Posts tagged workshops

Simpósio Sandra Dodd em Lisboa e Coisas que temos andado a fazer… V

Vivam, bom dia!

Conforme anunciei neste outro post, a 1 e 2 de Junho aconteceu em Lisboa, o Simpósio sobre Unschooling com a presença da Sandra Dodd e da Joyce Fetteroll (ambas mães unschoolers, americanas, com filhos já adultos que não frequentaram a escola e têm bons desempenhos nas tarefas que mais gostam de fazer (trabalho), tendo crescido saudáveis e felizes) e vários pais interessadíssimos no tema.

Alguns pais levaram também as suas crianças, pois havia um espaço de brincadeira para elas.

O simpósio correu lindamente, graças também ao empenho da sua organizadora, a Marta Pires.

Os “subtemas” abordados foram os que constavam do programa: 1- Boas-vindas e apresentação das oradoras; 2- Sandra Dodd – “As origens das ideias sobre o movimento norte-americano da “Open Classromm”, e John Holt e a reforma da escola; Como funciona o unschooling”; 3- Joyce Fetteroll e Sandra Dodd – “Aprender e Ensinar”; 4 – Sandra Dodd – “Desescolarização (deschooling)”; 5 – Joyce Fetteroll – “Caixa de Ferramentas para o Unschooling (1ª parte) e (2ªa parte: perguntas e respostas); 6 – Joyce Fetteroll – “Porque não conseguem relaxar e deixar ir”; 7 – Sandra Dodd – “Escolhas e Parcerias na Família”; 8 – Sandra Dodd – “Benefícios Imprevistos do Unschooling”; 9 – Sandra Dodd e Marta Pires – “Perguntas Frequentes sobre o Unschooling; 10 – “Sessão de Perguntas e respostas; 11 – “Encerramento e despedidas”.

Esteve ainda presente uma jornalista da Notícias Magazine, revista do Jornal de Notícias que desenvolveu uma reportagem sobre o simpósio e o tema Unschooling que sairá oportunamente. Quando souber a data da sua publicação, voltarei a falar-vos aqui.

A Sandra Dodd e a Joyce, na semana seguinte, vieram cá a casa com a Marta (depois de terem ido visitar Sintra) e tiraram algumas fotos (à pintura da nave espacial feita pelo Alexandre, à pintura da árvore de parede do quarto da Celina…). O Alexandre quiz logo saber em que local dos Estados Unidos moram elas, abriu o Google Earth e lá estiveram os três a localizar as casas de ambas (uma em Albuquerque, outra em Boston), muito divertidos. Também cá estava a mana Celina que esteve a conversar com a Sandra sobre a sua filha Holly, pois são ambas da mesma idade e, pelo que disse a Sandra, algo parecidas na maneira de vestir (tanto o Alexandre como a Celina e a catarina não tinham estado no simpósio).

🙂

Foram uns belos e proveitosos dias, belos dias para todos vós!

Beijinhos

Isabel

x

Caderno Verde

Coisas que temos andado a fzer nestes últimos três meses (V)… para além das outras coisas que tenho contado por aqui.

– Parece que andamos na fase dos documentários. Este, sobre a Pirâmide Urbana (uma cidade em forma de pirâmide) projetada para Tóquio (inspirada obviamente na forma das antigas pirâmides), o Alexandre já tinha visto há uns meses atrás e voltou a querer vê-lo de novo, pois andam outra vez a passá-lo no Discovery Channel no programa “Mega-Construções”. Revimo-lo, portanto e desta vez gravámo-lo para um CD,

DSC07479

DSC07480

DSC07481

DSC07482

DSC07483

DSC07484

DSC07485

DSC07486

assim como vimos e gravámos mais 4 documentários também do programa Mega-Construções” do Discovery Channel: um sobre a ponte (também ainda apenas em projeto) sobre o estreito de Bering que ligará a América (Alasca) à Ásia (Rússia); um outro sobre o túnel transatlântico (também em projeto) estudado para ligar a América do Norte à Europa (túnel submarino); um sobre a construção do túnel sob os  Alpes, na Suíça e um outro sob a construção do aeroporto de Hong-Kong. Vimo-los também umas duas vezes cada documentário (por agora…).

Também já vimos quatro vezes (embora ainda o não tenhamos gravado, mas vamos gravá-lo entretanto _ faltaram-nos os cds virgens) um outro documentário sobre os diques nos Países Baixos e uma outra obra de engenharia para que as terras baixas não sejam constantemente inundadas e dizimada a sua população (tal como aconteceu em 1953) e este fez com que o Alexandre andasse a estudar melhor o mapa da Holanda e as suas cidades de Amsterdão e Roterdão (e a ter vontade de ir visitá-las!). E também andou a analisar o mapa da Europa e mostrou-me uma forma que engendendrou de aumentar em 1 ou 2% a quantidade de água doce do planeta…

😉

– Mais desenhos em planta e mapas

DSC07488

(outra versão do mapa de Lisboa com a sua ponte 25 de Abril e o seu aeroporto)

DSC07563

DSC07564

DSC07565

(o mapa da Ilha dos Ratos, dos livros de “Gerónimo Stilton”)

DSC08328

(aqui o mapa que vem nos livros)

😉DSC08329

– Estiveram cá uns amigos a brincar (três irmãos), o Alexandre a jogar xadrez com o mais velho.

DSC08320

Comments (1) »

Simpósio em Portugal sobre o Unschooling com Sandra Dodd e Joyce Fetteroll

Está quase a acontecer!

A Sandra Dodd e a Joyce Fetteroll, mães americanas unschoolers com filhos unschoolers já crescidos e perfeitamente integrados, socialmente falando (trabalho, amigos, Mundo!), facilitarão um Simpósio sobre Unschooling, em Lisboa, que terá lugar já nos próximos dias 1 e 2 de Junho (Sandra Dodd, autora do livro “The Big Book Of Unschooling”).

Todas as informações no blog criado para o efeito pela Marta Pires, “Simpósio “Sandra Dodd e amigos em Lisboa””.

Nós vamos (o pai e eu, se bem que desfasadamente) ao Simpósio, por ser uma oportunidade única para trocarmos impressões, esclarecer certos temas e podermos também contribuir partilhando as nossas vivências em unschooling.

A não perder, para quem verdadeiramente interessado no tema.

Vemo-nos por lá. Beijinhos a todos,

Isabel

Comments (1) »

Questionamento_ 4ª fase da BCAP

Olá a todos!

Tal como as organizadoras desta coletiva (Amor Aos Pedaços) delinearam, este Questionamento segue-se à Esperança (vejam a partir daqui todas as participações).

Dos vários momentos que dediquei à esperança (ou à não esperança) nesta coletiva, faz parte um comentário que coloquei na participação da Lina e que para aqui transcrevo:

“Ah, ah, querida maninha! Este é um post mal humurado??? Então que venham mais pots “mal humurados” assim! Para mim é um com muito humor (e Amor) à mistura!

Pois que te percebo e já vi que já viste que eu te percebo e que também me percebeste, pelo comentário que deixaste lá na minha participação… perceberam?

Bem, deixando-me de trocadilhos, já há uns tempinhos que percebi que a maior parte dos problemas nas nossas vidas são uns falsos problemas e que derivam de toda a confusão de conceitos e preconceitos e julgamentos e de “saberes” com que somos bombardeados desde que nascemos e aos quais, ao fim de um certo tempo de bombardeamento, sucumbimos. Conceitos como este da Esperança (e muitos, muitos outros) que nos são apresentados sob uma capinha muito lindinha e a prometer-nos os céus. E assim entramos nesta roda, neste ciclo vicioso de encantos e desencantos, de ilusão e desilusão, de esperança e de desespero, de todas as polaridades e não sei quando é que a raça humana vai sair deste impasse bipolar (inspirei-me na “bipolaridade emocional” do chamamento das 4 R’s a esta fase, gostei do encaixe da expressão…)_ talvez quando retornarmos às crianças que fomos e nos relembrarmos do que é naturalmente mágico e verdadeiro e por isso não é mágico, é real, nós é que nos esquecemos do que a realidade É, realmente, deixámos de a percecionar (ou por outras palavras, do que o Amor É_ e andamos para aqui a chamar-lhe outros nomes!) Ora exatamente sem esperança que lá chegaremos e simplesmente com amor (que tudo pode-tudo confia-nada questiona-tudo faz, etc., etc.), me despeço de ti e deste teu post mirabolástico e fantástico, por hoje… mil beijinhos!!! Isabel”

Pois como para mim o amor nada questiona, não me faz grande sentido adotar o questionamento como uma fase do amor (assim como o não fez o desencanto (2ª fase) e mesmo a esperança (3ª fase). Faz-me mais sentido se eu considerar que estas “fases” sejam algumas das que alguns de nós passamos até redescobrirmos o que é o Amor… talvez. E que, afinal de contas, nada têm a ver com Amor.

Bem, é que não tenho muito a dizer quanto ao questionamento como “ferramenta de auto-conhecimento”, digamos, ou melhor, não tenho muito a acrescentar ao que já disse quando participei nas 4ª e 5ª fases da coletiva anterior, “Fases da Vida”, que se referiam à Juventude e à Maturidade e que eu intitulei de “Relacionamentos e Busca _parte I” e “Relacionamentos e Busca_ parte II”. Podem reler (ou ler pela primeira vez!), ficarão com a noção de como o questionamento passou por mim ou eu passei pelo questionamento e culminou num não buscar, não questionar, não por ter concluído o meu “auto-conhecimento”, como é óbvio, e sim porque deixou de fazer sentido buscar e questionar quando me reencontrei comigo própria (assim, muito resumidamente, porque “vi”, com o meu próprio coração, como sabemos todas as respostas, então não há que buscá-las, já cá estão, é só sintonizarmos com elas e tudo passou a ser “praticar a sintonia”).

Da mesma forma, partilhei nesses posts o sumo das minhas “fases do amor” no que respeita ao que denominei de “amor conjugal” e então, para esta coletiva agora, específica sobre o amor, pouco se me afigura acrescentar quanto ao amor (conjugal, romântico, como lhe quiserem chamar). Daí, até agora ter falado de alguns meus “estados de encantamento”, no geral (na 1ª fase em Março), do meu “desamor à sociedade” quando adolescente (na 2ª fase, em Abril) e do meu “amor de mãe” (na 3ª fase, em Maio).

E assim, agora _ menos palavras e mais ação, entrega e Amor no lugar de questionamento, experimentar para saber e fazer acontecer _, convido-vos a ver este vídeo (partilha de vivências de uma médica, de profissão, que vive e trabalha em Aveiro-Portugal):

(Gosto muito quando, já quase no final, a Isabel diz que tudo aconteceu, porque foi o amor que fez acontecer e agradece também ao marido, visivelmente emocionada, o que muito tem a ver com este tema e este post).

E este ainda, com amor  e gratidão:

Amo-vos e grata por Tudo (inclusive pela paciência que têm tido comigo)!

😀

Isabel (de Matos)

Comments (14) »

Desencanto _ 2ª Fase da BCAP

Olá a todos!

Com este post, participo na 2ª fase – “Desencanto” da Blogagem Coletiva “Amor Aos Pedaços” organizada por Rute, Rosélia e Rosa (Luma) (podem aceder à lista das restantes participações, aqui).

Vou falar-vos hoje do meu primeiro desencanto, embora não considere que o desencanto faça parte do Amor ou seja uma fase do Amor, tal como não considero que o Amor exista “aos pedaços”, ou tenha fases, é sempre inteiro, íntegro. Eu percebo o âmbito desta blogagem e que os pedaços se referem às várias partilhas de cada um neste tema absolutamente amoroso                      😉                             (para além de que, amor aos pedaços, nos remete para aquela lojinha que vende bolos deliciosos, à fatia (e inteiros também), e muitos dos blogs participantes são blogs de culinária…).

Ainda assim, com todo o amor pelas autoras e organizadoras desta coletiva, não me soa bem o amor aos pedaços e tão pouco a abordagem do desencanto como uma fase do amor ou fazendo parte do amor. Mas estas são considerações pessoais, valem o que valem, refiro-as tão só para situar a minha participação nesta coletiva que me merece toda a consideração e tem sido um sucesso amoroso!

Se me perguntarem porque participo então, responderei: “Por amor”. O amor não olha à idade, não olha a classes, não olha a nomes (!), não é mesmo?

Pois o meu primeiro desencanto aconteceu por volta dos meus 14 anos de idade, quando comecei a perceber coisas como o que são a liberdade e a falta dela, a falta de amizade e de respeito de alguns (muitos!) pelos outros e pela Terra, pelo Mundo, sistemas e mais sistemas que pouco (ou nada) têm a ver com a Vida, com o Amor… desencantei-me com a sociedade.

Via pessoas a deixarem-se de falar, devido a frustrações, a stresses, a preconceitos e dogmas. Via pessoas desencantadas com o seu quotidiano, com o trabalho, com a família, com a sua vida emocional, enfim, com a sua vida. Via uns e outros em guerra com o vizinho. Via notícias sobre guerra entre países e imagens de tudo despedaçado e perguntava-me, “o que é isto?”. Desencanto. Amor não é, concerteza.

E questionava-me sobre quase todos os sistemas e quase todas as regras sociais, sobretudo os obrigatórios (na altura não me questionei sobre o sistema de ensino vigente, olha, questiono-me agora!                  🙂                 ).

Esses temas “sociais”, “coletivos”, “humanitários” (ou não “tenha eu 3 planetas pessoais em Aquário”, Sol, Mercúrio e Vénus                😉               ) eram muitas vezes os temas dos meus poemas (escrevia muitos poemas, nessa altura). Na minha cabeça (e sobretudo no meu coração) não percebia porque nos organizamos socialmente desta maneira em sistemas (políticos, económicos, financeiros, culturais, religiosos, sociais, educativos e tudo o mais e que são tudo menos naturais) que nos pretendem desconectar uns dos outros e do Universo no lugar de preservarem essa conecção.

E, claro, o meu próprio desencanto e julgamentos também não foram uma expressão amorosa. Percebi-o bem mais tarde, lá para os 30 e tal anos de idade, ao frequentar os workshops do Robiyn e a cimentar o que por lá percebi, vivendo na prática.

Depois ainda, li livros de outros autores que se interligam a respeito de alguns conceitos e práticas, tais como as ideias de que o Bem e o Mal e a dualidade não fazem parte da realidade, porque o que habitualmente chamamos de realidade alguns outros percebem-na como uma ilusão (como é dito em filosofias e práticas orientais), outros como uma “realidade” (não realidade, uma expressão, uma construção da nossa mente e emoções) virtual ou holográfica (alguns cientistas (físicos quânticos e outros) e vários outros seres que se dedicam ao assunto, tais como o Robiyn e, um outro exemplo, David Icke).

É muito estranho para nós pensarmos que o “mundo físico” que vemos à nossa volta afinal não é “exterior” a nós, que não existe tal coisa como “dentro de mim” e “fora de mim”, que somos “co-criadores do “mundo””, que o nosso “corpo físico” é um recetor (tipo um aparelho de rádio, televisão, computador ou isso tudo junto e de complexidade ainda maior) que capta uma gama muito reduzida de todas as frequências, ondas (vibrações!), que existem no Universo.

Se estiverem para aqui virados e quiserem aprofundar bem o assunto, recomendo (não resulta apenas para os desencantos com a sociedade, resulta também para os desencantos românticos, para os desencantos connosco próprios, para todos os desencantos e a ordem aqui apresentada é aleatória, podem começar por qualquer um):

1 – A frequência dos cursos/workshops Renaski^gi, “A Arte de Viver Em Harmonia” facilitados por Robiyn (www.robiyn.org).

Não sei resumir do que tratam. De Tudo. Tudo pode por lá ser explicado e vivenciados momentos que nos vão fazendo entender como funciona. A nossa energia pode ser (por nós) transmutada e “alinhada” a frequências de integração e harmonia.

2 – Ouvir (de entre outros da sua autoria, e especificamente para o caso) o CD “Para Além do Bem e do Mal, a Inocência”, da autoria de Robiyn.

A “música de fundo” são as gargalhadas de crianças. O teor explica muitas coisas sobre a dualidade, o Bem e o Mal, a educação e outras mais. E contém ainda propostas de exercícios para fazermos e intuirmos melhor certos conceitos. Foi ao ouvir este CD que eu realmente percebi isso do Bem e do Mal não existirem. Só cada um poderá percebê-lo por si próprio.

3 – Ouvir (e, mais importante ainda, praticar) o CD “Relaxamento – # 1”, da autoria de Robiyn.

45 min de explicação e 45 min de um exercício básico de relaxamento completamente orientado pelo autor. Quem experimentar e praticar na íntegra concordará comigo ser espetacular e com resultados excelentes.

4 – Ouvir (e, mais importante ainda, praticar) o CD “Rio de Energia e Transmutação Energética – # 1”, da autoria de Robiyn.

45 min de explicação e 45 min de um exercício básico de transmutação energética (perdão) completamente orientado pelo autor. Reitero o meu anterior comentário: resultados excelentes, quem ousar praticar entenderá o que quero dizer.

5 – Ouvir (e, mais importante ainda, praticar) o CD “Telepatia e Diálogo Mental – # 1”, da autoria de Robiyn.

45 min de explicação e 45 min de exercício básico de diálogo mental completamente orientado pelo autor. Reitero o meu comentário à prática dos exercícios anteriores.

6 – A leitura do livro “Você É a Solução”, da autoria de Robiyn.

Um livro que nos conduz a assumirmos efetivamente a responsabilidade pela Vida, que nos aponta a solução para cada um dos problemas, que nos ajuda a redescobrir quem somos e a agirmos como tal.

7 – Ver o documentário (filme) “What a Bleep Do We Know?”, realizado por William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente.

Trata-se de um filme produzido através de várias entrevistas feitas a cientistas (físicos quânticos, biólogos, bioquímicos, médicos, neurologistas e neurofisiologistas, psicólogos, um investigador na área da ciência noética com formação em telecomunicações, outro na área da psicoenergia) e também a filósofos, um teólogo e um espiritualista. “O que raio sabemos nós?” é um filme que nos abre a mente e nos solta de preconceitos que herdámos não só através da religião como da própria ciência, sem criticar uma e outra, e sim interligando-as e unindo-as.

Através deste link (há vários outros) podem aceder à primeira parte do filme (com legendas em português br); para as restantes partes é só ir clicando na parte seguinte.

8 – Ler o livro “Afinal o Que Sabemos Nós?” da autoria de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente.

Diz William Arntz na introdução ao livro: “A vanguarda da descoberta científica parece provocar um fascínio universal, e ao intersectá-la com verdades aceites durante muito tempo no reino místico torna a ciência aplicável à vida quotidiana. Sempre que conversava com alguém acerca deste material, todos ficavam intrigados: “A física quântica diz isso?!” “As minhas células fazem isso?!” “Eu-eu-eu crio a minha-minha-minha experiência?!” Nós sabíamos que o público existia, era só uma questão de chegar a ele.”

Obrigada Rute, por me teres emprestado o livro, eu tinha apenas visto o filme e o livro comporta ainda muito mais informação. E eu sou uma fã da física quântica                😉

Embora o livro, tal como o filme, seja baseado nas muitas entrevistas feitas a “cientistas da vanguarda” (e também a alguns “espiritualistas da vanguarda”), é perfeitamente compreensível e acessível a todos nós.

9 – Ler o livro “Limite Zero” de Joe Vitale e Ihaleakala Hew Len.

Está gratuitamente disponível na internet.

Joe Vitale, autor de bestsellers na área do desenvolvimento pessoal (como por exemplo “O Factor Atracção”), foi humilde o suficiente para a dada altura da sua vida (e carreira profissional) perceber, assumir e divulgar através deste livro, que muitas das coisas que tinha escrito (tal como o livro que referi acima e a sua participação no livro “O Segredo”) e transmitido nos seus workshops, anteriormente a ter conhecido Ihaleakala Hew Len, eram baseadas em alguns equívocos, que as coisas se passam realmente de outra forma e o que funciona, na resolução de todos os problemas (os que consideramos nossos e os que consideramos de outros ou mundiais, etc.) é algo muito simples e natural e ao mesmo tempo parece uma enormidade tamanha para alguns: cada um de nós é responsável por tudo o que surge na sua vida (dentro de si e à sua volta (o que significa, também tudo o que acontece na vida das pessoas à sua volta) e ainda tudo o que tomamos conhecimento), o que é absolutamente A Liberdade, pois nos torna o único ser capaz de o resolver, mudar, transformar; e a forma que existe de o fazer é perdoar (qualquer coisa: uma pessoa, um acontecimento, uma situação, um objeto, em última análise, nós próprios), que significa transmutar, limpar, clarificar, dissolver, sentimentos e emoções associadas e, em conjunto com o perdoar, agradecer e amar. Limpar todos os julgamentos, preconceitos e limites que nos impomos (ao que os autores deste livro chamam “entrar em estado de Limite Zero”) para que, ao invés de nos orientarmos e agirmos por eles comandados, que é mesmo o termo, possamos estar completamente livres para nos orientarmos e agirmos unicamente por inspiração, por Amor.

Lendo o livro é fácil perceber como distinguir quando agimos devido a memórias enraizadas que nos trazem sempre mais do mesmo (e por isso vemos quadros mais negros) ou quando agimos por inspiração, que é sempre amorosa e nos traz sempre harmonia e felicidade.

Engraçada também é a história/facto/acontecimento que despertou a curiosidade de Joe Vitale sobre o doutor (é psicólogo) Ihaleakala Hew Len: um amigo perguntou a Joe Vitale se já tinha ouvido falar de um terapeuta que curara pessoas sem jamais vê-las, usando um sistema havaiano chamado ho’oponopono. E à sua incrédula reação, o amigo continua a explicar-lhe tratar-se de um psicólogo que curou um hospital cheio de criminosos com problemas mentais, sem nunca ter atendido pessoalmente um único paciente. É aí que ele tenta tudo por tudo até encontrar o inusitado psicólogo, contactá-lo, entrevistá-lo, participar num seu workshop, aprofundar as “técnicas” e a prática do ho’oponopono e operar mudanças relativamente a como vinha fazendo as coisas, agora com um outro entendimento que lhe fez todo o sentido.

Há um ponto ou outro ao longo de todo o livro com os quais não concordo, como por exemplo a história sobre hamburgers e charutos, não fosse eu vegetariana e não fumadora (ativa, porque passiva às vezes não tive como), o que não me impede obviamente de divulgar o que considero um bom livro nem descartar a oportunidade de que mais alguém possa vir a conhecê-lo e desfrutá-lo (tal como eu dele desfrutei) bem como da bela prática ho’oponopono.

10 – Ler o livro “Raça Humana, Ergue-te” da autoria de David Icke.

Já li alguns livros de David Icke (e assisti à palestra que deu o ano passado em Portugal) e, embora à primeira leitura me tenham deixado um pouco “de pé atrás”, “será que isto possa mesmo ser assim?”, a quantidade imensa de informação e pesquisa, da sua parte, ao mesmo tempo coerentemente interligada, é tal, que não posso absolutamente descurá-la. Podia falar-vos dos outros seus livros que li, mas para os efeitos deste post, recomendo vivamente o “Raça Humana Ergue-te”, onde, no meio de muita outra incrível informação, está muito bem explicado como aquilo que habitualmente chamamos de realidade física é uma “realidade holográfica” (virtual).

Também nos conta, nesse livro, muito da sua história de vida, como passou de futebolista profissional a jornalista na BBC, a membro do partido “os Verdes” do Reino Unido e como percebeu que tudo isso é falacioso e está “contaminado” por uma intrincada “conspiração global” (um dos seus livros intitula-se, precisamente, “Manual da Conspiração Global e como acabar com ela”). E fala-nos do seu percurso “espiritual”, de algumas das suas “fontes de informação” e “plataformas de pesquisa”, para além de toda a restante informação e indicação de fontes que nos convida a pesquisar, que disponibiliza.

Tive há pouco conhecimento que foi já editado o seu novo livro (penso que ainda não em português), “Remember Who You Are”. Ainda o não li, assim que tiver oportunidade, vou lê-lo, claro.

11 – Ler o livro “Anastásia” da coleção “Cedros Ressoantes da Rússia”, da autoria de Vladimir Megre (e os restantes livros da colecção).

Nesse primeiro livro da coleção (são 10 livros ao todo, 5 deles já editados em Portugal) Vladimir conta como travou conhecimento e amizade com Anastásia, uma habitante (humana) da floresta russa (taiga), onde sempre viveu e passa-nos uma quantidade incrível de informação sobre como vive (e como viveu desde que nasceu) Anastásia, todas as capacidades que nos são inatas a todos e que ela sempre preservou e desfrutou, como as usa para benefício de todos e muito mais.
Para mais informação e indicações sobre os livros, podem consultar o site português (onde se encontra referenciada a ligação para a página do autor, em russo e em inglês): http://www.cedrosressoantes.com

12 – Experimentarmos tudo isso e “ver para crer” (ou melhor ainda, como diz o Robiyn, experimentar e deixar de crer, porque passa a saber, por experiência própria, o que é diferente de apenas conhecer _ sabedoria é diferente de conhecimento).

x

Termino de novo com o encantamento, o tal, para quem ainda se encontrar desencantado:

“abzkkkddlllavmixxxx”!                                                         😀

(Contei desta poção mágica, aqui, na parte do Caderno Verde (final do post)).                                                🙂

Pronto, como eu disse no post dedicado ao encantamento, ficaram encantados, a partir de agora todos nos damos conta que somos FELIZES!!!

Beijinhos encantados para todos.

Isabel

Comments (12) »

Atividade: Passeio Fotográfico em Sintra

Vivam, boa noite!

Começou assim: a Carla, do Magic Moments, veio um dia destes revisitar este nosso blog e trocámos comentários e depois e-mails com vista a organizarmos, para um grupo de crianças em ensino doméstico, um passeio fotográfico do género deste que eu acabara de ver publicitado no seu blog.

E assim o realizámos, no Domingo passado. Fomos um pequeno grupo, de 7 crianças entre os 4 e os 9 anos (a atividade foi especificamente a eles dirigida) acompanhadas pelos seus familiares/amigos adultos. Nós fomos os dois (pai e mãe) com o Alexandre, que no início estava um pouco tímido, mas sempre participativo.

O Nuno e a Carla começaram por lhes pedir para fazer um desenho de algo que estavam a observar e que depois queriam fotografar e a aderência foi total. E seguiram-se catadupas de fotos. Enquanto percorríamos recantos de Sintra.

Hoje não coloco aqui as fotos tiradas pelo Alexandre, com a máquina digital. Vou depois colocá-las num post, no Caderno Verde. Deixo algumas das que tirei eu, com o meu modesto telemóvel, enquanto o grupo se movia…              😉

Começámos na envolvência do Palácio Nacional de Sintra e acabámos no Parque da Liberdade.

E finalizámos o passeio com um belo piquenique.

O que quero salientar: o Nuno, com a maior das facilidades, captou a atenção do Alexandre (e a sua amizade! No final deram-se grandes conversas entre os dois!). O Alexandre no final da atividade não queria ir ao piquenique, acabámos por ir e adorou. Ele já tirava fotos volta e meia, mas depois disto (retendo a lição do Nuno sobre o porquê de fotografarmos_ podermos fielmente guardar as imagens que gostamos (e os momentos, mágicos!) para mais tarde recordar…          🙂                  ), resolveu imortalizar tudo o que para ele estava a ter significado: uma florzinha amarela que me ofereceu lá em Sintra (para eu me lembrar dela mesmo depois dela morrer) e, chegados a casa, todas as divisões e recantos da casa, varanda e vista da varanda, objetos queridos, o gato e eu com o gato ao colo, etc., etc., para um dia mais tarde nos lembrarmos como era, exatamente.

Gostámos todos muito deste Passeio Fotográfico (houve até uma menina que perguntou quando é que íamos ter o “nível 2!”). Grata a todos os participantes e à Carla e ao Nuno!

Beijinhos para todos vós, belos momentos mágicos para todos.

Isabel

Comments (7) »

Ressonâncias Informativas… – Fases da Vida

Vivam! Boa noite!

Depois do último post da BCFV (Blogagem Colectiva Fases da Vida) na qual participei a convite da Rute do Publicar Para Partilhar, as organizadoras da BCFV fizeram uma sessão de encerramento (bela organização!).

Como agradecimento, sinto-me no dever-direito-prazer de aceitar o seu convite para com elas ressoar e assim nasce-cresce-e se transforma este post,

Ressonâncias Informativas…

… para a libertação de qualquer paradigma

Como introdução quero explicar que as ressonâncias são informativas porque vou associar a divulgação/informação de alguns trabalhos/posturas que ressoam com cada uma das Fases da Vida que deram corpo à BCFV (Nota: a divulgação não é exaustiva e sim, apenas alguma informação que eu absorvo e sinto ser importante partilhar) . E o “… para a libertação de qualquer paradigma” tem a ver com o seguinte:

De há uns anos para cá que, na minha “busca” (da felicidade, digamos, até perceber que o que tinha a fazer era parar de buscar _expliquei o porquê nas minhas participações nas 4ª e 5ª fases da BCFV, Juventude e Maturidade, respectivamente), me tenho deparado com textos e afirmações de pesquisadores das mais variadas áreas constatando que a Humanidade atravessa uma mudança de paradigma (um novo paradigma dará lugar a um velho), isto é, ocorrerão (aliás, já começaram a ocorrer) transformações dos modelos/padrões/matrizes colectivos a nível social, económico, educativo, científico, na área da saúde, da justiça, da psicologia colectiva, etc., etc.

Ora que eu não desejo a substituição de um paradigma por outro. Para mim, não há paradigma que nos sirva! Liberdade é liberdade e pronto. E dá a mão à integração, à harmonia, ao amor…

Nesta óptica, passemos às ressonâncias informativas (para a libertação de qualquer paradigma    🙂            ) para cada Fase da Vida tal como a vivemos ao longo destes oito meses de BCFV, honrando a frase de Gandhi, “Sê a mudança que queres ver no Mundo”:

1ª Fase – Nascimento

Parto Natural/Parto Humanizado

Muito sumariamente, uma forma de nascer sem violência, em harmonia.

Um link…

… para o site da Humpar, Associação Portuguesa pela Humanização do Parto.

Um blog…

… de uma doula de Portugal “no activo”,”Parir em Paz“.

Um profissional…

Michel Odent, cuja máxima “Para mudar o Mundo é preciso mudar a forma de nascer” tem corrido Mundo            😉           .

Um vídeo…

Este vídeo “promocional” do nascimento na água _ “parto tradicional” versus parto natural, os benefícios (para todos) e a beleza de um parto natural.

Um livro…

… Nascido no Mar _ o Nascimento como Iniciação, de Chris Griscom

(um livro lindo à base de fotos (e com algum texto) do nascimento do seu 5º filho nas águas morninhas das Bahamas)

Uma referência…

… os workshops Renaski^gi dados por Robiyn (ver aqui e aqui), onde de entre muitos outros temas é mostrada e explicada, acompanhando exercícios e demais vivências, a importância do nascimento de uma forma natural, que não violente os direitos das mulheres, das crianças, dos pais, da família e muitos mais, uma forma que realmente receba com amor o ser que chega ao planeta, como um verdadeiro “cartão de boas-vindas”.

(Nota: os workshops Renaski^gi são tranversais a todas as fases da vida pelo que serão referidos em várias fases, numa das suas facetas que se aplique à fase em foco)

Um espaço…

Maternidade Acuario, em Beniarbeig, onde se observam todos os preceitos inerentes a um parto natural e humanizado (a maternidade onde nasceu o nosso filho mais novo).

Uma foto…

… da minha experiência pessoal logo após o nascimento na água do nosso filho mais novo, há oito anos atrás.

2ª fase – Infância

Aleitamento Materno/Amamentação Prolongada e outra forma de Educação

Um link…

… para o site da Liga La Leche

que promove o aleitamento materno e a amamentação prolongada e organiza reuniões de apoio moderadas por membros da liga, onde as mães interessadas poderão ouvir testemunhos de outras mães, trocar experiências, fazer perguntas, obter informação especializada e muito mais.

Um CD…

“Mais Além do Bem e do Mal… a Inocência…”, de Robiyn

Onde ouvimos, ao som de uma música suave e de gargalhadas de crianças, como transcender a polaridade Bem-Mal (e o que são o Bem e o Mal), voltarmos à criança que todos somos, uma definição da verdadeira educação fundada na raiz etimológica da palavra EDUCAR e algo mais…

3ª fase – Adolescência

Liberdade de Educação

Um tema que me é muito caro ou não tenhamos nós, como família, optado pelo Ensino Doméstico em relação ao nosso filho mais novo. É também um tema transversal a várias fases da vida, foco-o aqui na adolescência por ser a fase em que é mais sentida toda a repressão/formatação/tolher de criatividade e dos ritmos individuais existente nos actuais sistemas educativos.

O Ensino Doméstico é apenas uma forma possível de escolaridade de acordo com a actual legislação portuguesa que nos permite um pouco de liberdade quanto a “métodos educativos”. Algo mais amplo é A Liberdade de Educação, que tem a ver com o Unschooling preconizado por John Holt.

Um nome, uma referência, um link para o seu site oficial…

John Holt

o artigo sobre John Holt na Wikipédia

o site oficial de John Holt

Um livro (de entre muitos)…

How Children Fail (editado em Portugal sob o título “Dificuldades em Aprender), de John Holt    🙂

Relata inúmeros casos da experiência vivida por John Holt enquanto professor de crianças-adolescentes numa escola, mesmo adoptando ele alguns métodos educativos alternativos, revelando o grande porquê das “dificuldades de aprendizagem” da maioria dos adolescentes e dos truques adoptados pelos “bons alunos” exactamente pensados com o fim de obtenção de uma “boa nota”, não significando qualquer aprendizagem, de facto.

Um blog…

Aprender Sem Escola, da autoria da Paula, mãe portuguesa e vivendo no Reino Unido, seguindo o Unschooling/Aprendizagem Autónoma/Educação Natural/Liberdade de Educação (a Paula também participou nalgumas Fases da Vida da BCFV).

4ª fase – Juventude

Vegetarianismo

Embora ressoando com todas as Fases da Vida, foco o Vegetarianismo ligado à Juventude, porque é com a nossa autonomia financeira que mais facilmente poderemos optar por uma alimentação ética, saudável e sustentável em termos ambientais.

Um link…

… para o site do Centro Vegetariano, em Portugal, que tanto tem contribuído para a divulgação, informação consciente e apoio a quem começa ou quem quer começar a usufruir de uma alimentação ética, saudável, sustentável e equilibrada.

Um blog…

… o da Rute, claro, “Publicar para Partilhar“, com as receitas vegetarianas mais inventivas e as experiências culinárias mais “loucas” que eu conheço           😀

Uma iniciativa…

Segunda Sem Carne, da qual tive conhecimento através de um dos posts do Gilberto para a blogagem colectiva Teia Ambiental (e conheci o seu blog através do da Rute  😉    ) e iniciativa que percebi ser de grande utilidade, pois logo a Lina do blog Aroma de Café manifestou a sua adesão (a Lina também participou em todas as fases da BCFV).

Um livro…

Como Comemos, de Peter Singer e Jim Mason, descrito brilhantemente neste post da Rute, pelo que não vou detalhar mais. Digo-vos apenas que o livro da Rute tem corrido Portugal de lés a lés e ajudado muitos a perceber como comemos                   😉

Um nome, uma referência (um vegetariano         🙂           )…

Robiyn(clicando acedem a fotos do Robiyn com os golfinhos), através de quem me iniciei no vegetarianismo ao frequentar os seus multitemáticos e multidimensionais workshops Renaski^gi. A sua visão ética sobre o vegetarianismo é algo muito interessante de perceber.

5ª fase – Maturidade

Redespertares

Pois e então se chegarmos à maturidade e tivermos nascido com alguma violência (pelo menos devemos ter levado a palmadinha nas nádegas a ver se chorávamos…), não fomos amamentados ao peito, sofremos a formatação dos currículos escolares que visam a formação de jovens obedientes e ao serviço do sistema e se possível com umas palinhas ao canto dos olhos também, não nos tornámos (ainda    😉         ) vegetarianos, temos algum futuro num salto para fora de todos os paradigmas (matrizes, rodas-ciclos fechados onde andamos sempre a experimentar as mesmas coisas, incluindo as mesmas desgraças…)?

Parece-me que sim, não desanimemos… redespertemos (nunca é tarde!).

Redespertemos para a consciência, redespertemos as nossas capacidades natas (talentos, dons) que todos temos.

Uma ajuda valiosa…

Susana Pinho, uma alma doce, mãe de três filhos, que desde criança manteve a sua capacidade de ver as auras e entretanto assumiu o seu talento nato e o partilha connosco, dando consultas (presenciais e à distância) e workshops onde podemos nós próprios ver auras e sentir como interpretá-las.

Uma prática preciosa…

… praticar e praticar os exercícios propostos pelo Robiyn (relaxamento, rio de energia, telepatia, psicometria, realizar o impossível, captação energética e libertação de preocupações, Fusão com o Todo (todos os exercícios são mágicos e para mim este é muito especial), exercício da águia, captação da energia do sol, “viagens no tempo _ passado e futuro” (aspas, porque não existe tempo tal como o conceptualizamos o que se vai tornando fácil de interiorizar à medida que realizamos mais e mais destas viagens), energização (a 14 mãos), como estudar menos e aprender mais e muitos, muitos mais…), com a ajuda de CD’s e frequentando os workshops, pois a maioria dos exercícios não estão reproduzidos em CD para além do precioso que é sentirmos a termos a ética necessária para usar dos talentos redespertos com a ajuda destes exercícios, bem como o sabermos que não só os exercícios fazem tudo e sim também as nossas mudanças de atitudes.

Um filme…

Nunca É Tarde (título em Portugal)                  🙂                  . Nunca é tarde para nos encontrarmos com a criança que fomos/somos, nunca é tarde para sermos autênticos, genuínos e agir coerentemente.

6ª fase – Melhor Idade

Cuidarmos de todos incluindo nós próprios

Redespertando para a consciência a terceira idade pode mesmo ser vivida como a melhor idade (ou serem todas as melhores!). E continuarmos “em forma” para cuidar de todos incluindo nós próprios ou, como diz o Robiyn, sermos felizes fazendo os outros felizes.

Um livro…

Os Segredos de Saúde dos Hunzas, de Christian Godfroy _ os Hunzas, um povo (deste planeta!), cuja esperança média de vida é de cerca de 130 anos

Leiam todo, é só clicar, é melhor que um resumo, é curto e lê-se na perfeição!

Um filme…

Milagre em Manhattan, um filme “de família”, de uma simplicidade e sensibilidade extremas, que deveras me emocionou. E que ilustra a verdadeira acepção do sermos felizes fazendo os outros felizes (agora que se aproxima a época do Natal, é um filme bem adequado à quadra).

Vejam aqui o trailer.

7ª fase – Morte

A transformação

Um post…

este, da Lina, a sua participação para a 7ª fase da BCFV. Gostei de muitas outras participações, e para o que aqui estou a dizer, elejo o seu, muito seu e muito nosso.

Um livro…

“Raça Humana, Ergue-te”, de David Icke _ ergue-te mesmo, para recuperar a tua humananidade           😉

Da sinopse da Lux-citânia (editora em Portugal):

“A Humanidade encontra-se numa encruzilhada e é chegado o momento de fazer uma escolha. Uma das escolhas irá levar-nos à liberdade e a um potencial de uma grandeza que não imaginaríamos ser possível, enquanto que a outra irá condenar-nos _ e aos nossos filhos _ a uma ditadura global fascista/comunista, a uma escala que faria corar o próprio George Orwell”.

Podemos acalmarmo-nos, David Icke é considerado muito carismático, é sem dúvida um pesquisador nato e dispõe de um manancial de informação e de experiências dignas de nos inteirarmos delas. Como o definem aqui: carismático investigador de criptopolitica, globalização, espiritualidade e conspiração global.

Três filmes…

Lorenzo’s oil _ Acto de Amor, baseado numa história verídica. Uns pais a braços (e que não baixam os braços, pessoas muito determinadas) com a doença “incurável” do filho.

A Borboleta Azul, outro filme baseado numa história real, que conta a história de um rapazinho de dez anos que, com uma doença em estado terminal, tendo apenas uns meses de vida, parte com a sua mãe à aventura com a finalidade de realizar um sonho seu: capturar a raríssima borboleta azul que só se encontra nas florestas virgens da América Central e do Sul. A aventura revelar-se-á uma lição de vida e de amor. Sublime.

O Jardim Secreto, um filme de grande beleza e transformações, cultivando o nosso jardim secreto com carinho e amor.

8ª fase – Vida para além…

… da vida como a conhecemos, disse eu.

Um livro…

Vida Depois da Vida, de Dr. Raymond Moody. Um clássico. Trata-se de uma compilação de relatos de casos de pessoas que passaram por um estado de “morte clínica” e que “voltaram à vida”. E o que viram e sentiram, enquanto clinicamente mortos. E algumas conclusões do autor, médico.

Uma colecção…

… de livros!

A série “Cedros Ressoantes da Rússia” (para ressoar mesmo aqui connosco!)

de Vladimir Megre, editados em Portugal por Joanne Gribler, que nos diz: “Mais do que uma colecção de livros sobre o testemunho do misterioso encontro entre Vladimir Megre e Anastasia, a mulher que vive no coração da floresta siberiana, o que presenciamos aqui é uma verdadeira revolução na forma de vivenciarmos o mundo!”

Workshops…

… Renaski^gi, dados por Robiyn, já mencionados neste post em outras “fases da vida”, onde para além de muitas outras coisas podemos vivenciar comunicações efectivas (e eficientes!) com todos os seres (incluindo os que consideramos “falecidos”).

Dois filmes…

Powder_Poder Especial, um dos dois filmes que me fez correr lágrimas sem parar nas 5 ou 6 primeiras vezes que o vi (só a partir da 5ª ou 6ª vez o consegui ver apenas chorando de alegria). Conta a história de um rapaz “diferente” (albino) e muito especial. Vibramos com a sua integridade!

A Pricesinha, o outro dos dois filmes que me fizeram correr lágrimas silenciosas que não conseguia conter. Não quer dizer que vos aconteça o mesmo, a cada um a sua sensibilidade_ e os seus “traumas” inconscientes a transformar (por exemplo, este derrame ininterrupto de lágrimas silenciosas ocorreu à minha filha do meio, aos seus oito ou nove anitos, enquanto via um filme sobre uma gatinha, “As 3 Vidas de Tomasina”).

Coloco nesta fase da vida este filme da Princesinha pois retrata de uma forma muito subtil, para além de muitas outras coisas, uma situação de um verdadeiro salto quântico de uma “realidade” em que o pai da menina morre numa guerra para outra “realidade paralela” em que ele sobrevive e se encontra vivo, após ela ter transformado certos pressupostos da sua vida. Um filme muito belo!

E assim concluo as minhas ressonâncias com a BCFV , de informação/divulgação com o desejo que se transformem num grande abraço que nos une!

Beijos para todos

Isabel

Comments (14) »

Colectiva Fases da Vida _ 8ª Fase_ Vida para além…

Vivam! Bom dia!

E cá estamos de volta a esta colectiva Fases da Vida, hoje a 8ª fase  (a última)_ Vida para além… (da Morte), proposta pela Rute do Publicar para Partilhar. (E aqui o link para a participação da Rute, de hoje, onde podem também aceder a todas as participações)

Não sei bem como vos transmitir o que sinto em relação a este tema. Como para mim, tal como disse na fase anterior, as mortes não são mortes nem “passagens”, e sim transformações, diria que o título com as reticências que a Rute utilizou, “Vida Para Além…”, vai servir perfeitamente para a minha participação de hoje que, no lugar de a intitular de “Vida para além da morte”, vou chamar de

 “Vida para além da vida como habitualmente a conhecemos”.

Quando ainda fervilhavam na minha cabeça ideias sobre vida para além da morte, reencarnação e outras afins, um dia fiz um trato com a minha sogra do momento que na altura tinha já uns 80 anos (e com quem me dava muito bem):

“M., vamos combinar que um dia, quando falecer, vem mesmo visitar-me, para eu a ver e ter a certeza de como é que é?”

Vocês podem não acreditar, mas fizémos mesmo esta combinação, na altura tinha eu uns 30 aninhos (hoje tenho 46).

Uma colega minha de trabalho (e amiga) chama a “posturas na vida” do género desta minha (a da combinação que fiz com a M. e, por exemplo, uma outra situação que foi quando estava a ter a minha primeira filha, aos 21 anos, estar de cabeça levantada para ver como é que o médico fazia o parto e como é que era a placenta) de “curiosidade científica”. Ela usa esta expressão muitas vezes e com uma certa piada…                              🙂

Eu não me considero ser de “espírito científico”, mais de “espírito naturalista”, e ainda assim, não exactamente.

Resultado desta combinação: depois da M. falecer (uns 5 ou 6 anos depois dessa combinação) nunca tive nenhuma visita sua da forma como na altura eu esperava vir a ter (que era ela vir ter comigo, tipo fantasma, e conversarmos as duas).

Entretanto foi-se consolidando a minha percepção de não existir a morte como nós pensamos existir, precisamente porque a Vida não é bem o que pensamos que é e sim algo muito mais amplo, ou melhor, Tudo é Vida (já vos contei o meu percurso nas outras fases da vida desta colectiva).

Na prática, isto significa que andamos lentamente a redescobrir (se calhar agora, nestes últimos anos, acelerámos na redescoberta) que nós, seres humanos, somos algo mais que o nosso “corpo físico” (perdoem-me as aspas, é que para mim, tudo é físico, a energia é física, ou então tudo é espiritual, o que quero dizer é que não existe diferença entre físico e espiritual, pois tudo é uma mesma e única energia e o dizermos que espiritual é melhor que físico/material ou vice-versa é um pouco treta, bem que podem ter sido conceitos inventados por quem gosta de dividir para reinar e andamos para aqui uns contra os outros, materialistas contra espiritualistas e vice-versa, ciência contra religião, muçulmanos contra cristãos, católicos contra protestantes, “direita” contra “esquerda”, “verdes” contra “encarnados”…) e mesmo o nosso “corpo físico” é dotado de capacidades que deixámos adormecer (tais como as que denominámos de telepatia, psicometria, clarividência, bilocação, levitação, teletransporte, longevidade e mil e duas outras que ainda nem desconfiamos ter). E andamos também a redescobrir que os outros “seres vivos-não humanos” , também são algo mais que a classificação à qual os remetemos e mesmo os “não-seres vivos”, como as rochas, por exemplo, “se calhar” até são vivos!

E então, voltando ao tema, para mim não existe vida para além da morte, porque nós não morremos, transformamo-nos (já houve alguém que disse que a única constante é a mudança). Para mim existe, sim, vida para além da vida que nós conhecemos e costumamos chamar de vida.

Desta forma, tive sim algumas experiências (de telepatia ou sei lá que nome dar-lhe (comunicação, talvez!)) com seres “falecidos” e outros (com o meu pai, um tio, a minha avó, filhos, amigos, plantas, animais), experiências essas que vieram “satisfazer” a minha “curiosidade científica”.

Vou contar-vos uma dessas experiências, uma muito simples e que, pelas pessoas que envolve, posso contar-vos (muitas outras teria que perguntar aos seres envolvidos se poderia torná-las públicas):

Um belo dia (andava eu às voltas sem saber que mais fazer em relação à minha mãe cujos problemas de saúde se tinham ultimamente agravado mais ainda e a par de uma sua tristeza profunda e falta de vontade e energia para poder por si própria mudar alguma coisa), resolvi fazer um “exercício de telepatia” com ela (ou de comunicação a outro nível, não importa o que lhe chamemos), tal como os que o Robiyn nos passou nos seus workshops. Há vários passos, no exercício, que não vou detalhar (o Robiyn tem estes “exercícios” gravados em CD, podem-se adquirir e o ponto é que, fora do contexto da explicação que ele dá, não adianta de muito fazê-los, “seguir uma receita”), basicamente entramos em sintonia com quem a pessoa realmente é, à parte as ilusões em que vive/vivemos, e comunicamos assim com ela.

Uso algumas vezes fazer estes “exercícios” (já usei mais), sobretudo quando existe algum problema entre mim e alguém que não estou a resolver ou quando não tenho a certeza do que fazer. São como ferramentas das quais não necessitaria se verdadeiramente vivesse com o coração e com entrega, estando presente em tudo o que faço, digo, etc. (vivendo nesse estado de graça/gratidão, sabemos sempre o que fazer); como nem sempre vivo assim, vou usando estas ferramentas (e outras) auxiliares sempre que vejo necessidade.

Conversei então desse modo com a minha mãe e no final “chamei” uma outra pessoa, a minha avó, sua mãe (já “falecida”), para nos dar às duas umas dicas em relação ao que estávamos a conversar (faz parte do “exercício”, caso queiramos, chamar algum outro ser, “falecido” ou não, pode ser uma criança, mesmo_ as crianças são as que sabem melhor da Vida).

(a minha avó materna, já coloquei aqui no blog, uma vez, esta foto…)

Instantaneamente a minha avó apareceu e deu-me uma receita (umas instruções, uns conselhos, umas dicas, o que quisermos chamar) e a minha mente logo se intrometeu no “exercício” (porque andava cansada ou sei lá) com as suas dúvidas (não sei porquê, pois já fizera tantos “exercícios” destes e todos “deram certo”) e automaticamente pensei: “que resposta rápida, a da minha avó, não pode ser, lá ando eu a misturar realidade com imaginação, isto que ela “me disse” devo ser eu a projectar o que, inconscientemente, queria ouvir…”

Logo, logo, “oiço” a minha avó dizer-me “Se estás com dúvidas, filha, assim que chegares a casa vai à caixa do correio”.

“À caixa do correio?”, pergunto incrédula, “Porquê? O que está lá?”

“Não te digo mais nada, chega a casa e vai ver a caixa do correio”.

Contei logo isto a uma amiga minha, íntima e que está sempre a par de muito do que se passa comigo, mesmo antes de chegar a casa e ir à caixa do correio.

Quando cheguei a casa,  abri a caixa do correio e tinha efectivamente uma carta. Da minha mãe. Não tinha sabido antes que ela me escrevera, embora ela volta e meia me escreva postais, às vezes cartas e me mande poemas feitos por ela. Abri e li e até me arrepiei toda. Desta vez não me mandava um poema feito por ela, mas sim a letra de uma canção (de um fado) e se bem que ela saiba que eu não gosto de fados (quase todos são tristes e eu sou geralmente uma pessoa alegre e construtiva), sabe que eu gosto de poesia. Este fado é uma poesia. E ela gosta de fados, deve ter-lhe apetecido enviar-me este:

Balada para Uma Velhinha (por cá, já foi cantado por alguns fadistas, mas a minha mãe gosta mais de o ouvir cantado pelo Carlos do Carmo)

Num banco de jardim uma velhinha
está tão só com a sombrinha
que é o seu pano de fundo.
Num banco de jardim uma velhinha
está sozinha, não há coisa
mais triste neste mundo.
E apenas faz ternura, não faz pena,
não faz dó,
pois tem no rosto um resto de frescura.
Já coseu alpergatas e
bandeiras verdadeiras.
Amargou a pobreza até ao fundo.
Dos ossos fez as mesas e as cadeiras,
as maneiras
que a fazem estar sentada sobre o mundo.
Neste jardim
É ela a  trepadeira das canseiras
das rugas onde o tempo
é mais profundo.
Num banco de jardim uma velhinha
nunca mais estará sozinha,
o futuro está com ela,
e abrindo ao sol o negro da
sombrinha poidinha,
o sol vem namorá-la da janela.
Se essa velhinha fosse
a mãe que eu quero,
a mãe que eu tinha,
não havia no mundo outra mais bela.
Num banco de jardim uma velhinha
faz desenhos nas pedrinhas
que, afinal, são como eu.
Sabe que as dores que tem também são minhas,
são moinhas do filho a desbravar que Deus lhe deu.
E, em volta do seu banco, os
malmequeres e as andorinhas
provam que a minha mãe nunca morreu.

Mania a minha de duvidar, quando já tive tantas vezes as comprovações que queria e quando sei que uma só dúvida faz desmoronar tudo o que construímos tal como basta uma única agulha para furar instantaneamente um balão que levou o seu tempo a enchermos (como o Robiyn costuma ilustrar este “fenómeno” de duvidarmos até de nós próprios).

Uma curiosidade: a minha mãe, entretanto (com ajudas!), solucionou esse problema grave e tem estado bem melhor.

Resta-me agradecer a todos os seres que têm convivido comigo e a Tudo o que existe, grata por existirmos (vivos ou “mortos”    😉      )!

E às pequenas que levaram para a frente esta colectiva, Rute, Rosélia e Regina, o meu focalizado (e sentido!) agradecimento.

Beijinhos a todos, até ao próximo post, aqui n’A Escola É Bela, que ontem completou 3 aninhos de existência.

(esta foi o Alexandre _ meu filho em ensino doméstico_ que tirou à sua mamã)

Isabel

Comments (12) »