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Feliz 2016 e a continuação do passeio a Braga, Guimarães e Porto

Vivam! Feliz 2016!

Nós passámos o ano em família e vimos alguns dos fogos de artifício que se vêem da nossa varanda.

O Alexandre que se interessa muito por Geografia, o que inclui os fusos horários, acompanhou durante o dia com algum entusiasmo as reportagens onde mostravam os vários países onde já entrava o ano de 2016 quando por cá ainda era meio dia e por aí fora… Austrália (e o fogo de artifício de Sidney), Japão e logo depois Macau e Hong Kong… e sabia os que entrariam em 2016 depois de nós como os Estados Unidos, especialmente Nova York, onde já estivémos e sabíamos ser mais cedo 5 horas.

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No dia 1, mesmo a chover (este é o chapéu “Singing in the Rain” da mana Catarina), houve quem fosse caminhar para a Praia Grande, entre aguaceiros, isto é, chegámos lá sem chuva (quando por aqui chovia “a potes” e só quando acabou a caminhada e entrámos de novo no carro voltou a chover). Isto para “começar o ano” com algo saudável e a apreciar a Natureza.

🙂

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(estava vento…)

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Ainda no dia 1 tivémos a visita de duas famílias amigas com quem partilhamos as alegrias do “ensino doméstico”, lanchámos e jantámos juntos, brincámos, jogámos e as 3 mães fartaram-se de conversar ao ponto de o Alexandre chegar ao pé de nós e perguntar-nos “Isto é uma Convenção de Mães?”

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Foi um dia 1 de Janeiro em pleno!

😀

Caderno Verde

Explorar Linhas de Longo Curso  e Suburbanas, Arquitetura do Local e afins- Passeio a Braga, Guimarães e Porto

Dia 2 – passeio pelo centro de Braga, aproveitando a ida a pé até à estação para apanharmos um comboio suburbano que nos levaria a Guimarães

Visitámos Igrejas, Sé e Monumentos. Um pouco por acaso, porque quando comprámos com antecedência os bilhetes para a viagem não reparámos que a nossa estadia iria coincidir com a “semana santa”, uma vez que fomos no fim-de-semana (que prolongámos por mais dois dias) anterior ao da Páscoa (final de Março de 2015). Mas assim vimos as ruas enfeitadas e procissões a sair e toda uma atividade característica da época.

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Começámos logo por achar piada à interação que os habitantes locais tinham connosco enquanto passeávamos: se nos viam parados a tentar perceber que monumento estávamos a admirar, “metiam-se connosco” e diziam “Esta é a Igreja tal, a Sé fica ali ao dobrar da esquina” (e tivémos outros episódios do género interessantes que contarei depois, a propósito (nos próximos posts)).

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(gostámos muito do padrão destes mosaicos)

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(passadeiras roxas ao centro das ruas…)

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Ainda caminhámos uns kilómetros desde a residencial à Estação que de facto é muito bonita com aquele globo em aço no topo.

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Na estação adquirimos folhetos de Guimarães (percebemos logo que nos esperava uma viagem de teleférico assim que lá chegássemos, pois o Alexandre não quereria perder tal viagem), horários para identificarmos todo o percurso, todas as estações e onde poderíamos trocar de comboio para chegar ao destino pretendido.

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De Lisboa a Braga viajámos de Alfa Pendular, mas agora a ideia era viajar na rede Urbana do Porto. Foi nesta viagem, em conversa com o revisor que eu percebi que o meu filhote sabia que a CP se tinha reestruturado e estava agora organizada em 3 Áreas de Negócio:

  • Serviços Urbanos – CP Lisboa; CP Porto;
  • Serviço de Longo Curso – CP Longo Curso;
  • Serviços InterRegional e Regional – CP Regional.

Ele já nos falava em CP Longo Curso; CP Regional, CP Urbanos/Suburbanos Lisboa…. mas eu não tinha percebido ainda que tinha acontecido esta reestruturação na organização da CP. Só relacionei as coisas quando o oiço alegremente a partilhar os seus conhecimentos sobre a empresa com o revisor e ele confirma, que sim, de tal forma que agora os funcionários já não tinham acesso rápido à informação das outras áreas de negócio que não a na qual trabalhavam (a propósito de partilharmos com ele uma futura programação de uma próxima viagem de longo curso).

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O Alexandre ia verificando as estações por onde passávamos por forma a sairmos na estação correta onde teríamos que trocar de comboio, pois este seguia para o Porto.

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Eis a Estação de Lousado onde saímos e apanhámos então a ligação a Guimarães…

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(os terminais têm sempre sobre ele um certo fascínio)

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E assim chegámos a Guimarães… (continuamos no próximo post)

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Exposição de comboios elétricos em Oeiras

Caderno Verde

Exposição de comboios elétricos em Oeiras

Há dois fins-de-semana atrás, houve uma exposição (de dois dias, creio) de modelismo de comboios.

Combinámos com uma das famílias em ensino doméstico com quem nos encontramos de vez em quando, pois o filho tem também muuuuiiiiito interesse em comboios, em arranha-céus e mais uns itens em comum com o Alexandre.

E lá fomos de autocarro até Oeiras ter com eles e ver a exposição. Estava um dia muito quente.

A caminho do autocarro:

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Quando íamos a pé da estação de Oeiras até ao “Palácio do Egito”, onde era a exposição, fotografámos estes lindos patinhos, o Alexandre é que me chamou a atenção para tanto patinho (também queríamos estar a refrescarmo-nos como eles!):

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E já na exposição (duas salas cheias de comboios montados e a circular e todos os pormenores à volta (paisagens, casinhas, estradas e arruamentos, etc., etc.):

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(o Alexandre e o S. muito falavam sobre o que estavam a ver esobre todos os por menores técnicos)

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Observaram tudo muito bem e quando surgia um percalço na circulação lé estavam de volta dos autores/construtores a perceber o que acontecera e a ajudar.

E aproveitámos para combinar uma nova aventura (andarmos de comboio “de longo curso” – alfa pendular – juntos), que a seu tempo eu depois contarei.

 

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Uma das vantagens do Unschooling e Mais aniversários

Caderno Verde

Uma das vantagens do Unschooling e Mais aniversários

Estávamos os dois, eu e o Alexandre, a ver um vídeo na internet sobre a Expo 98. Isto porque já tínhamos visto um sobre a construção da linha de comboios sob a ponte 25 de abril e a sua inauguração e andávamos à procura de um sobre a construção da estação do Oriente e como esta está ligada à Expo 98, encontrámos então esse vídeo, de 45 minutos, sobre vários passos anteriores à inauguração da exposição. O Alexandre ficou logo interessado em saber todos os pormenores que pudesse saber sobre a Expo, na altura ele ainda não era nascido e adoraria estar lá para ver… Em algumas alturas do vídeo vão assinalando “faltam 500 e tal dias para a Expo’98”, “faltam 365 dias…” (um ano, pois…), até que apareceu “faltam 182 dias…” e o pequeno diz: “São quase mais cem dias que um ano em Mercúrio!”

_Um ano em Mercúrio???” _ pergunto de volta, que isto às vezes o meu raciocínio não o acompanha…

_”Sim, mãe, um ano do planeta Mercúrio são 88 dias dos nossos.”

_”Ah, bom! Percebi… são mesmo 88?”

Pois que eu já estudei isso, claro e talvez até me tenha deparado com o número num destes anos em que acompanho o Alexandre em ensino doméstico, pois ele gosta muito de saber coisas sobre o Universo, a diferença é que nós retemos as coisas que verdadeiramente nos interessam e o resto ficamos com uma vaga ideia. Ele interessa-se mesmo e volta e meia debita estes números e outros conhecimentos que eu fico a pensar “Como é que ele ainda se lembra disto?”.

Esta é, para mim, uma das grandes vantagens do unschooling: realmente “aprender”, porque temos interesse e curiosidade e fazemos as nossas ligações de ideias e acontecimentos e a maior parte das coisas, assim, nunca mais esquecem…

Se estiverem interessados no tal video da Expo 98 que estivémos a ver, foi este aqui.

 

E agora vamos a mais dois aniversários que nos fizeram passar dois dias muito divertidos.

O aniversário do pai, a 14 de maio:

Embora num dia de semana, fomos, ao fim do dia, fazer um passeio divertido como comemoração: irmos todos juntos de comboio até ao restaurante, comermos, cantarmos os parabéns e voltarmos de novo de comboio, numa grande animação (nós os três, as manas, o Bato e dois dos nossos vizinhos). Foram um fim de tarde e noite bem animados!

 

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(a volta, em cima à espera do comboio e em baixo, a selfie dentro do comboio)…

🙂

 

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O outro foi o aniversário de uma nossa amiguinha, também em unschooling, em sua casa. Lá nos reunimos com a sua família e outros amiguinhos que conhecemos na altura e foi uma diversão pegada. As imagens em baixo são do jogo “Suspend” e do “Catan”.

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(o Alexandre a explicar as regras do Catan a uma nova amiguinha)

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Também foi um dia de aniversário muito bem passado! Obrigada a todos!

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Encontros e reencontros

Olá, vivam!

Pois que os últimos posts têm sido muito sobre desnhos urbanos, passeios, viagens, documentários (e ainda vão continuar), mas temos feito muitas outras coisas, inclusivé estar com pessoas, amigos, família, mais amigos e estes ligados oa Ensino Doméstico e ao Unschooling, etc., etc.

Desde o Natal e fim do ano passado que não falo aqui de festas e bolos e almoços´, lanches e jantares em convívio, mas também porque tenho muitas fotos para selecionar e as coisas aqui no blog vão andando devagar. O passeio de reconhecimento da linha de Azambuja do post passado foi feito em fevereiro, só para terem uma ideia e desde aí tenho muitos outros ainda para relatar.

Então os encontros e reencontros, que não vou contar por ordem, mas talvez por temas:

No Sábado passado, dia 2 de maio, juntámo-nos três famílias praticantes de ED/Unschooling. Aqui em nossa casa. Foi um dia em cheio! Chuvoso, mas em casa brilha o sol! Comidinha da boa, brincadeira, jogos da wiiU, jogo no computador do Train Fever, montagem de pistas de comboio da Lego e muita conversa da parte das três mães envolvidas (também estavam dois pais, muito interessados no jogo do Benfica…)

🙂

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Na Páscoa, tínhamos também estado com uma destas famílias, dessa vez em casa deles, também com muita troca de informações, de coisas feitas, interesses, conversa e brincadeira.

Também houve as festas de aniversário, em fevereiro, a minha e a da mana Catarina. Como fiz 50 anos, os meus filhos e maridinho e genro(!), que esse foi incansável, foi de propósito a Coimbra buscar a minha mãe e uma amiga minha que eu já não via há tanto tempo para me fazerem uma grande surpresa! Também vieram os meus primos, de Coimbra (que desistiram de uma ida à neve só para estar comigo) e uns queridos amigos que vivem no Reino Unido, mas estavam por cá na altura. Foi uma festa muito divertida, jantar, bolo de aniversário feito pelas filhotas (e que coincidiu com a comemoração do Dia dos Namorados, que eu faço anos nesse dia). Jogámos Dixit no final e a minha amiga que eu já não via há muito tempo disse-me que já não se divertia tanto há muito tempo…

🙂

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A festa da Catarina foi também boa, familiar, acolhedora… experimentámos umas “lemon bars” feitas por mim amontoadas em castelo e decoradas com marshmallows que ela adora… as lemon bars ficaram aprovadíssimas!

🙂

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E agora há menos dias (também no fim de semana passado logo no dia após ao nosso encontro de “famílias em ED”) foi o Dia da Mãe! Os meus queridos filhotes fizeram-me um pequeno almoço daqueles muito grandes que serviu de almoço e de lanche também, com panquecas, scones, ovos mexidos com feijão em molho de tomate e salsichas de soja fritas, muito chá… são uns queridos! E deram-me uma orquídea azul (porque eu adoro a cor) para além de outros presentes.

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Bolas de sabão através das mãos

Caderno Verde

Bolas de sabão através das mãos

Como já devem ter percebido, as bolas de sabão são por aqui uma constante.

Desde pequeno que o Alexandre sente um grande fscínio por estas pequenas bolas frágeis, transparentes e ao mesmo tempo coloridas, completamente voláteis, mas que sobem, sobem e de repente se diluem no ar, ou descem, descem e estouram ao tocar numa qualquer superfície.

Tem sempre tido vários dispositivos (o último até foi em forma de “pistola de bolas de sabão”, ganho no Natal!) para andar nesta brincadeira sempre que se lembre e lhe apeteça, mas agora descobriu, num belo dia a lavar as mãos, que colocando alguma água e muito sabão, consegue fazer bolas soprando através dos seus próprios dedos entreabertos!!! Ora vejam:

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Pronto! Tem passado horas nisto…

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Aqui até deu para fazer duas bolas ao mesmo tempo:

20150129_002251E aqui estava a ver quão grande conseguia fazer uma bola:

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Logicamente, passou logo a técnica ao seu amigo G. e puseram-se os dois a fazer bolas ao despique.

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E aqui, resolveram uni-las,  até ficarem coladas uma à outra.

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Experiências mágicas!

😀

 

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Passeios com a mana Celina

Caderno Verde

Passeios com a mana Celina – Torre de Belém e Setúbal à noite

– Torre de Belém:

Já há anos que queriam ir visitar (subir) a Torre de Belém e andaram a adiar, a adiar. Ali, na zona, já tinham ido ao Museu da Marinha e várias vezes ao Museu da Eletricidade, mas a Torre ficara “de lado”. Desta vez, lá foram: a mana Celina, o Alexandre e o nosso vizinho G., da idade do Alexandre, que sempre que pode nos acompanha nalgumas “atividades”.

Bom, não acharam grande piada, pois disseram que a Torre pouco tinha que ver por dentro. É subir umas escadinhas (eu já sabia, já lá tinha ido numa visita guiada), pouco diferente é que vê-la por fora e a vista lá de cima também não é nada de especial. É bom enquadrá-la na História dos Descobrimentos e pronto (o que já tínhamos feito através de dois livros e de um guia turístico).

A mais-valia foi, sobretudo para os dois mais pequenos, terem ido até lá (para além do comboio e do metro) num dos elétricos novos (como este aqui da foto!). Adoraram!

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– Setúbal à noite:

Pois lá foram eles de novo a Setúbal, no comboio de 2 andares da Fertagus, passar a ponte 25 de abril, etc., etc. É uma viagem que gostam de fazer juntos e fazem frequentes vezes. Desta vez saíram de casa tarde e então andaram por Setúbal à noite, foram mesmo até às docas ver a vista de Tróia para o lado de lá e vinham encantados com a vista noturna e todas as luzes dos edifícios novos de Tróia.

Chegaram a casa às 10h da noite!

Não temos fotos! A mana Celina anda em maré de telemóvel económico, cuja câmara não alcançava a maravilhosa vista (e não tinham levado máquina fotográfica, claro está, que o Alexandre tem uma digital, que passou de nós para ele, agora que eu e o pai já a não usamos, porque os telemóveis dão mais jeito.

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Trocas de informação e o projeto da cidade subaquática no Japão

Vivam, bom dia!

Pois como é bom conetarmo-nos com pessoas com interesses afins! Neste caso do Ensino Doméstico e do unschooling, desde ter blogs a pertencer a grupos onde se partilham factos e informações sobre o tema e a trocarmos e-mails uns com os outros (e a encontrarmo-nos de vez em quando!). Um dos grandes benefícios é a troca de informação e de recursos. Vamos sabendo das características e interesses das diferentes crianças e quando deparamos com algo específico lembramo-nos “X deve gostar disto, deixa lá enviar a informação…”

Foi o que deve ter pensado a C. (obrigada!), quando me enviou a informação sobre a existência destes livros para “pequenos arquitetos”.

Ou a P., quando me enviou o link para a notícia da existência de um projeto para uma cidade subaquática no Japão que vou relatar aqui em baixo, no Caderno Verde.

Eu também remeto muita informação para vários amigos, ah, ah, mas não me lembro nem sei muitas vezes qual a que, especificamente, “deu frutos”.

Beijinhos e bela troca de informações para todos!

Isabel

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Caderno Verde

Projeto para uma cidade subaquática no Japão

Uma das “sessões” entre mãe e filho desta semana passou-se à volta da notícia deste projeto para uma cidade subaquática no Japão.

Já tinha recebido o link há quase um mês atrás, enviei-o para o meu e-mail d’A Escola É Bela (por uma questão de organização), informei o Alexandre de que havia uma notícia sobre esse projeto para vermos os dois e esperei que ele solicitasse vê-la. Esta semana disse-me, “Mãe, vamos ver o que me disseste sobre o projeto da cidade subaquática!”

E lá estivémos a ler e a ver o pequeno vídeo, o que depois deu azo a muitas novas “invenções urbanísticas” e muita conversa, pois entretanto apareceram a mana Catarina e o Bato e o Alexandre esteve a contar-lhes deste projetos e de vários outros pensados por ele.

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