assim vimos as ruas enfeitadas e procissões a sair e toda uma atividade característica da época.

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Começámos logo por achar piada à interação que os habitantes locais tinham connosco enquanto passeávamos: se nos viam parados a tentar perceber que monumento estávamos a admirar, “metiam-se connosco” e diziam “Esta é a Igreja tal, a Sé fica ali ao dobrar da esquina” (e tivémos outros episódios do género interessantes que contarei depois, a propósito (nos próximos posts)).

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(gostámos muito do padrão destes mosaicos)

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(passadeiras roxas ao centro das ruas…)

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Ainda caminhámos uns kilómetros desde a residencial à Estação que de facto é muito bonita com aquele globo em aço no topo.

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Na estação adquirimos folhetos de Guimarães (percebemos logo que nos esperava uma viagem de teleférico assim que lá chegássemos, pois o Alexandre não quereria perder tal viagem), horários para identificarmos todo o percurso, todas as estações e onde poderíamos trocar de comboio para chegar ao destino pretendido.

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De Lisboa a Braga viajámos de Alfa Pendular, mas agora a ideia era viajar na rede Urbana do Porto. Foi nesta viagem, em conversa com o revisor que eu percebi que o meu filhote sabia que a CP se tinha reestruturado e estava agora organizada em 3 Áreas de Negócio:

  • Serviços Urbanos – CP Lisboa; CP Porto;
  • Serviço de Longo Curso – CP Longo Curso;
  • Serviços InterRegional e Regional – CP Regional.

Ele já nos falava em CP Longo Curso; CP Regional, CP Urbanos/Suburbanos Lisboa…. mas eu não tinha percebido ainda que tinha acontecido esta reestruturação na organização da CP. Só relacionei as coisas quando o oiço alegremente a partilhar os seus conhecimentos sobre a empresa com o revisor e ele confirma, que sim, de tal forma que agora os funcionários já não tinham acesso rápido à informação das outras áreas de negócio que não a na qual trabalhavam (a propósito de partilharmos com ele uma futura programação de uma próxima viagem de longo curso).

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O Alexandre ia verificando as estações por onde passávamos por forma a sairmos na estação correta onde teríamos que trocar de comboio, pois este seguia para o Porto.

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Eis a Estação de Lousado onde saímos e apanhámos então a ligação a Guimarães…

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(os terminais têm sempre sobre ele um certo fascínio)

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E assim chegámos a Guimarães… (continuamos no próximo post)

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O nosso Natal e a continuação do passeio a Braga

Olá a todos!

Aqui fica um cheirinho do nosso Natal em Família.

Este ano, como sempre de há uns anos para cá, o Alexandre e as suas manas voltaram a improvisar um teatrinho com a entrega das prendas. O Pai Natal este ano foi a mana Celina!!!! A mana Catarina, a mãe Natal e o Alexandre o cientista que ajudou o Pai Natal a ir distribuir prendas num foguete especial, pois este ano as renas estavam doentes!

🙂

Fartámo-nos de rir com os pequenos! Pois embora tivessem um mini-guião de base, acordado entre eles uns 20 minutos antes, eram muito cómicos a improvisar… a historiazinha meteu Geografia, pois a viagem de foguete deu a volta ao mundo, só que no fim avariou-se e caíu nos Açores. Descobriram uma solução para vir até Cascais, serraram o foguete ao meio o que deu um semi-cilindro para fazer de um belo barco (davam às pernas como remos) e em Cascais descobriram a motorizada da Celina (uma menina que “não estava ali no momento”, quem lá estava era o Pai Natal) e vieram nela os três até Mem Martins…para contar a história antes de distribuir os nossos presentes.

As avós riram-se muito (a avó Rosário teve alta uns dias antes do hospital onde esteve três meses internada e foi sujeita a uma operação complicada, ao coração) e foi um momento bem-disposto.

Um dos primos também esteve na assistência.

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(Os três na motorizada)

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E agora umas fotos do momento de construção de uma “square” do Lego City (prenda nossa e da avó), nos dias seguintes

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(com direito a elétrico e helicóptero e tudo)

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E a nossa árvore!

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Feliz Ano Novo!

 

Caderno Verde

Explorar Linhas de Longo Curso  e Suburbanos, Arquitetura do Local e afins- Passeio a Braga, Guimarães e Porto

Dia 1 – Bom Jesus de Braga

Este apontamento do caderno verde continua o do post passado.

Chegámos cedinho, pois… e como só podíamos entrar na residencial a seguir ao almoço, fomos lá guardar as malas e ala começar a visitar alguma coisa logo pela manhã!

Apanhámos um autocarro até ao Bom Jesus.

A ideia era também conhecer as redes de transportes públicos (comboios, autocarros, elétricos se os houvesse e metropolitano _ o do Porto, quando lá fomos num dia a seguir…)

E claro, o ascensor que no transportou até ao Bom Jesus!

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Lá vem ele a descer (o ascensor)… não fotografei a entrada que dizia ainda “Sahida”, com “h”… O Alexandre achou muita piada e ficou interessado por palavras que antigamente se escreviam de forma diferente, como “pharmácia” e outras.

🙂

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Esta aguinha vinha lá de cima (ainda andámos um bocado à procura da nascente mas não chegámos lá…)

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O musgo nas árvores, o Alexandre também gostou, pareciam atapetadas:

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Andamos sempre a apreciar os mecanismos destes ascensores antigos, o Alexandre faz sempre perguntas ao condutor.

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A moda dos cadeados também anda por cá (há dois anos colocámos aqui as fotos deles na Ponte de Brooklyn)

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Voltámos, descendo de novo pelo elevador e depois o pai ainda foi subir as escadinhas todas.

E então fomos almoçar e depois fazer o check-in na residencial para à tarde darmos um passeio pelo centro de Braga.

 

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Uma das vantagens do Unschooling e Mais aniversários

Caderno Verde

Uma das vantagens do Unschooling e Mais aniversários

Estávamos os dois, eu e o Alexandre, a ver um vídeo na internet sobre a Expo 98. Isto porque já tínhamos visto um sobre a construção da linha de comboios sob a ponte 25 de abril e a sua inauguração e andávamos à procura de um sobre a construção da estação do Oriente e como esta está ligada à Expo 98, encontrámos então esse vídeo, de 45 minutos, sobre vários passos anteriores à inauguração da exposição. O Alexandre ficou logo interessado em saber todos os pormenores que pudesse saber sobre a Expo, na altura ele ainda não era nascido e adoraria estar lá para ver… Em algumas alturas do vídeo vão assinalando “faltam 500 e tal dias para a Expo’98”, “faltam 365 dias…” (um ano, pois…), até que apareceu “faltam 182 dias…” e o pequeno diz: “São quase mais cem dias que um ano em Mercúrio!”

_Um ano em Mercúrio???” _ pergunto de volta, que isto às vezes o meu raciocínio não o acompanha…

_”Sim, mãe, um ano do planeta Mercúrio são 88 dias dos nossos.”

_”Ah, bom! Percebi… são mesmo 88?”

Pois que eu já estudei isso, claro e talvez até me tenha deparado com o número num destes anos em que acompanho o Alexandre em ensino doméstico, pois ele gosta muito de saber coisas sobre o Universo, a diferença é que nós retemos as coisas que verdadeiramente nos interessam e o resto ficamos com uma vaga ideia. Ele interessa-se mesmo e volta e meia debita estes números e outros conhecimentos que eu fico a pensar “Como é que ele ainda se lembra disto?”.

Esta é, para mim, uma das grandes vantagens do unschooling: realmente “aprender”, porque temos interesse e curiosidade e fazemos as nossas ligações de ideias e acontecimentos e a maior parte das coisas, assim, nunca mais esquecem…

Se estiverem interessados no tal video da Expo 98 que estivémos a ver, foi este aqui.

 

E agora vamos a mais dois aniversários que nos fizeram passar dois dias muito divertidos.

O aniversário do pai, a 14 de maio:

Embora num dia de semana, fomos, ao fim do dia, fazer um passeio divertido como comemoração: irmos todos juntos de comboio até ao restaurante, comermos, cantarmos os parabéns e voltarmos de novo de comboio, numa grande animação (nós os três, as manas, o Bato e dois dos nossos vizinhos). Foram um fim de tarde e noite bem animados!

 

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(a volta, em cima à espera do comboio e em baixo, a selfie dentro do comboio)…

🙂

 

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O outro foi o aniversário de uma nossa amiguinha, também em unschooling, em sua casa. Lá nos reunimos com a sua família e outros amiguinhos que conhecemos na altura e foi uma diversão pegada. As imagens em baixo são do jogo “Suspend” e do “Catan”.

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(o Alexandre a explicar as regras do Catan a uma nova amiguinha)

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Também foi um dia de aniversário muito bem passado! Obrigada a todos!

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Arquitetura e Urbanismo V – Redes, suburbanos, metro e barco – passeio ao Barreiro

Caderno Verde

Arquitetura e Urbanismo V – Redes, suburbanos, metro e barco – passeio ao Barreiro

Continuando a exploração das redes de transportes, logo depois da nossa “avaliação da linha da Azambuja” em fevereiro, a 1 de março  fomos, de transportes públicos, até ao Barreiro.

O Alexandre preparou o itenerário com a devida antecedência (normalmente anota numa folha de papel, após consultar na internet os mapas das redes e itenerários possíveis, o itenerário que pretende explorar nessa próxima viagem e depois consulta-nos (se queremos “alinhar” nesse passeio).

Ainda não tinha começado a primavera, mas por todo o lado já despontavam as flores e já havia “cheiro a primavera”…

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A caminho da estação de Algueirão-Mem Martins

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Os seus pins de coleção (da CP…)

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A estação do Rossio (há tempos que eu não parava por lá… )

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O Alexandre fotografou a a estrutura da cobertura da estação do Rossio (sempre o fascinaram as estruturas)

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O itenerário tinha começado então pela linha de Sintra, de Algueirão-Mem Martins ao Rossio, depois iríamos a pé até ao Terreiro do Paço para apanhar o barco até ao Barreiro.

Enquanto a pé, fomos apreciando a baixa de Lisboa por onde também já não passeávamos a pé há alguns anitos e aqui está mais uma estrutura, esta antiga e em arco, o Arco da Rua Augusta:

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O cais para apanhar o barco para o Barreiro

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Eu não me lembro se há uns anos atrás já tínhamos apanhado este para o Barreiro, creio que só os que atravessam até Cacilhas, mas talvez… Fiquei surpresa com a rapidez (num quarto de hora estamos lá do outro lado) e com o tamanho e conforto do barco (bem espaçoso, neste dia tinha poucos passageiros, fim-de-semana…)

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(aqui está um cheirinho do interior do barco)

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Vistas…

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Chegada ao Barreiro…

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Fomos pesquisar a estação logo ao pé, dos suburbanos que nos levam a Praias do Sado, a Setúbal… Não fomos fazer esse percurso, mas o Alexandre magicou logo voltar com a mana Celina para depois percorrer esta linha numa próxima oportunidade.

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20150301_172645Aqui ainda estava a “fazer contas de cabeça” de como viria cá então, numa próxima vez, com a irmã.

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À volta, já ao entardecer…

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E depois lá voltámos, não a pé até ao Rossio, mas apanhando o metro no Terreiro do Paço até 7 Rios e depois de volta à linha de Sintra (ainda trocámos de comboio numa estação entre Benfica e Cacém, já não me lembro qual que o Alexandre gosta de ir variando as estações em que podemos trocar para não irmos parar a Mira-Sintra-Meleças e chegarmos bem ao nosso destino: Casa!)

🙂

 

Depois, no dia seguinte, andei a fotografar a sua performance com o programa Lego-Design, onde “constrói” todas estas estações e comboios e pormenores de ligação, de construção e de design e me vai explicando como o faz e todos os pormenores que acha importantes:

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(é ele que “desenha” estes comboios, no programa).

 

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