Archive for Novidades

E durante a semana que se seguiu…

Caderno Verde

E durante a semana que se seguiu…

Novo puzzle com o mapa de Portugal e os seus distritos e cidades (ah! Logo situou o distrito onde fica o rio Corgo, o do viaduto do post anterior):

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DSC09606O Calendário do Advento para este ano…

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DSC09608O novo jogo de estratégia, Memoir ’44:

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DSC09614O helicóptero telecomandado do nosso vizinho (foram os três, vizinho, Alexandre e pai) experimentá-lo lá fora…

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A árvore de Natal!!! Montada exclusivamente pelo Alexandre e mana Catarina. Este ano mudaram-lhe a localização na sala (ficou melhor que nos outros anos, a sala ficou mais espaçosa) e montaram um circuito com um comboio de Natal em Lego, por baixo!

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DSC09537Aí vem ele, o comboio!

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Época Natalícia a começar em Novembro só mesmo na cabecinha (e com as mãozinhas!) destes meus dois filhotes…

😀

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A mana Catarina representa nesta Curta-Metragem, “Um Dia Longo”

Vivam, bom dia!

Partilho convosco o vídeo da curta-metragem “Um Dia Longo”, realizada pelo Sérgio Graciano (realizador da série juvenil “Lua vermelha” onde a Catarina também representa e de outras séries e novelas), que ganhou alguns prémios de melhor curta metragem em festivais de curtas o ano passado (ou há dois anos, já não sei. Eu vi no auditório Olga Cadaval, em Sintra). Só agora disponibilizaram o vídeo na Vimeo.

A mana Catarina faz da adolescente que fica a cuidar do menino.

http://vimeo.com/29133866

Beijinhos a todos,

Isabel

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Simpósio em Portugal sobre o Unschooling com Sandra Dodd e Joyce Fetteroll

Está quase a acontecer!

A Sandra Dodd e a Joyce Fetteroll, mães americanas unschoolers com filhos unschoolers já crescidos e perfeitamente integrados, socialmente falando (trabalho, amigos, Mundo!), facilitarão um Simpósio sobre Unschooling, em Lisboa, que terá lugar já nos próximos dias 1 e 2 de Junho (Sandra Dodd, autora do livro “The Big Book Of Unschooling”).

Todas as informações no blog criado para o efeito pela Marta Pires, “Simpósio “Sandra Dodd e amigos em Lisboa””.

Nós vamos (o pai e eu, se bem que desfasadamente) ao Simpósio, por ser uma oportunidade única para trocarmos impressões, esclarecer certos temas e podermos também contribuir partilhando as nossas vivências em unschooling.

A não perder, para quem verdadeiramente interessado no tema.

Vemo-nos por lá. Beijinhos a todos,

Isabel

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Os botões floresceram e Brincar aos Presidentes II

Olá a todos!

Aqueles botõezinhos de há dois posts atrás já abriram em flor!

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(o nosso cato de Natal…)

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(as nossas voletas…)

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E aproveito o tema para vos mostrar o lindo desenho feito pela mana Catarina para oferecer, como presente de aniversário, à mamã da sua maninha mais nova. Quando tirei a foto, o desenho ainda não estava terminado (pintado a lápis aguarela), mas como eu já não o iria ver pronto…

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(é a mamã a dar peito ao seu bebé recém-nascido)

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A Inês nasceu num dos últimos dias de Outubro e as suas manas, com tanta diferença de idade (26 e 21 anos) ficaram muito contentes e transmitiram a sua alegria ao seu mano Alexandre. Nós fomos logo visitar a Inês e os seus papás tão felizes pelo seu  nascimento assim que ela chegou à sua casinha. É uma bebé linda e de olho arregalado! Bem Vinda ao planeta Terra, Inês!

Beijinhos para todos,

Isabel

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Caderno Verde

Brincar aos Presidentes II

Já tinha falado nesta “brincadeira” há uns posts atrás (ver o apontamento no Caderno Verde) mas, para ser completa, faltava o fato de presidente que ele já me andava a pedir há uns largos meses. Como surgiu agora a oportunidade (conseguimos comprar um fatinho completo, calças, colete, camisa, casaco e gravatinha por 19 euros e noventa e cinco cêntimos, conforme anunciei no post anterior), lá trouxe para casa um fatinho de presidente.

Bem, desde aí que todas as manhãs o Alexandre tem vestido o seu fatinho (com alguns interregnos, pois não o veste aos fins-de-semana e dois diazinhos em que esteve meio adoentado) para empreender o seu dia onde coordena tudo, toma belas decisões e soluciona problemas (é para isto que serve um presidente, diz ele, embora antes de ter o fato andasse com uma conversa a tentar perceber quem mandava mais, um presidente, um rei ou um imperador; um dia então em que fomos lanchar a casa de amigos, também unschoolers e ao contar-lhes eu esta conversa, perguntaram-lhe eles, “Então quem manda mais, Alexandre, um imperador ou um presidente?” “Um imperador.” “E porquê?” “Então, um imperador manda num império que é maior que um país…”

Ele não quer ser imperador nem rei, gosta mais do cargo de presidente e contenta-se com o presidir a uma cidade. Soluciona bem os problemas que surgem a esta “escala mais pequena” e é também porque adora cidades e os seus arranha-céus e super-arranha-céus, como já vimos.

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(o pormenor da gravatinha que ele escolheu)

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(no computador, a monitorizar a lista da wikipédia dos arranha-céus mais altos de Nova Iorque _ assunto para outro post)

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Entretanto quiz ter também uma “agenda de presidente” (ora que eu tinha uma perfeita, que nunca tinha utilizado e que tem até o símbolo de uma câmara municipal na capa) e

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uma “caneta de presidente” (tinha que ser preta, segundo ele) que eu também descobri uma que tinha guardada intacta_ para ir fazendo as suas anotações.

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Giro que ele leva este seu papel muito a sério; e quando sai à rua, durante a semana, sai com o seu fatinho. Numa das vezes, uma senhora que trabalha numa loja onde ele e o Bato foram, perguntou-lhe se ele fazia anos, pois estava muito bonito e ele respondeu que não, que aquele era um fato de presidente. “Ah! Vamos ter presidente!”, retorquiu a senhora.

😉

E no outro dia, esteve a explicar-me a constituição da sua equipa: o Bato (o namorado/companheiro da mana Catarina) é o seu acessor, a mana Catarina a secretária, a mana Celina é a técnica… “E eu?”_ perguntei-lhe. “Tu não fazes parte da equipa, és a mãe do presidente.” “Ah, bom! E o pai?” “Ah, o pai é o técnico, que percebe muito de computadores.”

Pronto. Que posso eu querer mais? Sou a mãe do presidente. Está tudo dito.

🙂

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Aquisições deste Outono com muito sucesso

Vivam, bom dia!

Na última semana de Verão, conforme contei aqui,  adquirimos um quadro magnético e um bloco de folhas de desenho A3 que têm sido e continuam um sucesso.

Já tinha colocado aqui esta “malha urbana” e mais produções do Alexandre sobre o quadro magnético:

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E têm continuado os desenhos e esquemas, que vou fotografando antes de serem apagados…

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(esta é já uma pequena urbanização)

E o quadro também serve para outras coisas, como desenhar um círculo que, para o obter perfeito, recorreu a um jarrão de cobre cilíndrico, por sua auto-recriação.

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A irmã também trouxe uma extensão considerável de papel cenário, para trabalhos maiores, mas ainda não foi muito utilizado. Já o caderno de desenho de folhas A3, continua “em alta”,

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com esquemas e plantas várias,

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alçados,

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malhas e muitos mais.

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Já no Outono, então, comprei algo imprescindível, por uns pouquinhos cêntimos, cuja falta andava a impedir o colorir dos desenhos, este afiador de lápis cor-de-laranja,

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ao qual dá muito uso e, estrategicamente, resolveu afiar os lápis dos dois lados para render mais (disse-mo ele que a razão era esta).

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Então as plantas das urbanizações passaram a ser coloridas

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e os edifícios também.

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(este é uma réplica do que será, em 2015, o 2º edifício mais alto do Mundo _ e o mais alto da China_, o douradinho que vinha na revista SuperInteressante)

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Bem, para além do afiador de lápis: ele já tinha esta base de secretária, com o mapa-mundo, que já teve um uso incrível

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e agora adquirimos esta com os planetas do sistema solar, pelo importante detalhe de

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indicar as órbitas dos planetas ao redor do Sol! Ele diverte-se a fazer contas, a partir daqui (tipo “quantos dias mais que Mercúrio orbita Vénus o Sol” e o mesmo comparando quase todos os planetas, quantas vezes mais lento é um do que outro e todas as relações que possamos imaginar e mais algumas que não imaginamos)

🙂

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Também decidimos investir mais em mapas, dado o seu grande interesse e aptidão para o seu manuseamento. Eu já andava com essa fisgada desde o Verão e entretanto eu e o pai conversámos e eu pus-me à procura de mapas. Queria algo como o Mapa de Portugal que saíu na revista Visão Júnior e lhe foi oferecido pelo “pai das manas”, conforme mostrei neste outro post, mas um pouco mais complexo, daqueles que têm os rios e a orografia. Corri várias papelarias e não encontrei.

Entretanto pus essa ideia de parte e, bem, descobri guias turísticos, muito apetecíveis,  de variadas cidades do Mundo, Paris, Nova York, Moscovo (que ele tanto investiga sobre estas cidades), mas acabei por me decidir pelos de Tóquio e Lisboa (Tóquio, a cidade mais populosa do Mundo, que tanto o fascina e Lisboa, onde existe o local mais apreciado e preferido, a Estação do Oriente_ e também porque já percorremos e ele reconhece vários locais de Lisboa e ainda, porque o guia contém um mapa das linhas do metropolitano de Lisboa, que ele adora e conhece quase de cor). Pois foi um sucesso!

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No de Tóquio vimos e lemos sobre pontes,

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os mapas mesmo dos limites da cidade (que muito lhe interessa, pois ele gosta de desenhar os mapas das cidades com a forma tal e qual) e das várias zonas da cidade,

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plantas de zonas da cidade e de monumentos,

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a Torre de Tóquio (que já conhecíamos do google), pois torres são com ele_ andamos sempre a pesquisar quais os edifícios mais altos (de Nova York, do Japão, da China, de Moscovo, de Madrid, de Lisboa!!!)

😉

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Mais edifícios altos de Tóquio…

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E no Guia de Lisboa, a Torre de Belém (ainda agendada para ir visitar),

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plantas de monumentos vários,

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os Jerónimos,

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o Palácio de Sintra (aqui pertinho de nós, que já visitámos),

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o Palácio de Queluz, perto de casa da avó, que também já visitámos,

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e as Torres do Oriente!

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A zona junto à Estação do Oriente é, para o Alexandre, o ex-libris de Lisboa (já nos disse que quando for crescido quer ir morar para lá, “se a sua mulher concordar”                              😉                )

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as pontes, Vasco da Gama e

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25 de Abril.

A propósito, no outro dia, a ver/ler a revista SuperInteressante, aparecia lá uma foto da Golden Gate e dizíamos nós (eu e a irmã), “Olha a Ponte 25 de Abril!”. Fomos logo corrigidas pelo Alexandre, “Não! Esta é a Golden Gate!”. E diz a irmã, “Pois, são parecidas, eu nunca sei distinguir!”. E o Alexandre lá nos esteve a mostrar as diferenças e como se distinguem “de caras”, pois aqui os pilares da 25 de Abril são em cruz e os da Golden Gate uma espécie de quadrados, para além de que há também umas diferenças nos términos da ponte, que ele também nos explicou (vejam aqui).

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Os velhinhos elétricos, que não podiam faltar,

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as vistas desde o Tejo,

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um completo mapa da cidade que vem em apêndice

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e os tais mapas das linhas do metro!!!

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Nós fazemos muitas coisas, a partir destes mapas, como por exemplo descobrir a diferença entre Tóquio em português e Tokyo em inglês…

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Temos passado horas e horas de volta destes mapas e eis que um belo dia, ao falar do assunto a uma amiga minha ela me diz “Espera lá que eu vou arranjar-te o contacto da editora que fornece os mapas aqui para as escolas do concelho”! Não só me arranjou o contacto da editora, como as referências de alguns mapas, para que eu pudesse pedir um orçamento.

Assim (tenho as referências e os contactos comigo, quem desejar pode enviar-me um e-mail), pedi o orçamento para o Mapa do Mundo, o Mapa da Europa, o Mapa de Portugal Físico e o Mapa de Portugal Administrativo. Como os dois últimos são a 30 e tal euros cada e os dois primeiros a 13 euros e alguns cêntimos, ficámo-nos pelos dois primeiros (são mapas plastificados de 111 cm x 80 e tal cm). Quando vieram entregá-los (a casa), assim em rolinho, dentro de um cilindro de cartão, foi uma excitação tal!

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Têm estado pendurados ora um na sala e outro no “Quarto das Brincadeiras”, ora os dois na sala, conforme…

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E algo de muito interessante são as indicações em baixo com as bandeiras de todos os países e as respetivas áreas, população e densidade populacional. O Alexandre já sabe quais são os maiores países do Mundo em Área, em População e em Densidade Populacional (em Densidade Populacional sabem quais são os dois maiores? Não são bem países, são Estados, mas figuram lá, com bandeirinha própria, o Mónaco e o Vaticano!). E o mais engraçado é que foi ele, por si próprio, que chegou à conclusão que eram os maiores em densidade populacional, porque são muuuuuiiiiiittttoooo pequeninos em área e têm um considerável número de habitantes para o seu tamanho (número de pessoas por km quadrado, diz ele).

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Diverte-se a fazer contas e mais contas (quantas vezes é maior a Rússia que os Estados Unidos, por exemplo) e a explicar tudo ao primo, maior que ele (13 anos) e que aprendeu umas coisinhas nuns fins-de-semana que ficou lá em casa. É que o Alexandre gosta mesmo muito de Geografia.

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Sobre o mapa dá para desenhar, anotar, escrever, com os marcadores não permanentes que usamos para o quadro magnético (depois apaga-se bem), de modo que aqui está ele a assinalar umas novas cidades na China, que entretanto foram construídas por ele no SimCity e no MineCraft:

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Bem… e agora uma das últimas aquisições de sucesso, que ele já me andava a pedir há uns tempinhos… um fato de presidente!!!

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(conseguimos comprar um completo, camisa, colete, calças, casaco e gravata, por 19 euros e 95 cêntimos! ;)), mas este assunto ficará para um novo post… o rapaz que nunca gostou de se vestir no Carnaval, só se mascarou nos 3 primeirinhos aninhos quando ainda não tinha bem formado o seu poder de decisão (nunca dispendemos dinheiro em fantasias de Carnaval) e agora, olha, vestidinho de presidente para bem exercer as suas funções de coordenar e de resolver problemas, diz ele.

Beijinhos para todos e até então.

Isabel

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Pequenos Botões e Ciência Para Ti III_ Empire State Building

Vivam!
Vamos ter bebés!!!

Bebés de violeta…

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… e bebés deste lindo cato do qual não sei o nome:

Não é só na Primavera que a vida floresce!

🙂

Beijinhos para todos e belos pequenos botões nas vossas vidas.

Isabel

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Caderno Verde

Ciência Para Ti III_ Empire State Building

Aqui, na parte do Caderno Verde, o primeiro post sobre a Ciência Para Ti, e aqui, também na parte do Caderno Verde, o segundo.

Quem começou, foi a mana Celina, que ofereceu ao seu mano o puzzle do Corpo Humano e mostrou-me na net o site da “Science 4 You” e como havia tantos artefatos que o Alexandre gostaria de montar.

Seguiu-se o Helicóptero Solar e o Mapa da Europa, comprados por mim e o Barco Solar, oferecido pela mana Catarina. O Alexandre tinha ficado de olho na maquete do Empire State Building e quando houve oportunidade, eu e o pai comprámo-lo então.

Ele ficou felicíssimo e no dia seguinte, quando cheguei a casa, já ele e o pai tinham montado a maquete, seguindo as instruções.

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O Alexandre e eu, então, estivémos a ler o livrinho que vem com o kit e aprendemos muitas coisas:

– Que um edifício, para ser considerado um aranha-céus, é necessário que tenha uma altura superior a 150 m;

– Que existe uma categoria de prédios mais altos ainda, os Super Arranha-Céus, que têm mais de 300 metros de altura;

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– Um breve resumo histórico sobre as construções mais altas do Mundo desde os tempos idos;

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– E diretamente sobre o Empire State Building, algumas coisas da história local na época em que foi construído (1930-1931);

– E a origem do seu nome, que é exatamente uma das “alcunhas” de Nova York na época (a outra alcunha era “Big Apple”);

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– Detalhes arquitetónicos deste Super-Arranha-Céus, como ter sido o primeiro edifício a ter mais de 100 pisos, o nº de janelas (6500), o nº de elevadores (73), o número de degraus (1860) _ estes detalhes “numéricos” fazem as delícias do Alexandre _ o peso da sua estrutura (340.000 toneladas), o estilo arquitetónico (Art Deco na sua passagem para o Modernismo), alguns materiais que entraram na sua construção;

– Que o topo do Empire State Building está sempre iluminado durante a noite por um potente conjunto de luzes de diferentes cores;

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– E analisámos a tabela das suas características mais significativas: Localização (Nova Iorque, Estados Unidos da América; Coordenadas (40º44’54”N, 73º60’26”O)_ isto é para o GPS, viu logo ele; Ano de Construção (1930); Ano de Inauguração (1931)_ inaugurar é assim como que a festa que fazemos na 1ª vez que o edifício é utilizado, tal como fizémos na inauguração da nossa parede-ardósia; Uso (misto: comércio, escritórios, turismo); Tipo (Super-Arranha-Céus); Altura Máxima (443,2 m); Altura até ao telhado (381 m) _ que é a que ele sabe de cor; nº de pisos (102); etc., etc.

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– Também analisámos um gráfico comparativo de alturas de vários Arranha-Céus (e fomos compará-lo com a foto que já tínhamos das várias alturas dos maiores edifícios do Mundo na revista Super Interessante);

–  E ficámos surpresos com uma particularidade relevante, como a designam neste livrinho, que não conhecíamos de todo: o facto de que, em 1945, um avião (bombardeiro), devido a uma espessa neblina, embatera contra o lado Norte do Empire State Building, entre os pisos 79 e 80 (foto em baixo, à direita do gráfico das alturas); uma parte do motor do avião atravessou o edifício de uma ponta à outra, saindo do outro lado e caindo sobre o telhado de um edifício vizinho, dando origem a um incêndio que destruíu as águas furtadas ali existentes; o resto do motor foi embater no eixo de um elevador; o incêndio originado pelo acidente foi apagado em cerca de 40 min, mas mesmo assim morreram 14 pessoas neste acidente e o edifício foi aberto aos trabalhadores no dia seguinte.

Bom! Estivémos depois a comparar este acidente e os seus resultados e consequências com o das Torres Gémeas ocorrido em 2001 (ele já sabia a data).

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Depois, com o entusiasmo, ele quiz desenhar os contornos do edifício (a silhueta), numa das folhas do seu caderno de desenho A3:

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Um mês e tal mais tarde, a propósito de termos visto nas notícias que tinha nevado em Portugal, na Serra da Estrela, Covilhã (de onde a mana Catarina tinha acabado de chegar _ foi lá representar numa peça de teatro) e zonas circundantes e aproveitando uma “embalagem de fazer neve” acabada de comprar para as decorações de Natal, o pequeno não resistiu e… bem… também caíu um intenso nevão sobre o Empire State Building!!!

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Inauguração da Parede-Ardósia e Brincar às Escolas I (e aos Presidentes)

Foi inaugurada a parede-ardósia do nosso “quarto das brincadeiras”!

Falei da intenção de termos uma parede-ardósia (parede pintada com “tinta de ardósia” que depois funciona (toda a superfície pintada com esta tinta) como um verdadeiro quadro para escrevermos com giz), neste outro post de Junho deste ano.

E estava demorada a pintura! Entre muitas outras tarefas esta foi sendo adiada.

A primeira vez que vi uma parede (uma faixa de parede) pintada com tal tinta foi em casa de uma das minhas irmãs, professora e explicadora, que ao renovar a casa reservou uma faixa de uma das paredes do escritório para pintar com tinta de ardósia preta e usufruir, desta forma prática, de um quadro para as suas explicações e ainda para que o seu filho se exercitasse para escola (um verdadeiro dois em um).

As nossas motivações foram, claro, outras, ao aproveitarmos esta bela ideia. O interessante é que, para quem não acha piada a uma parede preta, há tinta de ardósia verde, rosa choque, lilás e laranja. Como as paredes do “quarto das brincadeiras” são verdes e azuis turquesa, comprámos a verde (daí que não se distingue bem das outras paredes verdes, mas todos sabemos qual é parede para escrever com giz (aliás, é a única desempedida de alto a baixo).

Assim, num destes belos dias à noite, inaugurámo-la, nós e a nossa amiguinha e vizinha M. (que é uma das grandes entusiastas do ato de “escrever com giz na parede”). Por isso (por ter sido à noitinha), perdoar-me-ão a má qualidade das fotos tiradas com o meu antigo telemóvel e o facto de isto estar tudo muito pouco percetível.

Tirar a fita que ajudou à pintura (ato que equiparámos ao cortar da fita na inauguração de um espaço, de uma obra):

O apagador, um instrumento apetecido (ainda não percebi bem porquê…):

A M. a desenhar,

o Alexandre a desenhar experimentando outra cor,


a M. a indicar uma expressão que aprendeu em Ciências (anda no 7º ano),

os seus nomes,

o Alexandre novamente a desenhar, o que será…

… um navio! (o Titanic_ o pormenor da proa)

A M. a desenhar o rosto da sua cantora preferida,

o Alexandre a aperfeiçoar o seu desenho

e o Alexandre a fazer contas indicadas pela M..

Beijinhos para todos!

Isabel

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Caderno Verde

Brincar às Escolas, I (e Brincar aos Presidentes)

Uma das brincadeiras preferidas da M. com o Alexandre é brincarem às escolas, onde a M. faz sempre de professora e o Alexandre e todos os bonecos e peluches cá de casa fazem de alunos. É algo engraçado de se ver, pois nós, em unschooling, não “trazemos a escola para casa” a não ser nestas brincadeiras da autoria das próprias crianças (e que duram horas, às vezes).

(Reflexão: o Alexandre, muito embora goste da brincadeira, continua ciente de que prefere aprender da forma que aprende, sem ir à escola e um dia, em que estava muito interessado a ver um dos episódios do Sid Ciência, “Roldanas e Outras Máquinas”, a uma observação de como uma escola do tipo da que é retratada no episódio era interessante ele respondeu: “Se as escolas fossem assim como esta do Sid Ciência, eu até nem me importava de ir à escola, mas eu sei muito bem que as escolas não funcionam como esta, que os primos e a M. já me contaram o que se passa nas escolas deles e são três escolas diferentes!”)

Continuem a perdoar-me a má qualidade das fotos que foram tiradas “à pressa” entre uma tarefa e outra:

(nesta vê-se bem todo o elenco estudantil…)

Nesta “aula”, a M. explicou a “evolução do homem” (assunto que também interessa bastante ao Alexandre) e no final o Alexandre já falava em australopitecus e em homo sapiens e explicou-me algumas coisas das que aprendera. Também sabia a diferença entre nómadas e sedentários (algo que também desperta a sua curiosidade).

Em “contrapartida”, quando brincam aos presidentes, o Alexandre é sempre O Presidente (algumas vezes, mas raramente, diz ele, da Europa, dos Estados Unidos, de África ou do Mundo e muitas vezes, presidente de uma câmara ou de um país) e a M. ou o Bato (e todos os bonecos e peluches cá de casa), a demais população (o povo!). Um dia conto melhor um episódio desta outra brincadeira, pois o Alexandre já me pediu há tempos que eu lhe comprasse um “fato de presidente” para esta frequente brincadeira e eu ainda não me disponibilizei a efetuar a “melhor” (mais barata) compra!

😀

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